Páginas
Capas dos Jornais
Colaboradores
Sites Clubes
- A. Viseu
- A. Viseu - Jovens
- A. Viseu - veteranos
- Abraveses
- Arguedeira
- C. Sal
- C. Senhorim
- C. Senhorim - escolas
- C.D.Sernancelhe
- Canas Santa Maria
- Carvalhais
- Castro Daire
- Ceireiros
- Centro Formação Benfica - Viseu
- Escola F.C. - Feminino
- F. Aves
- Farminhão
- Lajeosa
- Lusitano Vildemoinhos
- M. Beira
- Mangualde
- Mangualde - jovens
- Molelos
- Molelos - Oficial
- Moreirense1938
- Nelas
- Nelas - Veteranos
- Oliveira Frades
- Os Pestinhas
- Os Repesenses
- Os Viriatos
- P. Castelo
- Parada de Gonta
- Repesenses Sub-11
- Resende
- Resende - Oficial
- Santacombadense
- Santar
- Santar - Camadas Jovens
- Silgueiros
- Sátão
- Sátão - Futebol Jovem
- Tarouquense
- Tarouquense - Oficial
- Tondela
- Vale Madeiros
- Vale Madeiros - Formação
- Vilamaiorense
- Viseu e Benfica
- Viseu e Benfica - veteranos
- Vouzelenses
Tradutor
Live Traffic Feed
Live Traffic Map
segunda-feira, dezembro 25, 2006
sábado, dezembro 23, 2006
Taça Sócios de Mérito - 4ª Eliminatória
Este sábado realizaram-se dois jogos antecipados da 4º Eliminatória da Taça Sócios de Mérito. As equipas da casa apesar das dificuldades seguiram em frente.
Lamelas - Resende 3-2(após prolongamento)
Campia - Tarouquense 2-2 (5-3 nas grandes penalidades)
Lamelas - Resende 3-2(após prolongamento)
Campia - Tarouquense 2-2 (5-3 nas grandes penalidades)
Etiquetas:
Taça
quinta-feira, dezembro 21, 2006
"A prenda de Natal da AF Viseu" - In Vis Fut Magazine
Este post foi retirado do blog http://www.visfutmagazine.blogspot.com e tem toda a perteinência para existir.
Foi com algum espanto que li um dos comunicados da AF Viseu sobre a disciplina desta última jornada desportiva nos vários escalões e divisões que a Associação de Futebol de Viseu (AFV) engloba. Nele, semanalmente, a AFV comunica as suspensões, as multas, os processos que foram levados a cabo devido aos acontecimentos na jornada antecedente. Talvez por estarmos na época natalícia, ou pela AFV possuir um "fraco" espólio desportivo, as multas que recaíram sobre jogadores e directores de vários clubes foram inflacionadas, dando assim a oportunidade aos vários directores, alguns com cargos que ninguém entende, de comprarem prendas mais valiosas para eles próprios ou para as suas famílias. Só em jeito de curiosidade estatística, a AFV vai "receber" mais de 2000 euros só com multas desde último fim-de-semana. Apenas mais 1500 euros do que na "receita" da semana passada. Será que os profissionais de futebol se portam assim tão mal em vésperas de Natal, ou estará a AF Viseu cada vez mais sedenta de dinheiro e menos da verdade desportiva? Os números dão que pensar. Já para não falar da forte exigência que é pedir a jogadores da II Divisão Distrital para pagarem multas de 150 euros. Enfim, é o futebol que temos, o futebol que a AF Viseu tem decidido negligenciar, directa ou indirectamente.
Para os mais "inconformados" com esta realidade, comparem os números, clicando no link a seguir indicado:
http://www.afviseu.org/comunicados_disciplina.htm
Etiquetas:
Informação
Tondela 1 Valonguense 1
JOGO: Complexo do Estádio João Cardoso, em Tondela.
TEMPO: céu pouco nublado e algum frio.
ÁRBITRO: Rui Fernandes (Viana do Castelo), auxiliado por Paulo Vieira (Bancada) e Euclides Cerqueira (Peão).
TONDELA: Augusto; Filipe (Jusko 71), Ângelo, Tó Marques (capitão) e Hugo; Espanhol (Steven 56), Barca e Artur; Osvaldo, Marcelo e Nogueira.
NÃO UTILIZADOS: Rui, Magalhães, Ivo Maia, Chico e Nuno Rato.
TREINADOR: Luís Almeida.
VALONGUENSE (Valongo do Vouga-Águeda): Bruno; Sérgio, André, Paiva (Silvano 85) e Rui Castro; Alves (Careca 45), Tó Zé e Braga; Hugo (Sucena 41), Telmo e Toni.
NÃO UTILIZADOS: Luís, Carmindo, Martins e Rebelo.
TREINADOR: Alberto Morais.
DISCIPLINA: Cartão amarelo para Ângelo (51), Tó Marques (66), Rui Castro (84) e Braga (92).
MARCADORES: Paiva (72) e Osvaldo (80).
AO INTERVALO: 0 - 0.
Depois de duas derrotas, uma em casa com o Valcambrense e outra em S. João da Madeira, frente ao Sanjoanense, onde falharam um penalty e os visitados marcaram o 2.º golo partindo, nitidamente, da posição de fora de jogo, esperava-se uma reacção dos tondelenses, pois se existem propósitos de lutar pelos lugares de promoção, não se poderão dar ao "luxo" de perder os pontos que já perderam em casa e, com este empate do passado Domingo, no seu reduto, somam, pelo menos, 10 pontos, os bastantes para terem o caminho aberto à conquista de campeões de série.
Mesmo assim, com "ajudas" desta ou daquela equipa, o Desportivo de Tondela consegue manter a liderança, mas cuidado, é que há impressão de que está a jogar futebol de mais fraca qualidade e isso não ajuda a uma equipa que quer regressar, por merecimento, à II Divisão Nacional.
O futebol praticado por ambas as turmas, foi muito equilibrado, pese a posição mais modesta dos visitantes na tabela e o primeiro sinal de perigo até veio das hostes de Valongo, pois aos 30 minutos Hugo remata à entrada da área a tentar surpreender Augusto, mas este correspondeu com uma defesa apertada para canto.
Aos 37 m. é ainda Alves a rematar de longe para a baliza, mas a bola afastou-se da barra, a poucos centímetros do vértice do poste direito. Enquanto isso, a equipa do Vale de Besteiros não conseguia criar situações de perigo que lhe permitissem marcar, embora na sua condição de guia.
Mas um minuto antes do intervalo, na marcação de um livre da esquerda, gerou-se uma grande confusão de pernas e o guardião visitante andou aos papéis, mas acabaria por salvar o golo na última recarga dos locais e a oportunidade mais flagrante para si nesta primeira metade do encontro, perdeu-se.
Em tempo de descontos, Marcelo, servido por um companheiro numa segunda jogada de muito perigo para os forasteiros, entra na área de rigor com o esférico controlado e, quando se preparava para rematar à baliza, é carregado por um defesa. Seria a grande penalidade e a expulsão do infractor, mas o árbitro fez vista grossa e nada assinala, gerando-se grande sururu na bancada, mas manda quem pode.
Na segunda parte esperava-se a continuação do bom momento que os tondelenses impuseram ao jogo antes do intervalo. Numa jogada de ataque os locais perdem a bola e são apanhados em contra-pé e, na situação de dois para um, aos 65 m., Tó Zé fica isolado, mas o remate sai ao lado da baliza de Augusto. O mesmo jogador, sempre ele, volta a criar perigo aos 70 m., rematando ao mais uma vez ao lado do poste. Dois minutos depois, o mesmo Tó Zé não falha, após uma nova jogada de contra-ataque, em que os locais descuram a defesa. Mais uma vez em superioridade numérica, o atleta desta vez não perdoa e inaugura o marcador para a sua equipa, como prémio do seu maior pendor atacante e dos seus cuidados defensivos, onde havia sempre homens para suster os ataques da equipa da casa.
Finalmente, reagiu o Desportivo de Tondela, gizando jogadas mais fortes e coesas a criar perigo na área adversária, mas com o guardião visitante a chegar para as "encomendas", interceptando todos os cruzamentos perpetrados na sua área pelo grupo da casa.
Contudo, só aos 80 m. Osvaldo, servido da direita por Steven, na posição frontal à baliza, fuzila as malhas de Bruno. Estava feito o empate. Tempo ainda havia para dar a volta ao marcador, mas a pressão dos locais, embora persistente e contínua, nada mais logrou alcançar, pois os visitantes fechavam-se bem e, desta forma, lograram a repartição de pontos, contudo, resultado lisonjeiro, pois foram os visitantes quem mais oportunidades tiveram de ganhar o jogo.
A arbitragem teria sido positiva se não tivesse perdoado aos visitantes a grande penalidade que, a ser convertida, poderia ter dado outro desfecho mais favorável ao guia da pauta classificativa, neste tempo de Natal de 2006.
O Desportivo terá de ter uma outra postura, para melhor, em termos técnicos e tácticos, se quiser continuar a sonhar com o regresso à II Divisão e não intercalar bons com maus jogos, onde incrivelmente se perdem pontos. Só a "ajuda" de algumas equipas vai mantendo o Desportivo no comando desta prova, embora o justifique na maioria dos encontros.
In Jornal de Tondela
TEMPO: céu pouco nublado e algum frio.
ÁRBITRO: Rui Fernandes (Viana do Castelo), auxiliado por Paulo Vieira (Bancada) e Euclides Cerqueira (Peão).
TONDELA: Augusto; Filipe (Jusko 71), Ângelo, Tó Marques (capitão) e Hugo; Espanhol (Steven 56), Barca e Artur; Osvaldo, Marcelo e Nogueira.
NÃO UTILIZADOS: Rui, Magalhães, Ivo Maia, Chico e Nuno Rato.
TREINADOR: Luís Almeida.
VALONGUENSE (Valongo do Vouga-Águeda): Bruno; Sérgio, André, Paiva (Silvano 85) e Rui Castro; Alves (Careca 45), Tó Zé e Braga; Hugo (Sucena 41), Telmo e Toni.
NÃO UTILIZADOS: Luís, Carmindo, Martins e Rebelo.
TREINADOR: Alberto Morais.
DISCIPLINA: Cartão amarelo para Ângelo (51), Tó Marques (66), Rui Castro (84) e Braga (92).
MARCADORES: Paiva (72) e Osvaldo (80).
AO INTERVALO: 0 - 0.
Depois de duas derrotas, uma em casa com o Valcambrense e outra em S. João da Madeira, frente ao Sanjoanense, onde falharam um penalty e os visitados marcaram o 2.º golo partindo, nitidamente, da posição de fora de jogo, esperava-se uma reacção dos tondelenses, pois se existem propósitos de lutar pelos lugares de promoção, não se poderão dar ao "luxo" de perder os pontos que já perderam em casa e, com este empate do passado Domingo, no seu reduto, somam, pelo menos, 10 pontos, os bastantes para terem o caminho aberto à conquista de campeões de série.
Mesmo assim, com "ajudas" desta ou daquela equipa, o Desportivo de Tondela consegue manter a liderança, mas cuidado, é que há impressão de que está a jogar futebol de mais fraca qualidade e isso não ajuda a uma equipa que quer regressar, por merecimento, à II Divisão Nacional.
O futebol praticado por ambas as turmas, foi muito equilibrado, pese a posição mais modesta dos visitantes na tabela e o primeiro sinal de perigo até veio das hostes de Valongo, pois aos 30 minutos Hugo remata à entrada da área a tentar surpreender Augusto, mas este correspondeu com uma defesa apertada para canto.
Aos 37 m. é ainda Alves a rematar de longe para a baliza, mas a bola afastou-se da barra, a poucos centímetros do vértice do poste direito. Enquanto isso, a equipa do Vale de Besteiros não conseguia criar situações de perigo que lhe permitissem marcar, embora na sua condição de guia.
Mas um minuto antes do intervalo, na marcação de um livre da esquerda, gerou-se uma grande confusão de pernas e o guardião visitante andou aos papéis, mas acabaria por salvar o golo na última recarga dos locais e a oportunidade mais flagrante para si nesta primeira metade do encontro, perdeu-se.
Em tempo de descontos, Marcelo, servido por um companheiro numa segunda jogada de muito perigo para os forasteiros, entra na área de rigor com o esférico controlado e, quando se preparava para rematar à baliza, é carregado por um defesa. Seria a grande penalidade e a expulsão do infractor, mas o árbitro fez vista grossa e nada assinala, gerando-se grande sururu na bancada, mas manda quem pode.
Na segunda parte esperava-se a continuação do bom momento que os tondelenses impuseram ao jogo antes do intervalo. Numa jogada de ataque os locais perdem a bola e são apanhados em contra-pé e, na situação de dois para um, aos 65 m., Tó Zé fica isolado, mas o remate sai ao lado da baliza de Augusto. O mesmo jogador, sempre ele, volta a criar perigo aos 70 m., rematando ao mais uma vez ao lado do poste. Dois minutos depois, o mesmo Tó Zé não falha, após uma nova jogada de contra-ataque, em que os locais descuram a defesa. Mais uma vez em superioridade numérica, o atleta desta vez não perdoa e inaugura o marcador para a sua equipa, como prémio do seu maior pendor atacante e dos seus cuidados defensivos, onde havia sempre homens para suster os ataques da equipa da casa.
Finalmente, reagiu o Desportivo de Tondela, gizando jogadas mais fortes e coesas a criar perigo na área adversária, mas com o guardião visitante a chegar para as "encomendas", interceptando todos os cruzamentos perpetrados na sua área pelo grupo da casa.
Contudo, só aos 80 m. Osvaldo, servido da direita por Steven, na posição frontal à baliza, fuzila as malhas de Bruno. Estava feito o empate. Tempo ainda havia para dar a volta ao marcador, mas a pressão dos locais, embora persistente e contínua, nada mais logrou alcançar, pois os visitantes fechavam-se bem e, desta forma, lograram a repartição de pontos, contudo, resultado lisonjeiro, pois foram os visitantes quem mais oportunidades tiveram de ganhar o jogo.
A arbitragem teria sido positiva se não tivesse perdoado aos visitantes a grande penalidade que, a ser convertida, poderia ter dado outro desfecho mais favorável ao guia da pauta classificativa, neste tempo de Natal de 2006.
O Desportivo terá de ter uma outra postura, para melhor, em termos técnicos e tácticos, se quiser continuar a sonhar com o regresso à II Divisão e não intercalar bons com maus jogos, onde incrivelmente se perdem pontos. Só a "ajuda" de algumas equipas vai mantendo o Desportivo no comando desta prova, embora o justifique na maioria dos encontros.
In Jornal de Tondela
Vale de Madeiros 0 Santiago de Besteiros 3
Jogo disputado no complexo desportivo de Canas de Senhorim no campo n.º 2, onde reduzido número de assistentes presenciaram esta partida.
Árbitro: João Vasco Tavares da Cunha.
C. P. Santiago: Ricardo, Miguel, Luís Rodrigues (cap.), Capucho, Joel, Igrejas (Flávio), Helder, Rei, João Pedro, Luís Filipe, Cadete. Golos: Cadete, Helder e Luís Filipe. Treinador: Noé Pacheco.
Nesta tarde o Santiago venceu sem qualquer contestação esta partida.
Começou melhor e logo no primeiro minuto Cadete inaugura o marcador. A partir daqui o Santiago iniciou uma peregrinação em direcção à baliza contrária.
Minutos depois, Helder, isolado, é derrubado e o árbitro mostra somente o cartão amarelo, quando o jogador do Santiago estava em direcção à baliza, mais propriamente em cima da grande área.
No entanto foi Helder que dilatou o marcador quando isolado faz a paradinha e um grande golo elevou a contagem.
O V. Madeiros ficou sem reacção, no entanto e a jogada de insistência em plena área do Santiago, é apontada uma grande penalidade contra os forasteiros. Na conversão a bola sai ao lado da baliza de Ricardo. O Santiago continuou a carregar no acelerador e foram inúmeras as oportunidades de golo perdidas.
A vantagem do Santiago ao intervalo era escassa.
Para a segunda parte o V. Madeiros fez várias alterações, no entanto era o Santiago a formação mais consistente. O grande poderio do Santiago enervou cada vez mais os locais.
Ricardo era um mero espectador.
Os jogadores do V. Madeiros exaltavam-se facilmente e pressionaram os elementos da equipa de arbitragem, que sempre tiveram o controle do jogo.
Com a equipa local enervada e balanceada para o ataque, o Santiago chega ao terceiro golo. Golo esse que nasce da transformação de uma grande penalidade que Luís Filipe transforma de uma forma soberba. Este golo põe fim às aspirações do V. Madeiros que cada vez mais jogava com o coração do que com a cabeça. O Santiago ainda desperdiçou outra grande penalidade onde Capucho remata ao lado da baliza do V. Madeiros.
O Santiago hoje para este encontro só tinha disponíveis 12 jogadores. Jogadores com Miguel e Joel que se estrearam a titulares fizeram um bom jogo. Não podendo contar com Armando, Pedro Gémeo, Jó, Nino, Paulo Vale, Saul, João Coimbra, Fausto, o Santiago uniu-se e no final acabou por vencer por três bolas a zero.
Resultado mais que justo numa excelente partida de futebol, onde o Santiago foi rei e senhor.
Em relação à arbitragem o sr. Vasco Cunha realizou um bom trabalho.
Neste domingo realizou-se o tradicional jantar de Natal da C. P. Santiago de Besteiros em Pedronhe com uma ementa bem confeccionada e bem servida. De entre os jogadores, equipa técnica, directores, colaboradores, patrocinadores, Jornal de Tondela, Folha de Tondela e Emissora das Beiras, Junta de Freguesia, todos confraternizaram e partilharam bons momentos.
Também uns amigos de Caparrosa, chefiados pelo Casimiro Aires abrilhantaram a festa com música tradicional portuguesa.
A todos a Casa do Povo deseja um bom Natal e um ano de 2007 cheio de muito amor, paz e saúde para todos.
N.P.
In Jornal de Tondela
Árbitro: João Vasco Tavares da Cunha.
C. P. Santiago: Ricardo, Miguel, Luís Rodrigues (cap.), Capucho, Joel, Igrejas (Flávio), Helder, Rei, João Pedro, Luís Filipe, Cadete. Golos: Cadete, Helder e Luís Filipe. Treinador: Noé Pacheco.
Nesta tarde o Santiago venceu sem qualquer contestação esta partida.
Começou melhor e logo no primeiro minuto Cadete inaugura o marcador. A partir daqui o Santiago iniciou uma peregrinação em direcção à baliza contrária.
Minutos depois, Helder, isolado, é derrubado e o árbitro mostra somente o cartão amarelo, quando o jogador do Santiago estava em direcção à baliza, mais propriamente em cima da grande área.
No entanto foi Helder que dilatou o marcador quando isolado faz a paradinha e um grande golo elevou a contagem.
O V. Madeiros ficou sem reacção, no entanto e a jogada de insistência em plena área do Santiago, é apontada uma grande penalidade contra os forasteiros. Na conversão a bola sai ao lado da baliza de Ricardo. O Santiago continuou a carregar no acelerador e foram inúmeras as oportunidades de golo perdidas.
A vantagem do Santiago ao intervalo era escassa.
Para a segunda parte o V. Madeiros fez várias alterações, no entanto era o Santiago a formação mais consistente. O grande poderio do Santiago enervou cada vez mais os locais.
Ricardo era um mero espectador.
Os jogadores do V. Madeiros exaltavam-se facilmente e pressionaram os elementos da equipa de arbitragem, que sempre tiveram o controle do jogo.
Com a equipa local enervada e balanceada para o ataque, o Santiago chega ao terceiro golo. Golo esse que nasce da transformação de uma grande penalidade que Luís Filipe transforma de uma forma soberba. Este golo põe fim às aspirações do V. Madeiros que cada vez mais jogava com o coração do que com a cabeça. O Santiago ainda desperdiçou outra grande penalidade onde Capucho remata ao lado da baliza do V. Madeiros.
O Santiago hoje para este encontro só tinha disponíveis 12 jogadores. Jogadores com Miguel e Joel que se estrearam a titulares fizeram um bom jogo. Não podendo contar com Armando, Pedro Gémeo, Jó, Nino, Paulo Vale, Saul, João Coimbra, Fausto, o Santiago uniu-se e no final acabou por vencer por três bolas a zero.
Resultado mais que justo numa excelente partida de futebol, onde o Santiago foi rei e senhor.
Em relação à arbitragem o sr. Vasco Cunha realizou um bom trabalho.
Neste domingo realizou-se o tradicional jantar de Natal da C. P. Santiago de Besteiros em Pedronhe com uma ementa bem confeccionada e bem servida. De entre os jogadores, equipa técnica, directores, colaboradores, patrocinadores, Jornal de Tondela, Folha de Tondela e Emissora das Beiras, Junta de Freguesia, todos confraternizaram e partilharam bons momentos.
Também uns amigos de Caparrosa, chefiados pelo Casimiro Aires abrilhantaram a festa com música tradicional portuguesa.
A todos a Casa do Povo deseja um bom Natal e um ano de 2007 cheio de muito amor, paz e saúde para todos.
N.P.
In Jornal de Tondela
Etiquetas:
2ª Divisão Distrital,
Santiago de Besteiros,
Vale de Madeiros
Besteiros 6 Vilamaiorense 3
Campo da Corte, em Campo de Besteiros.
ÁRBITRO - João Vasco, auxiliado por Rui Crisóstomo (Bancada) e Miguel Henriques (Peão), de Viseu.
BESTEIROS - Márcio, Daniel (João Paulo I 70m), Mário (Cap.), Sá, Marco Paulo, Jacinto, Pedro Pomar (Raul 8m), Fábio, Loureiro (Renato 61m), Edgar e João Paulo II.
SUPELENTES NÃO UTILIZADOS - Luis Dias, Pedro Vale e Paulo Lourosa
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Jacinto.
TREINADOR - Carlos Miguel Pratas.
VILAMAIORENSE - Vasco, Ribeiro (Cap.), Bruno (Rodrigues 50m), Sérgio, José Nuno, Ferreira, Rocha (Luis Carlos 62m), Balula, Baptista (Lima 85m), Fonte e Rodrigues.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Ribeiro.
SUPELENTES NÃO UTILIZADOS - Horácio e Rolo.
TREINADOR - Silvério Martins.
"BESTEIROS GOLEADOR"
Numa tarde agradável para a prática do futebol e com razoável assistência realizou-se no Campo da Corte, em Campo de Besteiros mais uma jornada do Campeonato Distrital da 2ª Divisão, pondo frente na frente Besteiros e Vilamaiorense, respectivamente segundo e terceiro classificados.
O Besteiros a jogar no seu reduto e perante o seu público queria amealhar os três pontos em disputa e conseguiu-o batendo o adversário por seis bolas a três. O Besteiros entrou melhor no jogo e logo aos seis minutos Fábio dá o primeiro sinal de perigo rematando à figura do guarda redes forasteiro. e aos 14 minutos o Vilamaiorense por intermédio de Rodrigues chega com algum perigo à baliza de Márcio. e logo no minuto seguinte em contra ataque e contra a corrente do jogo Fonte faz o 1 a 0 para a equipa forasteira. Galvanizados com este golo os jogadores do Vilamaiorense à passagem do minuto dezoito obrigam Márcio a uma boa intervenção para canto. Os jogadores do Besteiros vendo o perigo que estavam a correr sacudiram a pressão dos forasteiros e primeiro João Paulo II perde uma boa oportunidade de igualar o marcador, mas aqui temos que dar mérito ao guarda redes Vasco que lhe saiu muito bem aos pés e depois é Loureiro que tenta a sua sorte, porém a bola sai por cima da trave. aos vinte e cinco minutos e após um canto marcado contra a equipa do Vilamaiorense Edgar no sítio certo empata a partida. Empolgados com o empate os donos da casa vão à procura do segundo porém é Rocha e de novo em contra ataque e aos trinta e cinco minutos que marca o segundo para os visitantes. Decorridos que são mais três minutos é João Paulo II que num remate de primeira empata de novo a partida.
O mesmo João Paulo II tenta de novo a sua sorte mas o guarda redes defende para a sua frente, na recarga Edgar dá vantagem à sua equipa marcando o terceiro golo para o Besteiros. Em cima do intervalo Fábio remata à baliza, mas a bola sai ao lado. E com o resultado favorável ao Besteiros por 3 bolas a 2 atingiu-se o intervalo.
A segunda metade não poderia ter começado melhor para as hostes Besteirenses, pois João Paulo II é lançado pela direita, desembaraça-se dum defesa e aumenta a vantagem da sua equipa marcando o 4º golo. Aos cinquenta e dois minutos é Loureiro que a passe de Raul faz o gosto ao pé marcando o 5 a 2 para o Besteiros.
Aos 65 minutos o Vilamaiorense de livre reduz a desvantagem, a bola é rematada à trave e o avançado forasteiro na recarga faz o golo. No minuto 69 e na nossa perspectiva ficou um penalty por marcar contra o Besteiros, por derrube dum jogador forasteiro dentro da área. Aos setenta minutos Renato remata forte à baliza de Vasco, proporcionando a este uma boa defesa. Volvidos mais dois minutos grita-se golo novamente, pura ilusão de óptica pois a bola bate nas malhas laterais. Aos setenta e seis minutos o Vilamaiorense chega à baliza de Márcio sem perigo. A equipa forasteira tenta reduzir a desvantagem, mas o Besteiros continua a praticar o seu futebol e a controlar a partida e à beira dos noventa minutos por intermédio de Renato com um pontapé forte de fora da área faz um grande golo e o 6º para a equipa visitada.
E com o resultado em 6 a 3 para o Besteiros terminou mais esta partida de futebol.
Quanto ao trabalho da equipa de arbitragem, quanto a nós poderia ter sido muito melhor, em virtude dos jogadores não terem causado problemas, no entanto assim não aconteceu, pelo que a consideramos de sofrível.
Em virtude das Festas Natalícias e Ano Novo, o Campeonato estará parado duas semanas recomeçando no próximo dia 07 de Janeiro de 2007, deslocando-se o Besteiros a Abraveses, por tal motivo aproveitamos a oportunidade para desejar, a todos os conterrâneos espalhados pelos quatro cantos do Mundo, UM SANTO E FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO.
J.A.L.P
In Besteiros Blog
ÁRBITRO - João Vasco, auxiliado por Rui Crisóstomo (Bancada) e Miguel Henriques (Peão), de Viseu.
BESTEIROS - Márcio, Daniel (João Paulo I 70m), Mário (Cap.), Sá, Marco Paulo, Jacinto, Pedro Pomar (Raul 8m), Fábio, Loureiro (Renato 61m), Edgar e João Paulo II.
SUPELENTES NÃO UTILIZADOS - Luis Dias, Pedro Vale e Paulo Lourosa
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Jacinto.
TREINADOR - Carlos Miguel Pratas.
VILAMAIORENSE - Vasco, Ribeiro (Cap.), Bruno (Rodrigues 50m), Sérgio, José Nuno, Ferreira, Rocha (Luis Carlos 62m), Balula, Baptista (Lima 85m), Fonte e Rodrigues.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Ribeiro.
SUPELENTES NÃO UTILIZADOS - Horácio e Rolo.
TREINADOR - Silvério Martins.
"BESTEIROS GOLEADOR"
Numa tarde agradável para a prática do futebol e com razoável assistência realizou-se no Campo da Corte, em Campo de Besteiros mais uma jornada do Campeonato Distrital da 2ª Divisão, pondo frente na frente Besteiros e Vilamaiorense, respectivamente segundo e terceiro classificados.
O Besteiros a jogar no seu reduto e perante o seu público queria amealhar os três pontos em disputa e conseguiu-o batendo o adversário por seis bolas a três. O Besteiros entrou melhor no jogo e logo aos seis minutos Fábio dá o primeiro sinal de perigo rematando à figura do guarda redes forasteiro. e aos 14 minutos o Vilamaiorense por intermédio de Rodrigues chega com algum perigo à baliza de Márcio. e logo no minuto seguinte em contra ataque e contra a corrente do jogo Fonte faz o 1 a 0 para a equipa forasteira. Galvanizados com este golo os jogadores do Vilamaiorense à passagem do minuto dezoito obrigam Márcio a uma boa intervenção para canto. Os jogadores do Besteiros vendo o perigo que estavam a correr sacudiram a pressão dos forasteiros e primeiro João Paulo II perde uma boa oportunidade de igualar o marcador, mas aqui temos que dar mérito ao guarda redes Vasco que lhe saiu muito bem aos pés e depois é Loureiro que tenta a sua sorte, porém a bola sai por cima da trave. aos vinte e cinco minutos e após um canto marcado contra a equipa do Vilamaiorense Edgar no sítio certo empata a partida. Empolgados com o empate os donos da casa vão à procura do segundo porém é Rocha e de novo em contra ataque e aos trinta e cinco minutos que marca o segundo para os visitantes. Decorridos que são mais três minutos é João Paulo II que num remate de primeira empata de novo a partida.
O mesmo João Paulo II tenta de novo a sua sorte mas o guarda redes defende para a sua frente, na recarga Edgar dá vantagem à sua equipa marcando o terceiro golo para o Besteiros. Em cima do intervalo Fábio remata à baliza, mas a bola sai ao lado. E com o resultado favorável ao Besteiros por 3 bolas a 2 atingiu-se o intervalo.
A segunda metade não poderia ter começado melhor para as hostes Besteirenses, pois João Paulo II é lançado pela direita, desembaraça-se dum defesa e aumenta a vantagem da sua equipa marcando o 4º golo. Aos cinquenta e dois minutos é Loureiro que a passe de Raul faz o gosto ao pé marcando o 5 a 2 para o Besteiros.
Aos 65 minutos o Vilamaiorense de livre reduz a desvantagem, a bola é rematada à trave e o avançado forasteiro na recarga faz o golo. No minuto 69 e na nossa perspectiva ficou um penalty por marcar contra o Besteiros, por derrube dum jogador forasteiro dentro da área. Aos setenta minutos Renato remata forte à baliza de Vasco, proporcionando a este uma boa defesa. Volvidos mais dois minutos grita-se golo novamente, pura ilusão de óptica pois a bola bate nas malhas laterais. Aos setenta e seis minutos o Vilamaiorense chega à baliza de Márcio sem perigo. A equipa forasteira tenta reduzir a desvantagem, mas o Besteiros continua a praticar o seu futebol e a controlar a partida e à beira dos noventa minutos por intermédio de Renato com um pontapé forte de fora da área faz um grande golo e o 6º para a equipa visitada.
E com o resultado em 6 a 3 para o Besteiros terminou mais esta partida de futebol.
Quanto ao trabalho da equipa de arbitragem, quanto a nós poderia ter sido muito melhor, em virtude dos jogadores não terem causado problemas, no entanto assim não aconteceu, pelo que a consideramos de sofrível.
Em virtude das Festas Natalícias e Ano Novo, o Campeonato estará parado duas semanas recomeçando no próximo dia 07 de Janeiro de 2007, deslocando-se o Besteiros a Abraveses, por tal motivo aproveitamos a oportunidade para desejar, a todos os conterrâneos espalhados pelos quatro cantos do Mundo, UM SANTO E FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO.
J.A.L.P
In Besteiros Blog
Etiquetas:
2ª Divisão Distrital,
Besteiros,
Vilamaiorense
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Escola 1 Várzea 2
Breve nota sobre o jogo
O escola mais uma vez entra a perder no domingo passado ao sofrer um golo aos 2 minutos. Houve alguma falta de concentração e marcação que permitisse outra atitude dentro de campo. Isso veio a acontecer mais tarde onde a equipa do EFC passou quase o jogo todo no meio campo adversário. Dou enfase a duas jogadas, uma por parte de Tânia Almeida e outra na marcação de um livre por parte de Chica, onde, em ambas situações viram o poste negar o golo. Tudo fazia parecer que o EFC ia conseguir virar o jogo mas, nao foi isso que aconteceu até porque apos um contra ataque do Escola, o Várzea responde rapidamente enviando a bola na baliza da guarda redes Neide Simões. O resultado era injusto 2-0 e o Escola nao podia baixar os braços. Continou a atacar, a rematar, até que numa marcação de um canto Noémia reduz para 2-1 num excelente remate de cabeça.
Na segunda parte, a equipa do várzea acusou alguma pressão fazendo de tudo para enervar a equipa da casa, tendo feito entradas muito duras Às jogadoras da equipa da casa. Apesar de tudo, o escola bem que tentou subir mais no terreno, atacando mais, falhando de forma incrivel em frente à baliza. O jogo era dominado completamente pelo escola mas infelizmente nao conseguiram pelo menos chegar ao empate que tant mereciam. Esperemos que o ano 2007 traga ao escola mais sorte nos jogos, em todos os aspectos.
O escola alinhou com: Neide, Suéli, Sandrine, Leila, Chica, Catarina "Guarda", Catarina" coração", Tânia Almeida, Ana "UCHA", Noémia, Bábá.
Jogadoras nao utilizadas: Caty e Andreia
Feliz Natal e prospero ano novo a todos!
Etiquetas:
Escola,
Futebol Feminino
terça-feira, dezembro 19, 2006
Ferreira de Aves 1 Sernancelhe 1
Sernancelhe:
Valter; Alex, Vitor Alexandre, Sérgio, Pedro; Gafanha (Manuel), Mileu, Pereirinha; Telmo (André), Marco Pinto, Mário.
Golos: Mário
Jogo com duas partes distintas, a primeira dominada pelo Sernancelhe, a segunda com mais intervenções ofensivas por parte do Ferreira de Aves.
Para a história, e além do empate, ficam as entradas violentissimas por parte do lateral esquerdo do Ferreira de Aves, imune ao cartão vermelho, "protegido" pela equipa de arbitagem; a sua exibição em termos matemáticos seria ZERO, o mesmo numero de vezes com que conseguiu parar Mário, sem recorrer a faltas, agressões, insultos e outros "promenores" permitidos pelo Srº Xavier (árbito),que teve a "inteligência" de apenas mostrar o cartão amarelo ao PSEUDO lateral aos 80minutos...cómico!!
Quem não escapou á disciplina do Srº Juiz, fui eu próprio, expulso...porque um adepto do Sernancelhe criticou as decisões do PSEUDO juiz de arbitagem...como o adepto não estava identificado com qualquer artigo desportivo azul - grená, "apanhei" por tabela...cómico!!
Como se não bastasse, expulsou Sérgio e Patricio, devido ás mesmas razões: tinham vestido uma camisola com o emblema do Sernancelhe,e isso, neste presente campeonato,é motivo suficiente para expulsão...cómico; sim, porque não quero acreditar que estas expulsões foram "encomendadas", o facto de o nosso próximo jogo ser contra a Pesqueira, é pura coincidência...a mesma coincidência que permitiu que o golo do Ferreira de Aves fosse marcado em posição de fora de jogo, a mesma coincidência que permitiu invasão de campo e agressões aos nossos jogadores e dirigentes(não bastaram as agressões ao Mário??)...são tudo coincidências; como também é simples coincidência o facto de a Pesqueira ter vencido por 3-2 o Alvite, sendo o golo da Pesqueira obtido através de um penalty inexistente,no final do jogo...por falar em penalty, "chegou-me aos ouvidos" que o Srº Árbito deste jogo (Pesqueira - Alvite) não viu dois clarissimos a favor da equipa do Alvite...cómico ou simples coincidência(???????)...pelo menos são declarações em directo do treinador do Alvite na rádio de S. J.Pesqueira...publiquem-nas :)
Valter; Alex, Vitor Alexandre, Sérgio, Pedro; Gafanha (Manuel), Mileu, Pereirinha; Telmo (André), Marco Pinto, Mário.
Golos: Mário
Jogo com duas partes distintas, a primeira dominada pelo Sernancelhe, a segunda com mais intervenções ofensivas por parte do Ferreira de Aves.
Para a história, e além do empate, ficam as entradas violentissimas por parte do lateral esquerdo do Ferreira de Aves, imune ao cartão vermelho, "protegido" pela equipa de arbitagem; a sua exibição em termos matemáticos seria ZERO, o mesmo numero de vezes com que conseguiu parar Mário, sem recorrer a faltas, agressões, insultos e outros "promenores" permitidos pelo Srº Xavier (árbito),que teve a "inteligência" de apenas mostrar o cartão amarelo ao PSEUDO lateral aos 80minutos...cómico!!
Quem não escapou á disciplina do Srº Juiz, fui eu próprio, expulso...porque um adepto do Sernancelhe criticou as decisões do PSEUDO juiz de arbitagem...como o adepto não estava identificado com qualquer artigo desportivo azul - grená, "apanhei" por tabela...cómico!!
Como se não bastasse, expulsou Sérgio e Patricio, devido ás mesmas razões: tinham vestido uma camisola com o emblema do Sernancelhe,e isso, neste presente campeonato,é motivo suficiente para expulsão...cómico; sim, porque não quero acreditar que estas expulsões foram "encomendadas", o facto de o nosso próximo jogo ser contra a Pesqueira, é pura coincidência...a mesma coincidência que permitiu que o golo do Ferreira de Aves fosse marcado em posição de fora de jogo, a mesma coincidência que permitiu invasão de campo e agressões aos nossos jogadores e dirigentes(não bastaram as agressões ao Mário??)...são tudo coincidências; como também é simples coincidência o facto de a Pesqueira ter vencido por 3-2 o Alvite, sendo o golo da Pesqueira obtido através de um penalty inexistente,no final do jogo...por falar em penalty, "chegou-me aos ouvidos" que o Srº Árbito deste jogo (Pesqueira - Alvite) não viu dois clarissimos a favor da equipa do Alvite...cómico ou simples coincidência(???????)...pelo menos são declarações em directo do treinador do Alvite na rádio de S. J.Pesqueira...publiquem-nas :)
Etiquetas:
1ª Norte,
Ferreira de Aves,
Sernancelhe
Lamelas 0 Campia 2
A 12ª jornada, ditou que o Campia, 14º classificado com 8 pontos se
deslocasse a terras de Lamelas para defrontar o A.C.D.R. Lamelas, 15º classificado com 6 pontos. Previa-se um jogo bastante disputado, pois a posição que ambas equipas ocupam na tabela classificativa, não é das melhores nos últimos tempos.
E como previsto, o Lamelas entrou a todo gás no jogo. Assumiu as despesas correntes e empurrou o Campia para o jogo do contra-ataque. Logo nos primeiros segundos de jogo já a bola andava a criar calafrios à baliza Campiense. Mas se os visitantes só conseguiam jogar de contra ataque, quando o faziam também Baía, guarda-redes do Lamelas, tinha trabalho extra para evitar o golo forasteiro.
E foi o Campia, que contra a corrente de jogo e de contra ataque marca numa jogada extremamente rápida. Luisão no seu primeiro jogo a titular pelo Campia, em velocidade rematou cruzado para o poste direito de Baía, este esticou-se mas não conseguiu impedir tão bom remate. Assim ao minuto 14 da primeira parte, os visitantes estavam em vantagem no marcador.
O jogo continuou como tinha vindo a desenrolar desde o apito inicial. Campia retraído no seu meio campo e o Lamelas a disparar contra a baliza defendida por Ruben.
Ao minuto 24, o Campia dispôs de uma grande oportunidade de ampliar a vantagem. Pontapé de canto marcado pelo capitão Serginho para o 2º poste, Baía saiu-se mal para tentar interceptar o cruzamento e novamente Luisão, agora de cabeça a rematar à baliza da casa, sem Baía por perto. Mas o lateral Lopes que estava no 2º poste, encima da linha “tirou” a possibilidade do Campia marcar o 2º golo no jogo.
Ao 32m, o “caso do jogo”. Lamelas no ataque, bola na grande área do Campia e uma falta cometida por Fontoura sobre o avançado da casa. Grande penalidade contra o Campia. Muito reclamaram os forasteiros da “suposta” falta cometida por Fontoura, pois este viu o segundo cartão amarelo e consequentemente, foi expulso. Tiago, camisola 10 do Lamelas foi chamado para marcar o castigo máximo, mas este rematou ao lado da baliza forasteira, e deixou fugir uma excelente oportunidade para fazer o empate para a equipa da casa.
A partir desta altura, o Lamelas carregou ainda mais no ataque e empurrou o Campia para o último terço do terreno, mas nada mais aconteceu até ao apito para o intervalo.
A segunda parte recomeçou como tinha acabado a 1ªparte. Lamelas a carregar sobre o Campia e estes a impedirem o “golo iminente” dos homens da casa, por vezes com a sorte a ajudar. E foi assim o jogo durante os primeiros 35 minutos da 2ª parte.
Ao 80m, Raul Garcia efectuou uma substituição importante no jogo. Retirou de campo Luisão já muito cansado e fez entrar o Roberto um lateral que foi ocupar a posição de extremo direito, e que foi fundamental na obtenção do 2 golo do Campia.
Ao 82m, Lopes também foi expulso de jogo por acumulação de cartões amarelos, travou Moacir em falta quando este já ia isolado para a baliza do Lamelas. A partir desta altura, e só desta altura, o Campia já podia acreditar num resultado positivo em Lamelas.
Minuto 88. Foi a machadada final nas aspirações do Lamelas de obter, pelo menos, um ponto frente ao Campia em casa. Novamente de contra ataque, agora mais aberto o jogo, o Campia dispôs de muito espaço para chegar a baliza de Baía. Passe de Roberto em profundidade para Paulinho, outra estreia na equipa de Campia, em velocidade fintou Baía e já de ângulo fechado rematou para o fundo da baliza do Lamelas, fazendo o resultado final.
No final do jogo, o treinador Portela, lamentava a má sorte que a sua equipa tinha em relação às grandes penalidades que dispunha a jogar em casa. Já se contavam três não convertidas em golo e justificava por isso o lugar que o Lamelas, infelizmente, ocupa na tabela classificativa. Por outro lado, Raul Garcia viu a sua equipa ganhar novo ânimo para os próximos encontros que o Campia iria disputar, e criticou algumas vozes que se ouvem na massa associativa do Campia contra a equipa que orienta que acusam “este Campia” de jogar sem a “mística” de outros tempos e sem amor à camisola que vestem.
Quanto ao trio de arbitragem, esteve razoavelmente bem, com uma nota de destaque para as mas prestações dos auxiliares do Sr. Carlos Marques.
Resta só deixar uma nota de destaque para Vitinho do Campia, que após a expulsão do seu colega de equipa ocupou o lugar de trinco e fez uma partida para nota 20. Não deixou jogar o Lamelas, fez jogar a sua equipa quando necessário e no final do encontro as palmas dos adeptos do Campia que se deslocaram a Lamelas foram mais efusivas para este jogador.
Lamelas 0
Baía, Lopes, Luís, toni, Márcio, Victor, Gancha, Kulkov, P.J., Tiago e Zenga.
Substituições: Ventura por Kulkov (48m), Marco por Zenga (67m) e Márcio Santos por Gancha (89m).
Suplentes não utilizados: David, Luís Pedro, Daniel e Ruça.
Treinador: Portela
Campia 2
Ruben, Ricardo, Serginho, Fontoura, Vitó, Carlitos, Pedro, Vitinho, Luisão, Dani e Moacir.
Substituições: Paulinho por Dani (60m), Roberto por Luisão (80m) e Laranjeira por Moacir (90m)
Suplentes não utilizados: Neves, João e Jorge Daniel.
Treinador: Raul Garcia
Jogo no Campo Padre José Tavares
Assistência: cerca de 100 espectadores
Árbitro: Carlos M. Pires Marques, de Mortágua
Auxiliares: Mário Costa e Carlos Lourenço
Marcadores: Luisão (14m) e Paulinho (87m).
Cartão amarelo para: Lopes (5m), Fontoura (11m), Luisão (32m), Serginho (35m), Moacir (68m) e Paulinho (82m).
Cartão Vermelho para: Fontoura (32m) e Lopes (82m).
Rui Ferreira Almeida
deslocasse a terras de Lamelas para defrontar o A.C.D.R. Lamelas, 15º classificado com 6 pontos. Previa-se um jogo bastante disputado, pois a posição que ambas equipas ocupam na tabela classificativa, não é das melhores nos últimos tempos.E como previsto, o Lamelas entrou a todo gás no jogo. Assumiu as despesas correntes e empurrou o Campia para o jogo do contra-ataque. Logo nos primeiros segundos de jogo já a bola andava a criar calafrios à baliza Campiense. Mas se os visitantes só conseguiam jogar de contra ataque, quando o faziam também Baía, guarda-redes do Lamelas, tinha trabalho extra para evitar o golo forasteiro.
E foi o Campia, que contra a corrente de jogo e de contra ataque marca numa jogada extremamente rápida. Luisão no seu primeiro jogo a titular pelo Campia, em velocidade rematou cruzado para o poste direito de Baía, este esticou-se mas não conseguiu impedir tão bom remate. Assim ao minuto 14 da primeira parte, os visitantes estavam em vantagem no marcador.
O jogo continuou como tinha vindo a desenrolar desde o apito inicial. Campia retraído no seu meio campo e o Lamelas a disparar contra a baliza defendida por Ruben.
Ao minuto 24, o Campia dispôs de uma grande oportunidade de ampliar a vantagem. Pontapé de canto marcado pelo capitão Serginho para o 2º poste, Baía saiu-se mal para tentar interceptar o cruzamento e novamente Luisão, agora de cabeça a rematar à baliza da casa, sem Baía por perto. Mas o lateral Lopes que estava no 2º poste, encima da linha “tirou” a possibilidade do Campia marcar o 2º golo no jogo.
Ao 32m, o “caso do jogo”. Lamelas no ataque, bola na grande área do Campia e uma falta cometida por Fontoura sobre o avançado da casa. Grande penalidade contra o Campia. Muito reclamaram os forasteiros da “suposta” falta cometida por Fontoura, pois este viu o segundo cartão amarelo e consequentemente, foi expulso. Tiago, camisola 10 do Lamelas foi chamado para marcar o castigo máximo, mas este rematou ao lado da baliza forasteira, e deixou fugir uma excelente oportunidade para fazer o empate para a equipa da casa.
A partir desta altura, o Lamelas carregou ainda mais no ataque e empurrou o Campia para o último terço do terreno, mas nada mais aconteceu até ao apito para o intervalo.
A segunda parte recomeçou como tinha acabado a 1ªparte. Lamelas a carregar sobre o Campia e estes a impedirem o “golo iminente” dos homens da casa, por vezes com a sorte a ajudar. E foi assim o jogo durante os primeiros 35 minutos da 2ª parte.
Ao 80m, Raul Garcia efectuou uma substituição importante no jogo. Retirou de campo Luisão já muito cansado e fez entrar o Roberto um lateral que foi ocupar a posição de extremo direito, e que foi fundamental na obtenção do 2 golo do Campia.
Ao 82m, Lopes também foi expulso de jogo por acumulação de cartões amarelos, travou Moacir em falta quando este já ia isolado para a baliza do Lamelas. A partir desta altura, e só desta altura, o Campia já podia acreditar num resultado positivo em Lamelas.
Minuto 88. Foi a machadada final nas aspirações do Lamelas de obter, pelo menos, um ponto frente ao Campia em casa. Novamente de contra ataque, agora mais aberto o jogo, o Campia dispôs de muito espaço para chegar a baliza de Baía. Passe de Roberto em profundidade para Paulinho, outra estreia na equipa de Campia, em velocidade fintou Baía e já de ângulo fechado rematou para o fundo da baliza do Lamelas, fazendo o resultado final.
No final do jogo, o treinador Portela, lamentava a má sorte que a sua equipa tinha em relação às grandes penalidades que dispunha a jogar em casa. Já se contavam três não convertidas em golo e justificava por isso o lugar que o Lamelas, infelizmente, ocupa na tabela classificativa. Por outro lado, Raul Garcia viu a sua equipa ganhar novo ânimo para os próximos encontros que o Campia iria disputar, e criticou algumas vozes que se ouvem na massa associativa do Campia contra a equipa que orienta que acusam “este Campia” de jogar sem a “mística” de outros tempos e sem amor à camisola que vestem.
Quanto ao trio de arbitragem, esteve razoavelmente bem, com uma nota de destaque para as mas prestações dos auxiliares do Sr. Carlos Marques.
Resta só deixar uma nota de destaque para Vitinho do Campia, que após a expulsão do seu colega de equipa ocupou o lugar de trinco e fez uma partida para nota 20. Não deixou jogar o Lamelas, fez jogar a sua equipa quando necessário e no final do encontro as palmas dos adeptos do Campia que se deslocaram a Lamelas foram mais efusivas para este jogador.
Lamelas 0
Baía, Lopes, Luís, toni, Márcio, Victor, Gancha, Kulkov, P.J., Tiago e Zenga.
Substituições: Ventura por Kulkov (48m), Marco por Zenga (67m) e Márcio Santos por Gancha (89m).
Suplentes não utilizados: David, Luís Pedro, Daniel e Ruça.
Treinador: Portela
Campia 2
Ruben, Ricardo, Serginho, Fontoura, Vitó, Carlitos, Pedro, Vitinho, Luisão, Dani e Moacir.
Substituições: Paulinho por Dani (60m), Roberto por Luisão (80m) e Laranjeira por Moacir (90m)
Suplentes não utilizados: Neves, João e Jorge Daniel.
Treinador: Raul Garcia
Jogo no Campo Padre José Tavares
Assistência: cerca de 100 espectadores
Árbitro: Carlos M. Pires Marques, de Mortágua
Auxiliares: Mário Costa e Carlos Lourenço
Marcadores: Luisão (14m) e Paulinho (87m).
Cartão amarelo para: Lopes (5m), Fontoura (11m), Luisão (32m), Serginho (35m), Moacir (68m) e Paulinho (82m).
Cartão Vermelho para: Fontoura (32m) e Lopes (82m).
Rui Ferreira Almeida
Etiquetas:
Campia,
Divisão de Honra,
Lamelas
Carvalhais 3 Mortágua 1
A emoção dos golos começou bem cedo no estádio Marques Veloso, que recebeu o jogo Carvalhais x Mortágua, respectivamente 11º e 13º classificados da Divisão de Honra da Associação de Futebol de Viseu. Aos 3 minutos do encontro, a equipa da casa, pelos pés de Dinis, viu anulado um golo, devido à posição irregular do avançado. Situação que se voltaria a repetir, aos 17 minutos, desta feita por falta de Quim sobre o guardião Branquinho.
Após duas tentativas falhadas, à terceira foi mesmo de vez, e a equipa treinada por Eduardito inaugurou a partida, passados 22 minutos, através de um canto apontado por Isaías, com Polaco a desviar para a baliza, fazendo o primeiro golo do encontro.
As redes defendidas por Branquinho voltaram cerca de 10 minutos depois, a ser ameaçadas começando com um lance no lado direito do ataque do Carvalhais, em que a “redondinha” foi endossada para Quim que da zona central rematou forte mas ao lado.
Com o intervalo a despontar, aos 43 minutos o Carvalhais usufruiu de mais uma boa oportunidade, protagonizada por um lance na Direita por Isaías, que cruzou para a área, mas um defesa do Mortágua estava atento e acabou por cortar.
Ao cair do pano na primeira parte, Dinis isola-se na direita e serve Alcino na zona central, que se envolve com um defesa do Mortágua; Dunas faz um auto-golo que se traduz no segundo para a equipa da casa.
No inicio da 2ª parte, o técnico João Lages operou duas alterações na equipa do Mortágua, que viriam a surtir efeitos positivos na equipa.
Logo aos 46 minutos Pelicano falha um golo “ fácil”, após a marcação de um livre no lado direito do ataque. Doze minutos depois, o Carvalhais usufruiu de um livre, em que a bola foi cortada pela defesa do Mortágua, sobrando para Gil que apesar de ter feito um remate potente, passou por cima da barra.
A salientar aos 65 minutos da partida um erro de Isaías que isolou o adversário, altura em que Esteves sozinho tentou reduzir a desvantagem, mas o guardião Márcio impede, com uma grande intervenção.
Ao minuto 75 o Carvalhais consolida a vitória, através de Alcino, que isolando-se na esquerda, cruza para a área onde Simão de cabeça encostou para o fundo das redes.
O resultado do encontro ficou estabelecido aos 83´, Oliveira faz o golo de honra da equipa forasteira, após um grande remate a 30 metros da baliza.
Registe-se ainda que aos 84 minutos de jogo, Alcino falhou um golo “fácil”; dois minutos depois, Márcio fez uma excelente defesa, após um livre directo bem apontado por Bruno.
Com a partida a finalizar, Banquinho destacou-se com uma brilhante defesa, a um forte remate de Isaías.
Vitória justa para a equipa da casa, com o árbitro Fernando Ananias a ter uma boa prestação.
Carvalhais 3
- Márcio, Luís Miguel, Carvalho, Polaco, Gil, Quim, Isaias, Dinis, Arede, Jailson e Alcino
Substituições: Rui Pereira por Luís Miguel (65m), Simão por Jailson (73m) e Paulo Alexandre por Quim(81m)
Suplentes não utilizados: André, Edgar e Rueff
Treinador: Eduardito
Mortágua 1
- Branquinho, Ribeiro, Pelicano, Pedro Bento, Dunas, Rato, Rafael, China, Esteves, Oliveira e Hélio
Substituições: Rã por Dunas (45m), Paulo Matos por Rato(45m) e Bruno por China(63m)
Suplentes não utilizados: Filipe e Fábio
Treinador: João Lages
Assistência: Cerca de 150 espectadores
Árbitro: Fernando Ananias
Auxiliares: Carlos Teixeira e Jorge Saraiva
Marcadores: Polaco (22m), Dunas (pb 45m), Simão (75m) e Oliveira (83m)
Cartão amarelo para: Luís Miguel, Arede, Pedro Bento e Dunas
RSA
Após duas tentativas falhadas, à terceira foi mesmo de vez, e a equipa treinada por Eduardito inaugurou a partida, passados 22 minutos, através de um canto apontado por Isaías, com Polaco a desviar para a baliza, fazendo o primeiro golo do encontro.
As redes defendidas por Branquinho voltaram cerca de 10 minutos depois, a ser ameaçadas começando com um lance no lado direito do ataque do Carvalhais, em que a “redondinha” foi endossada para Quim que da zona central rematou forte mas ao lado.
Com o intervalo a despontar, aos 43 minutos o Carvalhais usufruiu de mais uma boa oportunidade, protagonizada por um lance na Direita por Isaías, que cruzou para a área, mas um defesa do Mortágua estava atento e acabou por cortar.
Ao cair do pano na primeira parte, Dinis isola-se na direita e serve Alcino na zona central, que se envolve com um defesa do Mortágua; Dunas faz um auto-golo que se traduz no segundo para a equipa da casa.
No inicio da 2ª parte, o técnico João Lages operou duas alterações na equipa do Mortágua, que viriam a surtir efeitos positivos na equipa.
Logo aos 46 minutos Pelicano falha um golo “ fácil”, após a marcação de um livre no lado direito do ataque. Doze minutos depois, o Carvalhais usufruiu de um livre, em que a bola foi cortada pela defesa do Mortágua, sobrando para Gil que apesar de ter feito um remate potente, passou por cima da barra.
A salientar aos 65 minutos da partida um erro de Isaías que isolou o adversário, altura em que Esteves sozinho tentou reduzir a desvantagem, mas o guardião Márcio impede, com uma grande intervenção.
Ao minuto 75 o Carvalhais consolida a vitória, através de Alcino, que isolando-se na esquerda, cruza para a área onde Simão de cabeça encostou para o fundo das redes.
O resultado do encontro ficou estabelecido aos 83´, Oliveira faz o golo de honra da equipa forasteira, após um grande remate a 30 metros da baliza.
Registe-se ainda que aos 84 minutos de jogo, Alcino falhou um golo “fácil”; dois minutos depois, Márcio fez uma excelente defesa, após um livre directo bem apontado por Bruno.
Com a partida a finalizar, Banquinho destacou-se com uma brilhante defesa, a um forte remate de Isaías.
Vitória justa para a equipa da casa, com o árbitro Fernando Ananias a ter uma boa prestação.
Carvalhais 3
- Márcio, Luís Miguel, Carvalho, Polaco, Gil, Quim, Isaias, Dinis, Arede, Jailson e Alcino
Substituições: Rui Pereira por Luís Miguel (65m), Simão por Jailson (73m) e Paulo Alexandre por Quim(81m)
Suplentes não utilizados: André, Edgar e Rueff
Treinador: Eduardito
Mortágua 1
- Branquinho, Ribeiro, Pelicano, Pedro Bento, Dunas, Rato, Rafael, China, Esteves, Oliveira e Hélio
Substituições: Rã por Dunas (45m), Paulo Matos por Rato(45m) e Bruno por China(63m)
Suplentes não utilizados: Filipe e Fábio
Treinador: João Lages
Assistência: Cerca de 150 espectadores
Árbitro: Fernando Ananias
Auxiliares: Carlos Teixeira e Jorge Saraiva
Marcadores: Polaco (22m), Dunas (pb 45m), Simão (75m) e Oliveira (83m)
Cartão amarelo para: Luís Miguel, Arede, Pedro Bento e Dunas
RSA
Etiquetas:
Carvalhais,
Divisão de Honra,
Mortágua
segunda-feira, dezembro 18, 2006
P. Lafões 2 Santar 2 - Revolta
Árbitro: António Augusto Cardoso
Árbitros Auxiliares: Mário Ribeiro, Sérgio Rocha
4º Árbitro: Celso Oliveira
Comentário ao jogo no site do Sporting Clube de Santar:
Para sofrer represálias aos fins-de-semana, mais vale não escrever nada. Peçam aos árbitros e a quem manda neles para o fazerem.
O meu comentário:
Sinceramente não é fácil, nem sei bem por onde começar. Vou começar pela felicidade do meu avançado Bruno. O meu nº9 tem hoje motivos para sorrir, sim porque ontem teve a felicidade de num dos lances do jogo de estar com a perna ligeiramente levantada e desde logo sem estar apoiada no chão. Mas sorte porquê? Porque se isso não tivesse acontecido hoje teria certamente a perna partida. Foi um lance muito duro. Duro ou violento? Talvez o mais correcto seja acto de brutalidade que assim o António Augusto Cardoso percebe melhor, ou faz de conta que percebe. O homem das leis apenas mostrou amarelo!!!
Lembro-me agora de um lance em que o jogador do P. Lafões toca dos vezes na bola antes dela sair e isto bem nas barbas do árbitro auxiliar e ele marca lançamento contra o Santar. Onde é que eu já vi isto?
E não é que o mesmo auxiliar não vê bem a linha. Então uma bola que saiu e os meus jogadores ficaram parados a pedir lançamento e ele não marca nada! Valeu que os jogadores do P. Lafões também viram que a bola saiu e pararam também. Depois lá lhes mandaram um berro e eles recomeçaram a correr. Nem aqui vou dizer as palavras usadas pelo árbitro para o seu auxiliar pois são de tão mau gosto…
Ocorre-me também a expulsão do Presidente do Santar, mas acima de tudo a expulsão do massagista da nossa equipa. O Sr. Mesquita foi obrigado pelo árbitro a abandonar as instalações, ficando assim impedido de prestar assistência aos nossos jogadores. Então não é que o banco perguntou ao árbitro quem ia assistir os jogadores e ele nos diz para perguntarmos ao Sr. Manuel Pereira(presidente do clube e que já tinha sido expulso) porque ele é que sabe as leis do jogo e ele que fosse lá. O que é isto? Minha nossa.
Nem vou falar do lance do 1º golo do Pinheiro de Lafões, porque estava longe e apesar de saber bem o que vi, não vou permitir que digam que uma pessoa que está a “100 metros não pode ver melhor que o árbitro que está em cima do lance”(algo referente a um jogo Santar – Lamego da época passada). Ups ia-me esquecendo que o árbitro auxiliar está com uns tiques enormes de levantar a bandeira sempre que um jogador do Santar se isolava.
Segunda parte
Talvez possa começar por o lance da minha expulsão. Um jogador do P. Lafões sai de um posição de claríssimo fora-de-jogo para ir ganhar uma bola e o árbitro auxiliar(o tal da 1ª parte) nada assinalou. Eu viro-me para o Zé Manel(adjunto) e digo-lhe que agora ele já não marcava nada. Qual foi o meu espanto quando vejo o António Augusto Cardoso que estava no meio campo a dirigir-se para mim para me dar ordem de expulsão. Que grande ouvido ele tem. Ai isto é para expulsão, pergunto eu na minha insignificância? Mas se é que seja usado para todos. Já ouvi tanta coisa bem pior, mesmo muito pior. Ficou bem claro que ele apenas precisava de um pretexto para me expulsar e na primeira vez que abri a boca para criticar uma decisão, toma lá Joãozinho vai fazer companhia ao teu presidente e vê lá se nos deixas de criticar que nós temos a faca e o queijo na mão lá do alto do nosso pedestal e fazemos aquilo que bem nos apetece.
Entretanto fizemos o 1-2 e pouco depois o guarda-redes do P. Lafões agrediu ou tenta agredir(tanto faz que vai dar ao mesmo, é expulsão) e sito dentro da área. O árbitro auxiliar(não, não é o tal da 1ª parte, é o outro) chama o árbitro e o jogador é expulso. Então e a grande penalidade?
Agora talvez seja a altura de falar de fair play. A minha equipa é mesmo Anjinha(aliás Homens bem intencionados que gostam de futebol e não querem vencer a todo o custo. Eu não vejo nada de errado nisto). Tínhamos a bola, podíamos ficar isolados se passássemos pelo adversário à nossa frente e deitamos a bola fora para que o jogador adversário que entretanto caiu seja assistido. Agora dou um saltinho e acontece uma situação em que o nosso jogador se lesiona. Eis que surge a retribuição de nosso fair play. O P. Lafões prossegue o jogo e coloca vários jogadores isolados. Valeu que o meu avançado, o Bruno, o tal que tem sorte de não ter a perna partida, em corrida desenfreada ainda estorvou a acção do homem que tinha a bola e este falhou o remate. Quase sofremos golo. Onde é que já vi isto? Pois, já aconteceu em vários jogos. FAIR PLAY NO SEU MELHOR.
E que tal falar do golo do 2-2? Então não é que esse lance aconteceu à minha frente(já eu estava na bancada). Luís dividiu o lance com um dos alas do P. Lafões e a bola saiu. Isto aconteceu nas barbas(que raio o homem na barba tinha) do árbitro auxiliar(sim o tal da primeira parte) e ele marca lançamento para nós. Até fiquei espantado. Mas lá vem o António Augusto Cardoso de um lugar afastado para marcar falta contra o Santar??????????????? Meu caro árbitro auxiliar, anda no futebol a fazer o quê? Dass. Deste livre nasceu o 2-2.
Agora é altura das grandes penalidades. Eugénio(jogador do Santar) entra na área, finta o adversário e é derrubado. Olha, então o árbitro não viu? Que estranho!!! Eugénio levanta-te lá ou ainda vais pá rua. Talvez valha a pena referir mais uma expulsão na equipa adversária por agressão. O que será que aquele rapaz tinha na cabeça. Foi uma grande ajuda à equipa de arbitragem. Então como é que o Santar se pode queixar se o árbitro expulsou dois jogadores da equipa da casa?
Já estou uma vez mais a divagar. Voltando às grandes penalidades. Num lance quase igual ao referido anteriormente Eugénio volta a ser derrubado dentro da área. Eu disse quase igual, porque este foi ainda mais flagrante. Acho que este até uma pessoa que estivesse em Oliveira de Frades o conseguia ver. António Augusto Cardoso marcou pontapé de baliza. Olha que surpresa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Para terminar ou não vamos aos minutos de compensação. 6 Substituições a 30’’ cada dá… olha deixa cá ver…3’(minutos), se juntarmos o facto de a quando da expulsão do guarda-redes termos perdido no mínimo 5 minutos, e se juntarmos as duas vezes que ele foi assistido, mais outras entradas dos massagistas( no nosso caso o substituto de), e ainda o tempo perdido com a confusão gerada no lance da falta de fair play e depois da expulsão. 5 ou 6 minutos que a equipa de arbitragem deu, são de facto adequados!!!
No final do jogo o Santar tentou protestar o jogo, mas o árbitro não deixou. Queria que o Presidente do Santar assinasse numa folha em branco!!!!!!!!!!!!!!!
Este resultado ditou o nosso adeus em definitivo ao título e à subida de divisão. Parece que os objectivos foram cumpridos por alguém. Como estou farto de ser expulso, de ser multado e suspenso sem fazer nada para isso chegou a altura de dizer o que penso. É sempre bom quando se trabalha três vezes por semana, ao frio, debaixo de um grande temporal, para ao fim-de-semana chegarem pessoas que nessa mesma altura que nós estamos a treinar estão bem aconchegados, ao quentinho, deitarem o nosso trabalho por terra. É gratificante. Este campeonato da 1ª Divisão Distrital Zona Sul é uma verdadeira farsa. Já alguém conseguiu derrubar o Santar e agora falta o objectivo maior que é levar outros ao colo. No final se saberá se conseguiram ou não.
Meus caros ponham a arrogância num sítio que eu cá sei.
Assinado: João Pereira (treinador do Santar)
Árbitros Auxiliares: Mário Ribeiro, Sérgio Rocha
4º Árbitro: Celso Oliveira
Comentário ao jogo no site do Sporting Clube de Santar:
Para sofrer represálias aos fins-de-semana, mais vale não escrever nada. Peçam aos árbitros e a quem manda neles para o fazerem.
O meu comentário:
Sinceramente não é fácil, nem sei bem por onde começar. Vou começar pela felicidade do meu avançado Bruno. O meu nº9 tem hoje motivos para sorrir, sim porque ontem teve a felicidade de num dos lances do jogo de estar com a perna ligeiramente levantada e desde logo sem estar apoiada no chão. Mas sorte porquê? Porque se isso não tivesse acontecido hoje teria certamente a perna partida. Foi um lance muito duro. Duro ou violento? Talvez o mais correcto seja acto de brutalidade que assim o António Augusto Cardoso percebe melhor, ou faz de conta que percebe. O homem das leis apenas mostrou amarelo!!!
Lembro-me agora de um lance em que o jogador do P. Lafões toca dos vezes na bola antes dela sair e isto bem nas barbas do árbitro auxiliar e ele marca lançamento contra o Santar. Onde é que eu já vi isto?
E não é que o mesmo auxiliar não vê bem a linha. Então uma bola que saiu e os meus jogadores ficaram parados a pedir lançamento e ele não marca nada! Valeu que os jogadores do P. Lafões também viram que a bola saiu e pararam também. Depois lá lhes mandaram um berro e eles recomeçaram a correr. Nem aqui vou dizer as palavras usadas pelo árbitro para o seu auxiliar pois são de tão mau gosto…
Ocorre-me também a expulsão do Presidente do Santar, mas acima de tudo a expulsão do massagista da nossa equipa. O Sr. Mesquita foi obrigado pelo árbitro a abandonar as instalações, ficando assim impedido de prestar assistência aos nossos jogadores. Então não é que o banco perguntou ao árbitro quem ia assistir os jogadores e ele nos diz para perguntarmos ao Sr. Manuel Pereira(presidente do clube e que já tinha sido expulso) porque ele é que sabe as leis do jogo e ele que fosse lá. O que é isto? Minha nossa.
Nem vou falar do lance do 1º golo do Pinheiro de Lafões, porque estava longe e apesar de saber bem o que vi, não vou permitir que digam que uma pessoa que está a “100 metros não pode ver melhor que o árbitro que está em cima do lance”(algo referente a um jogo Santar – Lamego da época passada). Ups ia-me esquecendo que o árbitro auxiliar está com uns tiques enormes de levantar a bandeira sempre que um jogador do Santar se isolava.
Segunda parte
Talvez possa começar por o lance da minha expulsão. Um jogador do P. Lafões sai de um posição de claríssimo fora-de-jogo para ir ganhar uma bola e o árbitro auxiliar(o tal da 1ª parte) nada assinalou. Eu viro-me para o Zé Manel(adjunto) e digo-lhe que agora ele já não marcava nada. Qual foi o meu espanto quando vejo o António Augusto Cardoso que estava no meio campo a dirigir-se para mim para me dar ordem de expulsão. Que grande ouvido ele tem. Ai isto é para expulsão, pergunto eu na minha insignificância? Mas se é que seja usado para todos. Já ouvi tanta coisa bem pior, mesmo muito pior. Ficou bem claro que ele apenas precisava de um pretexto para me expulsar e na primeira vez que abri a boca para criticar uma decisão, toma lá Joãozinho vai fazer companhia ao teu presidente e vê lá se nos deixas de criticar que nós temos a faca e o queijo na mão lá do alto do nosso pedestal e fazemos aquilo que bem nos apetece.
Entretanto fizemos o 1-2 e pouco depois o guarda-redes do P. Lafões agrediu ou tenta agredir(tanto faz que vai dar ao mesmo, é expulsão) e sito dentro da área. O árbitro auxiliar(não, não é o tal da 1ª parte, é o outro) chama o árbitro e o jogador é expulso. Então e a grande penalidade?
Agora talvez seja a altura de falar de fair play. A minha equipa é mesmo Anjinha(aliás Homens bem intencionados que gostam de futebol e não querem vencer a todo o custo. Eu não vejo nada de errado nisto). Tínhamos a bola, podíamos ficar isolados se passássemos pelo adversário à nossa frente e deitamos a bola fora para que o jogador adversário que entretanto caiu seja assistido. Agora dou um saltinho e acontece uma situação em que o nosso jogador se lesiona. Eis que surge a retribuição de nosso fair play. O P. Lafões prossegue o jogo e coloca vários jogadores isolados. Valeu que o meu avançado, o Bruno, o tal que tem sorte de não ter a perna partida, em corrida desenfreada ainda estorvou a acção do homem que tinha a bola e este falhou o remate. Quase sofremos golo. Onde é que já vi isto? Pois, já aconteceu em vários jogos. FAIR PLAY NO SEU MELHOR.
E que tal falar do golo do 2-2? Então não é que esse lance aconteceu à minha frente(já eu estava na bancada). Luís dividiu o lance com um dos alas do P. Lafões e a bola saiu. Isto aconteceu nas barbas(que raio o homem na barba tinha) do árbitro auxiliar(sim o tal da primeira parte) e ele marca lançamento para nós. Até fiquei espantado. Mas lá vem o António Augusto Cardoso de um lugar afastado para marcar falta contra o Santar??????????????? Meu caro árbitro auxiliar, anda no futebol a fazer o quê? Dass. Deste livre nasceu o 2-2.
Agora é altura das grandes penalidades. Eugénio(jogador do Santar) entra na área, finta o adversário e é derrubado. Olha, então o árbitro não viu? Que estranho!!! Eugénio levanta-te lá ou ainda vais pá rua. Talvez valha a pena referir mais uma expulsão na equipa adversária por agressão. O que será que aquele rapaz tinha na cabeça. Foi uma grande ajuda à equipa de arbitragem. Então como é que o Santar se pode queixar se o árbitro expulsou dois jogadores da equipa da casa?
Já estou uma vez mais a divagar. Voltando às grandes penalidades. Num lance quase igual ao referido anteriormente Eugénio volta a ser derrubado dentro da área. Eu disse quase igual, porque este foi ainda mais flagrante. Acho que este até uma pessoa que estivesse em Oliveira de Frades o conseguia ver. António Augusto Cardoso marcou pontapé de baliza. Olha que surpresa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Para terminar ou não vamos aos minutos de compensação. 6 Substituições a 30’’ cada dá… olha deixa cá ver…3’(minutos), se juntarmos o facto de a quando da expulsão do guarda-redes termos perdido no mínimo 5 minutos, e se juntarmos as duas vezes que ele foi assistido, mais outras entradas dos massagistas( no nosso caso o substituto de), e ainda o tempo perdido com a confusão gerada no lance da falta de fair play e depois da expulsão. 5 ou 6 minutos que a equipa de arbitragem deu, são de facto adequados!!!
No final do jogo o Santar tentou protestar o jogo, mas o árbitro não deixou. Queria que o Presidente do Santar assinasse numa folha em branco!!!!!!!!!!!!!!!
Este resultado ditou o nosso adeus em definitivo ao título e à subida de divisão. Parece que os objectivos foram cumpridos por alguém. Como estou farto de ser expulso, de ser multado e suspenso sem fazer nada para isso chegou a altura de dizer o que penso. É sempre bom quando se trabalha três vezes por semana, ao frio, debaixo de um grande temporal, para ao fim-de-semana chegarem pessoas que nessa mesma altura que nós estamos a treinar estão bem aconchegados, ao quentinho, deitarem o nosso trabalho por terra. É gratificante. Este campeonato da 1ª Divisão Distrital Zona Sul é uma verdadeira farsa. Já alguém conseguiu derrubar o Santar e agora falta o objectivo maior que é levar outros ao colo. No final se saberá se conseguiram ou não.
Meus caros ponham a arrogância num sítio que eu cá sei.
Assinado: João Pereira (treinador do Santar)
Cinfães 3 Vouzelenses 2
Jogo emotivo pelo menos no que diz respeito ao marcador.
Começou melhor a formação da casa que encostou a equipa vouzelense á sua defesa. A partir dos 10 minutos os vouzelenses conseguiram equilibrar um pouco a partida de forma que Vitória conseguiu aparecer na zona de finalização, no entanto, sem conseguir assustar muito o guardião do Cinfães.
Aos 37 minutos de jogo, na primeira jogada bem desenhada pelos forasteiros, acontece o primeiro golo da partida. Serginho com um passe milimétrico coloca a bola em Vitória que após um bom trabalho individual cruza para Beto marcar de primeira.
Até ao intervalo o Cinfães tentou reagir mas os Vouzelenses conseguiram manter o equilíbrio no desafio.
A imagem do jogo passou a ser totalmente diferente a partir do momento em que Alex provocou que o Sr. Álvaro Figueiredo lhe mostrasse o segundo cartão amarelo, se o primeiro cartão mostrado tinha sido de uma forma injusta, este segundo cartão foi fruto de uma falta dura do jogador vouzelense.
A partir desse momento os vouzelenses, com menos uma unidade em campo, sofreram a bom sofrer até ao minuto 72, quando o Cinfães marcou dois golos de rajada, primeiro por Rogério e depois por Paulo Silva.
Contra a corrente do jogo, fruto de um pontapé de canto, Serginho marcou um golo de belo efeito.
Mas as surpresas não ficaram por aqui, porque Gaio, já no final do encontro, marcou um golo do meio da rua que fez levantar o estádio.
Mesmo sendo verdade que a expulsão, que aconteceu no inicio da segunda parte, influenciou o encontro, por aquilo que fizeram os homens da casa, a vitória assenta-lhes bem.
Cinfães 3
-Padeiro, Pedro, Sandro Marante, Manel I, Rui Picão, Rafa, Rogério, Paulo Silva, Gaio e Marcelo
Substituições: Rafa por Zé Carlos (50m), Marante por Carlitos (85m) e Paulo Silva por Ângelo(100m)
Suplentes não utilizados: Manel II, Agostinho e Serginho
Treinador: Vítor Moreira
Vouzelenses 2
-Jorge, Alex Ribeiro, Ivo, Alexandre, Sérgio, Neves, Alex, Chano, Pinhão, Beto e Vitória
Substituições: Pinhão por Nino (74m)
Suplentes não utilizados: Hélder, Duarte, Taveira, Simão e Ricardo
Treinador: Fernando Silva
Assistência: Cerca de 150 espectadores
Árbitro: Álvaro Figueiredo
Auxiliares: Bruno Nascimento Ricardo Ferreira
Marcadores: Beto (37m), Rogério (72m), Paulo Silva (72m), Serginho (87m) e Gaio (92m)
Cartão amarelo para: Alex (34m), Alex (46m),Ivo (48m), Gaio (59m), Neves (88m), Sandro (97)
Cartão Vermelho por acumulação para: Alex (46m).
AB
Começou melhor a formação da casa que encostou a equipa vouzelense á sua defesa. A partir dos 10 minutos os vouzelenses conseguiram equilibrar um pouco a partida de forma que Vitória conseguiu aparecer na zona de finalização, no entanto, sem conseguir assustar muito o guardião do Cinfães.Aos 37 minutos de jogo, na primeira jogada bem desenhada pelos forasteiros, acontece o primeiro golo da partida. Serginho com um passe milimétrico coloca a bola em Vitória que após um bom trabalho individual cruza para Beto marcar de primeira.
Até ao intervalo o Cinfães tentou reagir mas os Vouzelenses conseguiram manter o equilíbrio no desafio.
A imagem do jogo passou a ser totalmente diferente a partir do momento em que Alex provocou que o Sr. Álvaro Figueiredo lhe mostrasse o segundo cartão amarelo, se o primeiro cartão mostrado tinha sido de uma forma injusta, este segundo cartão foi fruto de uma falta dura do jogador vouzelense.
A partir desse momento os vouzelenses, com menos uma unidade em campo, sofreram a bom sofrer até ao minuto 72, quando o Cinfães marcou dois golos de rajada, primeiro por Rogério e depois por Paulo Silva.
Contra a corrente do jogo, fruto de um pontapé de canto, Serginho marcou um golo de belo efeito.
Mas as surpresas não ficaram por aqui, porque Gaio, já no final do encontro, marcou um golo do meio da rua que fez levantar o estádio.
Mesmo sendo verdade que a expulsão, que aconteceu no inicio da segunda parte, influenciou o encontro, por aquilo que fizeram os homens da casa, a vitória assenta-lhes bem.
Cinfães 3
-Padeiro, Pedro, Sandro Marante, Manel I, Rui Picão, Rafa, Rogério, Paulo Silva, Gaio e Marcelo
Substituições: Rafa por Zé Carlos (50m), Marante por Carlitos (85m) e Paulo Silva por Ângelo(100m)
Suplentes não utilizados: Manel II, Agostinho e Serginho
Treinador: Vítor Moreira
Vouzelenses 2
-Jorge, Alex Ribeiro, Ivo, Alexandre, Sérgio, Neves, Alex, Chano, Pinhão, Beto e Vitória
Substituições: Pinhão por Nino (74m)
Suplentes não utilizados: Hélder, Duarte, Taveira, Simão e Ricardo
Treinador: Fernando Silva
Assistência: Cerca de 150 espectadores
Árbitro: Álvaro Figueiredo
Auxiliares: Bruno Nascimento Ricardo Ferreira
Marcadores: Beto (37m), Rogério (72m), Paulo Silva (72m), Serginho (87m) e Gaio (92m)
Cartão amarelo para: Alex (34m), Alex (46m),Ivo (48m), Gaio (59m), Neves (88m), Sandro (97)
Cartão Vermelho por acumulação para: Alex (46m).
AB
Etiquetas:
Cinfães,
Divisão de Honra,
Vouzelenses
Assrdvila Chã Sá 1 - 2 Clube Atlético de Molelos
Constituição da equipa do CAM:1- Baía, 2- João Filipe, 3- Gustavo, 4- Marco, 5- Valter, 6- Nelson, 7- Marcelo, 8- Telmo, 9- Paulo Matos, 10- Júlio Daniel, 11- Emanuel, 12- Azevedo, 13- Morais, 14- Philippe, 15- Daniel Matateu, 16- Miki, 17- Zé Mota, 18- Emanu
Treinadores: Nuno Santos, Luís Pereira
Massagista: Luís Marques
Resultado ao intervalo: Assrdvila Chã Sá 0 - 2 Clube Atlético de Molelos
Marcadores do CAM: Marcelo, Telmo
Resumo do jogo: Desta vez a sorte esteve do nosso lado...
Atendendo à classificação da equipa de Vila Chã de Sá e tal como se previa este jogo foi muito complicado. A equipa da casa, mais habituada às dimensões do terreno, entrou melhor no jogo. Só não inaugurou o marcador por mera infelicidade, tendo enviado duas bolas à trave nos minutos iniciais. A equipa do CAM não conseguiu pôr em prática o seu futebol apoiado, com a bola pelo chão, só conseguia sair em ataques rápidos. Num desses lances acaba por chegar ao golo, um pouco contra a corrente do jogo, por intermédio de Marcelo após passe de Paulo Matos. Depois da obtenção deste golo, finalmente foi possível ver algum futebol por parte da equipa visitante e poucos minutos depois consegue marcar o 2º golo por Telmo. Num lance em que Marcelo tenta rematar à baliza, o árbitro marca-lhe falta e mostra-lhe cartão amarelo por protestos quando é o jogador do Vila Chã de Sá que comete jogo perigoso. As duas equipas foram para o intervalo com o resultado em 0-2.
A 2ª parte começa com a equipa do CAM muito mais tranquila e confiante a tentar pôr o seu futebol em acção, mas logo nos minutos inicias Marcelo é expulso por acumulação de amarelos por colocar a mão à bola, ou terá sido bola na mão? Numa jogada em que Marcelo está a ser carregado em falta pelo adversário acaba por cair e nesse momento a bola bate-lhe na mão. A 1 metro de distância era impossível retirar a mão...
A jogar com 10 e com mais de 30 minutos para se jogar a equipa da casa parte em busca do prejuízo. Mais uma vez, tal como na 1ª parte envia duas bolas ao ferro, sorte para o Molelos mas alguns desses lances nasceram de faltas que me deixaram muitas dúvidas. A 15 minutos do fim a equipa da casa finalmente consegue marcar um golo. Até ao final o resultado não sofreu alterações.
Arbitragem de Marco Aurélio Lopes Fonseca: Não gostei da arbitragem, lances idênticos foram analisados de forma diferente. Penso que têm condições para fazer melhor uma vez que já vi melhor desta equipa de arbitragem.
O clube Atlético de Molelos continua na luta...Por este ano acabou. Muita coisa mudou no futebol em Molelos. No início de 2006 estávamos na 1ª divisão (actual Honra) a lutar pela manutenção e actualmente estamos na 1ª (antiga 2ª) a lutar pela subida. Espero que 2007 seja o ano do regresso à divisão principal do futebol distrital de Viseu.
O que nos distingue de muitos é o facto de trabalharmos sempre de forma séria e de respeitarmos “toda a gente”, independentemente da divisão onde nos encontremos. Esperamos o mesmo.
Para o ano há mais!
Boas festas!
Júlio Daniel
Treinadores: Nuno Santos, Luís Pereira
Massagista: Luís Marques
Resultado ao intervalo: Assrdvila Chã Sá 0 - 2 Clube Atlético de Molelos
Marcadores do CAM: Marcelo, Telmo
Resumo do jogo: Desta vez a sorte esteve do nosso lado...
Atendendo à classificação da equipa de Vila Chã de Sá e tal como se previa este jogo foi muito complicado. A equipa da casa, mais habituada às dimensões do terreno, entrou melhor no jogo. Só não inaugurou o marcador por mera infelicidade, tendo enviado duas bolas à trave nos minutos iniciais. A equipa do CAM não conseguiu pôr em prática o seu futebol apoiado, com a bola pelo chão, só conseguia sair em ataques rápidos. Num desses lances acaba por chegar ao golo, um pouco contra a corrente do jogo, por intermédio de Marcelo após passe de Paulo Matos. Depois da obtenção deste golo, finalmente foi possível ver algum futebol por parte da equipa visitante e poucos minutos depois consegue marcar o 2º golo por Telmo. Num lance em que Marcelo tenta rematar à baliza, o árbitro marca-lhe falta e mostra-lhe cartão amarelo por protestos quando é o jogador do Vila Chã de Sá que comete jogo perigoso. As duas equipas foram para o intervalo com o resultado em 0-2.
A 2ª parte começa com a equipa do CAM muito mais tranquila e confiante a tentar pôr o seu futebol em acção, mas logo nos minutos inicias Marcelo é expulso por acumulação de amarelos por colocar a mão à bola, ou terá sido bola na mão? Numa jogada em que Marcelo está a ser carregado em falta pelo adversário acaba por cair e nesse momento a bola bate-lhe na mão. A 1 metro de distância era impossível retirar a mão...
A jogar com 10 e com mais de 30 minutos para se jogar a equipa da casa parte em busca do prejuízo. Mais uma vez, tal como na 1ª parte envia duas bolas ao ferro, sorte para o Molelos mas alguns desses lances nasceram de faltas que me deixaram muitas dúvidas. A 15 minutos do fim a equipa da casa finalmente consegue marcar um golo. Até ao final o resultado não sofreu alterações.
Arbitragem de Marco Aurélio Lopes Fonseca: Não gostei da arbitragem, lances idênticos foram analisados de forma diferente. Penso que têm condições para fazer melhor uma vez que já vi melhor desta equipa de arbitragem.
O clube Atlético de Molelos continua na luta...Por este ano acabou. Muita coisa mudou no futebol em Molelos. No início de 2006 estávamos na 1ª divisão (actual Honra) a lutar pela manutenção e actualmente estamos na 1ª (antiga 2ª) a lutar pela subida. Espero que 2007 seja o ano do regresso à divisão principal do futebol distrital de Viseu.
O que nos distingue de muitos é o facto de trabalharmos sempre de forma séria e de respeitarmos “toda a gente”, independentemente da divisão onde nos encontremos. Esperamos o mesmo.
Para o ano há mais!
Boas festas!
Júlio Daniel
Etiquetas:
1ª Sul,
Molelos,
Vila Chã de Sá
V. Benfica 2 M. Beira 1
A equipa do V. Benfica necessitava urgentemente de pontos, para não se afundar mais na tabela classificativa, já a formação do Moimenta vinha fazendo uma campanha tranquila. O jogo iniciou-se numa toada muito confusa, apenas parada com uma boa iniciativa de Dani (15’) que correu correu e à saída do guardião forasteiro proporcionou a este uma boa defesa. A equipa da casa era a que atacava com mais objectividade e, não estranhou que volvidos dois minutos Pedro Rocha inaugura-se o marcador. A formação visitada continuava na procura do golo, mas na transformação de um canto, Geyson empata para os de Moimenta e leva assim o score para intervalo. No segundo tempo, poucas ou nenhumas oportunidades de golo houveram para ambos os conjuntos, mas no futebol jogado a turma de Viseu evidenciava-se mais. O momento do encontro estava guardado para o último quarto de hora, quando o capitão Nuno subiu lá à frente e num pontapé à entrada da área deu os três pontos à sua equipa.
Vitória justa pela formação que sempre foi mais aguerrida e sempre jogou com mais vontade na procura da vitória.
O árbitro Nuno Ventura teve uma actuação infeliz por sua culpa, usou e abusou dos cartões em lances que não o justificavam. Os números o traduzem, catorze amarelos e quatro vermelhos.
Jogo no Campo 1º de Maio em Viseu, com boa assistência.
V. Benfica 2
-Chambel; Nuno (cap.), Márcio, Albuquerque e Serafim; Nando, Zé Pedro (Angelo int.), Pedro Rocha e Zé Alfredo; Dani (João int.) e Fabiano (Coquinho 69’)
Suplentes não utilizados: Paulo, Abner, Oliveira e Magnum
Marcadores: Pedro Rocha (17’) e Nuno (75’)
Acção disciplinar: cartão amarelo para Nando (14’), Zé Alfredo (20’), João (22’), Chambel (30’), Albuquerque (39’), Zé Pedro (41’), Angelo (53’) e Serafim (77’) e cartão vermelho para Chambel(45’)
Treinador: José Chaves
Moimenta 1
-Bruno; Jorge, Humberto I (cap.), Centeio e Patrício (Braulio 82’); Helder, Almeida (Miki 67’) e João; Geyson, Rafael (Paulinho 76’) e Ferrador
Suplentes não utilizados: Humberto II (g.r.) e Bicas
Marcador: Geyson (27’)
Acção disciplinar: cartão amarelo para Humberto I (30’), Centeio (39’), Rafael (52’), Jorge (73’), João (83’) e Bruno (92’) e cartão vermelho para Centeio (85’), João (87’) e Braulio (92’)
Treinador: Prof. Rui Alves
Árbitros: Nuno Ventura, Ângelo Santos (bancada) e Jorge Ramos (peão) de Tondela.
António Pedro (Jornal Terras do Demo)
Vitória justa pela formação que sempre foi mais aguerrida e sempre jogou com mais vontade na procura da vitória.
O árbitro Nuno Ventura teve uma actuação infeliz por sua culpa, usou e abusou dos cartões em lances que não o justificavam. Os números o traduzem, catorze amarelos e quatro vermelhos.
Jogo no Campo 1º de Maio em Viseu, com boa assistência.
V. Benfica 2
-Chambel; Nuno (cap.), Márcio, Albuquerque e Serafim; Nando, Zé Pedro (Angelo int.), Pedro Rocha e Zé Alfredo; Dani (João int.) e Fabiano (Coquinho 69’)
Suplentes não utilizados: Paulo, Abner, Oliveira e Magnum
Marcadores: Pedro Rocha (17’) e Nuno (75’)
Acção disciplinar: cartão amarelo para Nando (14’), Zé Alfredo (20’), João (22’), Chambel (30’), Albuquerque (39’), Zé Pedro (41’), Angelo (53’) e Serafim (77’) e cartão vermelho para Chambel(45’)
Treinador: José Chaves
Moimenta 1
-Bruno; Jorge, Humberto I (cap.), Centeio e Patrício (Braulio 82’); Helder, Almeida (Miki 67’) e João; Geyson, Rafael (Paulinho 76’) e Ferrador
Suplentes não utilizados: Humberto II (g.r.) e Bicas
Marcador: Geyson (27’)
Acção disciplinar: cartão amarelo para Humberto I (30’), Centeio (39’), Rafael (52’), Jorge (73’), João (83’) e Bruno (92’) e cartão vermelho para Centeio (85’), João (87’) e Braulio (92’)
Treinador: Prof. Rui Alves
Árbitros: Nuno Ventura, Ângelo Santos (bancada) e Jorge Ramos (peão) de Tondela.
António Pedro (Jornal Terras do Demo)
Etiquetas:
Divisão de Honra,
M. Beira,
Viseu e Benfica
Paivense 2 A. Viseu 0
Paivense 2
Quim, Bruno Pires, Paulo Pires, Eduardo, Pina, Nuno Pires, Rochinha, Paulo Rochinha, Parma, Márcio e Ito
Substituições: André Maló por Barra (26m), Emerson por Amarildo (55m) e Álvaro por Santos (78m)
Suplentes não utilizados: Paulito, Pedro Teixeira e Bruno
Treinador: Zito
Ac. Viseu 0
Manuel Fernandes, Santiago, Calico, Negrete, João Miguel, Xinoca, Santos, Barra, Amarildo, Eduardo e Zé Pedro
Substituições: Paulinho por Márcio (59m), Alex por Parma (84m) e Sérgio por Paulo Rochinha (86m)
Suplentes não utilizados: Ivo, David, Pilas e Zé Miguel
Treinador: Idalino Almeida
Jogo no Estádio Municipal da Pedralva
Assistência: cerca de 180 pessoas
Árbitro: António Carlos Cardoso
Auxiliares: Paulo Lemos e António Graciano
Marcadores:
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Eduardo (15m), Xinoca (60m), Parma (63m), Bruno Pires (70m), Paulinho (72m), Santos (73m), Ito (80m)
Cartão Vermelho para Manuel Fernandes (25m)
JRA
Tal como era previsivel, o jogo entre dois dos primeiros classificados, foi emotivo quanto baste.
A formação da casa entrou melhor, mais pressionante, tentando criar perigo através de contra-ataque. O primeiro sinal surgiu aos 8 minutos, com Eduardo a rematar forte, forçando Manuel Fernandes a defender à segunda.
Aos 17 minutos, o árbitro sancionou, e bem, um pé alto dentro da grande área do Paivense, dando origem a um livre indirecto perigoso, que, após jogada estudada, Amarildo cabeceou ao lado.
O Paivense continuava a pressionar na tentativa de chegar ao golo e aos 25 minutos, Eduardo arrancou para a grande área, deu a bola a um companheiro, que lhe devolveu o esférico e, já dentro da área, Manuel Fernandes derrubou-o
O árbitro assistente Paulo Lemos ainda levantou a bandeirola assinalando um fora-de-jogo mas, como foi Eduardo quem seguiu com o esférico, o árbitro deixou prosseguir a jogada, assinalando o derrube de Manuel Fernandes, assinalando a grande penalidade e expulsando o guardião forasteiro.
A jogar com menos uma unidade, o Académico de Viseu sentiu dificuldades em aguentar a pressão ofensiva da turma da casa.
Á meia hora de jogo, Ito e Parma não conseguiram desviar para golo, um lance perigoso com a bola a rondar os postes de André Maló.
Os visitantes denotarem. sem dúvida a unferioridades numérica, não conseguindo criar oportunidades de golo.
Ao intervalo registava-se o nulo e podia dizer-se que não escandalizava.
No reatar do jogo, a formação da casa voltou a entrar mais perigosa e, com mais uma unidade em campo, a superioridade do Paivense era evidente, com o Académico de Viseu a não conseguir encontrar soluções no seu ataque. Foi, pois, sem surpresa que a turma da casa chegou ao primeiro golo. Bruno Pires, pelo lado direito, arrancou um cruzamento para o miolo da área, Paulo Rochinha simulou o remate deixando que a bola passasse para Parma que, completamente só, desviou para golo redimindo-se, assim, da falha na conversão da grande penalidade.
Onze minutos depois, novamente em contra-ataque, Paulo Rochinha desmarcou Ito no lado direito que teve muito tempo e calma para marcar o segundo golo. Os academistas ficaram a pedir posição irregular do atleta do Paivense. Ito olhou André Maló e escolheu o melhor lugar para mandar o esférico para o fundo das redes.
Ao minuto 80, surgiu a primeira, e única, grande jogada de perigo dos academistas. Xinoca apareceu pelo lado esquerdo, rematou forte para a baliza, o esférico ainda bateu num defesa contrário, obrigando Quim á efectuar a defesa da tarde. Foi com criticas dos academistas ao trio de arbitragem que a partida chegou ao fim, queixando-se de falta de atenção por parte dos auxiliares nos lances dos golos e da grande penalidade. Se é certo que a vitória do Paivense não é contestável, é certo, também, que a saída prematura de um atleta do Académico de Viseu pesou no desempenho da equipa de Idalino de Almeida que, só a espaços, conseguiu "desenrolar-se" do esquema preparado por Zito.
Apesar da contestação, o trio de arbitragem efectuou uma exibição regular, pese embora a precipitação de Paulo Lemos no lance que deu origem à grande penalidade.
Quim, Bruno Pires, Paulo Pires, Eduardo, Pina, Nuno Pires, Rochinha, Paulo Rochinha, Parma, Márcio e Ito
Substituições: André Maló por Barra (26m), Emerson por Amarildo (55m) e Álvaro por Santos (78m)
Suplentes não utilizados: Paulito, Pedro Teixeira e Bruno
Treinador: Zito
Ac. Viseu 0
Manuel Fernandes, Santiago, Calico, Negrete, João Miguel, Xinoca, Santos, Barra, Amarildo, Eduardo e Zé Pedro
Substituições: Paulinho por Márcio (59m), Alex por Parma (84m) e Sérgio por Paulo Rochinha (86m)
Suplentes não utilizados: Ivo, David, Pilas e Zé Miguel
Treinador: Idalino Almeida
Jogo no Estádio Municipal da Pedralva
Assistência: cerca de 180 pessoas
Árbitro: António Carlos Cardoso
Auxiliares: Paulo Lemos e António Graciano
Marcadores:
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Eduardo (15m), Xinoca (60m), Parma (63m), Bruno Pires (70m), Paulinho (72m), Santos (73m), Ito (80m)
Cartão Vermelho para Manuel Fernandes (25m)
JRA
Tal como era previsivel, o jogo entre dois dos primeiros classificados, foi emotivo quanto baste.
A formação da casa entrou melhor, mais pressionante, tentando criar perigo através de contra-ataque. O primeiro sinal surgiu aos 8 minutos, com Eduardo a rematar forte, forçando Manuel Fernandes a defender à segunda.Aos 17 minutos, o árbitro sancionou, e bem, um pé alto dentro da grande área do Paivense, dando origem a um livre indirecto perigoso, que, após jogada estudada, Amarildo cabeceou ao lado.
O Paivense continuava a pressionar na tentativa de chegar ao golo e aos 25 minutos, Eduardo arrancou para a grande área, deu a bola a um companheiro, que lhe devolveu o esférico e, já dentro da área, Manuel Fernandes derrubou-o
O árbitro assistente Paulo Lemos ainda levantou a bandeirola assinalando um fora-de-jogo mas, como foi Eduardo quem seguiu com o esférico, o árbitro deixou prosseguir a jogada, assinalando o derrube de Manuel Fernandes, assinalando a grande penalidade e expulsando o guardião forasteiro.
A jogar com menos uma unidade, o Académico de Viseu sentiu dificuldades em aguentar a pressão ofensiva da turma da casa.
Á meia hora de jogo, Ito e Parma não conseguiram desviar para golo, um lance perigoso com a bola a rondar os postes de André Maló.
Os visitantes denotarem. sem dúvida a unferioridades numérica, não conseguindo criar oportunidades de golo.
Ao intervalo registava-se o nulo e podia dizer-se que não escandalizava.
No reatar do jogo, a formação da casa voltou a entrar mais perigosa e, com mais uma unidade em campo, a superioridade do Paivense era evidente, com o Académico de Viseu a não conseguir encontrar soluções no seu ataque. Foi, pois, sem surpresa que a turma da casa chegou ao primeiro golo. Bruno Pires, pelo lado direito, arrancou um cruzamento para o miolo da área, Paulo Rochinha simulou o remate deixando que a bola passasse para Parma que, completamente só, desviou para golo redimindo-se, assim, da falha na conversão da grande penalidade.
Onze minutos depois, novamente em contra-ataque, Paulo Rochinha desmarcou Ito no lado direito que teve muito tempo e calma para marcar o segundo golo. Os academistas ficaram a pedir posição irregular do atleta do Paivense. Ito olhou André Maló e escolheu o melhor lugar para mandar o esférico para o fundo das redes.
Ao minuto 80, surgiu a primeira, e única, grande jogada de perigo dos academistas. Xinoca apareceu pelo lado esquerdo, rematou forte para a baliza, o esférico ainda bateu num defesa contrário, obrigando Quim á efectuar a defesa da tarde. Foi com criticas dos academistas ao trio de arbitragem que a partida chegou ao fim, queixando-se de falta de atenção por parte dos auxiliares nos lances dos golos e da grande penalidade. Se é certo que a vitória do Paivense não é contestável, é certo, também, que a saída prematura de um atleta do Académico de Viseu pesou no desempenho da equipa de Idalino de Almeida que, só a espaços, conseguiu "desenrolar-se" do esquema preparado por Zito.
Apesar da contestação, o trio de arbitragem efectuou uma exibição regular, pese embora a precipitação de Paulo Lemos no lance que deu origem à grande penalidade.
Etiquetas:
A.Viseu,
Divisão de Honra,
Paivense
Pampilhosa 0 Nelas o
Pampilhosa 0
Joca; Jonathan, João Pinto, Fernando e Hugo Simões; Pedro Penela, Morgado e João Mendes; Miguel Tomás, Sérgio Grilo e Luís Miguel.
Substituições: João Mendes por Bebé (75m) e Sérgio Grilo por Pazito (84m).
Jogadores não utilizados: Hugo, Fábio, Marco Brás, Zé Novo e Júnior.
Treinador: Luís Simões.
Nelas 0
Hugo Ferreira; Steven, Abadito, Rui Lage e Rui André; Fernando, Edú Castigo, Éder e Bruno; Edú e Marcial.
Substituições: Marcial por Rui Santos (64m), Edú Castigo por Joca (81m) e Bruno por Rui Miguel (90m).
Jogadores não utilizados: Rui Vale, Carvalhinho, Tchocomar e Magalhães.
Treinador: Mazola.
Campo Germano Godinho, na Pampilhosa.
Assistência: cerca de 150 espectadores.
Árbitro: Miguel Peixoto (AF Braga).
Auxiliares: Paulo Sousa e Renato Mendes.
Disciplina: cartão amarelo a Éder (37m), João Pinto (69m), Bebé (87m) e Steven (88m).
C. C.
Era com alguma expectativa que se aguardava esta partida entre duas equipas que se apresentavam com moral em alta, em termos de resultados, mas com o estado de espírito dos visitantes um pouco abalado por via da saída do treinador António Borges para o Desportivo de Chaves, deixando os nelenses ainda antes do término da segunda época do seu exercicio de funções técnicas.
No banco esteve Carlos Ferreira, o adjunto de António Borges que, assim, teve a seu cargo a orientação da equipa, embora na bancada já estivesse o treinador Mazola que é o novo técnico do Sport Lisboa e Nelas.
O jogo iniciou-se em toada bastante morna, num terreno que mais parecia um campo de batatas acabadas de arrancar.
O Nelas foi a equipa que melhor entrou em campo e até aos vinte minutos assumiu o domínio do jogo, tendo o Pampilhosa aguardado o adversário no seu meio campo de onde tentava sair somente em toada de contra - ataque. Mas os beirões ainda não esqueceram os ensinamentos de António Borges e estruturaram-se em campo de forma a tapar os caminhos para a baliza de Hugo Ferreira.
Só a partir do 20 minutos, o Pampilhosa logrou obter o equilíbrio no confronto, mas sempre com os visitantes a mostrarem-se sempre mais ofensivos, embora a defesa da casa não fosse obrigada a grande trabalho.
Só nos últimos dez minutos antes do intervalo se assistiu a futebol mais corrido, o possível, no péssimo relvado. No entanto, coube ao Pampilhosa a melhor oportunidade de marcar, antes do descanso, mas com Hugo Ferreira a dar boa conta de si com grande defesa para canto. A verdade é que no final do primeiro tempo, o resultado aceitava-se perfeitamente.
No segundo tempo foi o Pampilhosa a equipa que tomou a iniciativa atacante e coube então ao Nelas defender.
Realmente, o jogo foi mais corrido, mais disputado, enfim, com maior fulgor, embora o estado do terreno, repetimos, não tivesse as condições ideais para se assistir a um grande jogo de futebol.
Hugo Simões e Luís Miguel, foram os jogadores que mais se destacaram no ataque dos locais, obrigando a defesa visitante a aplicar-se.
Entretanto, o Nelas passou a usar muito mais o contra - ataque e quando o treinador trocou Marcial por Rui Santos esse sistema acentuou-se, o que obrigava a defensiva caseira a tomar alguma precaução.
Mas o Pampilhosa tinha ganho o domínio e, continuava, ainda que nem sempre da melhor forma, chegar ao golo da vitória, que poderia ter acontecido nos últimos minutos do encontro, quando Hugo Ferreira, o guarda - redes nelense passou a mostrar todos os seus dotes ao exibir-se de forma sensacional, evitando, por três vezes, o golo na sua baliza, a remates de Hugo Simões e Luís Miguel. A arbitragem pode considerar-se em plano aceitável.
Joca; Jonathan, João Pinto, Fernando e Hugo Simões; Pedro Penela, Morgado e João Mendes; Miguel Tomás, Sérgio Grilo e Luís Miguel.
Substituições: João Mendes por Bebé (75m) e Sérgio Grilo por Pazito (84m).
Jogadores não utilizados: Hugo, Fábio, Marco Brás, Zé Novo e Júnior.
Treinador: Luís Simões.
Nelas 0
Hugo Ferreira; Steven, Abadito, Rui Lage e Rui André; Fernando, Edú Castigo, Éder e Bruno; Edú e Marcial.
Substituições: Marcial por Rui Santos (64m), Edú Castigo por Joca (81m) e Bruno por Rui Miguel (90m).
Jogadores não utilizados: Rui Vale, Carvalhinho, Tchocomar e Magalhães.
Treinador: Mazola.
Campo Germano Godinho, na Pampilhosa.
Assistência: cerca de 150 espectadores.
Árbitro: Miguel Peixoto (AF Braga).
Auxiliares: Paulo Sousa e Renato Mendes.
Disciplina: cartão amarelo a Éder (37m), João Pinto (69m), Bebé (87m) e Steven (88m).
C. C.
Era com alguma expectativa que se aguardava esta partida entre duas equipas que se apresentavam com moral em alta, em termos de resultados, mas com o estado de espírito dos visitantes um pouco abalado por via da saída do treinador António Borges para o Desportivo de Chaves, deixando os nelenses ainda antes do término da segunda época do seu exercicio de funções técnicas.
No banco esteve Carlos Ferreira, o adjunto de António Borges que, assim, teve a seu cargo a orientação da equipa, embora na bancada já estivesse o treinador Mazola que é o novo técnico do Sport Lisboa e Nelas.
O jogo iniciou-se em toada bastante morna, num terreno que mais parecia um campo de batatas acabadas de arrancar.
O Nelas foi a equipa que melhor entrou em campo e até aos vinte minutos assumiu o domínio do jogo, tendo o Pampilhosa aguardado o adversário no seu meio campo de onde tentava sair somente em toada de contra - ataque. Mas os beirões ainda não esqueceram os ensinamentos de António Borges e estruturaram-se em campo de forma a tapar os caminhos para a baliza de Hugo Ferreira.
Só a partir do 20 minutos, o Pampilhosa logrou obter o equilíbrio no confronto, mas sempre com os visitantes a mostrarem-se sempre mais ofensivos, embora a defesa da casa não fosse obrigada a grande trabalho.
Só nos últimos dez minutos antes do intervalo se assistiu a futebol mais corrido, o possível, no péssimo relvado. No entanto, coube ao Pampilhosa a melhor oportunidade de marcar, antes do descanso, mas com Hugo Ferreira a dar boa conta de si com grande defesa para canto. A verdade é que no final do primeiro tempo, o resultado aceitava-se perfeitamente.
No segundo tempo foi o Pampilhosa a equipa que tomou a iniciativa atacante e coube então ao Nelas defender.
Realmente, o jogo foi mais corrido, mais disputado, enfim, com maior fulgor, embora o estado do terreno, repetimos, não tivesse as condições ideais para se assistir a um grande jogo de futebol.
Hugo Simões e Luís Miguel, foram os jogadores que mais se destacaram no ataque dos locais, obrigando a defesa visitante a aplicar-se.
Entretanto, o Nelas passou a usar muito mais o contra - ataque e quando o treinador trocou Marcial por Rui Santos esse sistema acentuou-se, o que obrigava a defensiva caseira a tomar alguma precaução.
Mas o Pampilhosa tinha ganho o domínio e, continuava, ainda que nem sempre da melhor forma, chegar ao golo da vitória, que poderia ter acontecido nos últimos minutos do encontro, quando Hugo Ferreira, o guarda - redes nelense passou a mostrar todos os seus dotes ao exibir-se de forma sensacional, evitando, por três vezes, o golo na sua baliza, a remates de Hugo Simões e Luís Miguel. A arbitragem pode considerar-se em plano aceitável.
Penalva do Castelo 1 Lusitânia 1
P. Castelo 1
Tó Oliveira, Rogério, Sérgio, Marco, Vítor Hugo, Gamarra, Penetra, Gilberto,
Paulo Listra, Vaz Pinto e Belo
Substituições: Tó por Nuno (46m), Vítor Hugo por Tojó (48m) e Vaz Pinto por Megane (54m)
Suplentes não utilizados: Lopes, Egipto e Roberto
Treinador: Carlos Agostinho
Lusitânia 1
David, Nuno, Raul, Duarte, Vítor Vieira, Veredas, Ruben, Sérgio Rebordão, Luís Cláudio, Jaló e Márcio
Substituições: Vítor Vieira por Ginho (61m), Jaló por Pilhas (75m) e Sérgio Rebordão por Meta (90m)
Suplentes não utilizados: André, Ivo, Moreira e Diogo
Treinador: João Salcedas
Jogo n o Estádio Municipal de Sant'Ana, em Penalva do Castelo
Assistência: Cerca de 300 espectadores
Árbitro: Pedro Barbosa, do CA do Porto
Auxiliares: Manuel Oliveira e Marcos Araújo
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Jaló (38m) e Sérgio (87m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Vaz Pinto (22m), Vítor Vieira (28m), Tó (37m), Sérgio (42m), Sérgio Rebordão (75m), David (85m), Márcio (90m) e Março (90m)
José Luís Araújo
O último jogo do ano em Penalva do Castelo só deu um empate, numa tarde em que a turma da
casa dominou territorialmente, perante uma equipa que fez da coesão defensiva a sua principal arma, saindo apenas para o ataque, ou contra-ataque, pela certa. Tó na primeira parte e Nuno na segundo foram, quase, meros espectadores, intervindo muito poucas vezes. Uma mão chega para contar as vezes que cada um deve ter tocado na bola.
Todavia, ontem não era tarde de acerto para a turma de Carlos Agostinho. A equipa entrou bem no jogo, esbanjando logo nos minutos iniciais duas oportunidades para inaugurar o marcador.
A turma açoreana, orientada por João Salcedas, apresentou-se nesta partida muito coesa. Com uma primeira linha defensiva reforçada e uma segunda constituída por cinco elementos, ficando apenas um jogador mais adiantado para segurar a defesa contrária. Diríamos que os açoreanos convidaram os penalvenses a jogar largo, a deter domínio territorial, mas este era inócuo, pois criar situações de golo era coisa rara. No entanto, também é verdade que a equipa da casa até jogava bem, até às imediações da área contrária, só que para lá penetrar é que era mais difícil, principalmente por falta de concentração e tranquilidade no último passe, que quase nunca saiu a preceito.
No primeiro tempo, na única vez que os açoreanos foram com perigo à área contrária, o juiz do Porto assinalou a marca de grande penalidade, com Jaló a colocar os açoreanos na frente do marcador. Porém, Listra, no último minuto do primeiro tempo, viu David negar-lhe no golo, na conversão de um livre da marca de 9,15 metros. No segundo tempo, o cariz da partida manteve-se, com os locais a lograrem o empate a três minutos do final do tempo regulamentar. David, no último minuto, garantiu o ponto, com uma grande defesa a remate de Rogério, na marcação de um livre frontal.
Entrada a todo o gás
O Penalva apresentou-se desfalcado de algumas unidades importantes. Desde logo Sanussi, que se encontra a recuperar de uma fractura no braço, assim como Tojó, que apesar de limitado se sentou no banco de suplentes para qualquer eventualidade, acabando por entrar no segundo tempo. Também Lopes esteve em dúvida, desfeita no aquecimento, mas não saiu do banco.
Apesar disso, a equipa da casa entrou disposta a cedo resolver a contenda, entrando a todo o gás, criando logo no minuto inicial uma ocasião de perigo para a baliza de David. Penetra apareceu na zona de tiro, mas o remate saiu por cima do travessão. Dois minutos depois, numa boa jogada de ataque da turma de Carlos Agostinho, Gilberto ganhou o lado direito, mas em vez do cruzamento optou pelo remate, que saiu rente em travessão.
O Penalva dominava, mas esbarrava na bem organizada defensiva açoreana. Diríamos, que era mais um domínio consentido que conseguido, pois a equipa orientada por João Salcedas defendeu quase sempre com toda a gente atrás da linha da bola. Aos 22 minutos, Vaz Pinto, após bom trabalho na área, esbarrou com ou no guarda-redes contrário, caindo na área. Reclamou-se grande penalidade, mas o juiz da partida mostrou o cartão amarelo ao jogador penalvense.
À passagem da meia hora o cariz da partida era de domínio territorial da turma da casa, com os açoreanos acantonados no seu meio campo, saindo raras vezes para o contra-ataque, que quase sempre esbarrava na defesa da casa, com Sérgio e Rogério muito atentos aos avançados contrários. Todavia, aos 37 minutos, Vítor Vieira escapou à defesa contrária, acabando por chocar com Tó. O juiz do Porto assinalou a marca de grande penalidade, perante os protestos da equipa da casa. Jaló, chamado à conversão, inaugurou o marcador.
A turma da casa partiu em busca do prejuízo, mantendo a turma açoreana sob pressão e aos 44 minutos o juiz da partida assinalou a marca de grande penalidade, após Raul ter desviado com o braço um cruzamento largo para a área de Gilberto. Paulo Listra, chamado á conversão, bateu forte para a defesa de David, que desviou a bola com uma palmada para a barra, defendendo á segunda. Os locais perdiam a melhor ocasião do primeiro tempo para chegar ao golo.
Ao intervalo Carlos Agostinho viu-se forçado a "queimar" uma substituição. Tó Oliveira ressentiu-se de uma lesão e deu o seu lugar a Nuno, que teve uma segunda parte quase tranquila, apenas com dois sustos, de que nada resultou.
O cariz da partida não se alterou. O Penalva voltou a entrar bem no jogo, mas manteve as mesmas deficiências do primeiro tempo. A equipa errava frequentemente no último passe.
Com o Lusitânia acantonado no seu meio campo, com o autocarro à frente da baliza, Carlos Agostinho fez recuar Gamarra para o sector recuado, adiantando Sérgio para o eixo do ataque. A alteração surtiu o efeito pretendido, pois a três minutos do final do tempo regulamentar, após lançamento lateral de Marco, o defesa desviou a bola para o fundo da baliza, dando alguma justiça ao resultado.
A vitória esteve nos pés de Rogério. A um minuto do final, na sequência de um livre frontal, o defesa bateu forte, mas David esteve em grande, com uma defesa espectacular a garantir o ponto, que caiu do céu. É que a turma açoreana nada fez para pontuar em Penalva. Os locais bem se podem queixar de alguma falta de sorte, mas também de acerto no último passe.
O juiz do Porto teve um trabalho globalmente positivo. Dúvidas apenas no lance de Vaz Pinto, ao minuto 22, que os locais reclamaram grande penalidade.
Tó Oliveira, Rogério, Sérgio, Marco, Vítor Hugo, Gamarra, Penetra, Gilberto,
Paulo Listra, Vaz Pinto e Belo
Substituições: Tó por Nuno (46m), Vítor Hugo por Tojó (48m) e Vaz Pinto por Megane (54m)
Suplentes não utilizados: Lopes, Egipto e Roberto
Treinador: Carlos Agostinho
Lusitânia 1
David, Nuno, Raul, Duarte, Vítor Vieira, Veredas, Ruben, Sérgio Rebordão, Luís Cláudio, Jaló e Márcio
Substituições: Vítor Vieira por Ginho (61m), Jaló por Pilhas (75m) e Sérgio Rebordão por Meta (90m)
Suplentes não utilizados: André, Ivo, Moreira e Diogo
Treinador: João Salcedas
Jogo n o Estádio Municipal de Sant'Ana, em Penalva do Castelo
Assistência: Cerca de 300 espectadores
Árbitro: Pedro Barbosa, do CA do Porto
Auxiliares: Manuel Oliveira e Marcos Araújo
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Jaló (38m) e Sérgio (87m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Vaz Pinto (22m), Vítor Vieira (28m), Tó (37m), Sérgio (42m), Sérgio Rebordão (75m), David (85m), Márcio (90m) e Março (90m)
José Luís Araújo
O último jogo do ano em Penalva do Castelo só deu um empate, numa tarde em que a turma da
casa dominou territorialmente, perante uma equipa que fez da coesão defensiva a sua principal arma, saindo apenas para o ataque, ou contra-ataque, pela certa. Tó na primeira parte e Nuno na segundo foram, quase, meros espectadores, intervindo muito poucas vezes. Uma mão chega para contar as vezes que cada um deve ter tocado na bola.Todavia, ontem não era tarde de acerto para a turma de Carlos Agostinho. A equipa entrou bem no jogo, esbanjando logo nos minutos iniciais duas oportunidades para inaugurar o marcador.
A turma açoreana, orientada por João Salcedas, apresentou-se nesta partida muito coesa. Com uma primeira linha defensiva reforçada e uma segunda constituída por cinco elementos, ficando apenas um jogador mais adiantado para segurar a defesa contrária. Diríamos que os açoreanos convidaram os penalvenses a jogar largo, a deter domínio territorial, mas este era inócuo, pois criar situações de golo era coisa rara. No entanto, também é verdade que a equipa da casa até jogava bem, até às imediações da área contrária, só que para lá penetrar é que era mais difícil, principalmente por falta de concentração e tranquilidade no último passe, que quase nunca saiu a preceito.
No primeiro tempo, na única vez que os açoreanos foram com perigo à área contrária, o juiz do Porto assinalou a marca de grande penalidade, com Jaló a colocar os açoreanos na frente do marcador. Porém, Listra, no último minuto do primeiro tempo, viu David negar-lhe no golo, na conversão de um livre da marca de 9,15 metros. No segundo tempo, o cariz da partida manteve-se, com os locais a lograrem o empate a três minutos do final do tempo regulamentar. David, no último minuto, garantiu o ponto, com uma grande defesa a remate de Rogério, na marcação de um livre frontal.
Entrada a todo o gás
O Penalva apresentou-se desfalcado de algumas unidades importantes. Desde logo Sanussi, que se encontra a recuperar de uma fractura no braço, assim como Tojó, que apesar de limitado se sentou no banco de suplentes para qualquer eventualidade, acabando por entrar no segundo tempo. Também Lopes esteve em dúvida, desfeita no aquecimento, mas não saiu do banco.
Apesar disso, a equipa da casa entrou disposta a cedo resolver a contenda, entrando a todo o gás, criando logo no minuto inicial uma ocasião de perigo para a baliza de David. Penetra apareceu na zona de tiro, mas o remate saiu por cima do travessão. Dois minutos depois, numa boa jogada de ataque da turma de Carlos Agostinho, Gilberto ganhou o lado direito, mas em vez do cruzamento optou pelo remate, que saiu rente em travessão.
O Penalva dominava, mas esbarrava na bem organizada defensiva açoreana. Diríamos, que era mais um domínio consentido que conseguido, pois a equipa orientada por João Salcedas defendeu quase sempre com toda a gente atrás da linha da bola. Aos 22 minutos, Vaz Pinto, após bom trabalho na área, esbarrou com ou no guarda-redes contrário, caindo na área. Reclamou-se grande penalidade, mas o juiz da partida mostrou o cartão amarelo ao jogador penalvense.
À passagem da meia hora o cariz da partida era de domínio territorial da turma da casa, com os açoreanos acantonados no seu meio campo, saindo raras vezes para o contra-ataque, que quase sempre esbarrava na defesa da casa, com Sérgio e Rogério muito atentos aos avançados contrários. Todavia, aos 37 minutos, Vítor Vieira escapou à defesa contrária, acabando por chocar com Tó. O juiz do Porto assinalou a marca de grande penalidade, perante os protestos da equipa da casa. Jaló, chamado à conversão, inaugurou o marcador.
A turma da casa partiu em busca do prejuízo, mantendo a turma açoreana sob pressão e aos 44 minutos o juiz da partida assinalou a marca de grande penalidade, após Raul ter desviado com o braço um cruzamento largo para a área de Gilberto. Paulo Listra, chamado á conversão, bateu forte para a defesa de David, que desviou a bola com uma palmada para a barra, defendendo á segunda. Os locais perdiam a melhor ocasião do primeiro tempo para chegar ao golo.
Ao intervalo Carlos Agostinho viu-se forçado a "queimar" uma substituição. Tó Oliveira ressentiu-se de uma lesão e deu o seu lugar a Nuno, que teve uma segunda parte quase tranquila, apenas com dois sustos, de que nada resultou.
O cariz da partida não se alterou. O Penalva voltou a entrar bem no jogo, mas manteve as mesmas deficiências do primeiro tempo. A equipa errava frequentemente no último passe.
Com o Lusitânia acantonado no seu meio campo, com o autocarro à frente da baliza, Carlos Agostinho fez recuar Gamarra para o sector recuado, adiantando Sérgio para o eixo do ataque. A alteração surtiu o efeito pretendido, pois a três minutos do final do tempo regulamentar, após lançamento lateral de Marco, o defesa desviou a bola para o fundo da baliza, dando alguma justiça ao resultado.
A vitória esteve nos pés de Rogério. A um minuto do final, na sequência de um livre frontal, o defesa bateu forte, mas David esteve em grande, com uma defesa espectacular a garantir o ponto, que caiu do céu. É que a turma açoreana nada fez para pontuar em Penalva. Os locais bem se podem queixar de alguma falta de sorte, mas também de acerto no último passe.
O juiz do Porto teve um trabalho globalmente positivo. Dúvidas apenas no lance de Vaz Pinto, ao minuto 22, que os locais reclamaram grande penalidade.
Etiquetas:
2ªC,
Penalva do Castelo
domingo, dezembro 17, 2006
Lusitano 1 O. Frades 1
A mudança de hora, de dia, e de campo de jogo provocou uma apatia tremenda nas equipas, que protagonizaram um fraco espectáculo. Aliás, espelho disso era o facto de o pouco público estar mais interessado no relato do jogo do Benfica, talvez mais quente do que a noite geladíssima de Viseu.
O jogo até começou bem, com o Oliv.Frades a aproveitar os espaços na defensiva do Lusitano e a rematar variadas vezes, nos primeiros 15 minutos, à baliza de Luís. Aos 8 minutos surgiu o primeiro lance de grande perigo. Rui Almeida, após canto, cabeceou colocado demais e a bola rasou o poste esquerdo da baliza do Lusitano. Contudo, as boas oportunidades para os forasteiros deram lugar ao golo. Assim, aos 13 minutos, um grande golo para a “turma” de Lafões, com Zé Pedro a rematar colocado e a pôr a bola na “gaveta”, contando, no entanto, com alguma passividade do guardião Luís.
Após o golo sofrido, o Lusitano pegou no jogo e tentou de imediato chegar à igualdade. De canto, aos 20 minutos, Agostinho remata directo mas a bola bate em cheio no poste. Pouco tempo depois, foi a vez de Brito colocar a bola nos ferros da baliza à guarda de Cunha, com um cruzamento remate que ainda contou com a “colaboração” de um corte da defensiva de Oliveira. Apesar dos esforços da equipa da casa, o intervalo chegou e dava vantagem ao Oliv.Frades.
A segunda parte conseguiu ser mais gelada que o tempo. Rica em picardias, e perdas “propositadas” de tempo, a segunda metade foi fraca em termos de oportunidades de perigo. Contudo, e naturalmente, só o Lusitano procurou o golo, pois estava em desvantagem, e quase o conseguiu aos 67 minutos, não fosse Fredy, mais uma vez, rematar ao lado da baliza quando se encontrava já dentro da área em posição frontal. Mas os esforços da “turma” orientada por Joca acabariam por ser minimamente recompensados à passagem do minuto 71. Brito recebe a bola de costas para a baliza, solto de marcação e já dentro da área, virou-se e encostou facilmente para o golo do empate. Ouviram-se muitos protestos dos jogadores forasteiros que alegavam fora-de-jogo de Brito. No entanto, convém esclarecer que a bola é proveniente de um corte defeituoso de um homem do Oliveira, logo, impossível de se julgar como infracção às regras.
Até final pouca coisa se viu e o empate registou-se com naturalidade e justiça, já que as duas equipas não se conseguiram superar e se encaixaram tacticamente no sintético, tendo protagonizado uma segunda parte de jogo quase exclusivamente a meio campo que só a espaços evoluía numa das áreas.
No final, Silvério, adjunto do Lusitano, queixou-se de alguma falta de sorte enquanto Pinto concluiu ter sido um bom empate que mantém o Oliv.Frades numa posição agradável. Quanto ao árbitro Pedro Saraiva, foi uma agradável surpresa, apesar da forte contestação caseira que ouviu.
Ficha de Jogo:
Lusitano 1
- Luís, Salgueiral, Brito, Gilberto, Esteves, Jorge, Fredy, Agostinho, Miguel Cruz, Cajó e Zé António.
Substituições: Jorge por Madeira (45m) e Fredy por Nuno (72m).
Suplentes não utilizados: Rafael, Daniel, Hugo, Loureiro e Tony.
Treinador: Joca.
Oliv.Frades 1
- Cunha, Zé Bigas, Rui Almeida, Moura, Simão, Soares, Marco, Ramos, Hugo, Artur e Zé Pedro.
Substituições: Ramos por Nuno (54m) e Soares por Fábio (70m).
Suplentes não utilizados: Cavernas, Farreca, Neves, Zé António e Janeca.
Treinador: Pinto.
Jogo no Campo 1º Maio, em Viseu
Assistência: 120 espectadores
Árbitro: Pedro Saraiva (Viseu)
Auxiliares: Luís Fonseca e Ricardo Lopes
Resultado ao Intervalo: 0-1
Marcadores: Zé Pedro (13m) e Brito (71m).
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Gilberto (18m), Salgueiral (22m), Soares (42m), Hugo (48m), Madeira (65m), Moura (68m) e Esteves (90m).
Vitor Ramos
O jogo até começou bem, com o Oliv.Frades a aproveitar os espaços na defensiva do Lusitano e a rematar variadas vezes, nos primeiros 15 minutos, à baliza de Luís. Aos 8 minutos surgiu o primeiro lance de grande perigo. Rui Almeida, após canto, cabeceou colocado demais e a bola rasou o poste esquerdo da baliza do Lusitano. Contudo, as boas oportunidades para os forasteiros deram lugar ao golo. Assim, aos 13 minutos, um grande golo para a “turma” de Lafões, com Zé Pedro a rematar colocado e a pôr a bola na “gaveta”, contando, no entanto, com alguma passividade do guardião Luís.
Após o golo sofrido, o Lusitano pegou no jogo e tentou de imediato chegar à igualdade. De canto, aos 20 minutos, Agostinho remata directo mas a bola bate em cheio no poste. Pouco tempo depois, foi a vez de Brito colocar a bola nos ferros da baliza à guarda de Cunha, com um cruzamento remate que ainda contou com a “colaboração” de um corte da defensiva de Oliveira. Apesar dos esforços da equipa da casa, o intervalo chegou e dava vantagem ao Oliv.Frades.
A segunda parte conseguiu ser mais gelada que o tempo. Rica em picardias, e perdas “propositadas” de tempo, a segunda metade foi fraca em termos de oportunidades de perigo. Contudo, e naturalmente, só o Lusitano procurou o golo, pois estava em desvantagem, e quase o conseguiu aos 67 minutos, não fosse Fredy, mais uma vez, rematar ao lado da baliza quando se encontrava já dentro da área em posição frontal. Mas os esforços da “turma” orientada por Joca acabariam por ser minimamente recompensados à passagem do minuto 71. Brito recebe a bola de costas para a baliza, solto de marcação e já dentro da área, virou-se e encostou facilmente para o golo do empate. Ouviram-se muitos protestos dos jogadores forasteiros que alegavam fora-de-jogo de Brito. No entanto, convém esclarecer que a bola é proveniente de um corte defeituoso de um homem do Oliveira, logo, impossível de se julgar como infracção às regras.
Até final pouca coisa se viu e o empate registou-se com naturalidade e justiça, já que as duas equipas não se conseguiram superar e se encaixaram tacticamente no sintético, tendo protagonizado uma segunda parte de jogo quase exclusivamente a meio campo que só a espaços evoluía numa das áreas.
No final, Silvério, adjunto do Lusitano, queixou-se de alguma falta de sorte enquanto Pinto concluiu ter sido um bom empate que mantém o Oliv.Frades numa posição agradável. Quanto ao árbitro Pedro Saraiva, foi uma agradável surpresa, apesar da forte contestação caseira que ouviu.
Ficha de Jogo:
Lusitano 1
- Luís, Salgueiral, Brito, Gilberto, Esteves, Jorge, Fredy, Agostinho, Miguel Cruz, Cajó e Zé António.
Substituições: Jorge por Madeira (45m) e Fredy por Nuno (72m).
Suplentes não utilizados: Rafael, Daniel, Hugo, Loureiro e Tony.
Treinador: Joca.
Oliv.Frades 1
- Cunha, Zé Bigas, Rui Almeida, Moura, Simão, Soares, Marco, Ramos, Hugo, Artur e Zé Pedro.
Substituições: Ramos por Nuno (54m) e Soares por Fábio (70m).
Suplentes não utilizados: Cavernas, Farreca, Neves, Zé António e Janeca.
Treinador: Pinto.
Jogo no Campo 1º Maio, em Viseu
Assistência: 120 espectadores
Árbitro: Pedro Saraiva (Viseu)
Auxiliares: Luís Fonseca e Ricardo Lopes
Resultado ao Intervalo: 0-1
Marcadores: Zé Pedro (13m) e Brito (71m).
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Gilberto (18m), Salgueiral (22m), Soares (42m), Hugo (48m), Madeira (65m), Moura (68m) e Esteves (90m).
Vitor Ramos
Etiquetas:
Divisão de Honra,
Lusitano,
O.Frades
Resultados do fim-de-semana
Campeonato Nacional Feminino da 1ª Divisão
Escola - Várzea 1-2
Campeonatos Masculinos
2ª Divisão Série C
Penalva Castelo - Lusitania 1-1
Pampilhosa - Nelas 0-0
3ª Divisão Série C
Tondela- Valonguense 1-1
Tocha - Satão 2-1
Agueda - Santacombadense 1-0
Folgou: Social Lamas
Distritais da A.F. Viseu
Divisão de Honra
Paivense - Academico Viseu 2-0
Viseu Benfica - Moimenta Beira 2-1
Lusitano - Oliveira Frades 1-1
Carvalhais - Mortágua 3-1
Lamego - Tarouca 1-0
Mangualde - Sampedrense 2-0
Cinfaes - Vouzelenses 3-2
Lamelas - Campia 0-2
1ª Divisão
Zona Norte
SJ Pesqueira - Gente Nave - Alvite 3-2
Ceireiros - Sul 5-0
Leomil - Boassas 1-2
Fornelos - Armamar 3-1
Parada- Nespereira 2-2
Ferreira Aves - Sernancelhe 1-1
Folgou: O. Douro
Zona Sul
Pinheiro Lafões - Santar 2-2
Canas Stª Maria - Bela Vista 2-0
Santiago Cassurrães - Canas Senhorim 0-2
Vale Açores - Moimenta Dão 4-1
Vila Chã Sá - Molelos 1-2
Carregal Sal - Ranhados 4-2
Folgou: Sezurense
2ª Divisão
Resende - Farminhao 5-1
Vilacovense - Abraveses 0-1
Besteiros - Vilamaiorense 6-3
Vale Madeiros - Santiago Besteiros 0-3
Cabanas Viriato - Calde 4-1
Roriz - Silgueiros 1-1
Folgou: Fiais da Telha
Escola - Várzea 1-2

Campeonatos Masculinos
2ª Divisão Série C
Penalva Castelo - Lusitania 1-1
Pampilhosa - Nelas 0-0

3ª Divisão Série C
Tondela- Valonguense 1-1
Tocha - Satão 2-1
Agueda - Santacombadense 1-0
Folgou: Social Lamas

Distritais da A.F. Viseu
Divisão de Honra
Paivense - Academico Viseu 2-0
Viseu Benfica - Moimenta Beira 2-1
Lusitano - Oliveira Frades 1-1
Carvalhais - Mortágua 3-1
Lamego - Tarouca 1-0
Mangualde - Sampedrense 2-0
Cinfaes - Vouzelenses 3-2
Lamelas - Campia 0-2

1ª Divisão
Zona Norte
SJ Pesqueira - Gente Nave - Alvite 3-2
Ceireiros - Sul 5-0
Leomil - Boassas 1-2
Fornelos - Armamar 3-1
Parada- Nespereira 2-2
Ferreira Aves - Sernancelhe 1-1
Folgou: O. Douro

Zona Sul
Pinheiro Lafões - Santar 2-2
Canas Stª Maria - Bela Vista 2-0
Santiago Cassurrães - Canas Senhorim 0-2
Vale Açores - Moimenta Dão 4-1
Vila Chã Sá - Molelos 1-2
Carregal Sal - Ranhados 4-2
Folgou: Sezurense

2ª Divisão
Resende - Farminhao 5-1
Vilacovense - Abraveses 0-1
Besteiros - Vilamaiorense 6-3
Vale Madeiros - Santiago Besteiros 0-3
Cabanas Viriato - Calde 4-1
Roriz - Silgueiros 1-1
Folgou: Fiais da Telha
Etiquetas:
Resultados
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Jogos para o fim-de-semana 16/17 de Dezembro
Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão
Escola - Várzea
Campeonatos masculinos:
2ª Divisão Série C:
Pampilhosa - Nelas
Penalva do Castelo - Lusitânia
3ª Divisão Série C:
Tondela - Valonguense
Tocha - Sátão
Águeda - Santacombadense
Folga: Social Lamas
Nos campeonatos Distritais da A.F. Viseu joga-se mais uma jornada. Confira os jogos, a hora, o local e os árbitros aqui.
Escola - Várzea
Campeonatos masculinos:
2ª Divisão Série C:
Pampilhosa - Nelas
Penalva do Castelo - Lusitânia
3ª Divisão Série C:
Tondela - Valonguense
Tocha - Sátão
Águeda - Santacombadense
Folga: Social Lamas
Nos campeonatos Distritais da A.F. Viseu joga-se mais uma jornada. Confira os jogos, a hora, o local e os árbitros aqui.
Etiquetas:
calendário
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Santiago de Besteiros 2 Besteiros FC 1
Jogo disputado no campo de futebol de S. Marcos, presenciado por numeroso público. Árbitro, sr. António José Santos Loureiro, Viseu.
C.P. S. Besteiros: Armando, Pedro Gémeo, Jó, Vítor, Capucho, Luís Rodrigues (cap.), Helder, Miguel Rei, João Pedro, Oliveira, Cadete, Paulo Vale, Luís Filipe, João Coimbra. Não utilizados: Miguel, Flávio, Joel e Igrejas. Golos: Oliveira, 2. Treinador: Noé Pacheco.
Besteiros FC: Márcio, Daniel Hugo, Sá, Marco Paulo, Jacinto, Pizarro, Mário (cap.), Vítor Bruno, Fábio, Edgar, Loureiro, Zé Russo, Pedro Pomar e Pedro Vale. Não utilizados: Luís, João Paulo I, João Paulo II, Renato. Golo: Daniel Hugo. Treinador: Carlos Miguel Pratas.
Neste encontro previa-se bastante emoção e nervos à mistura.
A regra foi seguida sendo o primeiro derbie entre estas duas formações com jogadores quase todos conhecidos, o espectáculo teve alguns bons períodos de futebol. O Besteiros como sendo o 1.º classificado à partida para esta jornada teria de tomar as rédeas do jogo. Começou melhor o Besteiros que nos primeiros minutos do encontro se aproximou mais vezes do último reduto do Santiago.
O Santiago sentia algumas dificuldades para sair para o ataque. No entanto o Besteiros acabou por marcar. Canto do lado esquerdo, bola na área e Daniel sem oposição inaugura o marcador. Foi a festa nas hostes visitantes.
O Besteiros mostrava-se decidido a vencer este encontro para não largar o primeiro lugar.
Era o bom período do Besteiros. O Santiago cria depois algum perigo com um cruzamento remate de Rei que faz passar a bola por cima da baliza de Mário.
O Besteiros a vencer por uma bola a zero por vezes cortavam o ritmo ao jogo. Demora na reposição da bola em jogo, simulação de lesões, etc.
Quando se está a ganhar tudo corre bem.
Até ao intervalo o jogo continuou com o Santiago a ter algumas dificuldades e o Besteiros a segurar a vantagem. A arbitragem era de bom nível.
Para a segunda parte o Santiago foi ao encontro de melhor sorte e fez recuar mais o vizinho Besteiros.
Alguns cantos foram marcados contra os forasteiros e num desses Oliveira restabelece a igualdade e repõe alguma justiça no resultado. Era o começo do melhor período do Santiago. Os jogadores do Besteiros acusaram bastante o empate e ficaram algo ansiosos, não sendo os mesmos da primeira parte.
O Santiago acreditava que era possível algo mais, continuou e em jogada de grande insistência Oliveira consegue ser mais forte que os adversários e à saída de Márcio faz os segundo golo, bastante festejado pelos jogadores da casa. A cambalhota no resultado estava feita e o Santiago estava bastante forte e decidido a vencer este encontro. Só de bola parada o Besteiros mostrava argumentos para contrariar a defesa local.
O jogo desde o apito inicial do árbitro estava a ser viril de parte a parte.
No entanto nesta parte final o jogo aqueceu. João Pedro ainda teve o ensejo de ampliar o "score", mas não aconteceu.
Duas expulsões para o Besteiros e uma para o Santiago foram os aspectos negativos deste encontro.
Houve virilidade de parte a parte, o árbitro tentou deixar jogar até ao momento de mostrar disciplina.
Os jogadores do Santiago foram mais fustigados com cartões no entanto souberam até final jogar com a cabeça fria e dignificarem o espectáculo.
No final o Santiago venceu lembrando a muito boa gente que não existem vitórias morais. O Besteiros mostrou o porquê de andar até este domingo em primeiro, porque tem uma grande equipa e pratica um futebol vistoso.
Em relação a outra parte negativa deste encontro, foi o grande número de pessoas junto das entradas das cabinas o que gerou algumas confusões e dificultaram ao máximo a entrada da equipa de arbitragem nos mesmos.
É de lamentar estas atitudes que entristecem quem gosta de futebol.
A arbitragem esteve ao nível do encontro, sem grandes reparos, se alguém pensa que não esteve bem, alguns jogadores não ajudaram, pelo contrário, prejudicaram a mesma.
Queria também lembrar os mais distraídos e os mais críticos, que este campo do Monte de S. Marcos foi aprovado para a prática de futebol e tem as mesmas condições dos outros. É um mau lamento para quem não aceita as derrotas se uma forma normal e não respeita o adversário.
Para finalizar fica aqui uma palavra de agradecimento ao atleta Oliveira do Santiago que hoje fez dois golos, somando assim 12 neste momento e que a partir de hoje será atleta do Mortágua FC.
Para ele o nosso muito obrigado em nome das gentes de Santiago e que tenha muita sorte no novo clube.
N.P.
In Jornal de Tondela
C.P. S. Besteiros: Armando, Pedro Gémeo, Jó, Vítor, Capucho, Luís Rodrigues (cap.), Helder, Miguel Rei, João Pedro, Oliveira, Cadete, Paulo Vale, Luís Filipe, João Coimbra. Não utilizados: Miguel, Flávio, Joel e Igrejas. Golos: Oliveira, 2. Treinador: Noé Pacheco.
Besteiros FC: Márcio, Daniel Hugo, Sá, Marco Paulo, Jacinto, Pizarro, Mário (cap.), Vítor Bruno, Fábio, Edgar, Loureiro, Zé Russo, Pedro Pomar e Pedro Vale. Não utilizados: Luís, João Paulo I, João Paulo II, Renato. Golo: Daniel Hugo. Treinador: Carlos Miguel Pratas.
Neste encontro previa-se bastante emoção e nervos à mistura.
A regra foi seguida sendo o primeiro derbie entre estas duas formações com jogadores quase todos conhecidos, o espectáculo teve alguns bons períodos de futebol. O Besteiros como sendo o 1.º classificado à partida para esta jornada teria de tomar as rédeas do jogo. Começou melhor o Besteiros que nos primeiros minutos do encontro se aproximou mais vezes do último reduto do Santiago.O Santiago sentia algumas dificuldades para sair para o ataque. No entanto o Besteiros acabou por marcar. Canto do lado esquerdo, bola na área e Daniel sem oposição inaugura o marcador. Foi a festa nas hostes visitantes.
O Besteiros mostrava-se decidido a vencer este encontro para não largar o primeiro lugar.
Era o bom período do Besteiros. O Santiago cria depois algum perigo com um cruzamento remate de Rei que faz passar a bola por cima da baliza de Mário.
O Besteiros a vencer por uma bola a zero por vezes cortavam o ritmo ao jogo. Demora na reposição da bola em jogo, simulação de lesões, etc.
Quando se está a ganhar tudo corre bem.
Até ao intervalo o jogo continuou com o Santiago a ter algumas dificuldades e o Besteiros a segurar a vantagem. A arbitragem era de bom nível.
Para a segunda parte o Santiago foi ao encontro de melhor sorte e fez recuar mais o vizinho Besteiros.
Alguns cantos foram marcados contra os forasteiros e num desses Oliveira restabelece a igualdade e repõe alguma justiça no resultado. Era o começo do melhor período do Santiago. Os jogadores do Besteiros acusaram bastante o empate e ficaram algo ansiosos, não sendo os mesmos da primeira parte.
O Santiago acreditava que era possível algo mais, continuou e em jogada de grande insistência Oliveira consegue ser mais forte que os adversários e à saída de Márcio faz os segundo golo, bastante festejado pelos jogadores da casa. A cambalhota no resultado estava feita e o Santiago estava bastante forte e decidido a vencer este encontro. Só de bola parada o Besteiros mostrava argumentos para contrariar a defesa local.
O jogo desde o apito inicial do árbitro estava a ser viril de parte a parte.
No entanto nesta parte final o jogo aqueceu. João Pedro ainda teve o ensejo de ampliar o "score", mas não aconteceu.
Duas expulsões para o Besteiros e uma para o Santiago foram os aspectos negativos deste encontro.
Houve virilidade de parte a parte, o árbitro tentou deixar jogar até ao momento de mostrar disciplina.
Os jogadores do Santiago foram mais fustigados com cartões no entanto souberam até final jogar com a cabeça fria e dignificarem o espectáculo.
No final o Santiago venceu lembrando a muito boa gente que não existem vitórias morais. O Besteiros mostrou o porquê de andar até este domingo em primeiro, porque tem uma grande equipa e pratica um futebol vistoso.
Em relação a outra parte negativa deste encontro, foi o grande número de pessoas junto das entradas das cabinas o que gerou algumas confusões e dificultaram ao máximo a entrada da equipa de arbitragem nos mesmos.
É de lamentar estas atitudes que entristecem quem gosta de futebol.
A arbitragem esteve ao nível do encontro, sem grandes reparos, se alguém pensa que não esteve bem, alguns jogadores não ajudaram, pelo contrário, prejudicaram a mesma.
Queria também lembrar os mais distraídos e os mais críticos, que este campo do Monte de S. Marcos foi aprovado para a prática de futebol e tem as mesmas condições dos outros. É um mau lamento para quem não aceita as derrotas se uma forma normal e não respeita o adversário.
Para finalizar fica aqui uma palavra de agradecimento ao atleta Oliveira do Santiago que hoje fez dois golos, somando assim 12 neste momento e que a partir de hoje será atleta do Mortágua FC.
Para ele o nosso muito obrigado em nome das gentes de Santiago e que tenha muita sorte no novo clube.
N.P.
In Jornal de Tondela
Etiquetas:
2ª Divisão Distrital,
Besteiros,
Santiago de Besteiros
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Mortágua 2 Lusitano 2
Mortágua: Filipe, Hugo, Ricardo, Pedro, Rodrigo, Bruno, Rafael, China, Fred, Fábio, Élio
Treinador: João lage
Lusitano: Luís, Salgueiral, Madeira, Gilberto, Esteves, Jorge, Fredy, Agostinho, M. Cruz, Cajó, Zé António
Treinador: Joca/Silvério
Estádio: da Gandarada
Árbitro: Luís Caetano(Tondela)
Marcadores: China(32’), Agostinho(70’), Zé António(80’), Élio(101’)
“Vitória foi "roubada”
Neste jogo houve um interveniente, que se tornou herói, pela negativa. Foi o sr. Árbitro Luís Caetano, vindo de Lageosa do Dão, nas imediações de Tondela. Mas sobre isto falamos mais à frente. Nesta partida o domínio pertenceu na 1ª parte ao Mortágua e na 2ª parte ao Lusitano. Mas era o Lusitano quem tinha que assumir o comando do jogo para alcançar a vitória. E foi isso que sucedeu.
Na primeira parte quem marcou primeiro foi o Mortágua aos 32 minutos, por intermédio de China, na sequência de um pontapé de canto. A defesa do Lusitano parecia que tinha adormecido a quando da marcação do canto, deixando sozinho um homem na pequena área. Este resultado manteve-se até ao intervalo.
Começou a segunda metade da partida, e via-se na cara dos jogadores do Lusitano a vontade que tinham em ganhar o jogo. E assim foi. O Lusitano, restabeleceu a igualdade aos 70 minutos, e chegou à vantagem aos 80 minutos, primeiro por Agostinho e depois por Zé Tó. A partir do 2º golo do Lusitano foi o descalabro total na exibição da equipa de arbitragem. Em primeiro, decidiu expulsar um jogador do Lusitano que estava no aquecimento. E expulsou-o alegando desobediência, pois ele alega ter-lhe dito que não podia aquecer naquele local. Até aqui tudo bem. Eis então que surge uma contradição. O quarto árbitro não acatou a decisão do Sr. árbitro e então opôs-se à ordem dada pelo Juiz principal, dizendo ao jogador do Lusitano para fazer o contrário daquilo que o sr. árbitro tinha afirmado. Não ouve entendimento entre os elementos da equipa da arbitragem e então expulsaram, injustamente, o jogador da equipa trambela. Em segundo, o árbitro deu 5 minutos de compensação(conforme placa mostrada pelo quarto árbitro), mas não se contentou com a vitória do Lusitano e então como dono e senhor da partida alongou o tempo extra mais 7 minutos, perfazendo um total de 12 minutos de compensação. Os jogadores do Lusitano deram tudo por tudo para ganharem o jogo, e inclusivé o guarda-redes do Lusitano defendeu um penalti no qual surgiu um canto e o consequente golo do empate já passavam mais 6 minutos para além dos 5 de compensação dados pelo árbitro.
Uma arbitragem muito negra, que prejudicou em muito o Lusitano de Vildemoínhos. O Árbitro demonstrou uma intenção clara em prejudicar a equipa que equipava de preto e branco.
In Página do Lusitano FC
Treinador: João lage
Lusitano: Luís, Salgueiral, Madeira, Gilberto, Esteves, Jorge, Fredy, Agostinho, M. Cruz, Cajó, Zé António
Treinador: Joca/Silvério
Estádio: da Gandarada
Árbitro: Luís Caetano(Tondela)
Marcadores: China(32’), Agostinho(70’), Zé António(80’), Élio(101’)
“Vitória foi "roubada”
Neste jogo houve um interveniente, que se tornou herói, pela negativa. Foi o sr. Árbitro Luís Caetano, vindo de Lageosa do Dão, nas imediações de Tondela. Mas sobre isto falamos mais à frente. Nesta partida o domínio pertenceu na 1ª parte ao Mortágua e na 2ª parte ao Lusitano. Mas era o Lusitano quem tinha que assumir o comando do jogo para alcançar a vitória. E foi isso que sucedeu.
Na primeira parte quem marcou primeiro foi o Mortágua aos 32 minutos, por intermédio de China, na sequência de um pontapé de canto. A defesa do Lusitano parecia que tinha adormecido a quando da marcação do canto, deixando sozinho um homem na pequena área. Este resultado manteve-se até ao intervalo.
Começou a segunda metade da partida, e via-se na cara dos jogadores do Lusitano a vontade que tinham em ganhar o jogo. E assim foi. O Lusitano, restabeleceu a igualdade aos 70 minutos, e chegou à vantagem aos 80 minutos, primeiro por Agostinho e depois por Zé Tó. A partir do 2º golo do Lusitano foi o descalabro total na exibição da equipa de arbitragem. Em primeiro, decidiu expulsar um jogador do Lusitano que estava no aquecimento. E expulsou-o alegando desobediência, pois ele alega ter-lhe dito que não podia aquecer naquele local. Até aqui tudo bem. Eis então que surge uma contradição. O quarto árbitro não acatou a decisão do Sr. árbitro e então opôs-se à ordem dada pelo Juiz principal, dizendo ao jogador do Lusitano para fazer o contrário daquilo que o sr. árbitro tinha afirmado. Não ouve entendimento entre os elementos da equipa da arbitragem e então expulsaram, injustamente, o jogador da equipa trambela. Em segundo, o árbitro deu 5 minutos de compensação(conforme placa mostrada pelo quarto árbitro), mas não se contentou com a vitória do Lusitano e então como dono e senhor da partida alongou o tempo extra mais 7 minutos, perfazendo um total de 12 minutos de compensação. Os jogadores do Lusitano deram tudo por tudo para ganharem o jogo, e inclusivé o guarda-redes do Lusitano defendeu um penalti no qual surgiu um canto e o consequente golo do empate já passavam mais 6 minutos para além dos 5 de compensação dados pelo árbitro.
Uma arbitragem muito negra, que prejudicou em muito o Lusitano de Vildemoínhos. O Árbitro demonstrou uma intenção clara em prejudicar a equipa que equipava de preto e branco.
In Página do Lusitano FC
Etiquetas:
Divisão de Honra,
Lusitano,
Mortágua
Campia 0 Cinfães 1
Só o frio esteve a destoar no Parque desportivo de Campia, pois o pelado
estava em boas condições e no céu azul estava um sol bonito que prometia aquecer a terras de Campia. Por outro lado, o Campia que vinha de uma derrota pesada com o Mangualde prometia limpar a imagem frente aos seus adeptos. Já o Cinfães queria continuar a sua recuperação na tabela classificativa, mas tinha em consciência que jogar em Campia era difícil.
E nos primeiros minutos do encontro, o equilíbrio foi o que mais se viu, pois o jogo era razoavelmente bem disputado. Mas ao 4m, uma desatenção entre a defensiva e o guardião da casa, quase deu auto-golo, pois quando se tentava atrasar uma bola para o guarda-redes de cabeça, esta sobrevoou este e saiu pela linha de cabeceira. Se fosse na direcção da baliza...
Ao 10m, Marante criou perigo à baliza de Cunha, quando fintou vários oponentes à entrada da área e rematou cruzado, a bola saiu junto ao poste da baliza da casa. Em 10 minutos de jogo, o Cinfães gelou mais os adeptos do Campia que o próprio frio que se fazia sentir.
Mas ao 18m Moacir teve nos pés a oportunidade de inaugurar o placar, quando rematou sem oposição à figura de Padeiro. Bom trabalho de equipa do Campia que esteve na origem da oportunidade. O Campia sacudia assim a pressão inicial do Cinfães.
Vinte e sete minutos depois, mais uma oportunidade no jogo. Através de livre indirecto dentro da grande área, o Campia dispôs de mais uma boa situação para inaugurar o resultado, mas Ramísio rematou por cima da trave da baliza forasteira.
E já quando se pensava em regressar aos balneários para reorganizar a táctica para a 2ª parte e aquecer um pouco o corpo, eis que surgiu o balde de água gelada para as gentes de Campia. Ao 45+3m, livre da esquerda do ataque do Cinfães, Marcelo marcou muito bem para a área da casa e apareceu Rui Picão a desviar para o fundo da baliza de Cunha. Em todos ficou a sensação que Cunha poderia ter feito melhor, e alguns adeptos ainda exclamaram “Que grande frango!...”.
Nada pior que sair para o intervalo com um golo de desvantagem.
Na 2ª parte esperava-se uma reacção à desvantagem por parte da equipa de Campia, mas os segundos 45 minutos não foram tão bem disputados como na 1ª parte. E o Cinfães, inteligentemente, aproveitou para assumir o jogo e nos 25m depois do descanso, era a equipa que mais perigo criou e esteve sempre mais próxima de chegar ao 2-0 que o Campia chegar ao empate.
Só a vinte minutos do fim do tempo regulamentar é que se viu o Campia a chegar com mais perigo junto da baliza de Padeiro. Criou somente perigo, pois não dispôs de uma oportunidade de golo.
Ao minuto 83, Ramísio foi expulso por acumulação de cartões amarelos. Nesta altura, Ramísio foi o expoente daquilo que se passava no jogo. O Campia tentava tudo por tudo chegar ao golo, o jogo ao aproximar do fim foi ganhando dureza e em algumas situações a indisciplina era visível. Ramísio com uma agressão a um colega de desporto foi assim bem expulso.
Curiosamente foi com 10 jogadores em campo que o Campia poderia ter chegado ao golo. Ao cair do pano, Vitinho, Padeiro e Moacir foram intérpretes de uma situação de golo iminente. Vitinho na esquerda rematou cruzado rasteiro, Padeiro não consegue interceptar a bola e Moacir chegou atrasado para a emenda que poderia dar um ponto para a equipa da casa.
Resultado final justo para a equipa visitante pelo que produziu e pelo que não deixou produzir.
Ficha de jogo:
Campia 0
-Cunha, Ricardo, Fontoura, Vitó, Serginho, Carlitos, Ramísio, Pedro, Vitinho, Dani e Moacir.
Substituições: Luisão por Dani (60m) e Jorge Daniel por Vitó (60m).
Suplentes não utilizados: Laranjeira, Roberto, Neves e João.
Treinador: Raul Garcia
Cinfães 1
-Padeiro, Pedro, Sandra, Marante, Manuel I, Rui Picão, Rafa, Rogério, Zé Carlos, Gaio e Marcelo.
Substituições: Serginho por Zé Carlos (26m), Carlitos por Marante (81m) e Ângelo por Gaio (95m)
Suplentes não utilizados: Manuel II, Agostinho e Paulo Silva.
Treinador: Vítor Moreira
Jogo no Parque Desportivo de Campia
Assistência: cerca de 70 espectadores
Árbitro: José Cunha, de Parada de Gonta
Auxiliares: Jorge Santos e Paulo Cardoso
Marcadores: Rui Picão (45+3m).
Cartão amarelo para: Moacir (35m), Ramísio (39m), Rui Picão (45m), Manuel I (52m), Vitinho (57m), Carlitos (72m) e Pedro (90m).
Cartão Vermelho para: Ramísio (83m).
Rui Ferreira Almeida
estava em boas condições e no céu azul estava um sol bonito que prometia aquecer a terras de Campia. Por outro lado, o Campia que vinha de uma derrota pesada com o Mangualde prometia limpar a imagem frente aos seus adeptos. Já o Cinfães queria continuar a sua recuperação na tabela classificativa, mas tinha em consciência que jogar em Campia era difícil.E nos primeiros minutos do encontro, o equilíbrio foi o que mais se viu, pois o jogo era razoavelmente bem disputado. Mas ao 4m, uma desatenção entre a defensiva e o guardião da casa, quase deu auto-golo, pois quando se tentava atrasar uma bola para o guarda-redes de cabeça, esta sobrevoou este e saiu pela linha de cabeceira. Se fosse na direcção da baliza...
Ao 10m, Marante criou perigo à baliza de Cunha, quando fintou vários oponentes à entrada da área e rematou cruzado, a bola saiu junto ao poste da baliza da casa. Em 10 minutos de jogo, o Cinfães gelou mais os adeptos do Campia que o próprio frio que se fazia sentir.
Mas ao 18m Moacir teve nos pés a oportunidade de inaugurar o placar, quando rematou sem oposição à figura de Padeiro. Bom trabalho de equipa do Campia que esteve na origem da oportunidade. O Campia sacudia assim a pressão inicial do Cinfães.
Vinte e sete minutos depois, mais uma oportunidade no jogo. Através de livre indirecto dentro da grande área, o Campia dispôs de mais uma boa situação para inaugurar o resultado, mas Ramísio rematou por cima da trave da baliza forasteira.
E já quando se pensava em regressar aos balneários para reorganizar a táctica para a 2ª parte e aquecer um pouco o corpo, eis que surgiu o balde de água gelada para as gentes de Campia. Ao 45+3m, livre da esquerda do ataque do Cinfães, Marcelo marcou muito bem para a área da casa e apareceu Rui Picão a desviar para o fundo da baliza de Cunha. Em todos ficou a sensação que Cunha poderia ter feito melhor, e alguns adeptos ainda exclamaram “Que grande frango!...”.
Nada pior que sair para o intervalo com um golo de desvantagem.
Na 2ª parte esperava-se uma reacção à desvantagem por parte da equipa de Campia, mas os segundos 45 minutos não foram tão bem disputados como na 1ª parte. E o Cinfães, inteligentemente, aproveitou para assumir o jogo e nos 25m depois do descanso, era a equipa que mais perigo criou e esteve sempre mais próxima de chegar ao 2-0 que o Campia chegar ao empate.
Só a vinte minutos do fim do tempo regulamentar é que se viu o Campia a chegar com mais perigo junto da baliza de Padeiro. Criou somente perigo, pois não dispôs de uma oportunidade de golo.
Ao minuto 83, Ramísio foi expulso por acumulação de cartões amarelos. Nesta altura, Ramísio foi o expoente daquilo que se passava no jogo. O Campia tentava tudo por tudo chegar ao golo, o jogo ao aproximar do fim foi ganhando dureza e em algumas situações a indisciplina era visível. Ramísio com uma agressão a um colega de desporto foi assim bem expulso.
Curiosamente foi com 10 jogadores em campo que o Campia poderia ter chegado ao golo. Ao cair do pano, Vitinho, Padeiro e Moacir foram intérpretes de uma situação de golo iminente. Vitinho na esquerda rematou cruzado rasteiro, Padeiro não consegue interceptar a bola e Moacir chegou atrasado para a emenda que poderia dar um ponto para a equipa da casa.
Resultado final justo para a equipa visitante pelo que produziu e pelo que não deixou produzir.
Ficha de jogo:
Campia 0
-Cunha, Ricardo, Fontoura, Vitó, Serginho, Carlitos, Ramísio, Pedro, Vitinho, Dani e Moacir.
Substituições: Luisão por Dani (60m) e Jorge Daniel por Vitó (60m).
Suplentes não utilizados: Laranjeira, Roberto, Neves e João.
Treinador: Raul Garcia
Cinfães 1
-Padeiro, Pedro, Sandra, Marante, Manuel I, Rui Picão, Rafa, Rogério, Zé Carlos, Gaio e Marcelo.
Substituições: Serginho por Zé Carlos (26m), Carlitos por Marante (81m) e Ângelo por Gaio (95m)
Suplentes não utilizados: Manuel II, Agostinho e Paulo Silva.
Treinador: Vítor Moreira
Jogo no Parque Desportivo de Campia
Assistência: cerca de 70 espectadores
Árbitro: José Cunha, de Parada de Gonta
Auxiliares: Jorge Santos e Paulo Cardoso
Marcadores: Rui Picão (45+3m).
Cartão amarelo para: Moacir (35m), Ramísio (39m), Rui Picão (45m), Manuel I (52m), Vitinho (57m), Carlitos (72m) e Pedro (90m).
Cartão Vermelho para: Ramísio (83m).
Rui Ferreira Almeida
Etiquetas:
Campia,
Cinfães,
Divisão de Honra
Mudança de Treinador no Nelas

António Borges(foto) deixou de ser treinador do Nelas e deverá ser o futuro treinador do Desportivo de Chaves, clube da sua terra natal. A direcção do SL Nelas já encontrou substituto. O treinador escolhido foi Mazola, que recentemente treinou a Ovarense. Carlos Ferreira, adjunto de António Borges, vai orientar a equipa na próxima jornada contra o Pampilhosa.
Fonte:
Diario Regional de Viseu
Etiquetas:
2ªC,
Informação,
Nelas
segunda-feira, dezembro 11, 2006
2ª Nacional C: Nelas 3 O. Bairro 1
Nelas 3
Hugo Ferreira; Steven, Abadito, Castigo (Rui Santos, 73) e Lage; Edú, Éder e Fernando; Marcial (Joca, 76), Rui André e Bruno (Carvalhinho, 91)
Substituições: Castigo por Rui Santos (73m), Marcial por Joca (76m) e Bruno por Carvalhinho (91m)
Suplentes não utilizados: Rui Vale, Tchocomar, Magalhães e Rui Miguel
Treinador: António Borges
Ol. Bairro 1
Mário Júlio; Justiça, José Carlos Paulinho e Jean (Tojó, 83); Barreto, Carlos Miguel e Paulo Costa; Tó Miguel, Leandro (Fábio, 55) e Dani (Gabriel, 70)
Substituições : Leandro por Fábio (55m), Dani por Gabriel (70m) e Jean por Tojó (83m).
Suplentes não utilizados: Ivo, Vitinha, Paulito e Elton.
Treinador: António Flávio
Jogo no Estádio Municipal de Nelas
Assistência: Cerca de 100 espectadores
Árbitro: Pedro Maia (Porto)
Auxiliares: Rui Licínio e Ludovico Franco
Resultado ao intervalo: 1-0
Marcadores: Castigo (24m), Tó Miguel (54m), Joca (80m) e Edú (90m).
Acção disciplinar: Cartão amarelo: Tó Miguel (34m), Abadito (82m) e Edú (87m).
C. C.
A partida iniciou-se com algumas cautelas por banda do Nelas, pois esta equipa sabia que tinha pela frente um conjunto com jogadores possantes, que jogam bem no contra - ataque e que tinham vindo a realizar bons resultados fora de casa. Mas, curiosamente, os forasteiros também não arriscaram muito, apesar da compleição física ser bem mais pesada, própria para terrenos enlameados, como o que se verificava com o relvado.
Deste modo, não admira que se tivesse assistido a uma primeira parte muito equilibrada, embora com futebol diferenciado. De facto, os locais utilizaram mais a técnica, mas sem abusar, enquanto que os bairradinos adoptaram a força física dos jogadores para tentar entrar no meio campo da casa. Mas a verdade é que nenhum dos adversários conseguiu ascendente sobre o outro. No entanto, em termos de aproveitamento a equipa nelense esteve mais eficaz, pois conseguiu marcar um golo, muito oportuno, por Edú Castigo que, assim, "castigou" a desatenção da defensiva contrária, incluindo o guarda - redes Mário Júlio, aos 24 minutos.
Até ao intervalo, os forasteiros bem tentaram, em contra - ataques, quase sempre conduzidos por Barreto e Dani, o empate, mas a defesa da casa deu conta do recado e tornou infrutíferas todas as intenções dos oliveirenses.
No segundo tempo, António Flávio insistiu na pujança física dos seus jogadores e, num lance em que Hugo Ferreira saiu da baliza, mas ficou a meio da viagem, Tó Miguel subiu mais alto e empatou o jogo, relançando a partida.
Mas deu a sensação de que os visitantes acreditaram que podiam chegar ainda mais além e as entradas de Fábio e Gabriel para o ataque tinham como missão pressionar o último reduto local. Só que este jogou sempre muito longe da sua baliza, o que dava tempo aos defesas para recomporem-se e recuperarem através da velocidade, já que eram jogadores mais leves.
Aos 80 minutos, Bruno em iniciativa individual, ultrapassou dois defesas contrários, entrou na pequena área de baliza à guarda de Mário Júlio e rematou ao poste. Mas, muito oportuno, Joca fez a recarga vitoriosa.
O Nelas agigantou-se e conseguiu não só controlar a vantagem, o tempo, como ainda fazer o terceiro golo. Foi um fenomenal golo, com Edú a receber um passe de Fernando, a deixar pregados ao chão dois jogadores contrários e a cerca de 25 metros, com o pé esquerdo, bateu Mário Júlio, com a bola a entrar na "gaveta" superior esquerda, fazendo levantar o pouco público presente.
A arbitragem de Pedro Maia esteve irregular, voltando atrás na decisão da grande penalidade contra o Nelas, já no último minuto do primeiro tempo, aceitando a indicação do seu auxiliar em como havia fora de jogo do dianteiro visitante, e depois deixou passar um castigo máximo contra o Oliveira do Bairro que com a mão quase fazia auto - golo, quando o marcador acusava o empate. Foi, se calhar a compensação ao primeiro erro, o que não abona nada o seu trabalho.
Hugo Ferreira; Steven, Abadito, Castigo (Rui Santos, 73) e Lage; Edú, Éder e Fernando; Marcial (Joca, 76), Rui André e Bruno (Carvalhinho, 91)
Substituições: Castigo por Rui Santos (73m), Marcial por Joca (76m) e Bruno por Carvalhinho (91m)
Suplentes não utilizados: Rui Vale, Tchocomar, Magalhães e Rui Miguel
Treinador: António Borges
Ol. Bairro 1
Mário Júlio; Justiça, José Carlos Paulinho e Jean (Tojó, 83); Barreto, Carlos Miguel e Paulo Costa; Tó Miguel, Leandro (Fábio, 55) e Dani (Gabriel, 70)
Substituições : Leandro por Fábio (55m), Dani por Gabriel (70m) e Jean por Tojó (83m).
Suplentes não utilizados: Ivo, Vitinha, Paulito e Elton.
Treinador: António Flávio
Jogo no Estádio Municipal de Nelas
Assistência: Cerca de 100 espectadores
Árbitro: Pedro Maia (Porto)
Auxiliares: Rui Licínio e Ludovico Franco
Resultado ao intervalo: 1-0
Marcadores: Castigo (24m), Tó Miguel (54m), Joca (80m) e Edú (90m).
Acção disciplinar: Cartão amarelo: Tó Miguel (34m), Abadito (82m) e Edú (87m).
C. C.
A partida iniciou-se com algumas cautelas por banda do Nelas, pois esta equipa sabia que tinha pela frente um conjunto com jogadores possantes, que jogam bem no contra - ataque e que tinham vindo a realizar bons resultados fora de casa. Mas, curiosamente, os forasteiros também não arriscaram muito, apesar da compleição física ser bem mais pesada, própria para terrenos enlameados, como o que se verificava com o relvado.
Deste modo, não admira que se tivesse assistido a uma primeira parte muito equilibrada, embora com futebol diferenciado. De facto, os locais utilizaram mais a técnica, mas sem abusar, enquanto que os bairradinos adoptaram a força física dos jogadores para tentar entrar no meio campo da casa. Mas a verdade é que nenhum dos adversários conseguiu ascendente sobre o outro. No entanto, em termos de aproveitamento a equipa nelense esteve mais eficaz, pois conseguiu marcar um golo, muito oportuno, por Edú Castigo que, assim, "castigou" a desatenção da defensiva contrária, incluindo o guarda - redes Mário Júlio, aos 24 minutos.
Até ao intervalo, os forasteiros bem tentaram, em contra - ataques, quase sempre conduzidos por Barreto e Dani, o empate, mas a defesa da casa deu conta do recado e tornou infrutíferas todas as intenções dos oliveirenses.
No segundo tempo, António Flávio insistiu na pujança física dos seus jogadores e, num lance em que Hugo Ferreira saiu da baliza, mas ficou a meio da viagem, Tó Miguel subiu mais alto e empatou o jogo, relançando a partida.
Mas deu a sensação de que os visitantes acreditaram que podiam chegar ainda mais além e as entradas de Fábio e Gabriel para o ataque tinham como missão pressionar o último reduto local. Só que este jogou sempre muito longe da sua baliza, o que dava tempo aos defesas para recomporem-se e recuperarem através da velocidade, já que eram jogadores mais leves.
Aos 80 minutos, Bruno em iniciativa individual, ultrapassou dois defesas contrários, entrou na pequena área de baliza à guarda de Mário Júlio e rematou ao poste. Mas, muito oportuno, Joca fez a recarga vitoriosa.
O Nelas agigantou-se e conseguiu não só controlar a vantagem, o tempo, como ainda fazer o terceiro golo. Foi um fenomenal golo, com Edú a receber um passe de Fernando, a deixar pregados ao chão dois jogadores contrários e a cerca de 25 metros, com o pé esquerdo, bateu Mário Júlio, com a bola a entrar na "gaveta" superior esquerda, fazendo levantar o pouco público presente.
A arbitragem de Pedro Maia esteve irregular, voltando atrás na decisão da grande penalidade contra o Nelas, já no último minuto do primeiro tempo, aceitando a indicação do seu auxiliar em como havia fora de jogo do dianteiro visitante, e depois deixou passar um castigo máximo contra o Oliveira do Bairro que com a mão quase fazia auto - golo, quando o marcador acusava o empate. Foi, se calhar a compensação ao primeiro erro, o que não abona nada o seu trabalho.
domingo, dezembro 10, 2006
A. Viseu 5 Lamelas 2
Numa tarde gelada e com o céu limpo sobre o Fontelo, o Ac.Viseu
recebeu a formação do Lamelas com a motivação em alta, depois da boa vitória em Moimenta. A “turma” de Idalino Almeida entrou com boa atitude, circulando a bola e criando espaços. Contudo, a formação do Lamelas “entornou” um balde de água fria sobre os da casa, marcando logo aos onze minutos numa jogada estranha, com P.J. a marcar de recarga, no chão, o primeiro golo da partida. Apesar desse revés inicial, a formação academista não baixou os braços e logo três minutos depois, por intermédio do capitão Carlos Santos, de livre, repôs a igualdade.
Motivada pelo golo do empate, a equipa da casa lançou-se na ofensiva e criou boas oportunidades para se adiantar no marcador, algo que viria a acontecer à passagem do minuto 25 com excelente trabalho de Carlos Santos na direita a cruzar para o cabeceamento triunfante de Amarildo completamente sozinho no coração da área.
Quatro minutos depois do segundo golo, a “turma” academista falhou o terceiro. Amarildo, de novo sozinho na área, demorou muito tempo para rematar, permitindo corte à defensiva do Lamelas. O Ac.Viseu chegava ao intervalo a vencer por 2-1, um resultado que não espelhava o forte domínio dos da casa no primeiro tempo.
A segunda metade trouxe mais golos e novo balde de água fria no Fontelo. Logo aos 48 minutos, Zenga aproveitou da melhor maneira uma defesa incompleta de Manuel Fernandes, acumulada com falhas de marcação, e marcou o segundo golo e empate para o Lamelas. No entanto, o Ac.Viseu voltou a mostrar boa reacção a um golo sofrido e lançou-se rapidamente na procura da vantagem. Primeiro aos 52 minutos, Amarildo cabeceia perto do poste de David e depois é Barra que obriga o guardião do Lamelas a aplicar-se. Aos 61 minutos foi a vez de Carlos Santos mostrar novamente os seus dotes para a marcação de livres só que desta vez David conseguiu defender.
A pressão do Ac.Viseu intensificava-se, e só abrandou aos 70 minutos com o terceiro golo. Carlos Santos apareceu isolado perante a passividade dos defesas contrários, “sentou” o guarda-redes David e encostou facilmente para golo. As fragilidades defensivas do adversário eram mais uma vez postas a nu e a capacidade de finalização de Carlos Santos tornou-se ainda mais evidente.
Só que o Ac.Viseu voltou a relaxar perante a vantagem e quase permitiu nova igualdade ao Lamelas, que à passagem dos 78 minutos, na figura de Tiago, atirou a bola muito perto do poste direito de Manuel Fernandes.
Mas a história do jogo estava para ser decidida. Aos 80 minutos, Fábio Santiago arranca do lado direito um bom cruzamento, Amarildo domina e Eduardo carimba o quarto golo da tarde. Tudo isto feito com a defesa do Lamelas a “apanhar laranjas” enquanto o Ac.Viseu as comia.
Contudo, o 4-2 não chegava e os academistas, quase que a “sufocarem” os de Lamelas, marcaram o 5-2 final, depois de um excelente remate cruzado de Emerson que só parou nas redes da baliza à guarda de David.
Uma vitória justíssima apesar do sofrimento que o Lamelas ainda causou aos academistas, embora estes também tenham facilitado bastante. No final da partida, Idalino Almeida, o técnico do Académico, justificou os golos sofridos com a juventude da sua defesa mas enalteceu o trabalho geral da equipa. No entanto, Idalino ainda comentou a atitude menos correcta de alguns adeptos, referindo que: ”Há um grupo de assistentes que está empenhado em perturbar a equipa […] As coisas começam a cansar […] Alguns adeptos merecem que algum treinador esfole este clube novamente e que o leve à ruína […] Esse alguém que se retratasse e que deixasse de contratar capangas para virem perturbar a equipa”. Palavras duras que espelham a tensão entre alguns adeptos e a equipa academista.
Do trabalho do árbitro Fernando Ananias nada a assinalar, tomara que fossem todas assim.
Ac.Viseu 5
- Manuel Fernandes, Fábio Santiago, Calico, Zé Pedro, Negrete, Xinoca, Carlos Santos, João Miguel, Barra, Eduardo e Amarildo.
Substituições: Zé Pedro por Emerson (68m), Barra por Paulito (79m) e Amarildo por Carlitos (84m).
Suplentes não utilizados: André, Pedro Teixeira e Bruno.
Treinador: Idalino Almeida
Lamelas 2
- David, Lopes, Kulkov, Luís, Márcio, Victor, Gancha, Marco, P.J., Tiago e Zenga.
Substituições: Zenga por Ventura (70m).
Suplentes não utilizados: Baía, Ruca e Daniel.
Treinador: Portela
Jogo no Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu
Assistência: 300 espectadores
Árbitro: Fernando Ananias (Armamar)
Auxiliares: Carlos Teixeira e Jorge Saraiva.
Resultado ao Intervalo: 2-1
Marcadores: P.J. (11m), Carlos Santos (14m), Amarildo (25m), Zenga (48m), Carlos Santos (70m), Eduardo (80m) e Emerson (90+3m).
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Gancha (41m) Amarildo (64m) e Victor (65m).
Vitor Ramos
recebeu a formação do Lamelas com a motivação em alta, depois da boa vitória em Moimenta. A “turma” de Idalino Almeida entrou com boa atitude, circulando a bola e criando espaços. Contudo, a formação do Lamelas “entornou” um balde de água fria sobre os da casa, marcando logo aos onze minutos numa jogada estranha, com P.J. a marcar de recarga, no chão, o primeiro golo da partida. Apesar desse revés inicial, a formação academista não baixou os braços e logo três minutos depois, por intermédio do capitão Carlos Santos, de livre, repôs a igualdade.Motivada pelo golo do empate, a equipa da casa lançou-se na ofensiva e criou boas oportunidades para se adiantar no marcador, algo que viria a acontecer à passagem do minuto 25 com excelente trabalho de Carlos Santos na direita a cruzar para o cabeceamento triunfante de Amarildo completamente sozinho no coração da área.
Quatro minutos depois do segundo golo, a “turma” academista falhou o terceiro. Amarildo, de novo sozinho na área, demorou muito tempo para rematar, permitindo corte à defensiva do Lamelas. O Ac.Viseu chegava ao intervalo a vencer por 2-1, um resultado que não espelhava o forte domínio dos da casa no primeiro tempo.
A segunda metade trouxe mais golos e novo balde de água fria no Fontelo. Logo aos 48 minutos, Zenga aproveitou da melhor maneira uma defesa incompleta de Manuel Fernandes, acumulada com falhas de marcação, e marcou o segundo golo e empate para o Lamelas. No entanto, o Ac.Viseu voltou a mostrar boa reacção a um golo sofrido e lançou-se rapidamente na procura da vantagem. Primeiro aos 52 minutos, Amarildo cabeceia perto do poste de David e depois é Barra que obriga o guardião do Lamelas a aplicar-se. Aos 61 minutos foi a vez de Carlos Santos mostrar novamente os seus dotes para a marcação de livres só que desta vez David conseguiu defender.
A pressão do Ac.Viseu intensificava-se, e só abrandou aos 70 minutos com o terceiro golo. Carlos Santos apareceu isolado perante a passividade dos defesas contrários, “sentou” o guarda-redes David e encostou facilmente para golo. As fragilidades defensivas do adversário eram mais uma vez postas a nu e a capacidade de finalização de Carlos Santos tornou-se ainda mais evidente.
Só que o Ac.Viseu voltou a relaxar perante a vantagem e quase permitiu nova igualdade ao Lamelas, que à passagem dos 78 minutos, na figura de Tiago, atirou a bola muito perto do poste direito de Manuel Fernandes.
Mas a história do jogo estava para ser decidida. Aos 80 minutos, Fábio Santiago arranca do lado direito um bom cruzamento, Amarildo domina e Eduardo carimba o quarto golo da tarde. Tudo isto feito com a defesa do Lamelas a “apanhar laranjas” enquanto o Ac.Viseu as comia.
Contudo, o 4-2 não chegava e os academistas, quase que a “sufocarem” os de Lamelas, marcaram o 5-2 final, depois de um excelente remate cruzado de Emerson que só parou nas redes da baliza à guarda de David.
Uma vitória justíssima apesar do sofrimento que o Lamelas ainda causou aos academistas, embora estes também tenham facilitado bastante. No final da partida, Idalino Almeida, o técnico do Académico, justificou os golos sofridos com a juventude da sua defesa mas enalteceu o trabalho geral da equipa. No entanto, Idalino ainda comentou a atitude menos correcta de alguns adeptos, referindo que: ”Há um grupo de assistentes que está empenhado em perturbar a equipa […] As coisas começam a cansar […] Alguns adeptos merecem que algum treinador esfole este clube novamente e que o leve à ruína […] Esse alguém que se retratasse e que deixasse de contratar capangas para virem perturbar a equipa”. Palavras duras que espelham a tensão entre alguns adeptos e a equipa academista.
Do trabalho do árbitro Fernando Ananias nada a assinalar, tomara que fossem todas assim.
Ac.Viseu 5
- Manuel Fernandes, Fábio Santiago, Calico, Zé Pedro, Negrete, Xinoca, Carlos Santos, João Miguel, Barra, Eduardo e Amarildo.
Substituições: Zé Pedro por Emerson (68m), Barra por Paulito (79m) e Amarildo por Carlitos (84m).
Suplentes não utilizados: André, Pedro Teixeira e Bruno.
Treinador: Idalino Almeida
Lamelas 2
- David, Lopes, Kulkov, Luís, Márcio, Victor, Gancha, Marco, P.J., Tiago e Zenga.
Substituições: Zenga por Ventura (70m).
Suplentes não utilizados: Baía, Ruca e Daniel.
Treinador: Portela
Jogo no Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu
Assistência: 300 espectadores
Árbitro: Fernando Ananias (Armamar)
Auxiliares: Carlos Teixeira e Jorge Saraiva.
Resultado ao Intervalo: 2-1
Marcadores: P.J. (11m), Carlos Santos (14m), Amarildo (25m), Zenga (48m), Carlos Santos (70m), Eduardo (80m) e Emerson (90+3m).
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Gancha (41m) Amarildo (64m) e Victor (65m).
Vitor Ramos
Etiquetas:
Divisão de Honra
Sampedrense 1 Lamego 3
O lider mostrou os seus atributos no terreno difícil do Sampedrense. Igor foi
a figura do jogo ao apontar os 3 tentos com que a sua equipa venceu em terras de lafões.
Começou melhor a equipa da casa que, logo aos dois minutos, se adiantou no marcador. Vítor, na direita cruzou para o miolo da grande área onde Paulo Costa e Filipe se desentenderam e a bola sobrou para Vítor Hugo que, com a baliza á sua mercê, empurrou para o fundo das redes.
Dois minutos depois, e num lance em tudo semelhante ao anterior, Ricardo num remate acrobático não conseguiu dar impulso suficiente para marcar.
O Sampedrense não podia ter começado melhor o encontro, até porque o Lamego sentia grandes dificuldades na adaptação ao relvado sintético.
Á passagem da meia-hora, após uma escandalosa perdida de Vítor Hugo, Filipe falhou o alivio com o pé, a bola sobrou para André Mendes que, numa jogada individual, rematou para defesa do guarda-redes do Lamego.
Aos 33 minutos surgiu o golo do empate. Na marcação de um pontapé livre no lado direito, a defesa do Sampedrense não foi lesta a aliviar e Igor, de cabeça, fez um chapéu de belo efeito ao guardião de Viegas.
Já em período de compensação, o Lamego voltaria a marcar. Igor recebeu um cruzamento do seu lado esquerdo, dominou, rodou o corpo e rematou forte sem hipóteses de defesa para o guardião da equipa da casa.
Já todos esperavam o apito para o intervalo, mas o Lamego ainda dilatou a vantagem. Em contra-ataque Igor isolou-se e, sem oposição, bateu pela terceira vez Viegas.
O intervalo chegou para alivio dos da casa que, em apenas 2 minutos, viu o líder do campeonato tomar a dianteira do marcador.
Na segunda parte tudo foi diferente, uma vez que as oportunidades de golo foram escassas.
O perigo quase não rondou as balizas. Aos 77 minutos, e apos uma falha de Lau, Ivan isolou-se e rematou forte mas por cima do travessão.
Aos 88 minutos, num lance confuso dentro da pequena área, Heitor não conseguiu a emenda para o golo.
Já em período de descontos, André Mendes, bem posicionado, rematou por cima.
A vitória do Lamego acabou por se justificar, muito por “culpa” de Igor, o autor dos três golos. A formação da casa jogou mais do que o resultado espelha, mas as desatenções pagam-se caras e a factura sobrou para Chalana e seus rapazes.
Sem influenciar o resultado, Nuno Ventura podia ter feito melhor, uma vez que, no lance do segundo golo do Lamego, impediu a reentrada em campo de André Mendes (quando minutos antes não tinha feito o mesmo com Igor) que resultou em inferioridade numérica para a equipa da casa.
Sampedrense 1
Viegas, Vítor, Márcio, Heitor, Lau, Chalana, André Mendes, Luís Costa, Jorgito, Vítor Hugo e Ricardo
Substituições: Bruno Pinto por Jorgito (45m), Moreira por Vítor (45m) e Rochinha por Luís Costa (60m)
Suplentes não utilizados: Costinha, Pedro Pinto e Adrien
Treinador: Chalana
Lamego 3
Filipe, Rafael Duarte, Paulo Costa, Semedo, Freddy, Coruche, Miguel Martins, Henrique, Igor, Ivan e Cassama
Substituições: Binaia por Coruche (53m), Daniel Bastos por Cassama (80m) e Paulo Mendes por Henrique (87m)
Suplentes não utilizados: Daniel, Nuno, Miguel Monteiro e Ruca
Treinador: Vítor Pereira
Jogo no Estádio Municipal da Pedreira, em São Pedro do Sul
Assistência: cerca de 230 pessoas
Árbitro: Nuno Ventura
Auxiliares: Ângelo Santos e Jorge Ramos
Marcadores: Vítor Hugo (2m), Igor (33, 46 e 47 m)
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Ivan (26m), Henrique (35m), Ricardo (58m), Márcio (70m), Miguel Martins (89m), Ricardo II (89m)
Cartão Vermelho para Miguel Martins (89m)
Rui Santos Almeida/JRA
a figura do jogo ao apontar os 3 tentos com que a sua equipa venceu em terras de lafões.Começou melhor a equipa da casa que, logo aos dois minutos, se adiantou no marcador. Vítor, na direita cruzou para o miolo da grande área onde Paulo Costa e Filipe se desentenderam e a bola sobrou para Vítor Hugo que, com a baliza á sua mercê, empurrou para o fundo das redes.
Dois minutos depois, e num lance em tudo semelhante ao anterior, Ricardo num remate acrobático não conseguiu dar impulso suficiente para marcar.
O Sampedrense não podia ter começado melhor o encontro, até porque o Lamego sentia grandes dificuldades na adaptação ao relvado sintético.
Á passagem da meia-hora, após uma escandalosa perdida de Vítor Hugo, Filipe falhou o alivio com o pé, a bola sobrou para André Mendes que, numa jogada individual, rematou para defesa do guarda-redes do Lamego.
Aos 33 minutos surgiu o golo do empate. Na marcação de um pontapé livre no lado direito, a defesa do Sampedrense não foi lesta a aliviar e Igor, de cabeça, fez um chapéu de belo efeito ao guardião de Viegas.
Já em período de compensação, o Lamego voltaria a marcar. Igor recebeu um cruzamento do seu lado esquerdo, dominou, rodou o corpo e rematou forte sem hipóteses de defesa para o guardião da equipa da casa.
Já todos esperavam o apito para o intervalo, mas o Lamego ainda dilatou a vantagem. Em contra-ataque Igor isolou-se e, sem oposição, bateu pela terceira vez Viegas.
O intervalo chegou para alivio dos da casa que, em apenas 2 minutos, viu o líder do campeonato tomar a dianteira do marcador.
Na segunda parte tudo foi diferente, uma vez que as oportunidades de golo foram escassas.
O perigo quase não rondou as balizas. Aos 77 minutos, e apos uma falha de Lau, Ivan isolou-se e rematou forte mas por cima do travessão.
Aos 88 minutos, num lance confuso dentro da pequena área, Heitor não conseguiu a emenda para o golo.
Já em período de descontos, André Mendes, bem posicionado, rematou por cima.
A vitória do Lamego acabou por se justificar, muito por “culpa” de Igor, o autor dos três golos. A formação da casa jogou mais do que o resultado espelha, mas as desatenções pagam-se caras e a factura sobrou para Chalana e seus rapazes.
Sem influenciar o resultado, Nuno Ventura podia ter feito melhor, uma vez que, no lance do segundo golo do Lamego, impediu a reentrada em campo de André Mendes (quando minutos antes não tinha feito o mesmo com Igor) que resultou em inferioridade numérica para a equipa da casa.
Sampedrense 1
Viegas, Vítor, Márcio, Heitor, Lau, Chalana, André Mendes, Luís Costa, Jorgito, Vítor Hugo e Ricardo
Substituições: Bruno Pinto por Jorgito (45m), Moreira por Vítor (45m) e Rochinha por Luís Costa (60m)
Suplentes não utilizados: Costinha, Pedro Pinto e Adrien
Treinador: Chalana
Lamego 3
Filipe, Rafael Duarte, Paulo Costa, Semedo, Freddy, Coruche, Miguel Martins, Henrique, Igor, Ivan e Cassama
Substituições: Binaia por Coruche (53m), Daniel Bastos por Cassama (80m) e Paulo Mendes por Henrique (87m)
Suplentes não utilizados: Daniel, Nuno, Miguel Monteiro e Ruca
Treinador: Vítor Pereira
Jogo no Estádio Municipal da Pedreira, em São Pedro do Sul
Assistência: cerca de 230 pessoas
Árbitro: Nuno Ventura
Auxiliares: Ângelo Santos e Jorge Ramos
Marcadores: Vítor Hugo (2m), Igor (33, 46 e 47 m)
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Ivan (26m), Henrique (35m), Ricardo (58m), Márcio (70m), Miguel Martins (89m), Ricardo II (89m)
Cartão Vermelho para Miguel Martins (89m)
Rui Santos Almeida/JRA
Etiquetas:
Divisão de Honra
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Pesquisar neste blogue
Consulte Aqui
Horas
Entidades
Visita Obrigatória
- A Magia do Futebol
- Academia de Talentos
- Academia Futsal Resende
- Avião da Bancada
- Baixar o Martelo
- Bancada Directa
- Bao's World
- Claque Ultra Trambelos
- Desportivamente
- Desporto
- desportonasbeiras
- DFA - Desporto e Formação - Açores
- FAS - Futebol Ao Segundo
- Fora de Jogo
- Fora de Jogo
- Futebol brasileirão
- Futebol Distrital Coimbra
- Futebol Distrital Leiria
- Futebol Feminino Portugal
- Futebol Local
- Futebol modelo de vitória
- Futsal Viseu
- Grupo FDV Hi5
- Grupo FDV no Facebook
- Joca Lamas Fausto
- Keeper Viseu
- Mangualde Online
- Mulher, menina, jogadora, treinadora, professora?
- O Massagista
- Paixão Benfica A.Viseu
- Portal Cidade de Viseu
- Portal Futebol Feminino Portugal
- Tarouca Hoje
- VFM Desporto
- Viseu Senhora da beira
- ZeroZero
Jornais Locais
Rádios Locais
Futebol ao Vivo
Seguidores
Etiquetas
- Lajeosa do Dão 1ª Norte Arguedeira1ª Sul (1)
- Sátão CarvalhaisDivisão de Honra (1)
- Vale de Açores 1ª Norte1ª SulFornelos (1)
- 1ª (1)
- 1ª distrital norte (2)
- 1ª Norte (354)
- 1ª Norte Arguedeira 1ª Sul (10)
- 1ª Sul (313)
- 2012 (1)
- 2ª B (12)
- 2ª divisão (6)
- 2ª divisão centro (14)
- 2ª Divisão Distrital (129)
- 2ª divisão futsal (15)
- 2ª Divisão Norte (8)
- 2ª Divisão Norte 1ª Sul Fornelos (7)
- 2ªC (214)
- 2ºB (3)
- 2ºB Tondela (67)
- 3ª B (4)
- 3ª C (373)
- 3ª D (39)
- 3ªNacional (15)
- 6º (1)
- 6º ENCONTRO SUB 6 (6)
- 6º ENCONTRO TRAQUINAS SUB 8 / PETIZES SUB 6 (9)
- 6º ENCONTRO TRAQUINAS SUB 8 análise da jornada (5)
- 8ª Jornada 2010 (6)
- A.F.Viseu (3)
- A.Viseu (158)
- Abraveses (50)
- AcademicoViseu (3)
- açores (3)
- adidas (1)
- afv (9)
- algarve cup 2012 (1)
- Alvite (39)
- análise da jornada (14)
- andebol (1)
- Aniversário (2)
- antevisão (95)
- Antevisão da Jornada (18)
- arbitragem (6)
- arbitros (3)
- árbitros (1)
- Arguedeira (40)
- Armamar (2)
- barcelona (3)
- beiras (2)
- Bela Vista (2)
- Benfica (4)
- Benjamins (3)
- Besteiros (55)
- Boassas (27)
- Bolsa de Valores (188)
- braga (5)
- C.Sal (55)
- Cabanas de Viriato (61)
- Calde (4)
- calendário (209)
- Camadas Jovens (442)
- campanha solidária (4)
- Campeonato nacional feminino (43)
- campeonatos (4)
- Campia (96)
- Canas de Santa Maria (53)
- Canas de Senhorim (153)
- Caparrosa (4)
- captações (1)
- cardoso (1)
- Carvalhais (129)
- casa da benfica (1)
- Cassurrães (1)
- Castro Daire (39)
- Ceireiros (48)
- cesarense (1)
- chaves (1)
- Cinfães (142)
- Coelho Verde (1)
- coimbrões (1)
- convocatória (1)
- convocatórias (1)
- CP Lajeosa (2)
- Cup (2)
- cursos (1)
- danone (1)
- Danone Cup 2012 (2)
- Debate (15)
- deliberações (1)
- desempregados (1)
- desilusão da semana (5)
- Diversão (15)
- divisão (1)
- Divisão de Honra (760)
- dragon force (2)
- EFC (54)
- efeneto (24)
- emprego (1)
- Entrevista (46)
- epv (1)
- equipa da semana (5)
- Escola (129)
- esf (1)
- Espinho (2)
- euro 2012 (1)
- Euro 2013 (1)
- f.aves (1)
- Farminhão (29)
- fátima (2)
- Feira S. Mateus (2)
- feminino (1)
- Ferreira de Aves (56)
- festa do futebol feminino (1)
- Fiais da Telha (1)
- fifa (2)
- forlife (2)
- formação (2)
- Fornelos (40)
- fpf (4)
- futebol (1)
- futebol clube do porto (2)
- Futebol Feminino (150)
- Futebol Masculino (2)
- futebol salão (1)
- futsal (4)
- futsal feminino (4)
- gala (1)
- galfarritos (1)
- GDOF (1)
- gentedanave (2)
- ginásio (1)
- Hino Nacional (2)
- inatel (15)
- infantis (1)
- Informação (546)
- inter-associações (1)
- jamor (2)
- jornada 29 (1)
- juniores (7)
- juvenis (5)
- Lageosa do Dão (23)
- Lajeosa (1)
- Lajeosa do (1)
- Lajeosa do Dão (23)
- Lajeosa do Dão 1ª Norte (3)
- Lajeosa do Dão 1ª Norte Arguedeira 1ª (1)
- Lajeosa do Dão 1ª Norte Arguedeira 1ª Sul (1)
- Lamego (87)
- Lamelas (88)
- Leitura Desportiva (13)
- Leomil (4)
- liguilha (1)
- lisboa (2)
- livro (1)
- lobanense (4)
- Lusitano (125)
- M. Beira (76)
- madalena (2)
- Mangualde (110)
- manteigas (1)
- mapa de castigos (4)
- marzovelos (1)
- medicina desportiva (34)
- melhores marcadores (48)
- Mercado (30)
- Mercado de Inverno (2)
- Método de Coerver (1)
- Milheiroense (1)
- moimenta da beira (5)
- Moimenta do Dão (40)
- Molelos (90)
- Monica Jorge (1)
- Mortágua (61)
- Nandufe (5)
- Natal (2)
- Nave-Alvite (17)
- Nelas (123)
- Nespereira (68)
- Nomeações (16)
- norte litoral tv (1)
- nota informativa (1)
- novo capítulo (7)
- O. Douro (39)
- O.Frades (108)
- O.Hospital (1)
- oliveira de frades (4)
- online (1)
- operário (2)
- orangina (1)
- P. Lafões (9)
- padroense (2)
- Paivense (74)
- Parada (69)
- Parada de Gonta (18)
- parceria (1)
- Paulo Lima (1)
- pedreira (1)
- Penalva do Castelo (194)
- Pesqueira (67)
- pestinhas (1)
- petizes (2)
- Pinheiro de Lafões (5)
- porto (1)
- Portugal (3)
- portugueses (1)
- prémios (2)
- protocolo (1)
- radio (1)
- Ranhados (39)
- real madrid (1)
- Repesenses (3)
- Resende (75)
- Resultados (246)
- rio ave (1)
- Riodades (4)
- Roriz (50)
- Sampedrense (100)
- Santacombadense (119)
- Santar (144)
- Santiago de Besteiros (5)
- Santiago de Cassurrães (33)
- São Mateus Women's cup (1)
- Sátão (116)
- Sátão Carvalhais Divisão de Honra (11)
- Sátão Carvalhais Divisão Fornelos (1)
- seia (1)
- seleção (1)
- Seleção Nacional (7)
- Seleccionadora Nacional (1)
- Selecções A F Viseu (2)
- seleções (1)
- seniores (1)
- Sernancelhe (49)
- Sezurense (60)
- Silgueiros (54)
- Silly Season (67)
- Social Lamas (38)
- Sporting (1)
- sub_17 (1)
- sub-12 (1)
- subida (1)
- Sul (1)
- Taça (207)
- Taça de Portugal (25)
- Taça Futsal (3)
- Taça Sócios de Mérito (3)
- Tarouquense (100)
- taskers (1)
- Tocha (1)
- Tondela (141)
- torneio (5)
- Torneios (2)
- Traquinas (1)
- Treinador (6)
- treinadores (2)
- Treino (10)
- treinos (3)
- U.Lamas (1)
- uefa (1)
- Vale (1)
- vale da pata (1)
- Vale de (1)
- Vale de Açores (41)
- Vale de Açores 1ª (1)
- Vale de Açores 1ª Norte 1ª Sul do Dão 1ª Norte Arguedeira 1ª Norte (1)
- Vale de Açores 1ª Norte 1ª Sul Fornelos (2)
- Vale de Madeiros (67)
- Valecambrense (2)
- varzim (4)
- veteranos (1)
- Vila Chã de Sá (38)
- vilacovense (3)
- Vilamaiorense (60)
- vilaverdense (2)
- Viseu (2)
- Viseu 2001 (18)
- Viseu e Benfica (79)
- Vouzelenses (75)
- Zaask (1)




