quarta-feira, janeiro 31, 2007

1ª Zona Sul: S. Cassurrães 1 Santar 1

S.Cassurrães 1 Santar 1

S. Cassurrães: Filipe, João, Mota, João da Mata(C), Farreca, Coelho, Bruno, Júlio, Luís, Carlos, Dani
Substituições: Carlos por Rui Melo(45’)
Suplentes não utilizados: Tó, Toninho, Jorge
Treinador: Braga

Santar: Pio, Jorge Silva, Rui, Marcial, Neves(C), Mariano, Jorge, Filipe, Bruno, Man, Tójó
Substituições: Tójó por Marinho(64’), Filipe por Xarila(75’), Jorge por Zeca(89’)
Suplentes não utilizados: Vítor, Fábio
Treinador: João Pereira

Estádio: Campo da Feirinha
Árbitro: Carlos Duarte
Resultado ao Intervalo: 1-1
Marcadores: Dani(3'), Mariano(39')
Acção Disciplinar: Amarelo: Man(32’), João da Mata(41’), Dani(45’), Marcial(76’), Filipe(78’)
Vermelho: Farreca(82’), Marinho(85’)

O Santar deslocou-se nesta tarde fria a Cassurrães e empatou 1-1.

In Página Oficial do S.C. Santar

2ª Divisão: Besteiros 2 Fiais da Telha 0

Campo da Corte, em Campo de Besteiros.
ÁRBITRO - Luis Rodrigues.

BESTEIROS - Márcio, Daniel (Paulo Lourosa 45m), Mário (Cap.), Sá, Marco Paulo, Jacinto (Renato 76m), Vítor Bruno, Fábio, João Paulo II, Zé Russo e Edgar (Loureiro 66m).
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS - Luis Dias, João Paulo I, Raul e Pedro Vale.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Jacinto e Fábio.
TREINADOR -Carlos Miguel Pratas.

FIAIS DA TELHA - Baptista, Bernardo, Albuquerque, cunha, Duarte, Costa,, Alberto, Marco (Correia 45m), Ricardo, Ramalho (Cap. Mendes 68m) e Agostinho (Samuel 45m).
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS -Borges, Daniel, Ruas e Veloso.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Albuquerque e Correia.
TREINADOR - José Dias Baptista.

"SOFRER QUASE ATÉ AO FIM"
Numa tarde bastante cinzenta e com bastante público a assistir, defrontaram-se no campo da Corte, mais uma jornada do Campeonato Distrital da 2ª Divisão, onde se defrontaram as equipas do Besteiros e do Fiais da Telha.
O jogo começou com a equipa forasteira a dar o primeiro sinal de perigo logo nos primeiros segundos da partida. O Besteiros não se intimidou com esta entrada de rompante da equipa adversária, começou a tomar conta do jogo e João Paulo II e depois Zé Russo, falharam por pouco as redes à guarda de Baptista.
Aos 15 minutos é a vez de Vítor Bruno a passe de Edgar, falhar a hipótese de inaugurar o marcador já com a baliza totalmente desguarnecida. No minuto seguinte e mais uma vez Zé Russo, a centro da direita de Edgar falha mais uma vez. Até que aos 20 minutos, o mesmo Zé Russo não falha uma recarga a uma bola que vem da trave, e faz o 1 a 0 para a sua equipa.
O Fiais da Telha não baixa os braços e após a marcação de um livre aos 24 minutos chega com algum perigo à baliza defendida por Márcio.
O jogo ia-se desenrolando com jogadas de perigo para ambos os lados, no entanto o maior pendor atacante era dado por parte do Besteiros, à procura do segundo golo que tardava em chegar. Assim aos 38 minutos Vítor Bruno remata à baliza de Baptista, levando a bola a rasar a trave, de seguida é Zé Russo que a passe de Edgar remata à baliza fraco e para fora.
Sá tenta a sua sorte e mais uma vez a bola sai a rasar a baliza forasteira e o intervalo chega com a resultado favorável ao Besteiros por uma bola a zero.
A segunda metade começou como tinha acabado a primeira, ou seja a jogar-se mal com pontapés para o ar e aos 50 minutos Brito remata com perigo à baliza de Márcio. Vítor Bruno aos 53 remata à baliza sem êxito, o guarda redes forasteiro defende para canto. De seguida é a vez de Márcio executar uma excelente defesa a remate dum avançado do Fiais da Telha. Zé Russo na marcação de um livre leva a bola com estrondo à trave.
O golo da tranquilidade tardava em chegar e o técnico do Besteiros faz entrar Loureiro para dar mais força à linha avançada do Besteiros e fê-lo com bons resultados, pois aos 70 minutos o mesmo Loureiro descaído para a esquerda, remata muito alto à baliza de Baptista e um remate que toda a gente considerava inofensivo, tornou-se no 2º golo dos donos da casa e então sim respirou-se de alívio.
A equipa do Vale de Besteiros apesar de não fazer um bom jogo conseguiu os seus intentos que era amealhar os três pontos em disputa para não abandonar os lugares cimeiros.
A equipa de arbitragem não esteve bem, houve muita descoordenação entre o árbitro e os seus auxiliares, o auxiliar do lado do peão dava mostras de não saber aquilo que andava a fazer. O árbitro do encontro além de contribuir para que se demorasse muito tempo na cobrança dos livres falava muito com os jogadores e apesar do Besteiros ter ganho o encontro na nossa opinião damos nota negativa à equipa de arbitragem.
No próximo Domingo o Besteiros desloca-se a Resende para defrontar a equipa local, neste que poderá ser considerado como o jogo do título, por conseguinte vamos todos apoiar os atletas do Besteiros a Resende, pois além do excelente passeio que poderá desfrutar, dará um grande apoio a estes briosos atletas que a troco de quase nada Domingo a Domingo envergam e dignificam as cores do seu clube.
No próximo Domingo todos os caminhos vão dar a Resende para apoiar o BESTEIROS FUTEBOL CLUBE.

J.A.L.P.


In Besteiros Blog

Nelas em dificuldades para regressar ao Continente

A equipa do Nelas viveu momentos de incerteza e de medo no regresso ao Continente
O Sport Lisboa e Nelas jogou a passada jornada, a contar para o Campeonato Nacional da 2.ª Divisão, na ilha do Pico, para defrontar o Madalena. Se o baptismo de voo do clube nelense não foi o melhor, como referimos na nossa edição de segunda-feira, a verdade é que o regresso foi bem mais complicado.
«Foram horas de autêntica ansiedade, medo e de muito pânico, antes do avião ter aterrado e ficado imobilizado no aeroporto de Santa Maria», recorda o Chefe do Departamento de Futebol do Nelas, Fernando Alexandre Alves.
Aquele dirigente resumiu-nos o que se passou, a partir do final do jogo na ilha do Pico, e que o Nelas perdeu «porque outros interesses mais altos se levantam».
«Saímos do Pico para a Terceira e de lá para Ponta Delgada e levantámos voo por volta das 22h30m locais, com destino a Lisboa, onde deveríamos chegar um pouco depois da meia noite. O nosso espanto foi quando, dez minutos depois, no momento da refeição que nos estava a ser servida, ouvimos a ordem de apertar os cintos e a informação de que havia uma avaria técnica do avião, mais concretamente no "flap" - uma espécie de tampa que abre e fecha, aquando das manobras de descolagem e aterragem - como mais tarde viemos a saber, o que, como é evidente, nos deixou a todos alarmados, apesar da indicação de que iríamos regressar a Ponta Delgada dentro de vinte minutos, mas que se verificiu ter sido quase uma hora depois», contou-nos Fernando Alves.

Aterragem no aeroporto de Santa Maria foi violenta

«Mas o pânico que já era grande, até porque havia já gente a chorar, acentuou-se quando nos apercebemos que o avião voava inclinado. Quem ia nos bancos mais juntos à asa com a avaria, apercebia-se de que essa inclinação era bastante acentuada», recorda o dirigente.
«O medo e a incerteza do que nos iria acontecer, apossou-se de todos os passageiros e nem os mais corajosos resistiram», salientou Fernando Alves que acrescentou: «A aterragem foi violenta, porque o avião "caiu" autenticamente na pista, saltou e voltou a "cair" desamparado, imobilizando-se pouco depois. Ficamos espantados quando nos apercebemos que, afinal, estávamos na ilha de Santa Maria e não no aeroporto de Ponta Delgada, a que acrescia o facto de estarem mobilizados todos os meios de salvamento, o que nos fêz tremer ainda mais, porque, afinal, o perigo que corremos tinha sido de maiores dimensões do que julgávamos de início.
Fomos transportados para hotéis da ilha e então foi possível receber as explicações do que se tinha passado e os perigos que todos tínhamos corrido. À pergunta porquê o regresso a Ponta Delgada, como nos haviam informado, e não a continuação até Lisboa, quando estávamos já a caminho, responderam-nos que é nos Açores que a SATA tem a sua Sede e que seria lá que as coisas teriam de ser resolvidas».
Ficaram então à espera até às 16h30m de segunda-feira, altura em que foram para o aeroporto tratar das formalidades do embarque, no mesmo avião, depois de reparado com a peça que tinha sido enviada de Lisboa, cidade onde chegaram um pouco depois das 19h30m.
Fernando Alves estranha o facto de, na sua chegada a Lisboa, a comunicação social «que nestas coisas costuma dar grande destaque, praticamente não compareceu».
Para o dirigente, «isso poderá dever-se ao facto de a SATA (companhia açoreana), ter conseguido evitar que o incidente fosse divulgado pelos órgãos da comunicação social do Continente, pois a imprensa e televisão açoreanas deram a notícia».

Comitiva do Nelasmanteve-se unida

«A verdade é que durante os momentos terríveis que todos vivemos, a comitiva do Nelas manteve-se unida e houve sempre um espírito de solidariedade e de tentativa de manter a tranquilidade possível nestas alturas e situações», afirmou-nos o dirigente.
Fernando Alves disse-nos que «havia quem estivesse com menos tranquilidade e era isso que todos tentávamos manter, o que ajudou a ultrapassar as horas de angústia, que não abrandaram quando soubemos que regressávamos a Lisboa no mesmo avião e, quando uma trepidação própria do voo era maior, lá vinha à lembrança o que se tinha passado antes».
«Só nos sentimos aliviados quando o avião se imobilizou no aeroporto em Lisboa», recorda o Chefe do Departamento de Futebol do Nelas.

«A FPF terá de rever o enquadramento das equipas açoreanas na 2.ª Divisão Nacional»

Para Fernando Alves «a Federação terá rever o enquadramento das equipas açoreanas no Campeonato Nacional da 2.ª Divisão, porque se englobadas na Série D já é complicado, na Série C é muito mais penoso e dispendioso, porque as equipas para embarcarem em Lisboa, perdem, no mínimo, cinco horas de viagem».
Aquele dirigente continua a pensar que «as equipas do Açores deveriam realizar a prova entre si», destacando o facto de que «para se ir à ilha do Pico é preciso apanhar vários transportes, o que desgasta os clubes do Continente que lá se deslocam. Espero e desejo que o Penalva tenha mais sorte do que o Nelas que, sem dúvida, passou um fim-de-semana terrível e prolongado», disse - nos Fernando Alves que fez questão de referir que «o programa do Nelas continua, estando já a ser preparado o jogo do próximo domingo e a organização da ida ao reduto do Operário, na ilha de S. Miguel».

C.C.

In Diario Regional de Viseu

3ª Nacional C: Tocha 1 Santacombadense 2

Jogo no Complexo Desportivo da Tocha, tempo frio 5ª C, cerca de 300 espectadores:

O Santacombadense alinhou com: Bruno, Brinca, Carlitos, Machado, Botas, Kiko, Mota, Ruben, Tagui, Abílio e Mike .

Suplentes não utilizados: Fernando, Motinha, Luis e Edgar.

Substituições: 30m Abílio por Bill , 64m Mota por Nuno e 81m Bill por David.

Os Pinguins do Dão terminaram a primeira volta da melhor maneira com uma vitória importantíssima no terreno de um adversàrio que luta pelos mesmos objectivos, vitória essa construída com muito esforço e contra 14 "jogadores adversàrios".
Numa tarde fria e chuvosa os Pinguins entraram muito bem no jogo, controlando o adversàrio e partindo ràpido para o ataque, tendo criado uma excelente oportunidade numa bela jogada de Ruben que de imediato endossou a bola a Abílio que desperdiçou a melhor oportunidade dos Pinguins no primeiro tempo. A equipa do Tocha nos últimos minutos 10 minutos do primeiro tempo dominou o jogo e criou algumas oportunidades de golo, num livre Bruno defendeu um remate traiçoeira, depois do canto Brinca tirou a bola em cima da linha de golo, novo canto e golo do Tocha numa cabeçada fulminante mesmo á beira do intervalo. E assim se chegou ao intervalo com um resultado injusto para os Pinguins.
No inicio do segundo tempo os Pinguins entraram com vontade de virar o encontro, partindo para cima do adversàrio criando imensas oportunidades flagrantes de golo. O Tocha simplesmente criava perigo em jogadas de contra-ataque, aproveitando o balanceamento ofensivo dos Pinguins, criaram duas oportunidades de golo, mas sem efeitos pràticos. O Santacombadense foi para cima do adversàrio e Tagui , primeiro isolado desperdiçou uma flagrante oportunidade de golo com boa defesa do guardião do Tocha, depois foi a vez de Mike falhar permitindo a defesa novamente do guardião, até que tantas vezes o jarro foi á fonte que deixou lá ficar a asa, e os Pinguins chegaram ao golo, através de uma boa incursão de Botas que cruzou forte rasteiro o que fez com que o defesa adversàrio coloca-se a bola no fundo da sua própria baliza. Então a partir deste momento os Pinguins cresceram ainda mais sufocando a defesa do Tocha que não conseguia sair a jogar, tal a pressão dos Pinguins. E quando toda a gente pensava que o jogo iria terminar empatado, aos 94 minutos Tagui surge isolado, depois de desmarcado por Mike e desvia a bola do guarda-redes, tendo Carlitos encostado para a baliza deserta e feito o golo que permitiu o vitória dos Pinguins no terreno do Tocha. A equipa de arbitragem que viajou desde a cidade de Vila Real realizou-se uma partida muito paupérrima.
Foi uma boa e importante vitória dos Pinguins que diga-se mereceram esta vitória e a alegria de conquistar 3 pontos muito importantes. Destaque para a estreia de Nuno na 3ª Divisão Nacional, depois de vàrios meses a braços com uma grave lesão.
Força Pinguins...

In Santacombadense Blog

segunda-feira, janeiro 29, 2007

1ª Zona Sul: PINHEIRO DE LAFÕES 0 – 3 C.A. MOLELOS

Constituição da equipa do CAM:
1- Sérgio; 2- João Filipe; 3- Gustavo; 4- Daniel; 5- Valter; 6- Nelson; 7- Paulo Matos; 8- Marcelo; 9- Telmo; 10- Júlio Daniel; 11- Ricardo; 12- Baía ; 13- Morais; 14- Marco; 15- Chalana; 16- Tiago; 17- Emanuel; 18- Emanú
Treinadores: Nuno Santos, Luís Pereira
Massagista: Luís Marques
Resultado ao intervalo: Pinheiro de Lafões 0 – 2 C.A. Molelos
Autores dos golos: Marcelo 2, Paulo Matos;

Vitória justa…

Neste início de “ciclo” de 4 de jogos fora de casa, a equipa do Clube Atlético de Molelos começou da melhor forma possível.

Resumo do jogo:

Depois de um jogo menos conseguido no domingo anterior em casa contra o Ranhados, a equipa de Molelos entrou em campo bem organizada, com vontade de controlar e de dominar o jogo. Jogando em bloco com os sectores muito próximos e com boas trocas de bola foram surgindo naturalmente lances de perigo na área do Pinheiro de Lafões. A primeira oportunidade de golo apareceu depois de um passe longo de João Filipe para Paulo Matos, este último rematou forte e colocado mas o guarda-redes fez uma excelente defesa para canto evitando assim o 1º golo. Logo de seguida, do lado contrário Ricardo remata cruzado com a bola a passar ligeiramente ao lado. Com o domínio das operações a meio campo foi com naturalidade que surgiu o 1º golo da equipa visitante. Passe de Telmo para as costas da defesa da equipa da casa para Marcelo que com muita calma e categoria faz um chapéu. Dois minutos depois, Ricardo do lado esquerdo do ataque recupera a bola, entra na área e faz a assistência para novo golo de Marcelo. Nos 35 minutos iniciais o CAM fez talvez das melhores exibições da época em termos colectivos, com todos os elementos muito concentrados, um espírito de entreajuda enorme e o mais importante um grande respeito pela equipa adversária e de arbitragem. Até ao intervalo o Pinheiro de Lafões podia ter reduzido a desvantagem não fossem duas excelentes intervenções do guarda-redes Sérgio.

Na segunda parte esperava-se uma maior pressão da equipa da casa que no entanto não se verificou muito por culpa da grande exibição do CAM, que com serenidade foi resolvendo todas as situações de ataque da equipa adversária e continuou sempre na procura do golo. O 3º golo não apareceu logo no início da 2ª parte porque o assistente anulou de forma errada um golo limpo por fora de jogo. No entanto a equipa de Molelos continuou ao ataque e através da marcação de um canto de Ricardo do lado direito do ataque, Paulo Matos de cabeça faz o 3-0 final. A meio da 2ª parte Paulo Matos tenta um chapéu de muito longe e por pouco não fez golo. Até ao final pouco mais houve a registar.

Arbitragem: (Pedro Miguel Caçador Saraiva). Bom trabalho excepto alguns fora de jogo mal assinalados. Pontuação de 1 a 10: (7)


Domingo, temos mais um jogo fora, na casa do Moimenta Dão F.C.

Quero agradecer o apoio aos adeptos que se deslocaram a Pinheiro de Lafões para apoiar a nossa equipa, o vosso apoio tem sido fundamental (refiro-me aos que realmente nos apoiam em todos os campos) e relembro que só voltamos a jogar em casa na 21ª jornada no dia 11 de Março contra A.R.C. Sezurense.


Camadas jovens do Clube Atlético de Molelos

Iniciados:
C.A. Molelos 2 - 1 Nelas

Juvenis:
C.A. Molelos 11 - 0 Canas Sta Maria

Fim de semana em grande!!!

1ª Zona Norte: Sernancelhe 3 - Nespereira 1

Sernancelhe:
Valter; Pedro, Vitor, Salgado, Sérgio; Alex, Mileu (Manso), Pereirinha (Gafanha); Telmo, Mário, André (Moutinho);
Golos: Mário, Telmo, André.

Alguma expectativa em redor deste jogo, uma vez que Pesqueira e Parada tinham perdido pontos na jornada anterior; O Sernancelhe jogava em casa e o Nespereira vinha de uma série de 3 empates contra equipas do topo da tabela (Pesqueira,Parada e Ferreira d´Aves) sendo os dois primeiros obtidos na condição de visitante.
Começaram melhor os visitados, que aos 5 minutos inauguraram o marcador através de Mário, que se isolou após bom passe de Mileu; logo de seguida, o mesmo jogador lancado em profundidade por Alex, aparece com espaço para finalizar, mas o Guarda - Redes contrário conseguiu com uma bela defesa evitar o 2º dos locais.
O Nespereira com um meio campo muito evoluido tecnicamente, não se intimidou e ia crescendo, conseguindo a igualdade, num desvio opurtuno depois da marcação de um livre.
Jà na segunda parte, Mileu marca um pontapé de canto e Vitor tem um bom cabeceamento na area adversária, voltando o Guarda - Redes contrário a impedir a marcha do marcador, que seria alterado por Telmo, a concluir um exclente cruzamento de André.
A partir deste momento, o Nespereira subiu no terreno em busca da igualdade, abrindo espaços na sua defesa muito bem aproveitados pela velocidade dos "ciclistas" que constituiram o ataque do Sernancelhe, que obtiveram o 3º tento pelo "puto" André (idade de jùnior) a finalizar uma boa iniciativa de Manso.
Uma palavra para a atitude do Nespereira, que disputa o jogo pelo jogo, não se limitando ao pontapé para a frente e fé no "meco", tem bons executantes e não se limita a "estacionar o autocarro" na sua defensiva.
Arbitagem sem casos.

Divisão de Honra: Campia 1 Mortágua 2

Assistiu-se a uma boa partida de futebol no Parque Desportivo de Campia.
Começou melhor o Mortágua, com Esteves a desenvencilhar-se de dois defensores, valendo Ruben que saiu aos pés do avançado evitando o golo.
Reagiu a equipa do Campia, com duas boas oportunidades. Primeiro Luisão rematou fraco de cabeça e depois foi Ramísio que rematou forte para defesa apertada de Filipe.
Aos 20 minutos, aconteceu um lance duvidoso na área do Mortágua. Ramísio parece ter sido tocado em falta mas o árbitro assim não entendeu e advertiu o jogador do Campia, por protestos.Aos 23 minutos, o Mortágua chegou ao golo. Rui Paulo, na conversão de um livre, antes do meio campo, bombeou a bola para a área e Ruben analisou mal a trajectória, ajudada pelo vento, e acabou por sofrer um chapeu.
O campia reagiu bem ao golo sofrido e, aos 38 minutos, beneficiou de uma grande penalidade. Contudo, Carlitos permitiu a defesa de Filipe, após um remate fraco e denunciado.
O Campia era equipa mais atacante e as oportunidades sucediam-se, mas Filipe esteve quase sempre seguro.
No reatar da partida nada se alterou, com a formação da casa a subir no terreno e o Mortágua a sair em contra-ataque.
Aos 70 minutos, Vitinho, com o pé esquerdo, rematou forte ao travessão da baliza de Filipe.
Aos 75 minutos, Carlitos agarrou Esteves, na grande área, cometendo falta para grande penalidade. Oliveira, na conversão, permitiu a defesa de Ruben, mas na recarga Hélio marcou.
A formação da casa esqueceu-se de jogar com a cabeça, não conseguindo materializar em golos o seu domínio.
Aos 80 minutos, Vitinho marcou livre lançando Paulito na direita que cruzou para Guedes e este, de cabeça, não perdoou, reduzindo a desvantagem.
Aos 85 minutos, Hélio poderia ter feito o terceiro golo mas não acertou com a baliza.
O campia não foi feliz, apesar de ter jogado bem. O Mortágua trabalhou para a vitória e mereceu ganhar. Raul Garcia, no final do encontro, mostrou-se triste com o resultado mas não com o empenho dos seus jogadores.
Arbitragem irregular, sem qualquer influencia no resultado.

Campia 1
Ruben, Ricardo, Vitó, Guedes, Vitinho, Paulinho, Ramisio, Luisão, Dani, Carlitos e Jorge Daniel
Substituições: Tavares por Vitó (45m) e Moacir por Dani (56m)
Suplentes não utilizados: Antero, Roberto, Laranjeira e João
Treinador: Raul Garcia

Mortágua 2
Filipe, Ribeiro, Rã, Pedro Bento, Rui Paulo, Bruno, Juliano, Paulo Matos, Esteves, Oliveira e Hélio
Substituições: Fábio por Oliveira (88m), Rato por Juliano (90m)
Suplentes não utilizados: Branquinho, Dunas, China, Fred e Simão
Treinador: João Lage

Jogo no Parque Desportivo de Campia
Assistência: cerca de 90 pessoas
Árbitro: Luís Caiado
Auxiliares: André Ferreira e Carlos Marques
Marcadores: Rui Paulo (23m), Hélio (75m) e Guedes (80m)
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Ramísio (20m) e Moacir (90m)

RSA

Divisão de Honra: Carvalhais 0 Lusitano 0

Carvalhais e Lusitano de Vildemoinhos proporcionaram a todos os que se deslocaram ao Campo Marques Veloso um fraco espectáculo de futebol. O frio e o forte vento que se fez sentir ao longo dos 90 minutos, congelou completamente ambas as formações que, apesar de muito movimentadas, poucas vezes criaram ocasiões de golo.
No primeiro tempo apenas Isaías tentou fazer funcionar o placar, para os da casa, em dois lances algo perigosos. Esteves, para os forasteiros, num remate no coração da área, perdeu também a oportunidade de marcar, mas seria o Carvalhais que, ainda antes do intervalo, poderia ter inaugurado o marcador, se o juíz da partida tivesse assinalado uma grande penalidade após uma corte com a mão de um defesa dos trambêlos.
Na etapa complementar nada se alterou e o empate verificado ajusta-se perfeitamente à prestação as duas equipas.
Trabalho regular de António Cardos. Errou apenas ao não assinalar o castigo máximo para os visitados.

Carvalhais 0
-Márcio, Louro, Miguel, Polaco, Serafim, Carvalho, Isaías, Alcino, Arêre, Jimmy e Simão
Substituições: Dinis por Simão (55m), Meneses por Miguel (75m) e Filipe por Jimmy (82m)
Suplentes não utilizados: André, Rueff e Nico
Treinador: Eduardito

Lusitano de Vildemoinhos 0
-Rafael, Salgueiral, Marco, Madeira, Esteves, Nuno Pais, Marconi, Agostinho, Freddy, Cajó e Zé António
Substituições: Micó por Marconi (39m), Daniel por Zé António (59m) e Hugo Lucas por Freddy (85m)
Suplentes não utilizados: Luís, Juan, Brito e Routar
Treinador: Joca

Jogo no Campo Marques Veloso, em Carvalhiasa
Assistência:
cerca de 150 pessoas
Árbitro: António Cardoso
Auxiliares: Mário Ribeiro e Sérgio Rocha
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Esteves (37m), Madeira (41m), Serafim (82m)

FA/AP


Divisão de Honra: A. Viseu 4 Sampedrense 0

O jogo era aguardado com alguma expectativa, já que entrava em campo a mais importante equipa da cidade de Viseu contra uma das melhores da região de Lafões. Ambas as equipas vinham moralizadas já que tinham uma sequência de duas vitórias, portanto, os ingredientes para este jogo não faziam antever o resultado que se iria registar no final da partida.

A entrada no jogo mostrou logo que o Académico não estava ali para facilitar e uma mão cheia de oportunidades perfilou-se na primeira meia hora. Foi também aí que aconteceram os primeiros dois golos para a “turma” academista, ambos marcados pelo mesmo jogador, talvez o melhor em campo, Filipe Figueiredo. Aos 19 minutos, um erro defensivo da Sampedrense colocou a bola nos pés de Filipe F. que só teve de aguentar a carga, isolar-se, fintar e sentar o guarda-redes, e finalmente carimbar o primeiro golo no Fontelo. Três minutos depois, o mesmo Filipe, voltou a visar a baliza contrária. Carlos Santos, com tempo para tudo, rematou duma posição pouco ortodoxa, já que estava meio deitado, mas Costinha conseguiu defender com o pé direito, no entanto, ao segundo poste, apareceu Filipe que, sozinho, só teve de empurrar para o segundo. A exibição de homem-do-jogo estava praticamente feita, com dois golos a revelarem o sentido de oportunidade do pequeno (mas grande) Filipe Figueiredo.

A pressão do Ac.Viseu não se ficou por aqui, e depois de um período de aparente acalmia ofensiva, a “turma” de Idalino voltou à carga no ataque. Aos 28 minutos, a melhor jogada de envolvimento ofensivo da equipa da casa, culminou com um potente remate de Calico, mas este embateu caprichosamente na barra à guarda de Costinha. Prenúncio, contudo, daquilo que aconteceria minutos depois, ainda no primeiro tempo. Santos isolou-se pela direita, cruzou para o segundo poste, onde Eduardo, em pleno voo rematou certeiro para o terceiro golo academista. Chegou o intervalo com uma vantagem justa a coroar uma excelente exibição do Ac.Viseu como há muito não se via.

A segunda metade de jogo veio mostrar aquilo que já se adivinhava. O Ac.Viseu geriu a vantagem, e geriu bem, não permitindo grandes facilidades à equipa de Chalana, que entretanto entrou ao intervalo para o lugar de Hélder. Contudo, são de acrescentar algumas oportunidades para a equipa de São Pedro do Sul. Aos 79 minutos, na melhor oportunidade de todo o jogo, Marcos falhou a intercepção, deixando Cordeiro completamente isolado perante Manuel Fernandes, só que o guarda-redes do Académico foi mais lesto e conseguiu defender o remate de Cordeiro ainda à “nascença”, pelo que o perigo se ficou por ali. Logo um minuto depois, o mesmo Cordeiro teve na cabeça a oportunidade de reduzir o resultado, mas o cabeceamento deste limitou-se a rasar a barra do Ac.Viseu.

Antes do final, a equipa academista ainda teve tempo de marcar o quarto golo. Uma bola perdida na direita, pelo ar, que Barra, qual Van Basten, rematou de primeira para fuzilar a baliza de Costinha. Era o quarto e último golo da tarde que finalizou uma grande exibição academista coroada com uma excelente e explícita goleada. No entanto, talvez tenha sido um resultado demasiado pesado para a formação de Lafões, pela postura e atitude que teve na segunda parte, só que os erros defensivos do primeiro tempo acabaram por ditar a sorte dos homens ao comando de Chalana.

Quanto à arbitragem de José Cunha, nada a dizer, muito positiva, apenas lhe caindo a nódoa quanto à expulsão exagerada de Abílio já aos 95 minutos de jogo.

Ficha de Jogo:

Ac.Viseu 4
- Manuel Fernandes, Marcos, Calico, Fábio Santiago, Carlos Santos, Álvaro, João Miguel, Zé Pedro, Zé Teixeira, Eduardo e Filipe Figueiredo.
Substituições: Álvaro por Barra (71m), Filipe Figueiredo por Bruno Morais (82m) e Eduardo por Celso (87m).
Suplentes não utilizados: André, Simões e Negrete.
Treinador: Idalino Almeida.

Sampedrense 0
- Costinha, Vitor, João Heitor, Gouveia, Lau, Abílio, Baixote, Cordeiro, Assaná, Costa e Hélder.
Substituições: Costa por Vitor Hugo (36m) e Hélder por Chalana (45m)
Suplentes não utilizados: André, José Moreira, Ninja, Jorgito e Adrien.
Treinador: Chalana.

Jogo no Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu
Assistência:
cerca de 300 espectadores
Árbitro: José Cunha (Parada de Gonta)
Auxiliares: Jorge Santos e Paulo Cardoso.
Resultado ao Intervalo: 3-0
Marcadores: Filipe Figueiredo (19 e 22m), Eduardo (46m) e Barra (84m).
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Costa (25m), Calico (48m) e Álvaro (67m). Cartão Vermelho directo para Abílio (95m).

Vitor Ramos


In VisFutMagazine

2ª Nacional C: P. Castelo 3 Portomosense 0


P. Castelo 3
Tó, Mário Pedro, Rogério, Sérgio, Penetra, Marco, Paulo Listra, Lopes, Gilberto Silva, Tojó e Gamarra
Substituições: Lopes por Belo (59m), Penetra por Vaz Pinto (80m) e Tojo por Roberto (80m)
Suplentes não utilizados: Nuno, Egipto, Filipe e Sérgio Silva
Treinador: Carlos Agostinho

Portomosense 0
Sérgio, Pedro Órfão, Hugo Almeida, Oziel, Marco Santos, Serrão, Nuno Marques, Morgado, Bruno Filipe, Albasini e Quim
Substituições: Serrão por Jackson (59m) e Pedro Órfão por Telmo (80m)
Suplentes não utilizados: Faustino, Osvaldo, Cristiano, Emanuel e André
Treinador: Luís Sousa

Jogo no Parque Desportivo de Sant'Ana, em Penalva do Castelo
Assistência: Cerca de 350 espectadores
Arbitro: Augusto Costa, do CA de Aveiro
Auxiliares: António Costa e Manuel Garcia
Ao intervalo: 2-0
Marcadores: Tojo (20 e 22m) e Vaz Pinto (84m)
Acção disciplinar: Nada a registar

O Penalva do Castelo cumpriu o calendário no regresso ao Campeonato, depois da jornada da Taça no Estádio do Bessa, onde fez tremer o Boavista, vencendo tranquilamente o Portomosense por um resultado conclusivo.
A tarde estava fria, muito fria, e disso se ressentiram os jogadores. O jogo foi "frio", quase sempre jogado em velocidade de cruzeiro. A formação orientada por Carlos Agostinho venceu e convenceu, uma equipa que mostrou as fragilidades habituais e que justificou porque ocupa o último lugar da tabela.
Foi, diríamos, o desafio ideal para a turma de Castendo. Não foi, contudo, um grande jogo de futebol, tão-somente uma partida onde a equipa de Carlos Agostinho se limitou a cumprir a obrigação de juntar três pontos ao pecúlio já conquistado, perante uma equipa de Porto de Mós frágil, em especial no seu sector recuado.
O jogo teve duas partes em tudo idênticas, mas diferentes. A primeira em que a formação da casa se limitou a aproveitar os erros do adversário, apontando dois golos de rajada, e a segunda em que o Penalva deu a iniciativa de jogo ao adversário, para, em contra-ataque, matar o jogo.

Primeira parte mais mexida

Depois de um primeiro quarto de hora de futebol incipiente, embora disputado, a turma de Penalva acelerou o jogo e acabaria de chegar ao golo à passagem dos 20 minutos. Listra colocou a bola na área contrária, com Tojó a aproveitar as facilidades concedias pela defesa contrária e, de cabeça, desviou para a baliza. O golo fez mal à turma visitante, que se desconcentrou, facto aproveitado pelo adversário que, dois minutos depois, elevou a contagem, com Tojó a bisar.
Com dois golos de vantagem, a turma da casa passou a gerir a partida a seu belo prazer.
A equipa de Porto de Mós era pouco menos que inofensiva, sendo, porém, um conjunto chato, que não deixava jogar. O problema depois era construir e chegar com perigo área de Tó. Só em lances de bola a turma de Luís Sousa conseguia colocar alguma pressão sobre Sérgio e companhia.
Foi, assim, numa toada "cinzenta" que o jogo chegou ao intervalo, anotando-se apenas uma jogada com perigo aos 41 minutos, com Lopes a rematar cruzado para fora.

Chapéu de Vaz Pinto "matou" o jogo

E se a primeira parte já tinha sido bastante fraca em termos futebolísticos, a segunda não deixa nada para recordar, com excepção do golo de Vaz Pinto. O Penalva "sentou-se" no resultado conseguido no primeiro tempo, deu a iniciativa de jogo ao adversário e foi esperando uma aberta para, em contra-ataque, ampliar a vantagem.
O Portomosense não se fez rogado, atirou-se sobre o adversário, mas era uma equipa manietada, pois tudo corria bem até à entrada da área, onde depois faltava imaginação para abrir espaços para atirar à baliza de Tó.
Aos 84 minutos, já depois de Belo ter tido uma excelente incursão pela esquerda com um cruzamento remate que saiu ao lado, Vaz Pinto, aos 84 minutos, a passe de Belo, fazer um chapéu do meio da rua a Sérgio e a deitar por terra todas as veleidades do adversário em dar a volta ao resultado.
Numa tarde fria e cinzenta, como o jogo, Augusto Costa fez um trabalho tranquilo, até no capitulo disciplinar. Num estilo muito... britânico, chamou a atenção dos jogadores nas entradas mais ríspidas, sem com isso ter perdido o controlo do mesmo. Em resumo: excelente trabalho.

José Luís Araújo


domingo, janeiro 28, 2007

Resultados do fim-de-semana

2ª Divisão Série C - 14ª Jornada
Penalva do Castelo - Portomosense 3-0
Madalena - Nelas 1-0

3ª Divisão Série C - 15ª Jornada
Valecambrense - Sátão 3-1
Tocha - Santacombadense 1-2
Social Lamas - Gafanha1-1
Folga: Tondela

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 17ª Jornada - Antecipada de 11/2
A.Viseu - Sampedrense 4-0
Vouzelenses - Tarouca 4-1
Campia - Mortágua 1-2
Lamelas - O. Frades 3-0
Cinfaes - M.Beira 2-1
Mangualde - Paivense 2-0
Lamego - V.Benfica 2-0
Carvalhais - Lusitano 0-0

1ª Divisão - 15ª Jornada

Zona Norte
Sernancelhe - Nespereira 3-1
Ferreira Aves - Armamar 4-0
Oliveira Douro - Boassas 2-0
Parada - Sul 7-1
Fornelos - Nave - Alvite 4-1
Leomil - Ceireiros 1-0
Folga: Pesqueira

Zona Sul
P.Lafões - Molelos 0-3
Ranhados - M. Dão 1-1
C. Sal - C.Senhorim 0-2
Vila Chã Sá - Bela Vista 2-1
Santiago Cassurrães - Santar 1-1
C.S. Maria - Sezurense 4-1
Folga: V. Açores

2ª Divisão - 15ª Jornada
Silgueiros - Santiago Besteiros 1-2
Roriz - Vilamaiorense 0-2
Cabanas Viriato - Abraveses 2-1
Vale Madeiros - Farminhao 2-1
Besteiros - Fiais Telha 2-0
Vilacovense - Resende 1-5
Folga: Calde

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Jogos para o fim-de-semana 27/28 de Janeiro

2ª Divisão Série C - 14ª Jornada
Penalva do Castelo
(10º) - Portomosense(14º)
Madalena(13º) - Nelas(2º)

3ª Divisão Série C - 15ª Jornada
Valecambrense(3º) - Sátão(4º)
Tocha(13º) - Santacombadense(11º)
Social Lamas(8º) - Gafanha(12º)
Folga: Tondela(1º)

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 17ª Jornada - Antecipada de 11/2
A.Viseu(4º) - Sampedrense(8º)
Vouzelenses(7º) - Tarouca(11º)
Campia(12º) - Mortágua(14º)
Lamelas(16º) - O. Frades(10º)
Cinfaes(5º) - M.Beira(9º)
Mangualde(2º) - Paivense(3º)
Lamego(1º) - V.Benfica(15º)
Carvalhais(6º) - Lusitano(13º)

1ª Divisão - 15ª Jornada

Zona Norte
Sernancelhe(5º) - Nespereira(6º)
Ferreira Aves(3º) - Armamar(12º)
Oliveira Douro(4º) - Boassas(7º)
Parada(2º) - Sul(13º)
Fornelos(8º) - Nave - Alvite(11º)
Leomil(10º) - Ceireiros(9º)
Folga: Pesqueira(1º)

Zona Sul
P.Lafões(8º) - Molelos(3º)
Ranhados(9º) - M. Dão(7º)
C. Sal(2º) - C.Senhorim(1º)
Vila Chã Sá(6º) - Bela Vista(12º)
Santiago Cassurrães(10º) - Santar(5º)
C.S. Maria(4º) - Sezurense(13º)
Folga: V. Açores(11º)

2ª Divisão - 15ª Jornada
Silgueiros(4º) - Santiago Besteiros(8º)
Roriz(11º) - Vilamaiorense(5º)
Cabanas Viriato(3º) - Abraveses(6º)
Vale Madeiros(12º) - Farminhao(10º)
Besteiros(1º) - Fiais Telha(7º)
Vilacovense(13º) - Resende(2º)
Folga: Calde(9º)

Veja os árbitros, campos e horário dos jogo aqui.

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Bolsa de Valores II



O Escola Futebol Clube foi o clube escolhido pelos colaboradores do blog como a equipa da semana. Fundado em 31/12/79, a equipa de Molelinhos milita no Campeonato Nacional de Futebol Feminino - 1ª divisão.
Pode parecer estranho esta escolha, uma vez que a equipa empatou, mas a verdade é que empatar com o 1º Dezembro esta época(e nas outras) é um grande feito. A equipa de Sintra é o crónico campeão Português e esta época ainda não perdeu, cedendo apenas 2 empates. O Escola Futebol Clube que ocupa o último lugar(esperamos que por pouco tempo) é a equipa responsável por todos os pontos perdidos pelo 1º Dezembro. Na 1ª volta o resultado foi 1-1 e no passado Domingo em jogo da 3ª volta o resultado repetiu-se.


A desilusão desta semana é nada mais que o Sport Clube Paivense, que na semana passada foi considerada a equipa da semana. Após uma série de bons resultados e do 2º lugar a apenas 3 pontos do líder, a equipa desiludiu ao perder em casa 1-3 com o Carvalhais. Vamos lá ver como será a reacção da equipa a esta derrota, até porque na próxima jornada se desloca a Mangualde.

A Valorizar

- Lamego: Após desiludir nas últimas jornadas a equipa deu uma grande resposta. Quem já lá jogou sabe que vencer em Moimenta não é fácil, muito menos por 1-5.
- V. Benfica: A equipa continua a melhorar após a entrada de José Chaves. Vencer um derby por 3-0 é um excelente tónico para o resto da época.
- Carvalhais: 1-3 no terreno da equipa sensação. Está tudo dito.
- Mangualde: Respondeu bem a dois maus resultados com uma importante vitória em O.Frades .
- A. Viseu: Foi vencer a Vouzela e recoloca-se na luta pela subida.
- Boassas: Goleou o 2º classificado por 5-1.
- Ceireiros: Empatou 2-2 com o líder Pesqueira.
- Santar: Vitória categórica perante o C.S. Maria, que era apenas a melhor defesa da 1ª Sul.
- Ranhados: Foi a Molelos complicar a vida a um dos candidatos. Uma das surpresas da jornada.
- M. Dão: A equipa do concelho de Mangualde fez o C. Sal perder a liderança.
- Besteiros: Aproveitou a folga do Resende para ascender ao 1º lugar.
- Cabanas de Viriato: Vitória importante fora que mantém a equipa perto dos líderes.

A desvalorizar:
- Paivense: 1-3 em casa e desceu ao 3º lugar.
- M. Beira: Perdeu 1-5 no seu terreno, algo muito raro.
- Lusitano: Derrota por 3-0 no derby e já está somente a 1 ponto da linha de água.
- Vouzelenses: Depois de ter perdido o "derby" com o Campia estando em superioridade, perdeu em casa com o A. Viseu.
- S. J. Pesqueira: O líder voltou a empatar. A sorte é que os perseguidores não aproveitam.
- Parada: o 2º classificado da 1ª Norte foi goleado por 5-1.
- Molelos: Empatou em casa com o modesto Ranhados. A grande surpresa da 1ª Sul.
- C. Sal: Empatou e perdeu a liderança, mas foi num jogo em que já se esperavam dificuldades.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Sant'Ana novo treinador do Lamelas


Segundo o Diario Regional de Viseu Paulo Sant'Ana já é o treinador do Lamelas, confirmando assim os rumores que circulavam. Paulo Sant'Ana foi treinador das camadas jovens do Viseu e Benfica e dos seniores do mesmo clube. Na época 2004/05 foi para o Santar e sagrou-se campeão da 2ª Divisão Distrital(actual 1ª Distrital), derrotando no jogo do play-off do campeão curiosamente o Lamelas. O Treinador natural da Covilhã, mas que reside em Viseu à muitos anos, vai ter como adjunto David Valente, que vai acumular as funções de treinador dos Iniciados do Repesenses.

terça-feira, janeiro 23, 2007

1ª Zona Norte: Ceireiros 2 S.J.Pesqueira 2

Ceireiros:
1-Celso 2-Igor 3-Ilidio 4-Manuel João (14-Paulinho) 5-João 6-Sérgio 7-Gabriel (15-Padeiro) 8-Ricardo 9-Rui 10-Tó Zé 11-David

Pesqueira:
1-Carlos (27-Micael) 4-Félix 5-Bruno 7-Joia 10-Monteiro 13-Tó Zé 16-Ricardo 20-Vasco
21-Tiago 23-Chico 77-Miguel Rodrigues

Jogo extremamente disputado, com mais acções ofensivas e posse de bola por parte do Ceireiros, que pressionava o lider para o seu ultimo reduto.
Ao intervalo o nulo não evidenciava a melhor exibição por parte dos locais.
Na segunda parte, o Ceireiros inaugurou o marcador por Tó Zé, depois de uma exclente assistência de Ricardo, tendo a Pesqueira chegado ao empate num lance em que Celso nos pareceu muito mal batido, uma vez que o remate foi desferido "praticamente" da linha de meio campo.
O Ceireiros chegou á merecida vantagem através do melhor jogador em campo: Ricardo.
Praticamente de seguida, este jogador faz mais uma exclente combinação ofensiva, tendo "oferecido" o 3º a Tó Zé que liberto de marcação fez o mais dificil, ao atirar para as nuvéns!
A substituição de Ricardo (um golo e uma assistência) no Ceireiros, coincide com o melhor periodo dos lideres da respectiva competição, que a partir daí foram á procura do tento do empate, que viriam a conseguir aos 94 minutos, e quando já nada o fazia prever...felicidade e muita sorte em tempo de descontos, tal como acontecera em Nespereira e frente ao Alvite, os Pesqueirenses desfrutam da "estrelinha".
O resultado aceita-se, embora a haver um vencedor teria que ser a equipa do Ceireiros.
Arbitagem em bom plano.

2ª Divisão: Farminhão 3 Besteiros 4

Campo do Viso, em Farminhão.
ÁRBITRO
- Marco Fonseca, auxiliado por André Amaral (Bancada) e Cláudio Pereira (Peão), de Lamego.

FARMINHÃO - Leal, Leitão, Amaral, Filipe, Tiago, Pedro, Moniz (Cap.), Sobreira, Ângelo, Marques e Daniel.
SUPLENTES - Correia, Nuno, Filipe e Cardoso.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Filipe, Sobreira, Tiago, Pedro, Marques e Leitão.
Cartão encarnado exibido a Amaral, Sobreira e a mais dois jogadores que não conseguimos identificar.
TREINADOR - Pedro Pereira.

BESTEIROS - Márcio, Daniel, Pizarro (Paulo Lourosa 62m), Sá, Marco Paulo, Jacinto, Vitor Bruno, Fábio, Edgar (Renato 76m), Zé Russo e Mário (Cap. Pedro Vale 80m).
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS - Luis Dias, João Paulo I e Raul.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Daniel, Pizarro, Jacinto, Edgar e Mário.
TREINADOR - Carlos Miguel Pratas.

"A VITÓRIA DA PERSEVERANÇA E DO QUERER"

Nesta difícil deslocação ao campo do Viso, em Farminhão, o Besteiros conseguiu uma importante vitória ao bater a equipa local por 4 bolas a 3.
O Besteiros entrou melhor no jogo e logo aos 8 minutos, Zé Russo na cobrança de um livre a punir uma carga sobre Vitor Bruno, à entrada da área, fê-lo de forma soberba, não dando qualquer hipótese ao guarda redes Leal e deste modo faz o 1 a 0 para a equipa forasteira.
A equipa do Farminhão não baixou os braços e Sobreira aos 25 minutos faz um excelente remate à baliza de Márcio que estava no sítio certo e defendeu com segurança. A equipa da casa a partir de certa altura começa a jogar com entradas bastante duras sobre os jogadores do Besteiros, sem que o sr. árbitro da partida puxasse dos cartões adequados, pois Sobreira que já havia sido admoestado quase no início da partida continuasse a usar e abusar das tais entradas violentas e continuasse dentro do terreno de jogo. À passagem da meia hora Zé Russo é lançado em profundidade, ainda remata à baliza mas a bola sai ao lado. Mais alguns minutos volvidos e Marco Paulo leva de novo perigo à baliza dos donos da casa. A equipa local quase em cima do intervalo, por duas vezes leva perigo à baliza à guarda de Márcio. Quase a terminar a 1ª parte um defesa do Farminhão quase ia introduzindo a bola na própria baliza, porém o intervalo chegou com o resultado favorável ao Besteiros por 1 bola a 0.
A segunda metade começou melhor para a equipa da casa, pois logo aos 49 minutos e depois duma falha da defesa Besteirense consegue o empate. O Besteiros responde e de livre chega com perigo à baliza de Leal, no entanto é o Farminhão mais uma vez que por intermédio de Marques faz o 2 a 1 para a sua equipa. À passagem do minuto 59 e mais uma vez uma falha da defesa forasteira os donos da casa obtêm o seu 3º golo, num magnífico chapéu a Márcio que nada podia fazer. A equipa do Farminhão a vencer por três bolas a uma continuava a jogar duro (porém convém referir que o sr. árbitro nesta segunda parte teve um comportamento disciplinar que não teve na 1ª, para melhor claro), tentava fazer o seu jogo, tentava controlar a bola e chegou mesmo a pensar-se que estaria tudo perdido para as hostes Besteirenses, porém os jogadores forasteiros tiveram uma reacção que já ninguém esperava e incentivados pela sua numerosa falange de apoio, arregaçaram as mangas e aos 61 minutos reduzem a desvantagem para 3 a 2 por intermédio de Daniel, com um potente remate de fora da área.
O Besteiros continua a pressionar a equipa da casa à procura do empate e aos 74 minutos na marcação de um canto quase que empata a partida, valeu na circunstância um defesa local que salva em cima da linha de golo. A pressão dos jogadores do Besteiros era uma constante e adivinhava-se a todo o momento o empate, empate esse que viria a surgir aos 85 minutos na marcação duma grande penalidade a castigar uma mão de Sobreira na área. Chamado à cobrança Marco Paulo, não perdoa fazendo o 3 a 3 e desta feita o empate. Em cima do minto 90 após a marcação dum pontapé de canto e quando já ninguém esperava eis que Fábio na área faz o 4 a 3 para a sua equipa.
De salientar o empenho com que os jogadores do Besteiros, sempre apoiados pelos seus adeptos se entregaram à luta, pois a perder por 3 bolas a 1, nunca perderam a cabeça nem a esperança de trazer para Campo de Besteiros os três pontos em disputa e conseguiram-no com muito trabalho, muito sacrifício, muita perseverança e muito querer.
Sobre o trabalho da equipa de arbitragem que veio de Lamego e como já atrás referimos, esteve mal no capítulo disciplinar principalmente na 1ª parte, porém na segunda corrigiu. Tecnicamente com um ou outro erro para ambos os lados, saiu de Farminhão com a missão cumprida.
Domingo o Besteiros recebe no seu campo a equipa do Fiais da Telha, por isso vamos todos apoiar estes briosos atletas, que depois do exemplo de sacrifício, abnegação e vontade de vencer que demonstraram no passado Domingo, merecem que lhe demos todo o nosso apoio.
Força rapazes. Os sócios amigos e simpatizantes estão com vocês.

J.A.L.P.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

F. Feminino - 1ª Divisão: Escola 1 - 1º de Dezembro 1

Escola Futebol clube, a unica equipa do momento a conseguir roubar pontos às campeãs nacionais consegue mais uma vez fazer boa figura em campo dando imagens visíveis de estar decidido em sair do buraco negro.
Após ter feito um grande jogo contra o murtosa, o Escola mostra mais uma vez que em casa mandam elas. A equipa entra em campo e faz um excelente jogo tacticamente o que surpreendeu a equipa adversária com varios contra ataques perigosos. Adivinhava-se um jogo bem disputado por ambas as equipas apesar do escola saber que à frente se encontravam a grande equipa que é o 1º de Dezembro e que a responsabilidade era maior.
As jogadoras sabiam o que fazer dentro de campo apesar de haver alguns erros fulcrais a bola era muito disputada no meio campo. Houve muitas situações de perigo para a equipa da casa mas sempre resolvidas sem dificuldades por Neide ou pelas defesas bem comandadas por Chica. Notava-se alguma dificuldade em travar o ataque das campeãs pois eram mais rapidas mas, no entanto elas tambem sentiam muita dificuldade quando noémia, tânia , catarina ou ate mesmo Ana "Ucha" davam ares de sua graça no contra ataque da equipa da casa. O futebol era muito jogado a nivel tactico que quase nao houve situação que merecesse algum enfase aqui neste post. Posso no entanto dizer que os golos foram marcados na primeira parte, sendo o 1º a marcar a equipa visitante que num contra ataque provoca confusão na defesa que alivia mal a bola e acaba por sofrer golo marcado por Tania Pinto que encosta o seu pe na bola. A nº 28 do 1º de Dezembro faz assim o primeiro golo para a equipa visitante. Este golo pareceu mostrar uma atitude pouco humilde por parte das visitantes visto que pensavam que iam sair dali com uma goleada pois o golo foi feito aos 25'. substimaram o adversário e logo apos 10 minutos o escola consegue empatar com um grande golo de Noémia que arranca pela ala esquerda até ao vertice da pequena area e coloca a bola no lado oposto batendo no poste e entrando fazendo um efeito bonito. Se o escola acreditava que podia repetir a proeza de empartar , com este golo tudo se tornou ainda mais possivel de ir mais alem...
Na segunda parte, o 1 de dezembro entrou com todo o gás, com muita pressao querendo decidir o jogo mas de nada adiantava pois a equipa da casa conseguia anular todos os ataques e ainda conseguia provocar estragos no lado oposto com jogadas muito bem conseguidas. E o jogo continuava assim num "vai e vem" sempre bem jogado tacticamente pelo escola, conseguindo sempre anular as dificuldades ate que aos 82' , o 1º de Dezembro consegue arrancar uma grande penalidade com direito a cartão amarelo a Catarina " corveira". Quem é chamada a marcar é a GR Carla Cristina que marca para grande defesa de Neide Simoes mostrando que o escla merecia sair dali com aquele empate. E assim foi! O escola conseguiu empatar, marcando mais um ponto importante!Parabens á equipa do escola que esteve extremamente bem em especial à bábá que conseguiu anular todas as investidas de Edite, a ponta de lança mais perigosa no campeonato feminino.

Escola alinhou: Neide, Chica, Sandrine, Bábá, Suéli (Andreia aos 93'), Leila, Catarina "corveira", Catarina "guarda", Tania Almeida, Noemia, Ana "Ucha.
Suplentes nao utilizadas: Gabriela (GR), Caty e Eva.
Melhor jogadora em campo: pelo escola: Bábá e pelo 1º dezembro: Tania Pinto
golos: noemia figueiredo (escola) e tania pinto (1º dezembro)

proximo jogo varzea vs escola (4 de fevereiro)

Taça de Portugal - Futebol Feminino

Futebol Feminino: Taça de Portugal

Segunda-Feira, 22 Janeiro 2007

O sorteio dos quartos-de-final da Taça de Portugal de Futebol Feminino, que decorreu esta segunda-feira (22 de Janeiro) na Sede da Federação Portuguesa de Futebol, ditou os seguintes jogos que se irão realizar a 18 de Fevereiro:

Boavista FC – Escola FC
ADRC Fonte Boa – GD Monte Real
C Albergaria – SU 1º Dezembro
CD Vinhós – Vencedor do jogo UD Ponte Frielas e UD Cadima *

* - O jogo entre o UD Ponte Frielas e o UD Cadima realiza-se no dia 28 de Janeiro, pelas 14h30.

Divisão de Honra: Vouzelenses 0 A. Viseu 2

Apenas cinco pontos separavam as duas equipas que se defrontaram no Municipal das Chãs, em Vouzela.
O equilíbrio foi a nota dominante durante os primeiros minutos.
A equipa da casa foi a primeira a criar perigo, logo no primeiro minuto com vitória a obrigar Manuel Fernandes a defesa apertada par canto.
Só quinze minutos depois, o perigo voltou a rondar as redes. Aos 17 minutos, e na sequencia de uma boa jogada do Académico de Viseu pelo lado esquerdo, Eduardo rematou mas Jorge também defendeu para canto.
Aos poucos os academistas elevaram o seu valor atacante e foram aproveitando os espaços que os jogadores da turma da casa lhes iam dando.
Ao minuto 24, surgiu o golo Filipe Figueiredo, pela esquerda, arranjou algum espaço para cruzar para Eduardo, com a defesa a cortar deficientemente e o atleta academista rematou colocado para o fundo das redes, sem hipóteses para Jorge.
O mesmo guardião mostrou estar atento pois, dois minutos depois, o mesmo Eduardo rematou forte, para defesa para canto de Jorge.
Os Vouzelenses não desarmaram e partiram á procura do golo do empate. Contudo, tiveram Manuel Fernandes como opositor.
A dificuldade de recuperação da linha defensiva dos Vouzelenses deixava alguns espaços que os academistas aproveitavam para lançar rápidos contra-ataques.
Com algum mérito, os visitantes chegaram ao intervalo a vencer mas a formação de Vouzela merecia um pouco mais, pois apesar de estar em desvantagem não virou a cara à luta.
No reatar da partida, Fernando Silva apostou mais no ataque, substituindo Taveira por Nelo. Os vouzelenses mostraram-se mais acutilantes e quase chegaram ao golo. Pinhão rematou forte, fora da área, para defesa apertada de Manuel Fernandes.
Aos 60 minutos, o Académico de Viseu voltou a marcar. Na sequência de um lançamento de linha lateral, Neves “penteou” a bola, que sobrou para Santos, com o capitão academista a desviar para a baliza. O guardião Jorge não ficou bem na fotografia do golo.
Ao minuto 67, Pinhão simulou uma falta dentro da grande área. António Cardoso estava próximo e confirmou a simulação, mostrando o segundo cartão amarelo ao jogador vouzelense, e consequente vermelho.
Se a situação de desvantagem era negativa para os Vouzelenses, pior ficou após a expulsão do seu jogador.
Ao minuto 72, Santos quase aumentou a vantagem. Após boa jogada pelo lado direito, Eduardo tirou o cruzamento mas o capitão academista falhou o remate. Um minuto volvido, seria Jorge a negar o golo, com uma boa defesa com os pés após remate de Santos.
Com menos uma unidade, a equipa de Vouzela conseguiu empurrar o adversário para o seu meio terreno defensivo. Em todo o caso, essa falha sentia-se quando os academistas se laçavam em contra-ataque.
Aos 82 minutos, Manuel Fernandes voltou a não defender à primeira um livre marcado por Filipe, mas os avançados vouzelenses não conseguiram aproveitar a benesse do guardião adversário.
Já em tempo de descontos, Manuel Fernandes voltou a negar o golo à equipa da casa, ao tirar a bola da cabeça de Alexandre, ao segundo poste, após a marcação de um canto.
O Académico de Viseu venceu bem, pois aproveitou as falhas defensivas da equipa de Vouzela para converter em golos. Fernando Silva bem pode apelar aos deuses, pois a sorte não esteve do seu lado no Municipal das Chãs.
Boa arbitragem.

Os Vouzelenses 0
Jorge, Ribeiro, Taveira, Alexandre, Sérgio, Neves, Alex, Chano, Pinho, Beto e Vitória
Substituições: Taveira por Nelo (45m)
Suplentes não utilizados: Marco, Nino, Ivo, Simão e Helder
Treinador: Fernando Silva

Académico de Viseu 2
Manuel Fernandes, Marcos, Calico, Fábio Santiago, Santos, Álvaro, João Miguel, Eduardo, José Pedro, José Teixeira e Filipe Figueiredo
Substituições: José Teixeira por Simões (86m), Carlitos por Filipe Figueiredo (90m) e Eduardo por Celso (93m)
Suplentes não utilizados: André Mota, Bruno Morais e Márcio
Treinador: José Guerra

Jogo no Parque Municipal das Chãs, em Vouzela
Assistência:
cerca de 150 pessoas
Árbitro: António Cardoso
Auxiliares: Mário Ribeiro e Sérgio Rocha
4º árbitro: Luís Rodrigues
Marcadores: Eduardo (24m), Santos (60m)
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Alexandre (22m), Calico (38m), Taveira (41m), Pinhão (66 e 67 m), Neves (69m), Chano (70m), Zé Pedro (75m), José Teixeira (82m), Filipe Figueiredo (84m)
Cartão vermelho por acumulação para Pinhão (67m)

JRA

In Site Oficial do Académico de Viseu

Divisão de Honra: Sampedrense 2 Campia 1

Quem se deslocou ao municipal da Pedreira, em São Pedro do Sul, teve oportunidade de assistir a um derby á moda antiga. Duas formações galvanizadas pelas vitórias na jornada anterior, que queriam manter.
Começou melhor a formação do Sampedrense, ao abordar a baliza de Ruben por várias vezes. Contudo, foi o Campia quem se colocou em vantagem. Estava a decorrer o minuto 13, quando Jorge Daniel marcou um livre no lado direito e Guedes desviou para o fundo das redes de Costinha, com toda a liberdade do mundo.
O Campia dominou durante a primeira meia-hora, mas o Sampedrense equilibrou no final da primeira parte.
Aos 36 minutos, Chalana foi bafejado pela inspiração e transformou em golo um lance bola parada.
Até ao final da primeira parte, Hassaná ainda desperdiçou uma boa oportunidade de golo, ao falhar na cara do guardião Ruben.
No reatar da partida, o Sampedrense surgiu mais forte, com mais vontade de vencer a partida. O desgaste de alguns jogadores do Campia era, assim, aproveitado pelo clube da casa. Nos primeiros 15 minutos da etapa complementar conseguiu criar três bons lances de golo, mas faltou calma e concentração aos dianteiros. De referir, também, que Ruben esteve em bom plano correspondendo com grandes defesas.
Aos 65 minutos aconteceu um lance polémico junto á grande área, com Vitinho a ser carregado por Heitor. A equipa do Campia pedia a expulsão do jogador do Sampedrense mas o árbitro da partida mostrou apenas, e bem, o cartão amarelo.
Aos 70 minutos, Hassaná, de cabeça, serviu Luís Costa e este, pelo lado direito, disparou cruzado e forte, não dando qualquer hipótese ao guardião Ruben.
Antes do final do encontro, Luisão ainda desperdiçou o empate, pois surgiu isolado diante de Costinha mas este defendeu com o pé e segurou a vantagem.
Os últimos minutos foram de grande pressão por parte do Campia, que não conseguiu materializar em golos.
Arbitragem em bom nível do árbitro Luís Ramos, que justifica o facto de estar nos escalões nacionais da arbitragem.

Sampedrense 2
Costinha, Vítor, Heitor, Gouveua, Lau, Chalana, Baixote, Cordeiro, Hassaná, Costa e Helder
Substituições: Vitinho por Helder (68m), Abílio por Costa (79m) e Rocha por Hassaná (90m)
Suplentes não utilizados: André, Moreira, Jorgito e Adrien
Treinador: Chalana

Campia 1
Ruben, Jorge Daniel, Guedes, Vitó, Ricardo, Vitinho, Ramízio, Tavares, Luisão Paulinho e Carlitos
Substituições: Moacir por Vitó (72m), Dani por Ramízio (78m) e João por Vitinho
Suplentes não utilizados: Antero, Laranjeira, Roberto e Pedro
Treinador: Raul Garcia

Jogo no Estádio Municipal da Pedreira, em São Pedro do Sul
Assistência: cerca de 270 pessoas
Árbitro: Luís Ramos
Auxiliares: Duarte Pinheiro e Carlos Pereira
4º árbitro: João Coelho
Marcadores:
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Ricardo (35m), Vitinho (62m), Jorge Daniel (65m) e Heitor (65m)

RSA

Divisão de Honra: Paivense 1 Carvalhais 3

A tarde apresentou-se fria, mas com excelentes condições para a prática do futebol, registando o Estádio da Pedralva uma razoável moldura humana.
O Paivense apresentou um onze bastante desfalcado no seu meio campo, fruto das ausências por castigo de Márcio e Rochinha e da grave lesão sofrida por Zé Miguel frente ao Viseu e Benfica.
Os primeiros minutos de jogo demonstram uma supremacia do meio campo do Carvalhais face a um Paivense pouco articulado, preso de movimentos, ressentindo claramente as ausências forçadas, conseguindo apenas fugazes investidas pelas laterais, fruto do talento do Paulinho e das rápidas subidas do lateral Bruno Pires.
Face a essa supremacia e embora não fosse criando grandes situações de perigo, o Carvalhais chega ao golo fruto de um erro grave do guarda-redes Quim que não consegue sacudir a bola da sua área e permite ao Carvalhais inaugurar o marcador.
A equipa da casa corre então atrás do prejuízo, sentido grande dificuldades em organizar o seu futebol, trocando insistentemente a bola de uma forma atabalhoada, sem se conseguir superiorizar ao meio campo combativo do Carvalhais.
O Paivense chega ao empate depois de uma excelente arrancada de Paulinho, driblando vários adversários e com classe entrega para Parma que isolado e á saída do guarda redes do Carvalhais faz o 1-1.
A partida chega ao intervalo com o empate a traduzir o que se passou durante os primeiros 45 minutos.
Na segunda parte o Paivense aparece mais pressionante, com mais posse de bola, demostrando claramente que queria vencer o jogo.
Nas laterais Paulinho continuava inspirado, criando inúmeras e flagrantes oportunidades de golo que Parma de forma infeliz ia desperdiçando.
Contra a corrente do jogo eis que surge o segundo golo da equipa de Carvalhais, que de livre e com Quim mais uma vez mal batido, pese embora o facto da boa execução do livre. (pergunto eu aos técnicos por Ivo (guarda redes))
Com a desvantagem no marcador a equipa técnica do Paivense resolve trocar Alexandre, completamente apagado, por João Pedro, que entrou muito bem no jogo, rápido, esclarecido, criando dificuldades á defensiva do Carvalhais.
As oportunidades de golo para o Paivense iam-se sucedendo, mas a bola teimava em não entrar, até que muito perto do final Eduardo comete grande penalidade, claríssima, que o Carvalhais não desperdiçou e fez aumentar a vantagem.
A partida termina com o Carvalhais a vencer por 3-1 e a conseguir somar mais 3 pontos, que penaliza a ineficácia do Paivense e acaba por premiar a forma combativa com que o Carvalhais se apresentou em Vila Nova de Paiva.
Um abraço Paivense

Vítor Silva
( Nota: Como adepto do Paivense, critico a falta de coragem, ambição e talento da equipa técnica, mostrando clara incompetência para trabalhar uma equipa que demostra imensa qualidade mas que face a isto vê limitadas as suas aspirações )

[Vítor Silva - colaborador do Paivense]

1ª Zona Sul: Santar 3 C. Santa Maria 0

Santar 3 Canas de Santa Maria 0

Santar: Pio, Jorge Silva, Rui, Luís, Neves(C), Mariano, Jorge, Filipe, Bruno, Man, Marinho
Substituições: Neves por Marcial(68’), Man por Tójó(73’), Filipe por Xarila(811’)
Suplentes não utilizados: Vítor, Zeca, Fábio
Treinador: João Pereira

C.S. Maria: João, Ricardo, Porteiro, Francês, Renato, Adriano, Pedro, Julião, Dani, Xavier, Tiago
Substituições: Xavier por Pedrito(61’), Julião por Luís(69’), Pedro por Tobé(82’)
Suplentes não utilizados: Marco, Daniel
Treinador: Jorge Nunes

Estádio: Francisco Vital
Árbitro:
António Carlos Cardoso
Resultado ao Intervalo: 1-0
Marcadores: Bruno(27’ gp), Marinho(48’), Filipe(80’)
Acção Disciplinar: Amarelo: João(26’), Man(26’), Adriano(43’), Ricardo(54’), Julião(69’), Filipe(73’), Bruno(78’), Jorge Silva(87’), Mariano(90’), Marcial(97’)
Vermelho: Luís(90')

Numa tarde algo fria, mas com o terreno de jogo em óptimas condições a equipa do Santar mostrou hoje a sua qualidade perante o Canas de Santa Maria, que tinha até esta jornada a melhor defesa da prova.
A equipa da casa não podia entrar melhor no jogo, pois ainda no primeiro minuto Marinho aparece isolado, rematou, João desviou para o poste e na recarga Filipe cabeceia à trave e a bola entra na baliza, mas o árbitro não assinalou e a jogada continuou. A jogar bom futebol e quase sempre com a bola rente ao chão, a equipa verde e branca criava perigo junto da baliza de João. Jorge Silva após grande passe de Bruno aparece isolado, mas remata ao lado. A equipa forasteira não criava perigo e esperava-se o jogo do Santar. Aos 27’ Filipe foi derrubado dentro da área pelo guarda-redes João. O árbitro assinalou grande penalidade, mas apenas mostrou amarelo ao guarda-redes. Na conversão da grande penalidade Bruno fez o mais que merecido 1-0. A equipa do concelho de Tondela ainda tentou reagir, mas sem criar perigo para a baliza de Pio. O 2-0 não surgiu na primeira parte porque o grande remate de Mariano acertou com estrondo na trave. Ao intervalo o Santar vencia e era claramente a melhor equipa.

Esperava-se a reacção dos forasteiros na segunda parte, mas o Santar voltou a entrar muito bem. Marinho depois de um grande passe de Man fez o 2-0. Apesar do 2-0 e apesar de não estar a jogar tão bonito como na primeira parte o Santar era de longe a melhor equipa. A equipa da casa ainda dispôs de mais oportunidades, mas não marcou. Aos 68’ o capitão Neves teve que sair lesionado e para o seu lugar entrou Marcial, que finalmente esteve ao dispor da equipa técnica. O Canas de Santa Maria conseguiu reagir, aproximando-se baliza do Santar, mas sem nunca perturbar Pio. Aos 80’ e após mais uma bela jogada, Filipe isolado fintou o guarda-redes e fez o 3-0. Pouco depois e já com Tójó e Xarila nos lugares de Man e Filipe o Santar viu um golo ser anulado a Mariano. No lance seguinte de ataque da equipa da casa Xarila desmarcou o defesa direito Jorge Silva, que ficou isolado, mas a equipa de arbitragem marcou fora-de-jogo. A equipa treinada por Jorge Nunes apareceu nestes últimos minutos mais no meio campo do Santar, mas apenas por uma vez Pio ter que intervir. Aos 90’ Luís, central do Santar foi expulso com vermelho directo. A equipa de arbitragem deu 9 minutos de compensação e nesse período ainda houve tempo para Mariano e Marcial serem contemplados com um amarelo.
Vitória mais que justa da equipa que melhor futebol praticou.

Treinador Carlos Correia abandona Social Lamas

Carlos Correia abandonou o cargo de treinador no Social Lamas. Segundo o Diário Regional de Viseu esta decisão foi tomada devido a motivos pessoais.

Taça: Boavista 3 P. Castelo 1


O Penalva do Castelo saiu com honra e glória da Taça de Portugal, fazendo tremer a pantera nos seus domínios. A formação orientada por Carlos Agostinho apresentou-se no Estádio do Bessa desinibida, descomplexada e até surpreendeu nos minutos iniciais a formação axadrezada, tendo sido a primeira equipa a rematar à baliza, quando iam decorridos 11 minutos. Todavia, alguma desconcentração defensiva e, porque não dize-lo, a mais valia de alguns jogadores do Boavista, acabaram por fazer a diferença. Aos 16 minutos, no primeiro canto do encontro, a turma da casa chegou ao golo, num erro de marcação ao defesa Cissé, que apareceu a cabecear sem oposição. Fary aumentou a vantagem cinco minutos depois, num bonito golo, mas ainda assim a turma beirã manteve a mesma atitude, tendo até em alguns instantes do encontro algum ascendente, para desagrado de Jaime Pacheco.
No início do segundo tempo Lopes arrancou um penalty a Lucas, que Listra não perdoou. Depois de Tojó ver Cissé negar-lhe o golo do empate, foi Fary que arrumou a questão a 12 minutos do final da partida.
A mesma táctica
do Campeonato

Carlos Agostinho tinha dito durante a semana que a sua equipa iria "encarar o jogo com naturalidade, motivação e com alguma esperança de passar à eliminatória seguinte, sabendo de antemão que era um tarefa complicada". E era efectivamente.
Todavia o técnico penalvense bem pode agora estar de consciência tranquila, pois não teve medo do "papão" Boavista. Apresentou uma disposição táctica igual à que tem vindo a implementar para o campeonato, os seus jogadores correram tanto ou mais que as "panteras", jogaram de igual para igual, diríamos, como se diz na gíria taurina "encarou o touro olhos nos olhos", soçobrando apenas em alguns duelos individuais, pela mais valia dos jogadores axadrezados, que acabaram por marcar a diferença. Porém, na retina, fica uma excelente exibição do Penalva, sem complexos, frente a uma das equipas de topo do futebol nacional.

Início com tremedeira

Depois de ter eliminado o Fátima, 1º de Dezembro e Maria da Fonte, a formação penalvense apresentava-se nesta partida com a consciência do dever cumprido na segunda prova mais importante do futebol nacional. Todavia, a esperança é a ultima a morrer e está na memória de todos a recente eliminação do FC Porto às mão do Atlético, uma equipa que, tal como o Penalva, disputa a 2ª Divisão nacional. A equipa de Castendo entrou no jogo com alguma tremedeira, mas rapidamente mandou às malvas o nervoso miudinho, entregando-se ao jogo, apoiada pela ruidosa falange de apoio presente no Bessa.
Aos 5 minutos a formação orientada por Carlos Agostinho mostrava uma enorme tranquilidade, tendo Lopes feito o primeiro remate com perigo às redes contrárias aos 10 minutos. No minuto seguinte, a baliza boavisteira voltou a passar por alguns momentos de aflição, com Tojó a rematar ao lado, em resposta a um cruzamento de Marco da esquerda.
A turma do Bessa beneficiou do primeiro pontapé de canto aos 16 minutos, com Zé Manuel a bater e Cissé, sem marcação, a atirar de cabeça para o fundo das redes de Nuno, numa falha de marcação ao defesa boavisteiro.
Cinco minutos volvidos, o Boavista aumentou a vantagem, com Nuno Pinto a cruzar da esquerda e Fary a encher o pé, que com um remate cruzado aumentou a vantagem.
Temeu-se o pior, a goleada era uma possibilidade, mas tal não se verificou. Os jogadores de Penalva não acusaram os golpes e voltaram, com tranquilidade, a equilibrar a contenda, sem que o marcador tivesse sofrido qualquer alteração até ao intervalo.

Penalty a abrir a segunda metade

A abrir o segundo tempo, Lopes arrancou uma grande penalidade a Lucas. Arrancou pelo lado esquerdo, sendo travado na área de rigor quando flectiu para o meio. Listra não perdoou da marca de 9,15 metros, relançando a partida.
E o empate poderia ter chegado aos 57 minutos, quando Tojó rematou de cabeça e Cissé evitou o golo em cima da linha, desviando para canto.
O jogo estava aberto e Carlos Agostinho tentou dar mais força à sua frente de ataque. Todavia, alguma indefinição na abordagem ao jogo após as substituições, acabou por ser fatal. Listra, Belo e Tojo não se entediam, o que obrigou o técnico à entrada de Roberto, para aguentar o meio campo, onde Tiago dominava. Esta alteração obrigou a alguns acertos e foi nesse momento que o Boavista acabou por matar o jogo, com Fary, outra vez, a dar a machadada final nas aspirações das gentes de Penalva e da sua equipa.
No final da partida Carlos Agostinho realçou a exibição e postura dos seus jogadores perante o Boavista, destacando as diferenças entre as duas equipas. O técnico lamentou o menor acerto da sua equipa após ter reduzido a diferença, o que acabou por ser fatal. Por sua vez Jaime Pacheco salientou que a sua equipa mereceu o triunfo, num bom jogo, perante um adversário muito aguerrido e que dificultou a passagem à eliminatória seguinte.
Bom trabalho do trio de arbitragem lisboeta.

Mais de três centenas de Penalva para o Bessa

Começou cedo a romaria dos adeptos do Sport Clube de Penalva do Castelo rumo ao Porto. Da A25, pela A1 ou A29 eram muitos os que, de carro ou de autocarro, foram seis que saíram de Penalva, se dirigiam para o Porto. Nos arredores do Estádio do Bessa a festa era feita pelos penalvenses, que ocuparam a bancada norte, onde desde que entraram fizeram a festa, num apoio incondicional à sua equipa.
Diga-se, todavia, que o Estádio do Bessa apresentava um aspecto desolador, pois talvez menos de mil adeptos arriscaram ir ao jogo. Metade eram de Penalva.

José Luís Araújo

In Diario Regional de Viseu

domingo, janeiro 21, 2007

Divisão de Honra: V. Benfica 3 Lusitano 0


O jogo no Campo 1º Maio prometia muita emoção e assim foi. Duas equipas de Viseu que não estão muito bem na tabela classificativa e que precisavam de pontos neste jogo.
O Lusitano entrou melhor no jogo, dominando a primeira meia hora e cirando algumas situações de perigo na área contrária. Aos 37 minutos surgiu a melhor do primeiro tempo. Chambel bate mal um pontapé de baliza e coloca a bola nos pés de Brito, só que este não encostou de imediato para o golo e deixou que os defesas cortassem a bola para fora da zona de perigo. Como quem não marca sofre, e daí o título da notícia, o Viseu Benfica respondeu com o golo aos 39 minutos. Após livre na direita, a bola foi enviada ao 1º poste, e Salgueiral desviou a bola para a própria baliza, sem hipóteses para Luis. Ao intervalo era este o resultado, algo injusto para o futebol intencionalmente ofensivo que o Lusitano incutiu na primeira parte.
A Segunda metade começou com um Viseu Benfica transfigurado. A força da motivação foi tal que os da casa começaram logo a marcar. Aos 47 minutos, após um canto na esquerda, Dani, ao segundo poste, cabeceou fácil para o segundo da tarde. Mais uma vez posta em evidência a dificuldade do Lusitano em defender-se nas bolas paradas. Pouco tempo depois, o mesmo Dani voltou a visar com golo a baliza de Luis. Isolado na esquerda do ataque, o avançado do Viseu Benfica não teve dificuldades para bater Luis pela terceira vez no jogo.
Depois do terceiro golo pouco mais se viu do Viseu Benfica, sendo o Lusitano a pegar no jogo, no entanto sem grandes consequências, já que as oportunidades eram constantemente perdidas. Pelo meio vieram as expulsões de Zé Alfredo (por acumulação de amarelos) e de José Chaves (treinador do V.Benfica) por protestos mais exacerbados.
A fechar a partida o Lusitano ainda podia marcar o tento de honra mas Esteves, ao 1º poste, rematou cruzado para fora. Em relação à arbitragem nada a dizer, muito positiva, apesar da contestação dos adeptos da casa.

Ficha de Jogo:

Viseu e Benfica 3
- Chambel, Nuno, Márcio, Albuquerque, Serafim, Nando, Ângelo, Pedro Rocha, Dani, Zé Alfredo e Luis Paulo.
Substituições: Dani por Coquinho (64m), Luis Paulo por Oliveira (70m) e Pedro Rocha por Zé Pedro (93m)
Suplentes não utilizados: João, Paulo, Abner e Fabiano.
Treinador: José Chaves.

Lusitano 0
- Luis, Salgueiral, Marcão, Madeira, Esteves, Micó, Brito, Agostinho, Fredy, Nuno Pais e Zé António.
Substituições: Zé António por Daniel (65m) e Nuno Pais por Miguel Cruz (76m).
Suplentes não utilizados: Rafael, Hugo Lucas, Cajó, Juan e Loureiro.
Treinador: Joca.

Jogo no Campo 1º Maio, em Viseu
Assistência:
cerca de 450 espectadores
Árbitro: Luis Caiado (Viseu)
Auxiliares: João Ferreira e Carlos Marques.
Resultado ao Intervalo: 1-0
Marcadores: Salgueiral (39 p.b.), Dani (47 e 55m).
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Ângelo (16m), Zé Alfredo (29 e 67m), Micó (35m), Madeira (80m), Albuquerque (84m) e Nando (93m). Cartão Vermelho por acumulação para Zé Alfredo (67m).

Vitor Ramos

1ª Zona Sul: CAM 1 - 1 F.C. DE RANHADOS

Constituição da equipa do CAM:
1- Sérgio; 2- João Filipe; 3- Gustavo; 4- Marco; 5- Valter; 6- Nelson; 7- Paulo Matos; 8- Marcelo; 9- Telmo; 10- Júlio Daniel; 11- Emanu; 12- Baía ; 13- Morais; 14- Philippe; 15- Daniel; 16- Chalana; 17- Tiago; 18- Ricardo
Treinadores: Nuno Santos, Luís Pereira
Massagista: Luís Marques
Resultado ao intervalo: CAM 1 - 1 F.C. DE RANHADOS
Autor do golo: Marcelo

Mau resultado…

Este foi o terceiro jogo consecutivo do Clube Atlético de Molelos em casa a contar para o campeonato.
Agora vamos entrar num ciclo 4 de jogos fora de casa. Pinheiro de Lafões, Moimenta Dão F.C., paragem devido ao referendo, Grupo D.Bela Vista, nova paragem devido a folga e sporting c. Santar. Com tudo isto só voltamos a jogar em casa na 21ª jornada no dia 11 de Março contra A.R.C. Sezurense.

Resumo do jogo:

A equipa da casa começou o jogo ao ataque com o intuito de marcar cedo e de vencer este jogo. Numa jogada que tem início num lançamento de linha lateral do lado esquerdo, a bola passa pelo meio campo e depois de um passe longo surge Marcelo a fazer o golo. Bom início para o CAM mas na jogada seguinte, depois de um canto do lado direito, o Ranhados consegue o empate. Até ao intervalo a toada do jogo manteve-se, o CAM ao ataque e o Ranhados a defender com todos os seus elementos, foram desperdiçadas algumas oportunidades de golo, algumas das quase de forma incrível.

A história da 2ª parte é igual à da 1ª, a equipa da casa a tentar chegar ao golo e a visitante a defender com todas as suas armas e a jogar com o tempo a seu favor. Sem jogar bem, o CAM conseguiu criar algumas boas oportunidades de golo mas esteve mal ao nível da finalização. Nos últimos minutos a pressão foi enorme mas sem resultados práticos. Ficou por assinalar uma grande penalidade muito perto do final a favor do Molelos, no entanto tenho de dar o benefício da dúvida à equipa de arbitragem…

Parabéns à equipa de Ranhados pela entrega e pelo espírito de sacrifício demonstrado.

Faltou um pouco de sorte para ganhar este jogo.

Arbitragem: Pontuação de 1 a 10: (6).







Camadas jovens do Clube Atlético de Molelos

Infantis:
CAM 2 - 3 S. Joaninho

Iniciados:
Ac. Viseu 4 - 0 CAM

Juvenis:
Mortágua 1 - 3 CAM

Resultados do fim-de-semana 20/21 de Janeiro

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão - 13ª Jornada
Escola - 1º Dezembro 1-1

Taça de Portugal - 5ª Eliminatória
Boavista - Penalva do Castelo 3-1

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 15ªJornada
Viseu e Benfica - Lusitano 3-0
Paivense - Carvalhais 1-3
Moimenta - Lamego 1-5
Oliv.Frades - Mangualde 0-2
Mortágua - Cinfães 1-1
Tarouquense - Lamelas 0-0
Sampedrense - Campia 2-1
Vouzelenses - A. Viseu 0-2

1ª Divisão
Zona Norte - 14ª Jornada
Nespereira - F. Aves 1-1
Armamar - O. Douro 0-1
Boassas - Parada 5-1
Sul - Fornelos 0-3
Nave-Alvite - Leomil 1-0
Ceireiros - S.J. Pesqueira 2-2
Folga: Sernancelhe

Zona Sul - 14ª Jornada
Molelos - Ranhados 1-1
M. Dão - C. Sal 1-1
C.Senhorim - Vila Chã de Sá 2-0
B. Vista - V. Açores 2-2
Santar - C.S. Maria 3-0
Sezurense - P.Lafões 1-0
Folga: S.Cassurrães

2ª Divisão - 14ª Jornada
Calde - Silgueiros 2-1
Santiago Besteiros - Roriz 0-0
Vilamaiorense - Cabanas 0-1
Abraveses - V. Madeiros 2-1
Farminhão - Besteiros 3-4
Fiais da Telha - Vilacovense 3-0
Folga: Resende

Treinador Portela abandona o Lamelas

Portela abandonou o cargo de treinador no Lamelas. A decisão terá partido do próprio treinador. Segundo o blog VisFutMagazine os acontecimentos do jogo Lamelas - Sampedrense podem estar na base da decisão. No referido jogo Chalana simulou colocar a bola fora para ser prestada assistência a um jogador do Lamelas, mas decidiu fazer um passe que isolou um colega seu. O Sampedrense marcou lance neste golo e os adeptos não gostaram e no final Chalana foi agredido, tendo inclusive que ir ao Hospital.

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Jogos para o fim-de-semana 20/21 de Janeiro

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão - 13ª Jornada
Escola - 1º Dezembro

Taça de Portugal - 5ª Eliminatória
Boavista - Penalva do Castelo

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 15ªJornada
Viseu e Benfica - Lusitano
Paivense - Carvalhais
Moimenta - Lamego
Oliv.Frades - Mangualde
Mortágua - Cinfães
Tarouquense - Lamelas
Sampedrense - Campia
Vouzelenses - A. Viseu

1ª Divisão
Zona Norte - 14ª Jornada
Nespereira - F. Aves
Armamar - O. Douro
Boassas - Parada
Sul - Fornelos
Nave-Alvite - Leomil
Ceireiros - S.J. Pesqueira
Folga: Sernancelhe

Zona Sul - 14ª Jornada
Molelos - Ranhados
M. Dão - C. Sal
C.Senhorim - Vila Chã de Sá
B. Vista - V. Açores
Santar - C.S. Maria
Sezurense - P.Lafões
Folga: S.Cassurrães

2ª Divisão - 14ª Jornada
Calde - Silgueiros
Santiago Besteiros - Roriz
Vilamaiorense - Cabanas
Abraveses - V. Madeiros
Farminhão - Besteiros
Fiais da Telha - Vilacovense
Folga: Resende

Veja os árbitros, campos e horário dos jogo aqui.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Bolsa de Valores

O Blog Futebol do Distrito de Viseu inaugura hoje a rubrica Bolsa de Valores. Esta rubrica vai revelar a equipa da semana e a equipa desilusão com base nos votos dos colaboradores do blog. Para além disso temos por objectivo de revelar as equipas que estão em crescendo e por outro lado aquelas que seguem o caminho oposto. Esperamos que a rubrica seja do seu agrado.
O Sport Clube Paivense é a primeira equipa a receber a distinção de equipa da semana. O Clube foi fundado a 29 de Outubro de 1980. Foi duas vezes campeão da 2ª Divisão Distrital e venceu uma Taça Sócios de Mérito. A equipa de Vila Nova de Paiva venceu com grande margem a primeira votação dos nossos colaboradores. A vitória no Estádio dos Trambelos contribuiu para esta votação, mas certamente que grande parte do peso desta eleição se deve à magnífica campanha da equipa, que ocupa de momento o 2º lugar na Divisão de Honra.
O Grupo Desportivo de Mangualde é a primeira desilusão da Semana. A pontuação foi renhida com o Lamego, mas a votação dos colaboradores deu este título indesejado ao Mangualde. A equipa da Cidade de Mangualde desiludiu esta semana ao empatar em casa com o Mortágua. Juntando a este empate a derrota da jornada anterior, a equipa treinada por Mourilhe, desperdiçou duas boas oportunidades para aproveitar os deslizes do líder Lamego.
A valorizar:

- Nelas: Mais 3 preciosos pontos que permitem aos Nelenses sonhar com o 1º lugar.
- Tondela: Apesar do empate manteve o primeiro lugar.
- Paivense: Mais uma vitória e já está em segundo lugar.
- Cinfães: Início dessastroso, mas já está em quinto lugar.
- Mortágua: Golelou o líder Lamego e desta feita foi empatar ao terreno do então segundo.
- Campia: No "derby" de Lafões venceu por 2-0 apesar de jogar em inferioridade.
- Nespereira: Na 1ª Zona Norte foi empatar a casa do líder.
- Vale de Açores: 5-1. Parece que está tudo dito.
- Molelos: Venceu o C. Senhorim num jogo de candidatos.
- B. Vista: De um momento para o outro deixou o último lugar e já está a pisar o calcanhar a várias equipas.
- Resende: Nova vitória e manutenção da liderança na 2ª Distrital.
- Besteiros: Goleou e continua na perseguição ao Resende.

A desvalorizar:

- P. Castelo: Esteve a vencer, mas perdeu e deu um tombo na classificação:
- Lamego: Continua em primeiro, mas depois da goleada sofrida em Mortágua, não foi além de um empate em casa.
- Mangualde: Empatou em casa com o Mortágua e não aproveitou a escorregadela do líder.
- Lamelas: Nova derrota em casa e continua em último.
- Sul: Nova derrota na 1ª Norte e continua somente com 2 pontos.
- Sezurense: Duas jornadas 10 golos sofrido. Sofreu 5 em Santar e 5 em Vale de Açores. Continua em último.
- Abraveses: Depois de ter prometido muito no início da época, vai somando derrotas.
- Vilacovense: Perdeu 4-0 e continua em último.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Divisão de Honra: Campia 2 Vouzelenses 0

O Derby regional, do concelho de Vouzela, teve um começo que prometia uma tarde de futebol no mínimo disputado.
Embora que o futebol praticado não fosse da melhor qualidade o equilíbrio marcou a fase inicial da partida.
Com o jogo disputado essencialmente na zona do meio campo o resultado não poderia sofrer qualquer tipo de alteração até porque a bola, nos primeiros 20 minutos, só chegou com algum perigo por uma vez a cada uma das balizas.
Aos 24 minutos Pinhão, na zona de ataque, faz falta sobre Fontoura, este não teve a melhor reacção, pontapeou o seu adversário e levou o respectivo cartão vermelho.
Naturalmente, que se esperava que os forasteiros tomassem conta do jogo, mas as teorias nem sempre correspondem á pratica e quem marcou o primeiro golo da partida, 6 minutos após a expulsão, foi mesmo a formação da casa. Paulinho passou por Taveira e serviu Luisão que só teve que rematar de forma que Jorge nada pudesse fazer.
No segundo tempo os Vouzelenses tentaram mas não conseguiram mostrar em campo que tinham vantagem numérica e os lances de contra – ataque dos homens da casa ameaçavam fazer mossa.
Aos 60 minutos, um dos centrais “vouzelenses” foi agarrado na área mas Chano, na transformação da grande penalidade, permitiu que Ruben adivinhasse para que lado o capitão forasteiro vinha a rematar.
Aos 32 minutos, do segundo tempo, Luisão acabou com todas as dúvidas ao marcar o segundo golo da sua equipa e também o segundo na sua contagem.
Com a entrada de Nelo, “Os Vouzelenses” ainda conseguiram mostrar alguma reacção, mas não concretizaram, umas vezes por rematarem ao lado outras por encontrar pela frente o guardião adversário inspirado.

Campia 2
-Ruben, Jorge, Fontoura, Vitó, Ricardo, Vitinho, Ramísio, Paulinho, Luizão, Dani e Carlitos.
Substituições: Dani por Pedro (45m), Paulinho por Tavares (45m) e Luisão por João (90m).
Suplentes não utilizados: Antero, Laranjeira, Guedes, Moacir.
Treinador: Raul Garcia

Vouzela 0
-Jorge, Ribeiro, Taveira, Alexandre, Serginho , Neves, Alex, Chano, Pinhão, Beto e Vitória.
Substituições: Neves por Nelo (62m), Ribeiro por Simão (78m)
Suplentes não utilizados: Marco, Duarte, Nino, Ivo, Helder.
Treinador: Fernando Silva

Jogo no Parque Desportivo de Campia
Assistência: cerca de 200 espectadores
Árbitro: António Cardoso
Auxiliares: Paulo Lemos e Ricardo Monteiro
Marcadores: Luisão (29m), Luisão (77).
Cartão amarelo para: Vitinho (57m), Vitó (59m), Vitória (60m), Pedro (70m), Alexandre (87m), Ricardo (93m) e Taveira (94m).
Cartão Vermelho para: Ramísio (24m).

AB

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