quarta-feira, outubro 31, 2007

1ª Sul: M. Dão 0 Besteiros 1

Campo Nª Srª da Febres, em Moimenta do Dão.
ÁRBITRO - Nuno Cid de Moimenta do Dão.

MOIMENTA DO DÃO - Marco, Luís Filipe, Bruno (Hélio 45m), Ricardo, Alexandre (Cap.), José Carlos, Luís Miguel, Silvestre, João Miguel (Silvério 64m), Alfredo (Jorge 68m) e Sérgio.
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS - Ricardo e Francisco.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Bruno, Alexandre e André.

BESTEIROS - Márcio, Pizarro, Porteiro, Sá, Riquito, Jacinto, Pedro Pomar (Raul 79m), Fábio (Edgar 70m), João Paulo (Rui 45m), Zé Russo e Mário (Cap.).
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS - Luis Dias, Daniel, Loureiro e João.
DISCIPLINA - Cartão amarelo a Fábio e Zé Russo.
TREINADOR - Carlos Miguel Pratas.

"GANHOU A EQUIPA MAIS FELIZ"
Realizou-se no passado Domingo a 4ª jornada do Campeonato Distrital da 1ª Divisão pondo frente a frente as equipas do Moimenta do Dão e do Besteiros.
A equipa da casa ainda sem pontuar neste campeonato entrou decidida a criar dificuldades à turma visitante e logo aos cinco minutos remata à baliza de Márcio, defendendo este sem dificuldade. De seguida é Pizarro que remata à baliza de Marco. E nesta toada de parada e resposta o jogo ia-se desenrolando com momentos de perigo para ambas as balizas. Pedro Pomar de fora da área remata à baliza e a bola sai a rasar a trave da baliza do Moimenta. De livre Zé Russo põe em perigo a baliza dos donos da casa. O Moimenta aos 39 minutos chega com perigo à baliza de Márcio. Em cima do intervalo é Luís Miguel que leva perigo junto das redes do Besteiros.
A primeira parte foi muito mal jogada de parte a parte, ainda assim o maior pendor atacante foi da equipa da casa, porém o intervalo atingiu-se com um empate a zero bolas.
A abrir a segunda metade a equipa da casa entrou com intenções de marcar e logo aos cinquenta minutos remata de fora da área para uma defesa fácil de Márcio. De seguida primeiro Mário e depois Jacinto levam perigo à baliza dos donos da casa.
A equipa da casa a jogar muito faltosa a roçar a maldade ia-se acercando da baliza do Besteiros, algumas vezes com perigo, mas os jogadores visitantes não pretendiam sair de Moimenta sem pontuar e Jacinto aos 67 minutos tenta a sua sorte, a bola para nas mãos do guarda redes Marco. Aos 78 minutos o Moimenta podia ter aberto o marcador depois da marcação de um pontapé de canto, porém a inépcia do avançado dos donos da casa evitou o pior.
Até que aos 80 minutos Jacinto com um remate forte cruzado, após uma insistência de Raul que havia entrado a substituir Pedro Pomar faz a bola anichar-se na baliza de Marco e deste modo o 1 a 0 para o Besteiros. Aos 84 o Moimenta podia ter empatado a partida, a bola sai ao lado da baliza de Márcio. Em período de descontos dados pelo árbitro do encontro o guarda-redes Marco ao pontapear uma bola fá-lo mal e aleija-se tendo que ser substituído por um jogador de campo, visto já terem sido efectuadas as três substituições permitidas.
Em cima do apito final Pizarro podia ter aumentado o marcador depois de um livre em jeito de canto mais curto marcado por Zé Russo, a bola sai muito por cima da trave. E com o resultado favorável ao Besteiros por uma bola a zero terminou este encontro. Não podemos deixar de fazer um apelo à massa associativa, amigos e simpatizantes do Besteiros, apoiem os atletas, pois eles dão o melhor de si a troco de nada em representação da equipa do Vale de Besteiros e é nos momentos menos bons que eles precisam do nosso apoio e não de serem criticados e vaiados.
\Quanto ao trabalho da equipa de arbitragem que veio de Moimenta da Beira, mais uma vez não agradou, o árbitro esteve mal fisicamente acompanhando os lances de muito longe, disciplinarmente deixou que os jogadores da equipa da casa abusassem de entradas à margem das leis sem a devida punição, não soube aplicar a lei da vantagem, enfim tiveram uma tarde para esquecer.
No próximo fim de semana o Besteiros recebe no seu reduto a equipa do Mortágua, num jogo que se antevê bastante difícil, uma vez que só 1 ponto separa as duas equipas, porém com o apoio de todos os amigos, sócios e simpatizantes, será possível amealhar os três pontos em disputa.

J.A.L.P.
In Blog Campo de Besteiros

Divisão de Honra: Paivense 1 Sampedrense 1

Uma primeira parte que ficou marcada por uma disputa dos lances na zona do meio campo. As equipas estavam encaixadas e a bola quando passava pelas áreas, de um lado ou do outro, não assustava os guardiões. E por esse facto, a ausência de notas, dignas de registo.
A segunda parte já teve mais conteúdo, tanto em termos de jogo como com o caso que manchou o espectáculo.
O Sampedrense até foi a primeira equipa provocar um calafrio á defensiva contrária, na sequência de um livre marcado por Costa, pela direita, próximo da bandeirola de canto.
No entanto foi o Paivense, ao minuto 55, com um lance para as costas da defensiva de S. Pedro do Sul, que deixou Ito isolado fez o chapéu a Maló e empurrou para o fundo da baliza.
O Sampedrense reagiu bem mas a bola não entrava.
Aos 67 minutos, Cordeiro fugiu bem pela esquerda, serviu Esteves que frente á baliza falhou. Cinco minutos depois, o Sampedrense voltou a assustar com um remate de cabeça para a defesa incompleta de Ivo e na sequência do lance, Zinia rematou por cima.
As tentativas foram coroadas com golo, já no período de compensação, Cordeiro ganhou a bola, fruto de um ressalto, que só teve de rematar sem que Ivo se pudesse opor.

O caso do jogo

Faltava apenas um minuto para completar os cinco de compensação, pelo árbitro para terminar o seu trabalho. O Sampedrense tinha marcado o golo da igualdade á dois minutos. Quando o árbitro passava próximo de um jogador do Paivense, puxou pela cartolina vermelha e deu-lhe ordens de expulsão. Paulo Pires foi ao encontro do árbitro e projectou o seu corpo ao do juiz da partida. Nuno Ventura pediu ao massagista da União Desportiva Sampedrense para que fosse assistido. Paulo Pires, que já ia a caminho do balneário, voltou para traz e só não fez mais mossa, porque foi interceptado pelos seus companheiros.
O banco Sampedrense confirmou que Nuno Ventura tinha uma zona da cabeça avermelhada e o técnico do Paivense acusou o árbitro da partida de ter andado a insultar o jogador durante a partida.

Ficha de Jogo:

Paivense 1
-Ivo, Bruno, Paulo Pires, Zé Miguel, Pina, Nuno Pires, Rochinha, Márcio, Ito, Serginho e Alexandre.
Substituições: Nuno Pires por Chico (34´) e Serginho por Silas (87´)
Suplentes não utilizados: Vítor, Carlos Pereira, João Amaral e Bruno Cardoso.
Treinador: Orlando

Sampedrense 1
-Maló, Moreira, Márcio, Heitor, Vítor Hugo, Baixote, Zinia, Costa, Jorgito, Bartolo e Cordeiro.
Substituições: Bartôlo por Esteves (58’), Moreira por Vitória (62’) e Jorgito por Gouveia (66’).
Suplentes não utilizados: André Silva, Neves e Jorge
Treinador: Sérgio Nunes.

Assistência: cerca de 100 pessoas
Árbitro: Nuno Ventura
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Ito (55’) e Cordeiro (92’)
Acção Disciplinar:
Cartão Amarelo para Costa (46’), Chico (78’), Vitória (92´) e Paulo Pires (94´)
Cartão vermelho para Paulo Pires (94’)

AB
In Desporto da Rádio Vouzela

terça-feira, outubro 30, 2007

Divisão de Honra: Vouzelenses 0 C. Senhorim 3

Numa tarde propícia para a prática do futebol, defrontaram-se em Vouzela a equipa local e o Canas de Senhorim.
O jogo começou com um ligeiro ascendente da equipa local que em duas ocasiões poderia ter marcado, mas não marcou, a primeira fica a dever-se a uma grande defesa de Pedro e a segunda o remate a bater em Nélson e a sair ao lado. Aos poucos o Canas foi equilibrando a partida devido a um ajuste feito pelo seu treinador, que fez uma alteração no posicionamento de alguns jogadores o que se revelou muito importante, pois, a partir dai o Canas passou a criar mais perigo e fez um golo, obtido por Mauryo, num remate a fuzilar o guarda-redes do Vouzela. Até ao intervalo o Canas poderia mesmo ter ampliado o resultado em contra-ataques sempre muito perigosos que punham a defesa do Vouzela sempre em grande desespero.
Na segunda parte o Canas controlou o jogo na sua totalidade, fez dois golos, por Pilão e Hélder, em jogadas muito rápidas pelas linhas e não deixando a equipa da casa chegar á sua área.
Uma arbitragem que acaba por ser normal, com pequenos erros, mas sem problemas pois as equipas portaram-se sempre bem e com respeito.

[Fernando Lucas]

Ficha de Jogo:

Associação “Os Vouzelenses” 0
Onze titular:
Marco; André; José Santos; Ricardo; Filipe (sub-cap.); Kiko; Pinhão; Bruno Silva (cap.); Bruno Assunção; Carlos Marques; Jorge Marques.
Suplentes: José Carvalho; Bruno Pinto; Hélder; Bruno Ferreira; Sérgio Pereira; Nuno Rocha; Pedro Vasconcelos.
Substituições: Ao intervalo saiu Jorge Marques, entrou Sérgio Pereira; Minuto 55, saiu Ricardo Ferreira devido a lesão, entrou para o seu lugar Nuno Rocha; Minuto 69 saiu Bruno Silva entrou Bruno Pinto.
Sanção disciplinar: Cartão amarelo, Ricardo Ferreira (37’).
Treinador: Fernando Silva.

Grupo Desportivo Canas de Senhorim 3
Onze titular:
Pedro; Guilherme I; Berito (sub-cap.); Simão (cap.); Nelson; Fino; Janeiro; Guilherme II; Luís Lopes; Mauryo; João André.
Suplentes: Fernando; Rui; Rodrigo; Roger; Hélder; Tiago; Pedro Morais.
Substituições: Minuto 70, saiu Berito entrou Hélder; Minuto 88, João André deu lugar a Tiago; Minuto 91, saiu Nelson entrou Rodrigo para o seu lugar.
Sanção disciplinar: Cartão amarelo, Fino (28’), Mauryo (33’), Simão (35’).
Treinador: Jorge Valente.

Campo Municipal das Chãs – Vouzela.
Trio de Arbitragem:
Árbitro:
António Cardoso.
Auxiliar (peão): Carlos Silva.
Auxiliar (bancada): Sérgio Rocha.
Localidade: Castro Daire.

Agressões a Árbitros

Agressão a Nuno Ventura
Como já é do conhecimento de todos, o árbitro Nuno Ventura(foto do Vis Fut Magazine) foi no passado domingo agredido no jogo Paivense - Sampedrense. Segundo os relatos o autor da agressão foi o jogador Paulo Pires. O jogador do Paivense terá dado uma cabeçada ao árbitro, que posteriormente teve que ser assistido junto do banco do Sampedrense. O Diário de Viseu citando o presidente do Conselho de Arbitragem, João Caiado, afirma que o árbitro teve mesmo que ser assistido no hospital. No mesmo jornal, Presidente e capitão do Paivense refutam a hipótese de agressão, afirmando que apenas existiu um encosto de cabeças.
Por seu lado o Presidente do Sampedrense, José Gomes, disse que o Paulo Pires deu uma cabeçada ao árbitro.
Aguarda-se agora qual será a punição para jogador e clube, uma vez que o jogo não terá terminado por falta de segurança.

Este não é caso único na nova época desportiva
Segundo nos foi possível apurar já na semana passada existiu uma agressão a um árbitro. No jogo Santiago de Cassurrães - Vila Chã de Sá, o jogador Marcelino José Ferreira Santos terá dado uma bofetada ao árbitro Adelino Duarte(foto do nosso arquivo). O referido jogador encontra-se suspenso preventivamente e com um processo disciplinar. Curiosamente já na época passada neste mesmo jogo, Mané, jogador na altura do Vila Chã de Sá, agrediu o árbitro, acabando por ser suspenso, por 9 meses(pensamos que foram 9 meses). Como a 1ª Sul não é tão mediática o caso não foi falado, muito porque ao que parece o jogo chegou mesmo ao fim.

Aguardam-se desenvolvimentos.

1ª Norte: Ceireiros 0 Nespereira 0

SOUBE A POUCO

CEIREIROS 0-0 NESPEREIRA F.C.

O Nespereira deslocou- se a Beselga, em Penedono, a fim de cumprir mais uma jornada do campeonato distrital de Viseu, para se defrontar com o Ceireiros. O Nespereira apresentou- se perante o Ceireiros com apenas 15 atletas.Devido algumas ausências Mouta Pinto, viu- se obrigado a mexer na equipa, trazendo Ricardo Valente, Bateira e Marcelo para a titularidade.
O jogo começou com o Ceireiros, a tentar pressionar o Nespereira no seu último quarto de campo, com os seus extremos obrigando a defesa nespereirense a manter- se sempre muito concentrada. E num remate algo longe, Pina obriga Jorge Ramalho a uma defesa " à Stojkovic", evitando o golo do Ceireiros. Tozé foi uma das dores de cabeça da defesa, mas com Vilarinho sempre muito certinho a conseguir controla- lo. O Nespereira tentava o ataque, através de lançamentos longos para Jorginho, e foi num desses lançamentos longos que Jorginho arranca uma falta, a que Nuno Cardoso proporcionou a Celso a defesa da tarde, num remate colocado e com força. Assim passou a primeira parte, e o marcador mantinha- se em branco.
Na segunda parte, ambas equipas voltaram com vontade de marcar, mas faltava- lhes pontaria. Da parte do Ceireiros, Pina era o mais inconformado, enquanto do Nespereira, Jorginho era o mais perigoso. O jogo passou- se muito com bola chutada para o ar, o que tornou o jogo nada atractivo... mas no final, derivado ás circunstâncias, o Nespereira acaba por se regozijar com o empate, pois o Ceireiros deste ano parece estar um pouco mais forte que o da época passada.
Realce para a boa arbitragem de Bruno Pereira, que apenas falhou num pormenor ou noutro, mas nada que influenciasse o resultado. Sublinhe- se também a boa postura da equipa do Ceireiros, em campo.


A FIGURA

RICARDO VALENTE

Foi lateral direito, em detrimento de João Paulo, que não pode se apresentar no jogo, mas parece que agarrou a titularidade. Seguro, muito certinho nas marcações, e quando atacava, tentava faze- lo com muita segurança. Boa figura também de Vilarinho, que conseguiu travar Tozé, que demonstrou não ser um jogador muito fácil de parar.

O Massagista Aconselha Nº22

A Rubrica " O Massagista Aconselha" é semanal, sendo publicada às terças feiras. Esta rubrica só é possível graças a uma colaboração com o Sr. João Carlos Matos do Vale e com o seu blog O Massagista.

Torcicolos

Quem já teve um torcicolo, sabe o quanto doloroso é, e o quanto é limitativo para efectuar certos movimentos.
Pode aparecer das formas mais absurdas, como por exemplo durante uma noite de sono, devido a almofadas mais ou menos confortáveis ou devido a um incorrecto posicionamento do corpo, durante o sono.
Outras vezes, quando a pessoa salta desajeitadamente ou então por bruscos movimentos de torção. Os torcicolos podem surgir igualmente após uma pancada na cabeça.
Por norma, quando se tenta endireitar a cabeça, as dores tornam-se maiores e aumenta o desconforto.
De igual modo podem surgir dores, entorpecimento e formigueiro noutras partes do corpo, como por exemplo no peito, nas mãos e/ou nos braços e na própria cabeça.
Em todos os casos é aconselhável o recurso aos superiores e especializados conhecimentos de um médico.
Como primeiro socorro, é aconselhada a termoterapia, mantendo o pescoço aquecido, recorrendo a hidrocolectores ou em último recurso a um simples cachecol.
Por norma, a sintomatologia dolorosa, desaparece ao fim de 48 a 72 horas.
É aconselhada a administração (a conselho médico) de fármacos analgésicos e relaxantes musculares.
Na fase aguda da lesão, está contra-indicada a manipulação, principalmente pelo desconforto doloroso que é provocada à pessoa lesionada.
Embora a recuperação seja rápida e na sua grande maioria das vezes definitiva, a fraqueza e o entorpecimento musculares, podem permanecer por mais algum tempo.

Divisão de Honra: Campia 0 Lamego 5

O Lamego vinha moralizado depois da vitória contra o líder, enquanto que a equipa da casa havia perdido o derby regional em S. Pedro do Sul.
O jogo começou com uma contrariedade para o Campia, pois logo aos 4’ Marujo, por lesão, deu lugar a Paulo Sérgio.
O Lamego entrou mais forte e o regresso de Igor era nota de destaque.
Ao minuto 13’ o Lamego adiantou-se no marcador. Laranjeira perde a bola na esquerda, com Miguel Martins a aproveitar o deslize e a servir Igor, que com uma simulação deixou passar a bola entre as pernas com Júnior a rematar forte e colocado sem hipótese de defesa para Batista.
O Campia procurava reagir ao golo sofrido, mas a defensiva lamecense mantinha o perigo longe da sua baliza.
A primeira meia hora foi bem disputada, com futebol agradável mas sem grandes ocasiões de golo.
Aos 34’ o Campia podia ter chegado à igualdade, mas Rafael sobre a linha de golo impediu que o remate de cabeça de Leandro tivesse melhor destino.
O golo de Júnior ditava o resultado ao intervalo, dando vantagem à equipa que melhor aproveitou o erro do adversário.

Na segunda parte o Campia acumulou erros

O Campia regressou disposto a mudar o ruma do resultado e era a equipa mais pressionante nos instantes iniciais do segundo tempo.
No entanto foi o Lamego a alargar a vantagem à passagem do minuto 53, com o capitão Miguel Martins a apontar de forma irrepreensível um livre directo à entrada da área.
A defesa do Campia estava perdida e em contra ataque o Lamego chegou ao terceiro, com Igor a concluir da melhor forma, um lance por ele iniciado, quando estavam passados 62’.
O Campia não baixou os braços e continuava a tentar reduzir o marcador. Pedro Cunha aos 75’ e aos 85’ podia ter reduzido, mas primeiro de cabeça atirou ao poste e depois a um metro da linha de golo atirou por cima do travessão.
Na resposta Miguel Martins aproveitou um erro infantil de João Miguel, rematando forte à entrada da área, batendo Batista pela quarta vez e bisando na partida.
O jogo não acabou sem mais um golo do Lamego. Agora foi Hugo a aproveitar da melhor forma mais uma desatenção da equipa da casa, já em tempo de descontos.
Vitória justa da forte equipa do Lamego, que foi superior à equipa da casa, que acumulou erros que impediram um resultado diferente.
Bom trabalho do trio de arbitragem.

Ficha de Jogo:

Campia 0
-Batista, Laranjeira, Fontoura, João Miguel, Tiago, Pedro Cunha, Chalana, Paulo Tavares, Leandro, Marujo e Alex I
Substituições: Marujo por Paulo Sérgio (4’), Paulo Tavares por Paulinho (63’) e Alex I por Fredy (73’)
Suplentes não utilizados: Cunha, Zé António, Luís Laranjeira e Nuno
Treinador: Chalana

Lamego 5
-Filipe, Rafael, Diogo, João Pedro, Miguel Soares, Daniel Bastos, Miguel Martins, Ivan, Lemos, Igor e Junior
Substituições: Júnior por Hénio (32’), Igor por Hugo (65’) e Ivan por Domingos (77’)
Suplentes não utilizados: Bruno, Miguel Monteiro e Binaia
Treinador: Vítor Pereira

Jogo no Parque Desportivo de Campia, em Campia
Assistência: cerca de 150 pessoas
Árbitro: Paulo Aguiar (Mangualde)
Auxiliares: Mário Ribeiro e Bruno Pedro
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Júnior (13’), Miguel Martins (53’ e 86’), Igor (62’) e Hugo (90’+4’)
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo Chalana (28’) e Leandro (93’)

RSA
In Desporto da Rádio Vouzela

Divisão de Honra: Cinfães 3 O. Frades 1


A primeira parte foi, sem dúvida, desinteressante para quem gosta de futebol. Apenas aos 18 minutos houve acção, com o golo do Oliveira de Frades. Após um cruzamento do lado direito do ataque, o avançado do Oliveira de Frades saltou com o guarda-redes Manuel e este, quanto a nós, foi carregado em falta fora da pequena área, mas o árbitro da partida nada assinalou, tendo a bola ressaltado para Trindade que rematou para o fundo da baliza.
O domínio foi claramente da equipa duriense, mas não houve nenhuma ocasião clara para que saíssem para o intervalo com pelo menos o empate.
Ao intervalo, Vítor Moreira deixou no balneário Gaio e Manuel Vieira, fazendo entrar Mauro e Paulo Costa para que a equipa alargasse mais a frente de ataque.
O Cinfães melhorou na 2ª parte e empurrou totalmente a equipa do Oliveira de Frades para o seu meio campo, que ia fazendo sempre que podia contra-ataques perigosos, sendo Semedo o homem mais endiabrado.
A pressão do Cinfães teve frutos, pois aos 62 minutos, à entrada da área, Mauro, numa recarga, fez um grande golo sem hipóteses de defesa para o guarda-redes Quirino. Após este tento, a equipa da casa mobilizou-se ainda mais na tentativa de chegar ao golo da vantagem, mas as coisas ficaram complicadas quando aos 72 minutos e após uma indicação do árbitro assistente, António Xavier deu ordem de expulsão a Mauro, mostrando-lhe o cartão vermelho.
Mas, aos 74 minutos acontece o caso do jogo, com a equipa de arbitragem a ser novamente focada. Eduardo ganhou vantagem na direita e à entrada da área sofreu falta clara que António Xavier considerou que foi dentro da mesma. Gerou-se novamente a confusão mas agora dentro de campo, com os jogadores visitantes a não entenderem a decisão do árbitro e neste autêntico rodeio à equipa de arbitragem Costa e Artur viram a cartolina vermelha, Quirino o cartão amarelo e o delegado ao jogo do Oliveira de Frades na tentativa de acalmar e chamar os seus jogadores para fora de campo, foi expulso também.
Na transformação do castigo máximo, Rogério fez o golo, não dando hipóteses de defesa ao guarda-redes Quirino.
Até final, houve ainda tempo para o terceiro golo. Após um canto do Oliveira de Frades, onde subiram todos os jogadores, a bola foi endossada para Eduardo que correu até à baliza isolado, fintou Quirino, este ainda fez uma primeira defesa, mas Filipe Carvalho na recarga empurrou para o fundo da baliza.
O Cinfães acabou por vencer com alguma justiça devido ao facto de ter sido a única equipa que quis vencer o jogo. A equipa de arbitragem fez um trabalho irregular, com casos a mais que mancham a sua exibição.

Ficha de Jogo:

Cinfães 3
- Manuel, Tozé, Carlão, Monteiro, Manuel Vieira, Rafa, Filipe Carvalho, Rogério, Eduardo, Gaio e Marcelo
Substituições: Mauro por Gaio (45´), Paulo Costa por Manuel Vieira (45´) e João Ricardo por Eduardo (83´)
Suplentes não utilizados: Padeiro, Ângelo, Carlitos e Tiago
Treinador: Vítor Moreira

Oliv. Frades 1
- Quirino, Artur, Abel, Carlitos, Costa, Janeca, Moura, Semedo, Nuno Robalo, Pedro Rocha e Trindade
Substituições: Moacir por Trindade (48´), Neves por Abel (53´) e Jimmy por Carlitos (81´)
Suplentes não utilizados: João, Côta, Ramos e Daniel
Treinador: Carlos Pinto

Estádio Municipal Prof. Cerveira Pinto, em Cinfães
Assistência: cerca de 150 espectadores
Árbitro: António Xavier
Auxiliares: José Maia e Fernando Loureiro
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Trindade (18´), Mauro (62´), Rogério (76´ g.p.) e Filipe Carvalho (82´)
Acção Disciplinar: cartão amarelo para Nuno Robalo (27´), Trindade (33´), Janeca (66´), Artur (73´) e Quirino (76´). Cartão vermelho directo para Mauro (72´), Costa (75´) e Artur (75´).

Texto e Foto: João Cardoso
In Vis Fut Magazine

segunda-feira, outubro 29, 2007

Divisão de Honra: Carvalhais 1 Lusitano 0

Jogo: Estádio Marques Veloso
Assistência: Cerca de 400 espectadores
Árbitro: Luís Ramos
Auxiliares : Miguel Vieira; Duarte Pinheiro
4º Árbitro: Ricardo Tavares

Carvalhais F.C.:1 André;3 Ricardo Carvalho;4 Polaco (cap);5 Gil;6 Quim;8 Dínis;9 Zé Carlos;12 Alex;17 Isaias;27 Arêde;e 66 Menezes.
Substituições: Isaías por 10 Rui Pereira (65") ;Zé Carlos por 20 Paulinho (65") ;e Alex por 23 Ricardo (75").
Supelentes não Utilizados:13 Marcio;11 Breno;21 Vínicius;e 22 Zé Alfredo.
Acção Disciplinar: Amarelo para Ricardo Carvalho;Polaco;Gil;Dínis;Zé Carlos;e Paulinho.
Treinador: Tiago Ferreira

Lusitano:Luis;Alvaro;Madeira;Miguel Lourenço; Juan; Jeremias; Esteves; Geyson; Zé Antonio; Agostinho (cap);e Fred.
Substituições:Juan por Routar (75");Madeira por Hugo (75");e Fred por Daniel (80").
Supelentes não Utilizados:Rafael; Washington; Nuno; e Marcão.
Acção Disciplinar:Amarelo para Madeira;Miguel Lourenço;e Zé Antonio.
Treinador:Silverio Gomes

Resultado ao Intervalo: 0-0

Lance Infeliz...
O Carvalhais conseguiu hoje sua terceira vitória consecutiva e está sem sofrer golos à 4 jogos.
Não pensem que foi um jogo fácil! Na primeira parte, as duas equipas entraram com vontade de ganharem os Três pontos em disputa, num futebol muito musculado e intensivo, pela conquista da mesma.
Situações de perigo nesta primeira parte, há a assinalar uma para cada lado. Primeiro foi o Lusitano que aos 22m por Zé António num forte remate de pé direito descaído pela direita, a bola passa por cima de André e esta vai bater na barra, bem abaixo mas não entrou na baliza. Aos 35m dentro da área do lusitano pediu-se possível grande penalidade, por a bola ter batido no braço de um jogador. Estavam decorridos 44m da 1ºparte;Dínis poderia ter feito o golo se tivesse um pouco mais de serenidade ao fazer chapéu ao Luís, a bola sai um pouco por cima da barra.
Na 2ºParte o lusitano entrou melhor começando por fazer alguns remates a baliza de André, mas sem qualquer um deles levar perigo.
70m Arêde já dentro da área ganha a bola remata e esta sai por cima da barra.
73m acontece o tal lance infeliz que iria dar o golo; Ricardo Carvalho num pontapé longo onde a bola vai ter ao Paulinho, fora da grande área remata, não sendo um remate muito forte, a bola vai bater no peito de Luis, parecia que tinha a bola controlada, mas está caprichosamente (talvez com algum efeito) vai entrar devagarinho junto ao seu poste esquerdo.
80m acontece a defesa da tarde. Agostinho num remate muito forte, a bola iria entra junto ao ângulo da baliza de André mas com as pontas dos dedos da sua mão esquerda faz um voo espectacular, cedendo para canto.
Até ao final não haveria mais situações de grande perigo.

O trio de arbitragem liderado por Luís Ramos realizou um trabalho aceitável.

Marcadores: Paulinho (73m)

[Zé Carlos]

1ª Sul: Santar 2 Canas de Santa Maria 1


Santar: João, João Lopes, Marcial, Luís, Carlos(Cap), Mariano, Jorge, Filipe, Bruno, Tójó, André
Substituições: André por Marinho(59’), Jorge por Vítor Hugo(63’), Filipe por Luís Paulo(77’)
Suplentes não utilizados: Pio, Jorge Silva, Tonito, Coelho
Treinador: João Pereira

Canas de Santa Maria: Tó, Ricardo, Julião, Albuquerque, Chalana, Adrião(cap), Mário, Ruben, Hugo, Rui Pedro, Pedro
Substituições: Mário por Dany(66’), Pedro por Cláudio(68’), Ruben por Zé Filipe(75’)
Suplentes não utilizados: Zé Carlos, Araújo, Luís, Daniel
Treinador: Jorge Nunes

Estádio: Francisco Vital
Assistência: cerca de 200 pessoas
Árbitro: Nuno Vaz
Auxiliares: Pedro Oliveira e Tiago Almeida
4º Árbitro: André Almeida
Resultado ao Intervalo: 1-1
Marcadores: 1-0 por Luís(17’), 1-1 por Rui Pedro(34’), 2-1 por Vítor Hugo(64’)
Acção Disciplinar: Amarelo: Carlos, Bruno, João Lopes, Luís Paulo / Albuquerque, Hugo, Julião
Vermelho: Albuquerque(após o fim do jogo)


O Sporting Clube de Santar ascendeu hoje à liderança da 1ª Sul, após vencer o Canas de Santa Maria por 2-1.
A equipa visitada entrou bem no jogo e desde cedo começou a dominar o jogo, com o seu futebol organizado. A equipa conseguia praticar bom futebol, criar belas jogadas, mas falhava muito no último passe. A equipa do Canas de Santa Maria apresentou um futebol mais directo, apostando muito na velocidade de Rui Pedro. Contudo nos minutos iniciais o Santar dominou por completo e apenas Pedro com algumas jogadas de bom recorte técnico colocou em sentido a equipa da casa. Aos 17’ Luís estreou-se a marcar pelo Santar e com uma grande golo. O jovem central ganhou uma bola perdida e a pouco depois do meio campo rematou para o ângulo superior direito da baliza de Tó. Estava conferida justiça no marcador. Este lance ainda moralizou mais o Santar, que continuou a pressionar em busca do 2-0, que não chegou. Aos 34’ e contra a corrente do jogo, Rui Pedro empatou, aproveitando um erro de comunicação na defensiva do Santar. Este golo desorientou a equipa da casa, que passou a praticar um futebol menos vistoso. Até ao final, o Santa Maria esteve melhor, embora sem criar perigo.
Na segunda parte a equipa do Santar não entrou muito bem, mas aos poucos foi assumindo novamente as despesas do jogo, mas também sem criar grandes lances de perigo. O jogo estava complicado e a equipa forasteira não deixava de criar algum perigo devido à velocidade de Rui Pedro. Aos 64’ Vítor Hugo, em campo desde o minuto 63’ , tabela com Bruno e depois de ângulo complicado faz um grande golo. O Santar chegava finalmente à vantagem que merecia. O Canas de Santa Maria tentou chegar ao empate, mas a defensiva do Santar foi sempre resolvendo as situações que lhe apareciam. Apesar da equipa forasteira aparecer mais junto da baliza do Santar, a verdade é que as melhores oportunidades eram dos da casa. Já com o jogo quase a terminar Bruno viu Tó negar-lhe o golo da tranquilidade. Até ao apito do árbitro o Santar ainda sofreu, mas conseguiu segurar o resultado, obtendo assim 3 justos pontos.
Vale a pena ver os golos.

Divisão de Honra: Santacombadense 2 - 0 Parada

Jogo no Estádio Municipal Dr. Orlando Mendes, em Santa Comba Dão, tempo ameno, 20ºC, cerca de 400 espectadores.
  • Santacombadense alinhou com: Bruno, João Oliveira, Brinca, Roberto, Tó Marques, Serralheiro, Kiko, Mota (Cap.), Élio, Jackson e João;

  • Suplentes não utilizados: Kinha, Alex, Daniel e Nana;

  • Substituições: 40m Serralheiro por Luís, 62m Kiko por Ruben e 72m João por Baresi;

  • Treinador: Zé Branquinho e Gonçalo (adj.);

  • Golos de: João Oliveira (81m) e Ruben (92m);

  • Resultado ao intervalo: 0 - 0;

Depois de uma vitória importante fora de portas em Moimenta da Beira, os Pinguins recebiam em casa a equipa do Parada de Ester (Castro D'Aire), com o objectivo dos 3 pontos.
O Santacombadense iniciou a partida a mandar e a criar algumas situações de golo, ao qual o guarda redes do Parada se ia opondo com mestria, foi assim a remates de Tó Marques (2 vezes) e de Jackson. Depois deste inicio de jogo que prometia para o Santacombadense foi sol de pouca dura, porque de um momento para o outro a equipa do Parada assentou o seu jogo e equilibrou a partida até ao intervalo e criou duas situações de golo num livre lateral com Bruno a defender para canto e num remate forte da entrada da área ao qual Bruno segurou.

No segundo tempo já com Luís no lugar de Serralheiro, apostando no ataque, o Santacombadense dominou toda a segunda parte, e criou muitas situações de golo, ás quais o guardião do Parada ia se opondo, novamente a cabeceamento de Tó e a sua recarga por João. Noutras situações os jogadores dos Pinguins não conseguiam acertar na baliza. Por seu lado a equipa do Parada somente defendia e raramente criava perigo no ultimo reduto dos Pinguins, somente atraves de bolas bombeadas para a área. Até que aos 81 minutos do jogo o Santacombadense chega ao golo por intermédio de João Oliveira, Luís ganha a posse de bola endossa a Jackson que tira um cruzamneto com conta peso e medida para João que aparece ao segundo poste e beneficia da falha do guarda redes do Parada para de coxa inaugurar o marcador. O Parada foi á procura do prejuízo e deixava espaços na defesa que os Pinguins aproveitaram para criar situações de golo, não concluídas com êxito. O Parada bombeava bolas para a área e numa delas Bruno lança rápido para Élio e este depois de um desentendimento entre o guarda redes e um defesa, endossa a bola até Ruben que com um grande golo fechou o placard.

A equipa de arbitragem chefiada por Álvaro Figueiredo realizou uma arbitragem tranquila sem influência no resultado final.

Divisão de Honra: GD Pesqueira 1 - 2 Moimenta da Beira

Jogo no Estádio Municipal, em S. João da Pesqueira
Assistência - cerca de 150 espectadores
Árbitro - António Carlos Cardoso (Castro Daire)
Auxiliares - Ricardo Monteiro e Luis Coimbra
4ºÁrbitro - Pedro Marques

Pesqueira - Ferrari; Vasco, Chico, Félix e Tiago; Monteiro (c), Ferraz e Sousa; Joia, Coutinho e Miguel Alves.
Substituições - Chico por Silva (58'), Vasco por Andrade (75') e Ferraz por Fábio (90')
Suplentes não utilizados - Micas, Tozé, Licinio e Varela
Treinador - José Carlos Coelho

Moimenta da Beira - Humberto; Joel, Vitor Alexandre, Renato e David Silva; Centeio (c), Nelson, Jorge e Raphael; Leonhard e Parma.
Substituições - Jorge por Baba (57') e Leonhard por Nando (66')
Suplentes não utilizados - Fábio, Filipe, António, David e Luis Carlos
Treinador - Neemias Silva

Acção disciplinar - Monteiro (28'), Miguel Alves (34') e Sousa (81'); Leonhard (45+1'), Raphael (71') e Baba (85')

Ao intervalo: 0 - 1

Golos - Vitor Alexandre (28'), Ferraz (87') e Nando (90+2')

Numa partida em que o Pesqueira apostava no regresso às vitórias, surgiu uma das surpresas da jornada. Nada apontava nesse sentido, mas a equipa do Moimenta mostrou grande capacidade de sofrimento e soube reagir aos sucessivos ataques do Pesqueira.
Relativamente à partida entrou melhor a equipa do Pesqueira, pressionando o seu adversário e criando algumas ocasiões de perigo. Contudo, à passagem dos 28' e em certa parte, contra a corrente do jogo, a equipa visitante adiantou-se no marcador.
Após um livre descaído sobre a esquerda, a bola sobrevoa a área e ao 2ºposte Parma cabeceia ao ferro, na recarga Vitor Alexandre remata para golo fazendo o primeiro da tarde.
O lance foi muito contestado pelos jogadores da casa pois um jogador do Moimenta encontrar-se-ia em posição de fora de jogo, junto ao poste e tendo influência directa no lance.
O lance foi muito contestado pelos jogadores da casa pois o marcador do golo encontrar-se-ia em posição de fora de jogo.
Ripostou a equipa da casa criando algumas jogadas de relativo perigo, que os seus avançados iam desperdiçando. Até ao intervalo registo ainda para uma grande defesa de Ferrari a remate de Parma.
Na 2ªmetade, o Pesqueira entrou com vontade de dar a "cambalhota" no marcador, mas este era um dia não para os avançados pesqueirenses e quando estes acertavam, Humberto tinha intervenções de grande nível.
A equipa do Pesqueira encostava o Moimenta junto à sua área, aproveitando a equipa forasteira para efectuar rápidos contra ataques, que por duas ou três ocasiões poderiam ter "matado" o jogo.
Quem não desperdiçou foi Ferraz que de pé esquerdo, à entrada da área, rematou ao ângulo inferior esquerdo e restabeleceu a igualdade merecida.
Entusiasmou-se o Pesqueira e balanceou-se no ataque tentando chegar à vitória. Só que aproveitando esse balanceamento, e num rápido contra ataque, Parma endossou a bola a Nando que isolado remata sem hipóteses de defesa para Ferrari.
Chegou-se assim ao final da partida, com um resultado injusto para os homens da casa que não tiveram a estrelinha da sorte do seu lado.

A equipa de arbitragem teve uma exibição medíocre, tendo influência directa no resultado final, ao não assinalar o lance que resultou no 1º golo da partida. Contudo, isto não serve de desculpa para a derrota pois a vitória estava perfeitamente ao alcance da equipa do Pesqueira.

2ª C: Sátão 0 Caldas 3

Foi o Caldas que entrou mais pressionante, mas aos poucos a equipa da casa acabou por equilibrar o encontro. Só que aos 14 minutos, Deodato, sozinho no sector defensivo, ao tentar aliviar colocou a bola nos pés de Sabino que ficou isolado e à saída de Tó Lopes abriu o activo.
Injustiça mas os erros pagam-se caros. Os satenses reagiram de forma impetosa e em três lances podiam ter chegado à igualdade. Aos 16 minutos Mário Castanho atira ao poste da baliza de Hugo Pinheiro e aos 20 minutos em duas jogadas seguidas, Simões e Ciro, só com o guardião contrário pela frente, falharam o golo, de forma incrível.
Depois entrou-se numa toada mais lenta, mas pertencendo aos locais a melhor movimentação, com um bom entendimento entre os homens do meio campo e o sector mais adiantado. Contudo, o Caldas aumentou a vantagem, com um bonito golo, tendo Sabino recebido um passe de Rodilson e o primeiro surpreendeu Tó Lopes com um toque de calcanhar, à “Madjer”.
Duas subidas do Caldas até à baliza de Tó Lopes e dois golos. Eficácia a cem por cento. Não podiam estar mais contentes os forasteiros com a boa postura do seu jogador Sabino.
O intervalo chegou e o Sátão apesar dos erros defensivos, perdia algo injustamente, pois mesmo em desvantagem por dois golos, o conjunto de Jorge Paiva nunca baixou os braços. Como se diz, no aproveitar é que está o ganho e, tendo isso em conta, o Caldas tinha esse mérito. Para o reatamento, o técnico da casa não fez qualquer alteração no seu conjunto, continuando a acreditar nos atletas que estiveram em campo durante a primeira parte. Ao invés, João Sousa, embora não trocasse qualquer jogador, deu instruções para que a equipa recuasse um pouco. Justificava-se essa opção, temendo que o contra-ataque da casa se acentuasse.
E a verdade é que o Sátão pegou no jogo caindo em cima do adversário. No entanto, um lance de contra-ataque dos Caldenses alertou os locais que, diga-se, baixaram a pressão. Foi então que Jorge Paiva fez entrar o avançado Tó Zé para dar mais acutilância ao ataque. Era o Sátão que atacava, mas era o Caldas a criar oportunidades. A subida do Sátão constituía um risco. No entanto, aos 65 minutos foi Simões que colocou de cabeça, em Rodrigo que falhou incrivelmente à boca da baliza.
Quem não marca sofre e foi o que aconteceu com os satenses que aos 88 minutos sofreram o terceiro golo, no lance de contra-ataque. O Caldas aproveitou bem a subida dos locais para deferir o golpe final na partida.

Ficha Técnica

Sátão 0
– Tó Lopes; Mário Castanho, Élio, Chico e Hélder Sarmento; Deodato, Rodrigo e Simões; Ciro, Luís e Nelson Leite.
Substituições: Deodato por Tó Zé (56´), Chico por Paulo Meneses (66´) e Luís por Rebelo (71´).
Suplentes não utilizados: Zé Luís e Abner.
Treinador: Jorge Paiva

Caldas 3
– Hugo Pinheiro; Tiago, Miguel Piedade, Pina e Rodilson; Sabino, Filipe Correia e Ismael Gaúcho; Miguel Guerra, Vasco e Guilherme.
Substituições: Sabino por Pidocha (76´), Ismael Gaúcho por Bruno Francisco (83´) e Pina por Luís Carlos (90´).
Suplentes não utilizados: Marco Custódio, Jorge Barros, Marco Duarte e Miguel Andrande.
Treinador: João Sousa

Jogo no estádio Municipal da Premoreira, no Sátão.
Assistência: cerca de duzentas pessoas.
Arbitro: João Henrique (Coimbra)
Auxiliares: Luís Henrique e Telmo Sousa.
Ao intervalo: 0 – 2
Marcadores: Sabino (14´, 32´) e Pidocha (88´)
Acção disciplinar: Cartão Amarelo para Ismael Gaúcho (40´), Mário Castanho (44´), Pina (45´), Miguel Guerra (67´).

CC
(DViseu)
In Desporto da Rádio Vouzela

2ª Distrital: Farminhão 3 Abraveses 2

Hoje o G.D.A deslocou-se a Farminhão , para disputar o jogo relativo a 5ª Jornada do Campeonato Distrital da 2ªDivisão.Previa-se um jogo difícil , contra uma equipa jovem , mas personalizada e com um futebol agradável.A vitória sorriu a equipa da casa por 3-2 num jogo bem disputado,com um futebol agradável e com vários lances de perigo junto de ambas as balizas.Posso dizer que o Farminhão teve a "sorte do jogo" pois 2 dos seus golos foram auto-golos, além da preciosa ajuda do habilidoso homem do apito(Paulino Morais) e seus assistentes, pois chamar-lhe de Arbitro seria uma desonra para a classe.Pelo que me parece é normal "brindar" as equipas da casa com uma ajudinha extra.Com estas palavras não quero dizer que são corruptos mas que têm sim uma grande falta de dignidade e coragem para ajuizar correctamente um jogo de futebol.O Farminhão acaba por vencer um jogo equilibrado , mas que ajuizado correctamente , poderia ter outro resultado; aproveitou bem os erros defensivos do G.D.A e lutou pela vitória,nunca virando a cara a luta e praticando um futebol apoiado e personalizado.Quanto ao G.D.A merecia mais pelo jogo que fez,parece-me a mim que o resultado justo seria um empate pelo que se passou em campo.

Jogo no Campo do Viso - Farminhão - cerca de 100 pessoas

Farminhão -Nuno,Edgar,Melo,Filipe,Marco,Jhonny,Frederico,Fabio,Rui,Ruben e Angelo
Suplentes - Filipe, Deco, Ricardo,Lino,Francisco,Daniel e Rui
Treinador -Pedro Maceda

G.D.A - Bartolo,Amaral(cap),Tó , Vieira,Zé "Mok", Branco,Rui Santos,Rui Silva, Cosme e Nokas
Suplentes -Romão,Edgar,Ricardo,Mokoto,João Luis,Bolinhas e Anibal
Treinador - Pedro Mendes

"homem do apito" -Paulino Morais auxiliado por Luis Figueiredo e João Figueiredo

Marcha do Marcador - 0-1 por Mok, 1-1 a.g de Tó , 1-2 por Branco , 2-2 a.g de Rui Silva e 3-2 por Rui

Quanto ao jogo, começou melhor o G.D.A dominando o meio campo,muito bem a defender e rápido no contra-ataque, no Farminhão destacava-se Ruben que punha em sobressalto a defesa Abravesense.O G.D.A controlava o jogo e num lance pela esquerda chega a vantagem através de Mok, quando toda a gente pensava que iria centrar, Mok faz uma trivela a Quaresma sem hipóteses de defesa para o guarda redes do Farminhão.Volvidos poucos minutos após um canto o G.D.A poderia ter chegado ao 2-0 mas Branco ao 2º poste emenda mal.O Farminhao reage e começa controlar o jogo e a criar mais perigo junto da baliza do G.D.A , até que numa jogada pela esquerda Frederico centra e Rui na área proporciona a Bartolo uma excelente defesa, no seguimento do lance Tó infeliz atrapalha-se e marca auto-golo.Até ao final da 1ª parte nada se altera e chegamos ao intervalo com o resultado em 1-1.Na primeira parte o homem do apito esteve bem,ajuizando correctamente todos os lances e bem no aspecto disciplinar.
Na 2ª parte o G.D.A volta a entrar melhor e a criar lances de perigo junto da baliza do Farminhão, com Mok, Branco e Cosme a porem em sobressalto a defesa do Farminhão, até que aos 55 minutos Branco com um excelente chapéu a entrada da área põe a equipa de Abraveses em vantagem.O Farminhão tenta reagir e empurra o Abraveses para a sua defensiva , até que por volta do minuto 70 o campo começa a ficar "inclinado",começando o homem do apito a assinalar tudo e mais alguma coisa contra o G.D.A , cada vez que o Farminhão atacava Ruben mergulhava e o Paulino assinalava.Na 1ª parte permitiu a marcação rápida das faltas, na 2ª mudou o critério inda não percebi bem porque....talvez por num lance desses o G.D.A aproveitasse a distracção da equipa da casa e Cosme fica isolada,mas Paulino manda parar o jogo.O Farminhão não desistia e apostando tudo no ataque chega ao 2-2, um auto-golo de Rui na sequência de mais um livre , este sim bem assinalado.O G.D.A tenta responder e por 2 vezes Cosme fica isolado , mas o arbitro e bandeirinha assinalam fora de jogo,quando Cosme parte de trás da defesa, nestes 2 casos Branco esta fora de jogo mas alheia-se completamente as jogadas, numa delas nem se mexendo mas Paulino e o seu auxiliar ou não sabem ou fingem não saber as leis.O Farminhão tentava a sua sorte e chega mesmo a introduzir a bola na baliza do G.D.A mas o bandeirinha bem assinala a falta sobre Bartolo, não mudando de decisão mesmo ao fim de Paulino ter assinalado golo.Mas poucos minutos volvidos o Farminhão fruto da pressão exercida sobre o Abraveses chega ao 3-2 num lance em que Rui Silva não consegue aliviar a bola e a meias com Rui introduzem a bola nas redes Abravesenses.O G.D.A tenta chegar ao empate e no ultimo minuto dos descontos,assisti a um dos maiores erros de arbitragem em toda a minha vida... após a marcação de um canto a bola sobra para Zé "Mok" que é derrubado dentro da área,julgo que a "paulada" que levou foi ouvida na aldeia de Farminhão inteira,e toda a gente que estava no Campo do Viso viu , apenas o Paulino não viu, talvez por se encontrar a 2 metros do lance..... o mais caricato é que assinala falta contra o G.D.A.Os jogadores do G.D.A exaltam-se e perdem a cabeça devido ao acumular de situações e rodeiam o arbitro e dirigem-lhe umas palavras pouco próprias acabando por serem expulsos Branco e Tó justamente.A actuação da equipa de arbitragem não justifica o comportamento dos jogadores do G.D.A mas só quem lá esta é que sente o que ser prejudicado descaradamente por alguém que não tem o mínimo de respeito e dignidade,além da falta de coragem de assumir os seus erros.Creio que um dia este senhor sairá muito mal tratado de um campo pois o seu "caseirismo" é vergonhoso!!!Com arbitragens assim o futebol do distrito não irá longe.
Um jogo para nunca mais esquecer,não só pela arbitragem mas também pelos 2 auto-golos,mas melhores dias e arbitragens virão.

Homem do jogo - Mok - belo regresso do médio do G.D.A um belo golo e uma boa exibição,muitas e boas recuperações de bola e muito bem na armação do jogo ofensivo do G.D.A

Arbitragem - bons 70 minutos,últimos 20 minutos talvez a pior arbitragem que já vi na minha vida
In Blog do GDA

2ª C: Nelas 1 Anadia 2

Nelas desilude ante penúltimo
O Nelas apresentou-se na recepção ao Anadia, sem os seus dois habituais centrais, disso mesmo se ressentiu o reduto defensivo da equipa de Mazola. Os primeiros minutos foram surpreendentemente dos visitantes, a equipa de Fernando Niza, apesar de não criar lances de perigo em bola jogada era em lances de bola parada que criava um frenesim na defesa nelense. Num deslize da defesa da equipa de Mazola, em que Roque não foi lesto a afastar o esférico, os visitantes aproveitaram e por intermédio de Fausto inauguram o marcador.
A perder a equipa de Mazola, tentou "remar contra a maré", contudo as iniciativas de Ewerton e Oliveira esbarram sempre em Marco, o guarda redes do Anadia era o principal obstáculo dos homens de Mazola. O técnico do Nelas, viu-se "obrigado" a mexer no seu "xadrez", arriscando um pouco mais, tirou Roque e entrou Gilmar que volvidos três minutos beneficiou de um homem do Anadia estar lesionado no chão, para em posição "regular" não desperdiçar excelente ocasião para empatar, lance que deixou os visitantes com os nervos "à flor da pele".
Ainda antes de regressaram aos balneários, uma vez mais foi Ewerton , quem teve nos pés mais uma boa ocasião para marcar, no entanto o remate saiu ao lado do canto superior esquerdo da baliza de Marco. Resultado que se aceitava ao intervalo.
O segundo tempo, quase que começou com a substituição de Gilmar, que saiu lesionado e pelo segundo golo do Anadia, Simões elevou-se mais alto que todo o "mundo" e de cabeça "bateu" Armando que pregado ao chão ficou incrédulo perante a passividade da sua defesa. Se os minutos iniciais do segundo tempo foram maus, o pior ainda estava para chegar. Sem argumentos para ultrapasar a meio campo visitante, o Nelas, foi uma sombra de si mesmo e com as expulsões de Anézio e mais tarde de Ewerton, sentenciou o encontro. Só nos minutos finais o Nelas deu um ar da sua graça, através de lances de bola parada, criando dificuldades à defensiva do Anadia.
Resultado justo, já que foram os visitantes que melhor souberam aproveitar as ocasiões de golo e pela maneira como souberam contornar as dificuldades impondo assim mais uma derrota ao conjunto de Mazola, que da bancada viu mais dois jogadores da sua equipa receberem ordem de expulsão.

Texto:Nelo Andrade

Estádio Municipal de Nelas
Árbitro: Pedro Barbosa (Porto)

Nelas: Armando, Roque (Gilmar 34´ Ruan 52´)), Anézio , Rui Lage , Oliveira, Diogo, Rui Santos, Ewerton , Landing , Tiago, Paulinho.
Treinador: Mazola

Anadia: Marco, Fredy , Nélson Reis, Miguel Afonso (Gilmar 83´), Pedro Gonçalves, Ruben, Machado, Simões (Pedro Alegre 79´), Rui Paulo (Xirola 85´), Fausto, Fábio Santos.
Treinador: Fernando Niza

Golos: Fausto (13´), Gilmar (36´), Simões (56´)

Amarelos: Fredy (31´), Anézio (32´ e 70´), Miguel Afonso(41´), Marco (60´), Machado (62´), Ewerton (66´e 84´)
Vermelhos: Anézio (70´), Ewerton (84´)
In Futebol de Segunda

1ª Norte: Sezurense 3 O. Douro 1


Foi a quarta jornada do Campeonato e desta feita o Sezurense recebeu e venceu a equipa de Oliveira do Douro.
Foi a equipa forasteira que entrou melhor no jogo e em 10 minutos atirou dos bolas ao ferro, alguma felicidade para a equipa da casa.
Mas aos 28 minutos numa boa jogada de envolvimento Mauro inaugura o marcador com um golo de belo efeito.
A equipa do Sezurense pegou no jogo e aos 44 minutos é Lipinho na sequencia de um canto que se antecipa ao guarda redes ampliando o marcador.
Asegunda parte teve inicio com o Sezurense a procurar o terceiro golo que apareceu numa jogada de contra ataque que após cruzamento de Mauro é Litos que aparece a finalizar e estava feito o terceiro golo.
Após este golo a equipa da casa teve oportunidades para ampliar o marcador mas foi a equipa forasteira que reduziu pondo alguma justiça no marcador.
Uma vitória precisosa da equipa Sezurense e que não sofre qualquer contestação. Arbitragem sem reparos.
In Blog do Sezurense

2ª C: Torreense 2 Penalva do Castelo 2

O Torreense, a atravessar uma grave crise financeira, garantiu antes da partida, pela voz do presidente Joaquim Carlos, que o Penalva do Castelo iria pagar as favas da goleada sofrida na semana passada com o Sátão, por 5-1. No entanto, o resultado não foi mais do que um consolo para os da casa, que apanharam pela frente uma equipa guerreira e batalhadora do Penalva.
Num jogo extremamente equilibrado, "quente", e onde não faltaram os casos e a emoção para juntar à festa, o Penalva volta a sair de casa alheia com a ligeira sensação de injustiça no resultado, já que depois de ter dado a volta ao marcador, com grande mérito, sofreu o empate nos instantes finais.
A verdade, note-se, é que foi o Torreense a entrar melhor no jogo, de resto, como prova a chegada ao golo à passagem do minuto 22. Um canto enviado da direita para o primeiro poste foi bem desviado por Pedro Neves, que assim se estreou a marcar no campeonato.
O Penalva sentiu o golo pela positiva, arrancando para uma reacção que, contudo, não causou grande perigo junto da baliza do Torreense até ao intervalo. Nesta primeira parte apenas a registar ainda a lesão de Sanussi que teve de ser substituído, não se sabendo a gravidade da mesma.
O segundo tempo trouxe um Penalva do Castelo claramente por cima e a querer dar a volta ao texto, apesar de uns instantes iniciais algo trôpegos. No entanto, e aos 50 minutos, uma enorme jogada de Carvalhinho (correu mais de 70 metros com a bola) levou a bola até à grande área, onde Paulo Listra, após boa assistência, fez o empate.
Completamente por cima das operações nesta altura, o Penalva estava balanceado à procura da vitória, deixando para tal algum espaço aberto na defesa que o Torreense, com perigo e em contra-ataque, ia aproveitando.
Aos 78 minutos, Coquinho, em triangulação com Paulo Listra, fez o segundo golo do Penalva e minutos depois caiu a "bomba" em Torres Vedras. Pénalti claro do guarda-redes Humberto que foi "perdoado" pelo árbitro. Mas havia mais, já que uma placagem de André Santos a Coquinho quando este ia isolado foi sancionada, apenas, com cartão amarelo.
No cair do pano, num chuveirinho sem nexo, Janú estabelece um empate final injustíssimo, que só deixa concluir que a péssima arbitragem de Paulo Filipe teve influência muito negativa no resultado. Aliás, até o treinador do Torreense soube concluir tal facto.

Ficha de Jogo:

Torreense 2
- Humberto, André Santos, João Afonso, Manu, Lion, Pedro Neves, Paulinho, Paulo Vítor, Coça, Miguel Paixão e Flávio Júnior
Substituições: Paulinho por Castro (59’), Paulo Vítor por Eli (66’) e Manu por Janú (79’).
Suplentes não utilizados: Dário, Serginho, Élio e Caramba.
Treinador: Rui Esteves.

Penalva 2
- Nuno, Rogério, Tiago Sousa, Gamarra, Sérgio, Carvalhinho, Tojó, Tomé, Paulo Listra, Ruben e Sanussi
Substituições: Sanussi por João Aurélio (35’), Tiago Sousa por Leandro (36’) e Carvalhinho por Coquinho (69’).
Suplentes não utilizados: Tó, Vítor Hugo, Alex e Sérgio Pote.
Treinador: Carlos Agostinho.

Jogo no Estádio Manuel Marques, em Torres Vedras
Assistência: cerca de 600 pessoas
Árbitro: Paulo Filipe (CA Algarve)
Auxiliares: Gilberto Carvalho e Nuno Alvo
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Pedro Neves (25’), Paulo Listra (50’), Coquinho (78’) e Janú (94’).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Carvalhinho (28’), Eli (67’), Castro (80’), Tomé (85’), João Aurélio (85’) e André Santos (91’).

Vítor Ramos / MLS
In Vis Fut Magazine

3.ªC: A. Viseu 1 - 1 Social de Lamas




Académico de Viseu
Manuel Fernandes, Calico, Negrete, Marcos, Megane, Beaud, Álvaro, Cardoso, Carlos Santos, Filipe Figueiredo e José Bastos
Substituições: Beaud por José Pedro (57´), Santos por Barra (63´) e Cardoso por Lopes (81´)
Suplentes não utilizados: Nuno, João Miguel, Valério e Márcio
Treinador: Idalino Almeida

Social de Lamas
Careca, Xinoca, Pedro, Telmo, Hugo, Celso, Manu, Pedro's, Jusko, João Pedro e Nando

Substituições: Nando por Zé Carlos (56´), Pedro's por Meireles (81´) e Hugo por Oceano (89´)

Suplentes não utilizados: Costinha, Bruno Ribeiro, Schwartz e Patrick
Treinador: Zé Tó

Após uma série de três vitórias consecutivas o Académico de Viseu consentiu um empate caseiro num derby regional perante o Social de Lamas, numa partida equilibrada no seu cômputo geral.
Na primeira parte, o Académico de Viseu surgiu mais dinâmico e a imprimir maior velocidade na circulação de bola, proporcionando a José Bastos duas aproximações perigosas à baliza de Careca nos cinco minutos iniciais, primeiro num remate de cabeça à figura do guarda-redes forasteiro e depois num remate que saiu por cima da barra.
A equipa do Social de Lamas, mais recuada no terreno e com um meio campo bastante povoado, tentava nesta fase impedir a ocupação academista dos seus espaços defensivos através de um forte pressing, por forma a manietar a manobra atacante local. A equipa que veio do concelho de Castro Daire começou a aventurar-se no ataque a partir do primeiro quarto de hora, altura em que Celso deu o primeiro sinal de perigo para a baliza academista, num desvio de cabeça dentro da área que saiu com pouca direcção.
O Académico de Viseu procurava libertar-se das marcações individuais a que os seus jogadores mais influentes do ponto de vista ofensivo estavam sujeitos, mas a cobertura defensiva dos homens de Lamas não permitia a criação de espaços vazios de penetração para a equipa local. Ao invés, os contactos físicos repetiam-se amiúde, originando algumas picardias entre os jogadores das duas equipas.
Foi nesta toada de falta de profundidade ofensiva mútua que surgiu o golo do Académico de Viseu, num lance em que Marcos, de cabeça, correspondeu da melhor maneira a um cruzamento do flanco direito.
O Social de Lamas reagiu nos derradeiros minutos da primeira parte e Manu, sempre lesto, desmarcou-se num veloz contra-ataque, mas não conseguiu chegar a tempo de desviar a bola para a baliza de Manuel Fernandes. O jogo ia para o intervalo com vantagem academista, mas o Social de Lamas dava indicações de querer alterar o rumo da partida.

Domínio do Social de Lamas na segunda parte

E o regresso dos balneários confirmou os indícios deixados no final da primeira parte. Com Manu em destaque no flanco esquerdo, o Social de Lamas subiu o seu meio campo e balanceou-se para o ataque, de modo a encostar a equipa local ao seu último reduto.
Este cariz do jogo acentuou-se ainda mais a partir do momento em que Beaud, lesionado, deu o seu lugar a José Pedro, na turma local, como médio mais defensivo. Sem a presença do camaronês, o meio campo academista perdeu capacidade de choque e qualidade técnica, aproveitando a equipa forasteira para criar sucessivas rupturas nas hostes locais. Não surpreendeu, portanto, que pouco depois Manu tivesse igualado o marcador num cruzamento remate que surpreendeu Manuel Fernandes.
O Social de Lamas dominava o jogo, enquanto o Académico de Viseu evidenciava dificuldades em sair a jogar para o ataque. Sintoma deste domínio foram as duas ocasiões que a equipa visitante desfrutou para se adiantar no resultado, primeiro num lance em que Manuel Fernandes, depois de uma hesitação ao aliviar a bola, se redimiu e correspondeu da melhor maneira a um remate de um Zé Carlos, e depois por Manú, que fez embater a bola na barra na marcação de um livre.
O Académico de Viseu conseguiu libertar-se da pressão nos últimos minutos, depois da entrada de Lopes para o flanco esquerdo, e José Bastos ainda levou o perigo à baliza visitante em dois lances de rápido contra-ataque, mas não conseguiu finalizar da melhor maneira.
O jogo terminava logo a seguir, com um desfecho que se aceita, em razão da maior acutilância atacante do Académico de Viseu na primeira parte e da óptima reacção do Social de Lamas na segunda parte, altura em que criou as melhores ocasiões de golo do encontro.
A arbitragem esteve em plano regular, pese embora ter sentido algumas dificuldades para serenar os ânimos exaltados de alguns jogadores em determinadas fases da partida, acabando por ser benevolente com dois jogadores que mereciam uma admoestação mais rigorosa (Nando e Negrete).

Ficha de Jogo


Estádio: Fontelo

Árbitro: Luís Caetano
Auxiliares: Luís Castainça e Carlos Teixeira

Ao intervalo: 1-0

Marcadores: Marcos (37´), Manu (69´)

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Nando (10´), Cardoso (22´), Álvaro (23´), Pedro (76´) José Pedro (80´), Negrete (84´) e José Bastos (87´)
Melhor em campo: Manu

Foto in Diário de Viseu

domingo, outubro 28, 2007

Resultados

II Divisão Nacional Série C - 9ª Jornada
Sátão
- Caldas 1-3
Nelas - Anadia 1-2
Torreense - Penalva do Castelo 2-2

III Divisão Nacional Série C - 7ª Jornada
A.Viseu - Social Lamas
1-1
Milheiroense - Tondela 1-1

Distritais da A.F Viseu

Divisão de Honra - 6ª Jornada
Santacombadense - Parada 2-0
Pesqueira - M. Beira 1-2
Campia - Lamego 0-5
Paivense - Sampedrense 1-1*
Mangualde - Lamelas 1-3
Cinfães - O. Frades 3-1
Vouzelenses - C. Senhorim 0-3
Carvalhais - Lusitano 1-0
* Sem certeza que o jogo tenha mesmo terminado

1ª Distrital - 4ª Jornada
Zona Norte:

Boassas - Resende 1-6
Fornelos - V. Benfica 2-0
Sernancelhe - Tarouquense 0-1
Alvite - F. Aves 0-0
Ceireiros - Nespereira 0-0
Sezurense - O. Douro 3-1

Zona Sul:
Vila Chã Sá - V. Açores 1-5
C. Viriato - S. Cassurrães 0-0
M. Dão - Besteiros 0-1
Mortágua - Ranhados 3-0
Molelos - C. Sal 2-1
Santar - C.S. Maria 2-1

2ª Distrital - 5ª Jornada
Leomil - Riodades 5-3
Lobanense - Caparrosa 3-0
Arguedeira - Roriz 0-0
Silgueiros - P. Gonta 4-0
P. Lafões - Lageosa Dão 2-1
Farminhão - Abraveses 3-2
S. Besteiros - Vilamaiorense 1-4
Folga: Vale de Madeiros

sábado, outubro 27, 2007

Antevisão III Nacional Série C

Com o início de mais uma temporada nada melhor que estar informado sobre os jogos da III Nacional. É dia de antevisão em colaboração com A Magia do Futebol

Académico de Viseu – Social Lamas: é o jogo grande da jornada. A equipa da casa apenas voltará a jogar fora do distrito de Viseu em Dezembro e apesar de não perder desde a 2ª jornada começa aqui um ciclo difícil onde terá que enfrentar – além do Lamas – o Tondela, Sanjoanense e Oliveira do Hospital, ou seja, tudo equipas que estão nos lugares cimeiros da tabela classificativa. Se é verdade que os academistas estão a crescer - são os números que o dizem – o Social Lamas parece estar a perder gás e não tem muitas saudades da sua última saída de casa pois foi goleado em São João de Ver. É um dérbi e nos dérbis não há favoritos.

Milheironse – Tondela: não terá tarefa fácil o Tondela uma vez que em Milheirós de Poiares está uma equipa que ainda não perdeu em casa conseguindo mesmo uma reviravolta épica -0-3,3-3-, frente ao Académico de Viseu. No entanto os tondelenses chegam a este jogo com a moral elevada, fruto da goleada imposta frente ao São João de Ver, até porque já não perdem há 3 jogos e a liderança está ali mesmo “à mão de semear”. Nas duas últimas épocas o Tondela venceu sempre no terreno do seu adversário – 1-3 e 0-1 respectivamente.

José Ferreira

sexta-feira, outubro 26, 2007

Jogos para o fim-de-semana

II Divisão Nacional Série C - 9ª Jornada
Sátão - Caldas
Nelas - Anadia
Torreense - Penalva do Castelo

III Divisão Nacional Série C - 7ª Jornada
A.Viseu
- Social Lamas
Milheiroense - Tondela

Distritais da A.F Viseu

Divisão de Honra - 6ª Jornada
Santacombadense - Parada: Álvaro Figueiredo
Pesqueira - M. Beira: António Carlos Cardoso
Campia - Lamego: Olga Almeida
Paivense - Sampedrense: Nuno Ventura
Mangualde - Lamelas: Fernando Ananias
Cinfães - O. Frades: António Xavier
Vouzelenses - C. Senhorim: António Augusto Cardoso
Carvalhais - Lusitano: Luís Ramos

1ª Distrital - 4ª Jornada
Zona Norte:
Boassas - Resende: José Cunha
Fornelos - V. Benfica: Carlos Pires
Sernancelhe - Tarouquense: Pedro Saraiva
Alvite - F. Aves: Joel Portelada
Ceireiros - Nespereira: Bruno Pereira
Sezurense - O. Douro: Vítor Silva

Zona Sul:
Vila Chã Sá - V. Açores: José Gomes
C. Viriato - S. Cassurrães: Almiro Almeida
M. Dão - Besteiros: José Cid
Mortágua - Ranhados: Paulo Aguiar
Molelos - C. Sal: Luís Pais
Santar - C.S. Maria: Nuno Vaz

2ª Distrital - 5ª Jornada
Leomil - Riodades: António Loureiro
Lobanense - Caparrosa: Nuno Silva
Arguedeira - Roriz: João Cunha
Silgueiros - P. Gonta: José Duarte
P. Lafões - Lageosa Dão: Carlos Rodrigues
Farminhão - Abraveses: Paulino Morais
S. Besteiros - Vilamaiorense: Luís Rodrigues
Folga: Vale de Madeiros

quinta-feira, outubro 25, 2007

Bolsa de Valores Ano II Nº9 (16 a 25 de Outubro)



A Associação Desportiva de Sátão foi a equipa da semana. O clube atravessou uma semana complicadíssima, com a demissão do treinador Jorge Paiva e de um director, que entretanto acabaram por voltar atrás e continuam no Sátão. Foi neste ambiente que a equipa recebeu e goleou o Torreense, equipa da parte cimeira da tabela, por 5-1. Vamos lá ver se é para continuar a onda de vitórias, apesar da saída de mais dois jogadores, Pavic e Hélder Ramos.


O Sport Lisboa e Nelas foi a desilusão da semana. A equipa treinada por Mazola até começou bem o campeonato, chegando a liderar, mas nas últimas jornadas tem caído de produção. No passado Domingo foi a Touriz ser goleado por 4-1, por uma das grandes desilusões do campeonato até ao momento. Nem mesmo o facto de o Tourizense estar reforçado por jogadores da Briosa ameniza este mau resultado. Se quer subir tem que voltar à forma do início de época.


Nota: Lembramos que todos podem votar, bastando para isso enviar um e-mail com as suas escolhas para futebolviseu@hotmail.com ou futebolviseu@gmail.com

Faça como no exemplo:
equipa da semana:(faça o mesmo para a desilusão)
1º Nome da equipa - 3 pontos
2º Nome da equipa - 2 pontos
3º Nome da equipa - 1 ponto

Prazo: Pode votar até às 22 horas de quinta-feira

quarta-feira, outubro 24, 2007

2ª Distrital: Abraveses 1 S. Besteiros 1

No passado domingo a equipa do G.D.A recebeu o S.Besteiros num jogo relativo a 4ª jornada do Campeonato Distrital da 2ª Divisão.Pensava-se que a equipa do G.D.A entrasse moralizada para o jogo , visto ter obtido um importante triunfo fora de portas na jornada anterior.Tal não se verificou e assistiu-se ao pior jogo da época da equipa Abravesense.O resultado final, 1-1 acaba por ser justo visto nenhuma das equipas ter sido claramente superior.

Jogo no Estádio do Ribeiro em Travanca de Bodiosa - cerca de 100 pessoas

G.D.A - Bartolo , Amaral , David , Tó(cap), Carlos , Vieira , Rui Santos , Nokas , Bolinhas(Rui Silva aos 62m) , Cosme e João Luis (Branco aos 60m)
Suplentes não utilizados - LuckY , Ricardo , Mokotó e Anibal
Treinador Pedro Mendes

Na 1ª parte assistiu-se a um mau jogo de futebol , muito confuso e muito pontapé para o ar com um ligeiro ascendente por parte do Santiago de Besteiros que em rápidos ataques punha em sobressalto a defesa do G.D.A. O G.D.A respondia atraves de jogadas individuais de Nokas que num lance onde finta 2 adversarios remata ao poste quando já toda a gente gritava golo,pouco depois novamente Nokas a desmarcar Cosme que sozinho atira ao lado.Numa rápida jogada de contra ataque o Besteiros chega a vantagem ,num lance onde a equipa Abravesense reclama fora de jogo , lance que parece bem ajuizado pela equipa de arbitragem.Com o 0-1 chega o intervalo.

Na 2ª parte o G.D.A entra com uma atitude diferente,mas com o futebol pouco esclarecido e por vezes mal jogado , mesmo assim consegue criar vários lances de perigo junto da baliza adversária.O Santiago Besteiros defendia bem e tentava o contra-ataque.Aos 75 minutos David é expulso por bocas , segundo o arbitro da partida.O G.D.A mesmo com 10 não desiste e continua a procura do golo do empate , golo que surje aos 85minutos na conversão de uma grande penalidade cometida sobre Cosme, chamado a marcar Cosme faz o 1-1. Aos 87 minutos o Santiago de Besteiros podia ter chegado ao 1-2 mas Bartolo sai bem ao jogador que lhe aparece isolado.No minuto seguinte o Abraveses marca atraves de Tó , mas o golo é anulado e bem por Tó se encontrar ligeiramente adiantado.Já nos descontos Branco a entrada da area remata forte para excelente defesa do guarda redes do Santiago de Besteiros.Assim chega ao fim o jogo ,resultado justo pelo que se passou em campo , apesar do dominio do G.D.A o futebol praticado deixou muito a desejar.

Homem do Jogo - Cosme - o menos mau , e um golo.....

Arbitragem - na minha opinião sem influencia no resultado , mas fraca , tentando chamar a si as atenções do jogo

Na próxima jornada o G.D.A desloca-se a Farminhão
In Blog do Abraveses

terça-feira, outubro 23, 2007

O Massagista Aconselha Nº21

A Rubrica " O Massagista Aconselha" é semanal, sendo publicada às terças feiras. Esta rubrica só é possível graças a uma colaboração com o Sr. João Carlos Matos do Vale e com o seu blog O Massagista.

Fracturas de fadiga ou fracturas de stress

As fracturas de fadiga ocorrem com alguma frequência devido a repetidas cargas sobre o esqueleto durante longos períodos sendo por norma precedidos de periostites.

Causas

As fracturas de fadiga podem ocorrer em corridas de longa distância (exº 10.000 metros ou maratona) devido à constante repetição de cargas normais, mas aplicadas a uma elevada frequência.
Podem ocorrer igualmente se acontecer o inverso no caso de haver uma pesada carga e se a frequência for normal (exº fazer 100 metros com uma pessoa às costas – exercício muitas vezes visto nos treinos de futebol) ou ainda, haver muita carga e uma elevada frequência (exº treinos intensivos com pesos).
Esta última situação afigura-se como a mais perigosa de todas, uma vez que para além do risco real de provocar fracturas de fadiga, podem também ser sobrecarregados outros tecidos musculo-tendinosos.
Os atletas que tenham diferentes comprimentos dos membros inferiores, estão mais predispostos para a ocorrência desta lesão.
Também os atletas que fazem mais do que 100Km de corrida por semana e os basquetebolistas estão mais predispostos.
É um tipo de lesão muito comum em jovens atletas e em mulheres com distúrbios menstruais e alimentares, bem assim como em mulheres que tomem a pílula anti-concepcional.
No que concerne à origem das fracturas de fadiga existem duas correntes que teorizam das seguintes formas:
Teoria da Fadiga – Segundo os defensores desta teoria, após muito esforço, os músculos deixam de ter a capacidade de suportar as forças, passando estas a ser directamente suportadas pelo esqueleto. Finalmente a resistência é excedida e aparece a fractura. Este tipo de acontecimento pode ser observado por todos nós ao dobrar-mos repetitivamente um clip. Ao fim de algum tempo ele vai ceder e quebrar.
Teoria da Sobrecarga – Teoriza que certos grupos musculares se contraem de tal forma que leva o osso a curvar, levando à sua fractura. No caso específico dos gémeos, ao contraírem-se leva a que a tíbia se curve. Após repetidas curvaturas surge a fractura do osso.

No entanto, desengane-se quem pensar que as fracturas de stress, só acontecem aos atletas. Estas, podem acontecer a qualquer pessoa. Porém, os atletas com treinos inadequados, estão mais sujeitos ao aparecimento de fracturas de fadiga.
 Em termos percentuais quanto à incidência de fracturas de stress, temos:
Tíbia – 44 a 50%
 Perónio – 12 a 16%
 Ossos metatársicos – 16 – 20%
 Fémur – 6 a 8%
O calcâneo, o úmero, a pélvis e as vértebras, são menos frequentemente afectadas.
Um dos locais mais complicados onde podem ocorrer fracturas de stress é no colo do fémur, pois estas lesões requerem por norma tratamento cirúrgico e uma recuperação muito demorada.
Sintomatologia
Inicialmente a dor surge só com o esforço. Após algum tempo surge também durante o repouso. Dor, hematoma e sensibilidade na zona da fractura. Em todos os casos deve-se recorrer aos exames complementares de diagnóstico, nomeadamente a ressonância magnética, os ultrasons e o Rx.

Tratamento
Manter a região lesada em repouso, por um período de duas a oito semanas, dependentes da gravidade da lesão.
Condicionamento do exercício físico em geral.
Após o período de repouso, retomar de forma gradual a actividade física.
É aconselhado o uso de muletas (canadianas) de forma a evitar a sobrecarga da região lesionada.

Prevenção

Os factores de risco devem ser analisados e eliminados de forma a prevenir e evitar o aparecimento de fracturas de fadiga.
A metodologia de treino deve ser avaliada por todos os intervenientes (atletas, técnicos e departamento médico). Deve-se dar especial atenção aos equipamentos (terreno de jogo inclusive) e ao calçado usado pelo atleta.
Nas mulheres observar cuidadosamente os distúrbios menstruais, a baixa densidade óssea e os problemas nutricionais.

Divisão de Honra: C. Senhorim 1 Cinfães 4

Canas de Senhorim: Pedro, Guilherme I, Fino, Simão, Adrião, Roque, Luís Lopes, João André, Bruno, Mauryo e Janeiro
Substituições: Bérito por Bruno (68´), Roger por João André (74´) e Guilherme II por Guilherme I (76´)
Suplentes não utilizados: Fernando, Nelson, Rodrigo e Rui
Treinador: Jorge Valente

Cinfães: Manuel, Tozé, Monteiro, Carlão, Manuel Vieira, Rafa, Filipe Carvalho, Rogério, Eduardo, Gaio e Marcelo
Substituições: Mauro por Gaio (62´), Paulo Costa por Rafa (62´) e Carlitos por Filipe Carvalho (84´)
Suplentes não utilizados: Padeiro, Serra, Tiago e João Ricardo
Treinador: Vítor Moreira

Jogo no Complexo Desportivo, em Canas de Senhorim
Árbitro: José Cunha (Tondela)
Auxiliares: Paulo Cardoso e Jorge Santos
4º Árbitro: Nuno Almeida
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Luís Lopes (60´), Mauro (63´), Paulo Costa (67´, 87´e 91´)
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos para Simão (56´), Roque (56´e 94´) e Tozé (76´). Cartão Vermelho por acumulação para Roque (94´)

Numa tarde de muito sol e calor, jogou-se no Complexo Desportivo de Canas de Senhorim mais uma jornada da divisão de Honra da Associação de Viseu, duas equipas com objectivos bem diferentes mas com a mesma vontade de conquistar os três pontos em jogo. Na primeira parte pode-se dizer que foi o Cinfães a controlar o jogo, mostrando que conhecia muito bem a equipa da casa e sabia perfeitamente o que tinha que fazer para não ser surpreendida pela equipa local, o Canas não entrou nada bem no jogo, tendo muitas dificuldades em conseguir criar perigo na primeira parte, chegando-se ao intervalo com um 0-0, justo pelo que as duas equipas demonstraram na primeira parte, respeitando-se mutuamente.
Na segunda parte o Canas de Senhorim, já com outra atitude, melhorou muito principalmente a forma como passou a pressionar a equipa visitante, criando já algumas situações de muito perigo, o que viria a resultar no primeiro golo, com uma desmarcação de Pilão que em frente ao guarda-redes do Cinfães atirou para golo, mas o que parecia ser o golo que a equipa da casa precisava para tranquilizar o seu jogo acabou por não acontecer, pois o treinador da equipa visitante fez duas alterações que resultaram em cheio, pois a 15 minutos do final foram esses mesmos jogadores que marcaram os quatro golos da equipa do Cinfães.
Acabou assim por ganhar a equipa que menos erro cometeu, principalmente defensivamente, e pode-se dizer mesmo que venceu com toda a justiça, pois foi a equipa mais compacta e mais forte.
Uma chamada especial para o árbitro da partida, que mesmo não tendo influenciado o resultado da partida deixa muito a desejar no que ao carácter e atitude demonstra, pois com tão boas arbitragens que se encontram todas as semanas, este trio demonstra muita pouca categoria para apitar jogos da divisão de honra.

[Fernando Lucas]

1ª Sul: Besteiros 3 Cabanas de Viriato 3

Campo da Corte, em Campo de Besteiros.
ÁRBITRO - Nuno Silva auxiliado por André Amaral e Cláudio Pereira de Viseu.

BESTEIROS - Márcio, Pizarro, Porteiro, Sá, Riquito (Gouveia 65m), Mário (Cap.), Pedro Pomar, João Cruz (Raul 53m), Rui Filipe (Edgar 62m), Zé Russo e João Paulo II.
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS - Luis Dias, Daniel e Loureiro.
DISCIPLINA - Cartão amarelo para Mário e Zé Russo.
TREINADOR - Carlos Miguel Pratas.

CABANAS - Samuel, Fernando, Campos ( Cap. Joaquim 37m), David, Correia (Emanuel 65m), Miguel, Figueiredo (Santos 67m), José Luís, Batista, Bruno e Lopes.
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS - Branquinho, Valério, Morais e Veloso.
DISCIPLINA - Cartão amarelo para Fernando, David, Miguel e Batista.
Cartão vermelho para David e Miguel, por acumulação de amarelos.

"MELHOR O RESULTADO QUE A EXIBIÇÃO"

Besteiros e Cabanas defrontaram-se no passado Domingo, no campo da Corte, em Campo de Besteiros em jogo da 3ª jornada do Campeonato Distrital da 1ª Divisão da Associação de Futebol de Viseu.
O Besteiros entrou bem no jogo e aos dez minutos depois da marcação de um pontapé de canto na recarga faz o 1 a 0 para a equipa da casa. Volvidos que são mais dois minutos, o Cabanas empata a partida por Lopes que na área livre de marcação não tem dificuldade em bater Márcio.
A equipa visitante a partir deste momento começa a tomar conta do jogo e em contra ataque põe mais uma vez a baliza dos donos da casa em perigo, valeu na circunstância o guarda redes Márcio, que com uma saída arrojada a cortar o ângulo, evita o pior, até que aos 20 minutos novamente Lopes e mais uma vez livre de marcação ao 2º poste faz o segundo golo para a sua equipa.
Na jogada imediata João Paulo II, falha a hipótese de empatar a partida ao rematar de cabeça ao lado, depois da marcação de um pontapé de canto. Aos quarenta e dois minutos de jogo é marcado um pontapé livre indirecto contra o Cabanas (falta do guarda redes), a bola é rematada à trave e da recarga nada resulta.
Nesta primeira parte o Cabanas soube controlar melhor a partida e deste modo chegou ao intervalo a vencer por 2 bolas a 1.
A segunda metade começou melhor para a equipa visitante que aos cinquenta minutos, novamente por intermédio de Lopes com um remate cruzado faz o 3 a 1 para o Cabanas. A partir deste momento e com o Besteiros a não se encontrar, pensou-se o pior mas o técnico dos visitados fez algumas mexidas na equipa e aos 57 minutos Zé Russo com um potente remate de fora da área leva a bola a rasar a trave da baliza adversária. De seguida é Pedro Pomar que proporciona ao guarda redes visitante uma boa defesa. Depois é Bruno que com um remate cruzado leva a bola a embater no poste direito da baliza de Márcio, deixando este pregado ao solo.
Aos setenta e seis, minutos em contra ataque e tentando aliviar a pressão exercida pelo Besteiros o Cabanas podia ter aumentado o marcador, mas a bola sai ao lado da baliza de Márcio. De livre à passagem dos oitenta minutos, Sá centra para a área e Zé Russo ao primeiro poste desvia para golo fazendo o 2 a 3 para a sua equipa.
O árbitro da partida dá 5 minutos de descontos de neutralizações e é neste período que a equipa visitada não conformada com este resultado parte à procura do empate e novamente de bola parada Pizarro ao segundo poste de cabeça empata a partida, fixando deste modo o resultado final.
O trabalho da equipa de arbitragem que viajou de Viseu, mais uma vez não agradou, foi muito contestada pela equipa visitante, os árbitros assistentes não estiveram bem na avaliação dos foras de jogo, enfim mais um mau trabalho prestado à arbitragem.
No próximo Domingo o Besteiros desloca-se a Moimenta do Dão, para defrontar a equipa local, num jogo que se antevê difícil para a equipa do Vale de Besteiros.
Vá apoiar o Besteiros a Moimenta do Dão, para que regresse a casa com os três pontos na bagagem.

J.A.L.P.
In Blog Campo de Besteiros

Divisão de Honra: Parada 0 Carvalhais 1

Jogo no estádio Nossa Senhora de Fátima
Assistência: cerca 200 espectadores
Árbitro: Nuno Ventura
Auxiliares: Ângelo Santos e Jorge Ramos

G.D.Parada:Capela; José Pedro, Jorge Paiva, Simoes; Santiago, Caldeira, Vasco, Paulo Parada (c); Luis Carlos, João Pedro e Jorge Fifipe.
Suplentes:Roberto,Fernando,Angelo,Rui Courinha;Bruno Diogo,José Aluizio e Mota.
Treinador: Paulo Parada

Carvalhais F.C.:1 André;12 Alex;4 Polaco (c);66 Menezes;5 Gil;3 Ricardo Carvalho;6 Quim;10 Rui Pereira;20 Paulinho;27 Arêde;9 Zé Carlos
Substituições: Paulinho por 7 Alcino (55");Rui Pereira por 17 Isaias (60");e Zé Carlos por 73 Almeyda (80")
Suplentes não Utilizados:13 Marcio;23 Ricardo;22 Zé Alfredo;e 21 Vínicios
Treinador: Tiago Ferreira

Ao intervalo:0-1
Marcador: Arêde (15m)


O Carvalhais logo nos primeiros minutos começou a mandar e a controlar o jogo a meio campo, criando logo algum perigo na baliza contraria. Aos 15m Rui Pereira num passe Rasgado a meio campo abre na direita onde aparece Arêde em velocidade domina a bola e á saída de Capela faz um chapéu de belo efeito. Á passagem dos 30m Paulinho num bom lance de futebol atira a bola que esta bate na esquina entre a barra e o poste, o Parada pouco perigo criava sempre com a defesa do Carvalhais a controlar as operaçoes, sendo que ainda na primeira parte com dois remates um de Quim outro de Zé Carlos a levar bastante perigo para baliza de Capela.na segunda metade a equipa do Parada teria de fazer alguma coisa para virar o resultado, e entrou com tudo, e logo aos 55m há um cruzamento da esquerda para a área do Carvalhais,e Vasco salta com Gil e na desputa pele bola o mesmo Vasco cai dentro da grande área, e o Sr.Árbitro assinala grande penalidade, o mesmo Vasco remata para o poste direito do guarda-redes mas André faz uma grande defesa. O Parada não desistiu e continuou a controlar o jogo, mas sem criar grandes lances de perigo, a não ser mais dois remates, para duas boas defesas de André. Por sua vez o Carvalhais ia tentando em contra ataque criar perigo, mas sempre com a defesa do Parada atenta. Ao minuto 90 numa confusão dentro da área do Carvalhais a bola vai a mão do Alex e o Sr.Nuno Ventura marca Penalty, Paulo Parada (jogador e Treinador) teve a responsabilidade de a converter e com o jogo a chegar ao fim e podendo dar um ponto a sua equipa. Os nervos seriam muitos! e foi muito mal marcada, a bola saiu 3 a 4 metros por cima da barra.
Com a primeira parte dominada pelo Carvalhais,e a segunda pelo Parada, o resultado mais justo seria um empate ,mas o Carvalhais nesta tarde de muito calor foi mais feliz.

A equipa de Arbitragem liderada por Nuno Ventura teve uma actuação positiva
[Zé Carlos]

Divisão de Honra: O. Frades 0 Mangualde 3


O jogo iniciou-se com uma ocasião para o Oliveira de Frades. Com Semedo a não aproveitar um deslize de Luís Carlos, rematando para defesa de Miguel Seixas.
Ao minuto 8’ o Mangualde chegou à vantagem. Lançamento de linha lateral na direita do ataque para Paulo Mota, que perante a apatia da defensiva do Oliveira de Frades atirou sem hipóteses para Quirino.
Na resposta, através de um pontapé de canto, Moura, acabado de entrar, rematou de cabeça para defesas do guardião mangualdense.
O Oliveira de Frades reagiu bem ao golo sofrido e aproximava-se com perigo da baliza de Miguel Seixas.
O jogo estava repartido embora com algum ascendente da equipa da casa.
Pinto não estava satisfeito com a prestação atacante da sua equipa e fez avançar Moura para o centro do ataque.
A um minuto do apito para o intervalo uma grande ocasião para o Mangualde, com Nuno, sobre a linha de golo, a salvar o que parecia um golo certo. Os forasteiros reclamaram grande penalidade mas, bem colocado, Luís Pais mandou jogar.
Chegava o intervalo com o golo de Paulo Mota a ditar a diferença.

Quem não marca…sofre!

No reatamento Semedo, na direita, solta-se de um adversário, mas o remate sai por cima do travessão. No primeiro minuto os visitados podiam ter alcançado a igualdade.
Aos 48’ primeiro Luís Cruz e depois Paulo Mota, não aproveitaram um lance confuso na área adversária.
O Oliveira de Frades regressou disposto a mudar o rumo da partida e aos 51’, após um pontapé de canto Moura de cabeça atirou a rasar o poste.
Aos 53’ foi Miguel Seixas quem salvou o Mangualde. Grande lance do Oliveira de Frades com Moura de cabeça a responder bem a um cruzamento, com o guarda-redes forasteiro a defender para canto.
Moura alterou o ataque do Oliveira e aos 55’ voltou a atirar perto do poste, com mais um bom golpe de cabeça.
No início da segunda parte só dava Oliveira de Frades, sendo Semedo o grande impulsionador do futebol da sua equipa.
A equipa da casa dominava mas foram os forasteiros a chegar novamente ao golo. Contra ataque rápido na esquerda a culminar com um cruzamento com conta peso e medida para Paulo Mota, que de cabeça bateu Quirino, bisando na partida.
O Oliveira de Frades estava desorganizado e em contra-ataque voltou a marcar, agora por intermédio de Márcio.
Vitória justa da equipa do Mangualde, embora por números exagerados, num jogo em que a maior experiência e lucidez dos vencedores prevaleceram.
Trabalho seguro do árbitro da partida, que viajou do Sátão.


Ficha de Jogo:

Oliveira de Frades 0
-Quirino, Artur, Carlitos, Costa, Moacir, Semendo, Nuno Robalo, Pedro Rocha, Ramos, Rui Almeida e Trindade
Substituições: Rui Almeida por Moura (9’), Ramos por Jimmy (75’) e Pedro Rocha por Côta (85’)
Suplentes não utilizados: João, Janeca, Neves e Daniel
Treinador: Pinto

Mangualde 3
-Miguel Seixas, Sérgio, Luís Carlos, Cartaxo, Faria, Miguel Ângelo, Márcio, Pepe, Zé Manuel, Luís Cruz e Paulo Mota
Substituições: Sérgio por Fábio (83’), Márcio por Rafael (83’) e Pepe por João Pedro (88’)
Suplentes não utilizados: Júlio Paulo, Ivo, Tiago João e Sebastian
Treinador: João Bento

Jogo no Campo das Chãs, em Vouzela
Assistência: cerca de 200 pessoas
Árbitro: Luís Pais (Sátão)
Auxiliares: Tiago Rodrigues e Francisco Costa
4.ª Árbitro: Ricardo Oliveira
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Paulo Mota (8’), Paulo Mota (76’) e Márcio (80´)
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo Ramos (16’), Faria (24’) Pedro Rocha (54’) e Artur (74’)

RSA
Texto In Desporto da Rádio Vouzela
Foto in Blog do Mangualde
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