segunda-feira, abril 30, 2007

Divisão de Honra: Sampedrense 0 - Mangualde 0

Sampedrense: Viegas, Baixote, João Heitor, Márcio, Lau, Gouveia, Chalana, Costa, Cordeiro, Moreira, Assaná
Suplentes: Costinha, André Silva, Ninja, Jorgito, Rochinha, Luís, Joel
Substituições: Jorgito por Costa e Luís por Moreira
Treinador: Chalana

Jogo determinante para o Mangualde na luta pelo título e para o Sampedrense este jogo era o jogo da manutenção matematicamente falando pois a partir daqui o Sampedrense matematicamente não desce de divisão. O Mangualde vinha para este jogodepois de uma vitória contra o Vouzelenses por 1-0 e o Sampedrense vinha de dois resultados menos conseguidos. De uma derrota em Lamego no último minuto para o campeonato e da eliminação na Taça Sócios de Mérito em Campia onde os locais marcaram o golo que deu o prolongamento também no último minuto. O Árbitro nomeado era o Sr. Pedro Saraiva que acabou por ser a principal figura do jogo. Este jogo não foi um grande jogo de futebol e também não houve muitas oportunidades de golo. O jogo começou com um ligeiro ascendente por parte do Sampedrense pois a bola circulava no meio-campo defensivo mangualdense. Mas isso não dutou muito pois a equipa do Mangualde equilibrou mas o jogo devido a faltas de inspiração de alguns jogadores da casa como exemplo de Costa e Moreira. A meio da primeira parte cheirou a golo no Municipal da Pedreira mas para o Mangualde. Cruzamento pelo lado esquerdo do ataque mangualdense com o defesa-central da equipa da casa, João Heitor, numa tentativa de alívio manda a bola à barra da sua própria equipa. Para sorte dos da casa a bola bateu na trave e depois o guarda-redes Viegas agarrou a bola. E este foi o único lance de perigo da primeira parte. Para a segunda parte alteração na equipa da casa. Saiu Costa, muito desinspirado, para a entrada de Jorgito. A segunda parte não melhorou muito em relação à primeira. Poucas oportunidades de golo mas foi aqui que o sr. Pedro Saraiva deu espéctáculo. E posso já começar por aí. A meio do segundo tempo lance de ataque para o Mangualde. Bola no lado direito, chega à meia-lua, um jogador do Mangualde, se não me engano Paulo Mota, remata a bola bate num jogador da casa que caí ao chão e na recarga a bola bate no pé do jogador que estava no chão e vai para canto mas o árbitro marca penalty. Mas como muita gente que estava nabancada disse "escreveu-se direito por linha tortas pois Amílcar chamado à conversão atirou à barra. De realce nesta segunda parte no minuto 90, Cordeiro isolado permite a defesa do Guardião dos forasteiros. No fim registou-se um empate que no fundo acaba por ser justo pois nenhuma equipa se destacou ao ponto de levar os três pontos. Arbitragem muito contestada pelos adeptos da equipa da casa pois o Sr. Pedro Saraiva a partir de certa altura da segunda parte deixou de ter critério. De realçar também a fraca assistência registada no Municipal da Pedreira.

Resultado Camadas Jovens:
Juvenis: Moimenta da Beira 4-1 Sampedrense


Nota: Vitória justíssima do Moimenta da Beira, só para realçar o facto de em Moimenta da Beira o público da casa é incrível. Qualquer árbitro por mais expriente que seja tem medo de apitar em Moimenta. É pena pois esta equipa dos juvenis do Moimenta é muito boa mas não percisava de isso para ganhar.

F. Feminino: Fonte Boa 0 Escola Futebol Clube 0


Terceiro lugar esteve mais perto

Na tarde de ontem, o Escola podia ter passado para terceiro lugar. O facto é que o Escola entrou extremamente confuso no jogo e mal conseguia organizar-se como equipa. A equipa da casa limitava-se a fazer o que lhe competia, ou seja, circular a bola e confundir ainda mais a equipa adversária. A árbitra Sandra Bastos mostrou um trabalho fraco longe do que estamos habituados a ver (afinal é considerada uma das melhores arbitras portuguesas). Logo no minuto 2, Suéli consegue ganhar um lançamento e, com toda a certeza que a bola era da sua equipa, foi buscar a bola que a outra jogadora tinha em mão pronta a lançar só que não se apercebeu que a árbitra Sandra Bastos tinha dado a posse de bola para a equipa do Fonte Boa. Está mesmo a ver-se que levou amarelo porque Sandra Bastos considerou que Suéli tinha impedido de jogar a bola.Era uma decisao aceitavel! Mas não se passou durante o jogo inteiro! Houve dualidade de criterios! Entradas por trás, a pés juntos, pé em riste, tudo e mais alguma coisa e nem sequer tirou o cartão uma unica vez. Dará ela mais importancia à situação que referi acima do que entradas que acabei de dizer??? Quem viu o jogo sabe que não estou a exagerar. Leila e Sandrine foram as que mais sofreram em jogo com duas entradas violentas. A primeira, com Leila que levou com a Chuteira junto à sobrancelha direita, a segunda em que a jogadora adversária mesmo no ultimo minuto da 1ª parte é agredida com um pé na zona abdominal. Nesta ultima situação a àrbitra acaba o jogo sem sequer marcar falta!!!! Digamos que o Escola teve uma certa culpa a nivel de organização pois, não conseguia sair a jogar. Conseguiu aguentar alguma pressao da equipa visitada até ao final da 1ª parte. Dou enfase a duas grandes situações de perigo em que Neide cosneguiu anular com exito.

Na segunda parte, apesar da violencia com que as jogadoras do Fonte Bola jogavam, o Escola conseguiu reagir jogando quase sempre no meio campo adversário. O escola teve imensas oportunidades de golo em especial a Ana que por algumas vezes se isolou mas sem exito. A oportunidade mais flagrante foi na marcação de um penalti. Ana Cristina ganha a bola e dribla a sua adversária que se desiquilibra e joga a bola com a mão dentro de área. Foi chamada para marcar Noémia figueiredo que permite à guarda redes a defesa. O escola tentava pressionar e marcar mas sempre sem sucesso.
Gostava de deixar aqui uma pequena nota sobre o desconto de tempo que a arbitra deu que foi de dois minutos. quando houve pelo menos 3 jogadoras que foram assitidas mais a propria arbitra que fica molestada apos uma bolada na cara realizada por Catarina Bernardes (sem intenção claro!). Isto tudo, PELO MENOS, 6 minutos de compensação.
Temos pena pelo escola nao ter conseguido o 3º terceiro pois esteve ali tão perto! Quinjó deixa a equipa do escola com a melhor classificação de sempre na 1ª divisão nacional.

Escola alinhou com: Neide, Chica, Sandrine, Suéli, Bábá, Catarina Bernardes, catarina Almeida, Ana, Noémia, Tania Almeida, Leila.

Jogadoras nao utilizadas: Eva e Andreia Coimbra

TReinadores: Quinjó e Catarina Regalo


Melhor em campo:

Pelo Escola, decidi nomear duas jogadoras : Ana e Catarina Almeida

Pelo Fonte Boa: Casais

Divisão de Honra: Tarouquense 0 Lamego 2

Bom tempo e muito publico no municipal de Tarouca para assistir a um jogo entre equipas com objectivos diferentes, uma na perseguição ao primeiro lugar e outra na procura da vitória da confirmação da manutenção.
Logo na fase inicial do jogo, a bola andou perdida na área do Tarouca mas a defensiva da casa levou a melhor perante os avançados do Lamego.
Aos 10 minutos o Tarouca respondeu com um cruzamento pela direita do seu ataque e Abílio de cabeça rematou muito próximo da baliza de Filipe.
Ultrapassados 28 minutos do primeiro tempo, foi a vez do Lamego desperdiçar uma situação de golo. Cassamá rematou de longe e perante uma defesa incompleta de Márcio, Miguel Martins atirou por cima da baliza.
Nos restantes minutos da primeira parte os forasteiros mostraram-se com mais atitude de ataque e só alguns minutos antes do intervalo é que o Tarouca mostrou um pouco mais de futebol que a equipa adversária.
O segundo tempo começou com um futebol dividido e sem nenhuma das equipas a pegar realmente no jogo.
Aos 59 minutos, a defensiva do Tarouca facilitou e Igor acreditou fazendo um cruzamento remate onde apareceu Cassamá para marcar o primeiro da tarde.
Dois minutos depois, Igor volta a cruzar, pelo lado esquerdo do seu ataque, mas desta vez Cassamá chegou atrasado ao cruzamento.
Este período do encontro ficou marcado por duas expulsões. Primeiro foi o técnico da casa (16m) e depois o delegado ao jogo do Lamego (26m), em ambas situações supõe-se que tenha sido por palavras dirigidas ao trio de arbitragem.
O golo da confirmação da vitória do Lamego aconteceu aos 84 minutos, quando Domingos marcou mal um livre, ainda com alguma distancia da baliza adversária, e Igor apareceu pelo caminho dando um toque subtil no esférico, suficiente para tirar Márcio da trajectória da bola.
Já no fecho do pano Ivan e Domingos ainda criaram uma situação que poderia ter dado o terceiro aos forasteiros mas a convicção já não era a mesma.
Luís Caetano não teve um trabalho fácil numa partida raramente bem jogada.

Ficha de Jogo:

Tarouquense 0
-Márcio, Valério, Maleiro, Abílio, João, Caé, Ferraz, Jorge, José Manuel, Morais e Gil
Substituições: João por Luís (02m), Jorge por Henrique (53m) e José Manuel por Carlitos (77m)
Treinador: João Valente

SC Lamego 2
-Filipe, Rafael Duarte, Paulo Costa, Semedo, Miguel Soares, Henrique Sérgio, Igor, Daniel Bastos, Miguel Martins, Binaia e Cassamá.
Substituições: Miguel Martins por Ivan (45m), Domingos por Binaia (80m) e Cassamá por Paulo Mendes (86m).
Suplentes não utilizados: Dourado, Nuno, Lulinha e Ruca
Treinador: Victor Pereira

Jogo no Estádio Municipal de Tarouca
Assistência: cerca de 700 espectadores
Árbitro: Luís Caetano
Auxiliares: Luís Castaínça e João Gomes
Marcadores: Cassamá (59m) e Igor (84m).
Cartão amarelo para: Valério (17m), Cassamá (19m), Abilio (39m), Binaia (46m), Luis (77m) e Maleiro (93m).

AB
In Desporto da Rádio Vouzela

3ª C: Milheiroense 1 - 1 Santacombadense

Jogo no Complexo Desportivo de Milheirós de Poiares, temperatura amena, 13º C, cerca de 450 espectadores.

Santacombadense alinhou com:
Bruno, Ruben, Carlitos, Brinca, Nuno, Mota, Baresi, Kiko (Cap.), Tagui, Botas e Jackson.

Substituições: 25 m Bruno por Fernando; 45 m Brinca por David; 90 m Jackson por Bill;

Suplentes não utilizados: Abilio;

Treinador: Óscar Lopes e Rui Gomes;

Resultado ao intervalo:
1 - 0;

Acção Disciplinar:
Amarelo (Brinca);

Golo: Jackson (55 m);



Os Pinguins apresentaram-se em Milheirós de Poiares com vontade de trazer de lá os 3 preciosos pontos, mas o jogo começou muito mal para o Santacombadense pois logo aos 2 minutos de jogo, depois de um livre cruzada para a área aparece um jogador do Milheiroense que de cabeça inaugurou o marcador, logo muito cedo. Os pInguins andaram cerca de 10 minutos completamente perdidos, tendo o Milheiroense nessa periodo 2 oportunidades de golo, uma salva por Bruno e outra por Ruben. Depois os Pinguins equilibraram o jogo e passaram a ter um maior dominio, até que aos 25 minutos Bruno se lesionou e foi substituido por Fernando. Atá ao intervalo os Pinguins poderiam ter empatado a partida mas não o conseguiram.

Para o segundo tempo o treinador dos Pinguins trocou Brinca "amarelado" por David e os Pinguins entraram para o segundo tempo com vontade de dar a volta ao resultado. Foi num desses ataques que Tagui isolado permitiu excelente intervenção do guarda-redes da casa, que defendeu a bola para canto, e desse canto nasceria o golo dos Pinguins com um portentoso cabeceamento de Jackson, a igualar a partida. Os Pinguins estavam endiabrados e logo de seguida David sozinho chutou para as mãos do guarda-redes. O Milheiroense so por uma vez criou algum preigo neste segundo tempo com um remate de fora de área que Fernando defendeu bem para canto. Já nos minutos finais os Pinguins beneficiaram de masi uma oportunidade por Tagui que demorou muito tempo a arematar e permitiu o corte do defesa.

A equipa de arbitragem que viajou do Porto esteve bem, apesar do auxiliar da segunda parte ter assinalado 2 fora de jogos incriveis que retiraram a possibilidade dos Pinguins maracarem o golo da vitória.

O resultado acaba por ser justo apesar do dominio dos Pinguins no segundo tempo.

Força Pinguins...

1ª Zona Sul: Sezurense 0 Santar 3

Jogo de fim de época




Sezurense: David, Pessoa, Joe, Ricardo, Marco, Márcio, Jito, Joel, Marco H., Silvério, Litos
Substituições: Marco H. por Francisco(60’), Silvério por Daniel(69’), Litos por Pedro(85’)
Suplentes não utilizados:
Treinador: Paulo Marques

Santar: Pio, Jorge Silva, Zeca, Rui, Fábio, Mariano, Marinho, Filipe, Bruno, Tójó, Vítor Hugo(C)
Substituições: Pio por Marco(45’), Marinho por Eugénio(63’), Rui por Man(79’)
Suplentes não utilizados: Xarila, Luís
Treinador: João Pereira

Estádio: Das Cruzes
Árbitro: Luís Gomes
Assistentes: José Soares e Nuno Vaz
Resultado ao Intervalo: 0-2
Marcadores: 0-1 por Filipe(12’), 0-2 por Mariano(42’), 0-3 por Bruno(90’)
Acção Disciplinar: Amarelo: Joe(68’)
Vermelho: Marco(13’), Jorge Silva(78’)

O Santar terminou a época com uma vitória e com a subida ao 3º lugar. As equipas proporcionaram um jogo típico de final de época, sem grande qualidade, isto apesar de estar em causa o 3º lugar(Santar) e manutenção(Sezurense).
A equipa forasteira entrou bem no jogo e desde cedo foi em busca do golo. A equipa criou duas situações de golo, mas não concretizou, sendo que numa dessas jogadas a bola foi à trave, após remate de Filipe. Aos 12’ Filipe após passe de Vítor Hugo isolou-se e fez o 0-1. No minuto seguinte Bruno isolado, foi rasteirado à entrada da área e Marco do Sezurenses viu o cartão vermelho. Poderia pensar-se que isto seria benéfico para o Santar, mas aconteceu o contrário. A equipa de verde e branco começou a precipitar-se bastante em busca do 2º golo e nem sempre as coisas saíam bem. Filipe voltou a enviar uma bola à trave e o Santar apesar de não estar a fazer um grande jogo ia desperdiçando oportunidades de golo. Aos 42’ Vítor Hugo, na marcação de um canto assiste Mariano para o 0-2.
Na segunda parte o jogo perdeu ainda qualidade. A equipa da casa nunca desistiu de lutar, mas quase nunca criou perigo. O Santar em dia de total desacerto conseguia criar situações para marcar, que no entanto foram sendo desperdiçadas. Aos 78’ o defesa direito do Santar foi expulso e a equipa da casa ainda fez um forcing para marcar, mas sem incomodar demasiado a baliza defendida por Marco. Aos 90’ Bruno após jogada individual de Filipe fez o 0-3 final.
Vitória justa.

domingo, abril 29, 2007

Divisão de Honra: A. Viseu 1 Paivense 0


Numa tarde quente, o Académico via-se obrigado a vencer, sob pena de poder perder a liderança para o Lamego, que se debatia em Tarouca pelos 3 pontos. O jogo tinha também um aperitivo especial, pois tinha sido o Paivense a incutir a última derrota academista no campeonato.
O primeiro tempo pontuou-se por um grande equilíbrio, tendo sido contudo o Ac.Viseu a criar mais perigo logo no principiar da partida.
Logo aos 2 minutos, Eduardo tentou a sua sorte, mas o remate passou por cima da baliza de Quim. Dez minutos depois, foi Carlos Santos que com um remate certeiro obrigou o guardião Quim a uma grande intervenção.
Este momento de maior pressão academista culminaria com o primeiro e único golo da partida. À passagem do minuto 15, e depois de um canto na direita, Negrete apareceu mais alto que toda a gente e cabeceou de cima para baixo. Quim não consegue defender e fica mal na fotografia ao sofrer o golo.
O golo trouxe consigo a monotonia ao jogo, com o Académico a desleixar-se no ataque e a permitir a boa reacção dos homens de VN Paiva.
A primeira parte não acabaria contudo sem o único erro de maior realce do trio de arbitragem. O auxiliar do lado da bancada “inventa” um fora-de-jogo a Eduardo completamente inexistente quando este se encaminhava sozinho para a baliza
A segunda parte foi terrível para os adeptos que se deslocaram ao Fontelo. Um jogo “morto”, sem grande ritmo e com escassas situações de levar as mãos à cabeça. De resto, o período mais interessante foram os primeiros 10 minutos, onde por várias ocasiões se chegou a gritar golo. Primeiro aos 52 minutos, onde João Miguel obriga Quim a grande defesa, depois aos 54’ com Calico a cabecear à barra da baliza dos forasteiros. Ainda nessa toada, o Paivense poderia ter marcado, não fosse Manuel Fernandes parar o forte remate de longe de Pina.
Mas foi à passagem do minuto 60 que ocorreu a melhor situação para o Paivense conseguir o empate. De cabeça, Paulo Pires assustou os academistas com um remate a rasar a barra.
Até final, o Académico viveu de coração na boca, nem parecendo estar a vencer, pois era o Paivense quem procurava mais afincadamente o empate do que o Ac.Viseu a vitória clara.
Apesar disso, o Académico venceu e conquista 3 preciosos pontos na luta pelo título, ficando no entanto no ar o sentimento de injustiça para o Paivense que merecia perfeitamente levar um ponto do Fontelo.
A arbitragem de António A. Cardoso apenas pecou no lance que poderia abrir a vitória clara para o Académico, mas tirando isso, foi impecável, talvez mesmo a melhor equipa em campo.
Ficha de Jogo:

Ac.Viseu 1
- Manuel Fernandes, Marcos, Calico, Simões, Tiago, Carlos Santos, Álvaro, João Miguel, Negrete, Eduardo e Zé Teixeira.
Substituições: João Miguel por Filipe Figueiredo (65’), Álvaro por Barra (72’) e Tiago por Zé Pedro (85’).
Suplentes não utilizados: André Maló, Xinoca, Marcel e Bruno.
Treinador: Idalino de Almeida.

Paivense 0
- Quim, Bruno Pires, Paulo Pires, Eduardo, Pina, Nuno Pires, Rochinha, Márcio, Parma, Ito e João Pedro.
Substituições: João Pedro por Paulinho (52’), Nuno Pires por Zé Miguel (70’) e Rochinha por Paulo Rochinha (78’).
Suplentes não utilizados: Ivo, Carlos, Alexandre e Pilas.
Treinador: Zito.

Jogo no Estádio do Fontelo, em Viseu
Assistência:
cerca de 400 espectadores
Árbitro: António A. Cardoso (Castro Daire)
Auxiliares: Mário Ribeiro e Sérgio Rocha.
Resultado ao Intervalo: 1-0.
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Parma (33’), Eduardo (63’), João Miguel (63’), Negrete (77’) e Ito (87’).

Vitor Ramos (Vis Fut Magazine)

1ª Zona Norte: Pesqueira 3 - Sernancelhe 0

Pesqueira:
Carlos; Vasco (Tozé, 65min), Felix, Chico (c), Licinio; Ricardo, Monteiro, Fábio (Toni, 80min), Andrade (Silva, 65min); Semedo e Helder

Sernancelhe:
Valter; Pedro, Vitor Alexandre, Sérgio, Rafael; Manso, Manuel (Telmo) , Moutinho (Mileu), Pereirinha; Patricio (André) , Mário Canhoto;

Partida caracteristica de final de campeonato, lenta e nem sempre bem jogada, onde a emoção superou praticamente sempre a qualidade do futebol praticado.
Na primeira parte, o "dominio" da Pesqueira foi consentido e controlado pelo Sernancelhe, onde apenas duas opurtunidades de golo, uma para cada equipa (remate de Semedo que Valter defende para canto, e Mário Canhoto isolado, falha o chapéu) eram manifestamente pouco para ambas as equipas.
Até que em cima do intervalo, Semedo decide "atirar-se" para a piscina, e o srº árbito (pelo menos equipava como tal e trazia um apito) assinala pontapé de grande penalidade, que foi convertida por um jogador do Pesqueira...o facto de Sérgio não ter sido expulso pelo "suposto" penalty (pois Semedo estava isolado), reflecte na perfeição a certeza ( ou não) com que foi assinalada;
Na segunda parte, a equipa do Sernancelhe arriscou mais em termos ofensivos, e Pedro ainda assustou com um remate a milimetros do poste; no entanto, por volta dos 20 minutos, Pereirinha com a bola perfeitamente controlada, sofre DUAS entradas em simultâneo de jogadores adversários, (o Srº árbito assim não entendeu) o infractor prosegue a jogada (fair play no seu auge) e coloca num colega que estava no minimo 5 metros em posição de fora de jogo (o árbito assistente assim não entendeu) e remata para o 2-0 dos visitados.
A partir deste instante, e com dois golos irregulares, a Pesqueira justificou a conquista dos 3 pontos, perante um Sernancelhe incrédulo por rever um "filme" tantas vezes assistido.
De lamentar a atitude de Ricardo Macedo, que com um adversário (Mileu) caido, aproveitou para uma pisadela escusada e cobarde, deixando as marcas dos pitons em ambas as mãos...é uma atitude própria de quem veste a pele de cordeiro manso em jogos fora, e de lobo mau quando actua perante o seu publico...o árbito (o tal que passeava com um apito) nada assinalou.
O 3º golo foi limpo, e na transformação de um livre directo.
Em jeito de conclusão, pode-se dizer que a vitória da Pesqueira foi justa, a partir dos "empurrões" que os levaram ao 2-0, pois até esse momento, as equipas tavam equiparadas, apesar dos visitados terem maior posse de bola.
Como Pesqueirense, queria aqui deixar os meus desejos de sucesso para o play-off que irão disputar, e que consigam a tão ambicionada promoção á divisão de honra da AF Viseu.
Para o treinador da Pesqueira, dedico um post no meu blog pessoal.

Versão do Sernancelhe(Joca)

Boa exibição da equipa do Pesqueira num jogo característico de final de época, no qual o futebol praticado foi um pouco atabalhoado, muito atlético e que por vezes roçou a dureza, por ambas as partes.
Ainda assim, o Pesqueira dominou a partida, jogando quase sempre no meio campo adversário, encostando a equipa do Sernancelhe à sua área (esse domínio não foi consentido como diz o Sr.treinador do Sernancelhe, mas sim conquistado pela equipa da casa).
À passagem dos 20min, numa jogada precedida de falta sobre Vitor (em meu entender) que o árbitro não assinalou, surge a 1ªgrande oportunidade de golo por Fábio, que isolado frente a Valter não teve a genialidade de outros momentos e permitiu uma grande defesa.
A equipa visitante tentava libertar-se e por vezes lançava Mário Canhoto para rápidos contra-ataques, sendo que apenas num criou perigo, num "chapéu com aba pequena", que permitiu a defesa de Carlos.
O Pesqueira continuou à procura da vitória, até que aos 44min Semedo isola-se e ao entrar na área é rasteirado claramente por Sérgio. Penalti de imediato assinalado pelo árbito João Cunha, que errou ao não expulsar o jogador do Sernancelhe pois Semedo estava isolado frente ao guarda redes Valter. Na conversão da grande penalidade, Felix fez o 1-0.
Na 2ªparte a equipa visitante entrou um pouco melhor, criando uma boa ocasião num remate perigoso de Pedro. O Pesqueira voltou a criar algumas oportunidades de golo, até que aos 68 min e após um lance em que Pereirinha sofreu uma falta (que apenas o árbitro não viu), Semedo surge novamente isolado e à saída de Valter fez o 2-0.
A partir desse momento, os jogadores do Sernancelhe ficaram desmotivados, começando a acusar também algum cansaço, surgindo o 3ºgolo aos 80min por Felix na conversão de um livre directo, num remate bem colocado sem hipóteses de defesa para Valter.
Até ao final do encontro, apenas há a salientar uma entrada muito dura de Toni, que deveria ter visto o cartão vermelho e não o amarelo, como o árbitro entendeu.
Este e os seus auxiliares realizaram um mau trabalho, errando no lance do 2ºgolo e em algumas reposições de bola. A nível disciplinar, o árbitro perdoou algumas cartolinas amarelas e a expulsão a pelo menos dois jogadores.
Quero aqui deixar os parabéns ao Sernancelhe (e restantes equipas que asseguraram a manutenção) pela prestação neste campeonato e ao Pesqueira pelo apuramento para o play-off de acesso à Liga de Honra...Deixo aqui também um voto de boa sorte para os encontros com o Carregal do Sal e peço a todos os pesqueirenses que venham apoiar a equipa neste importante passo para a obtenção dos objectivos da equipa.
Apesar deste jogo já ter sido aqui abordado pelo Joca, não quero aqui pôr em causa as palavras dele e resolvi fazer o comentário ao jogo demonstrando aqui a minha imparcialidade e outro ponto de vista, escrevendo apenas aquilo que assisti em campo.

Versão do Pesqueira(Rui Castro)

Resultados do fim-de-semana

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão: 20ª e Última Jornada
Fonte Boa - Escola 0-0

Futebol Masculino

2ª Nacional Série C - 25ª Jornada
Nelas - Pampilhosa 3-1
Lusitânia - Penalva do Castelo 1-2

3ª Nacional Série C - 27ª Jornada
Tondela - Sanjoanense 2-0
Social Lamas - Sátão 0-0
Milheiroense - Santacombadense 1-1

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 27ª Jornada
Academico Viseu - Paivense 1-0
Moimenta Beira - Viseu Benfica( Adiado para 6/5/07 - 16 horas)
Oliveira Frades - Lusitano 1-0
Mortágua - Carvalhais 1-0
Tarouquense - Lamego 0-2
Sampedrense - Mangualde 0-0
Vouzelenses - Cinfaes 2-3
Campia - Lamelas 2-3


1ª Distrital - 26ª e última Jornada
Zona Norte
Ceireiros - Alvite 0-0
Leomil - Sul 6-0
Fornelos - Boassas 6-0
Parada - Armamar 3-0
Oliveira Douro - Nespereira 3-0
SJ Pesqueira - Sernancelhe 3-0
Folga: F. Aves

Zona Sul:
Sezurense - Santar 0-3
Santiago Cassurrães - Bela Vista 2-0
Vale Açores - Canas Senhorim 0-2
Vila Chã Sá - Moimenta Dão 1-1
Carregal Sal - Molelos 3-2
Pinheiro Lafões - Ranhados 1-1
Folga: Canas de Santa Maria

2ª Distrital - 26ª e última Jornada
Resende - Fiais Telha 5-2
Vilacovense - Farminhao 1-2
Besteiros - Abraveses 4-1
Vale Madeiros - Vilamaiorense 2-3
Cabanas Viriato - Santiago Besteiros 3-2
Roriz-Calde 2-0
Folga: Silgueiros

Camadas Jovens - Fase Final

Juniores A: 4ª Jornada
Lamego - V. Benfica 1-2
V. Açores - Cinfães 1-3
A. Viseu - Mangualde 3-1

Juniores B: 3ª jornada
M. Beira - Sampedrense 4-1
Molelos - Povoenses 3-2

Juniores C: 3ª Jornada
O. Frades - V. Benfica 2-1

Infantis - Final
Cinfães - Mangualde 2-4

Nacional de Juniores - 2ª Divisão - Permanência
Série B
Repesenses
- Fiães 2-1
Castro Daire - U. Lamas 1-0

sexta-feira, abril 27, 2007

Antevisão

Aproxima-se o final do campeonato e o período de todas as decisões e nada melhor que estar informado sobre os jogos de mais uma jornada. É dia de antevisão em colaboração com A Magia do Futebol.

Divisão de Honra - 27ª Jornada

Académico de Viseu – Paivense
A última derrota dos Academistas no campeonato aconteceu em Vila Nova de Paiva o mesmo será dizer que recebe este domingo a última equipa capaz de os derrotar, só por isto se percebe que não será fácil a missão dos homens treinados por Idalino de Almeida. O Paivense que só venceu 2 dos últimos 12 jogos chega ao Fontelo vindo de uma goleada caseira sobre o Moimenta da Beira que lhe valeu a subida ao 5º posto, que por certo lhe terá elevado a moral. O Académico de Viseu no seu estádio tem sido intratável nos últimos jogos, 6 vitórias consecutivas, marcou 22 golos e sofreu apenas 1 por isso não é de estranhar que apresente neste momento o melhor ataque caseiro da competição (curiosamente é o Paivense o segundo melhor ataque caseiro). O favorito é a equipa que joga em casa que quererá por certo festejar, o facto de não perder há uma volta, com uma vitória. Na primeira volta venceu o Paivense por 2-0.

Tarouquense – Sporting de Lamego
A equipa de Tarouca tem 4 pontos de avanço sobre a zona de descida e não se pode dar ao luxo de perder. Os comandados por Vítor Pereira nem no empate podem pensar sob pena de hipotecarem as suas hipóteses de subida, estes são os ingredientes que podem tornar este jogo emocionante. O Tarouquense que tem das melhores defesas da competição a jogar no seu terreno perdeu por 3 vezes no seu reduto, sendo certo que perdeu os últimos 2 jogos realizados em casa – com Paivense e Lusitano –, no entanto convém referir que neste mesmo terreno o Académico de Viseu empatou e o Mangualde perdeu. Fora de portas o Lamego apresenta o ataque mais concretizador da prova embora tenha perdido 5 vezes nesta condição sendo que 3 dessas derrotas foram sofridas nos últimos 4 jogos. Na primeira volta venceu o Sporting de Lamego por 1-0.

Sampedrense – Mangualde
Não será nada fácil a deslocação dos mangualdenses até São Pedro do Sul. O Sampedrense, que vendeu cara a derrota em Lamego, não perde em casa há 6 jogos (vem de 4 vitórias consecutivas neste aspecto) e continua em luta renhida pelo 5º lugar da tabela classificativa. A turma de Chalana perdeu por 3 vezes no seu terreno e curiosamente essas derrotas aconteceram com Académico de Viseu, Lamego e Cinfães, ou seja, equipas bem classificados como o Mangualde é. A turma de Mangualde que regressou às vitórias na última jornada, depois de 4 jogos sem vencer, tem aqui mais um teste e só pode pensar na vitória e esperar o “milagre” de ver Académico de Viseu e Lamego perderem. Na primeira volta venceu o Mangualde por 2-0.

Mortágua – Carvalhais
Os da casa lutam desesperadamente para não caírem de divisão, os forasteiros estão num tranquilo 8º lugar e parecem a salvo da descida. O Mortágua é um verdadeiro “empata” já que conta com 12 resultados – 7 em casa -, em que a divisão de pontos foi o resultado final. Sendo assim não é de espantar o facto de os homens da casa serem a equipa com menos vitórias quando joga em casa, foram apenas duas - com o Campia (2-1) e com o Lamego (4-0) – e já não vencem na condição de visitado há 6 jogos ( 5 empates). O Carvalhais fora de portas não vence há 5 jogos (4 derrotas) e só marcou 1 golo nos últimos 4. Na primeira volta venceu o Carvalhais por 3-1.

Campia – Lamelas
Outro duelo de aflitos desta vez entre o 10º classificado e o 14º com 4 pontos a separá-los. O Campia não perde em casa há 4 jogos (3 vitórias) e quando joga no seu reduto poucos golos consente – só Lamego e Mangualde fazem melhor figura neste aspecto –, mas também marca poucos sendo, neste aspecto, o pior ataque da prova. O Lamelas que apenas perdeu 2 dos últimos 12 jogos continua a sua luta pela “sobrevivência” sendo certo que fora de portas nunca venceu e nas últimas 6 partidas nessa condição empatou 5. Na primeira volta venceu o Campia por 2-0.

Oliveira de Frades – Lusitano
Mais um duelo de aflitos embora ambos estejam neste momento acima da linha de água, o GDOF é 11º e o Lusitano é 12º com dois pontos a separá-los. O Oliveira de Frades, tal como o Mortágua, é uma equipa que “gosta” muito de empatar - em casa tem 6 - e por isso mesmo perde poucas vezes na condição de visitado, só Mangualde e Mortágua ali venceram. O Lusitano que continua a ter mais pontos fora de casa do que na condição de visitado venceu em três campos, Cinfães (0-2), Campia (0-1) e Tarouca (1-2) mas apenas venceu uma vez nos últimos 10 jogos forasteiros. Na primeira volta empataram 1-1.

Vouzelenses – Cinfães
Estes é o jogo mais calmo da jornada, quero com isto dizer que pouco ou nada estas equipas têm para decidir, o Cinfães tudo indica será o 4º classificado e o Vouzelenses é um tranquilíssimo 7º classificado com 7 pontos de avanço sobre a linha de água, a sua única ambição neste momento será a de tentar chegar ao 6º lugar, que é pertença do Sampedrense, e deste modo se tornar na equipa de Lafões melhor classificada. O Vouzelenses só venceu 1 dos últimos 6 jogos. O Cinfães fora de portas tem a melhor defesa do campeonato. Na primeira volta venceu o Cinfães por 3-2.

José Ferreira

Jogos para o fim-de-semana

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão: 20ª e Última Jornada
Fonte Boa - Escola

Futebol Masculino

2ª Nacional Série C - 25ª Jornada
Nelas - Pampilhosa
Lusitânia - Penalva do Castelo

3ª Nacional Série C - 27ª Jornada
Tondela - Sanjoanense
Social Lamas - Sátão
Milheiroense - Santacombadense

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 27ª Jornada

Academico Viseu - Paivense: António Augusto Cardoso
Moimenta Beira - Viseu Benfica( Adiado para 6/5/07 - 16 horas)
Oliveira Frades - Lusitano: Luís Ramos
Mortágua - Carvalhais: Nuno Ventura
Tarouquense - Lamego: Luís Ribeiro
Sampedrense - Mangualde: Pedro Saraiva
Vouzelenses - Cinfaes: Luís Caiado
Campia - Lamelas: Luís Pais


1ª Distrital - 26ª e última Jornada
Zona Norte

Ceireiros - Alvite: Álvaro Figueiredo
Leomil - Sul: Carlos Duarte
Fornelos - Boassas: Carlos Pires
Parada - Armamar: Nuno Silva
Oliveira Douro - Nespereira: António Carlos Cardoso
SJ Pesqueira - Sernancelhe: João Cunha
Folga: F. Aves

Zona Sul:
Sezurense - Santar: Luís Gomes
Santiago Cassurrães - Bela Vista: Fernando Dias
Vale Açores - Canas Senhorim: Fernando Ananias
Vila Chã Sá - Moimenta Dão: Vítor Pinto
Carregal Sal - Molelos: Olga Almeida
Pinheiro Lafões - Ranhados: José Cunha
Folga: Canas de Santa Maria

2ª Distrital - 26ª e última Jornada
Resende - Fiais Telha: António Xavier
Vilacovense - Farminhao: Luís Rodrigues
Besteiros - Abraveses: André Ferreira
Vale Madeiros - Vilamaiorense: António Silva
Cabanas Viriato - Santiago Besteiros: Paulo Aguiar
Roriz-Calde: Almiro almeida
Folga: Silgueiros

Camadas Jovens - Fase Final

Juniores A: 4ª Jornada
Lamego - V. Benfica: Paulo Marques
V. Açores - Cinfães: Carlos Duarte
A. Viseu - Mangualde: Luís Ribeiro

Juniores B: 3ª jornada
M. Beira - Sampedrense: Dinis Figueiredo
Molelos - Povoenses: Paulinho Morais

Juniores C: 3ª Jornada
O. Frades - V. Benfica: Bruno Pereira
A. Viseu - Cinfães

Infantis - Final
Cinfães - Mangualde: Luís Caiado

quinta-feira, abril 26, 2007

Taça Sócios de Mérito: Meias-Finais

Meias-Finais
Lamelas - F. Aves 5/5/07 - 16:00
Campia - Cinfães 6/5/07 - 16:00

Bolsa de Valores XIV



Pela quarta vez o Escola Futebol Clube é eleito a equipa da semana. A equipa de Molelinhos venceu o Várzea por 4-1 e assegurou a manutenção. Esta vitória permite à equipa ainda aspirar ao 3º lugar, actualmente do Várzea. Tudo para decidir na última jornada, com o Escola a deslocar-se ao terreno do Fonte Boa.


O Grupo Desportivo Santacombadense continua na zona de despromoção e começam a faltar jornadas para conseguir a salvação, isto apesar da distância pontual ser reduzida. Neste fim-de-semana perderam em casa 0-4 e nem mesmo o facto de ter sido com o líder atenua este mau resultado.

A Valorizar:

- Escola: Equipa da semana.
- Sátão: A vitória frente ao Águeda significou o regresso ao 2º lugar e aos lugares de promoção.
- A. Viseu: Vitória preciosa em Lamelas, num terreno onde Lamego perdeu.
- Paivense: No "derby" com o Moimenta da Beira, arrumou os vizinhos com 4 golos sem resposta.
- Lusitano: A zona de despromoção acordou os homens treinados por Joca. Segunda vitória consecutiva e saída da linha de água.
- Carvalhais: A vitória frente ao Tarouquense terá garantido a manutenção, embora que matematicamente ainda não esteja assegurada.
- Cinfães: Reagiu bem à derrota com o Lamelas ao vencer no campeonato e apurando-se para as meias-finais da taça.
- Campia: Apurou-se para as meias-finais da taça.
- Alvite: Venceu o 2º e garantiu a manutenção na 1ª Distrital.
- Sernancelhe: Apesar de todas as dificuldades que tem passado, a equipa venceu o F. Aves por 3-0.
- F.Aves: Apesar da derrota em Sernancelhe, a equipa merece destaque pois apurou-se para as meias-finais da taça.
- C. Senhorim: A vitória de 4-0 e o empate do C. Sal deixam a equipa treinada por Valente a um empate da subida de divisão.
- Molelos: Goleou 5-1 o Vila Chã de Sá.
- Ranhados: Deu uma machadada nas aspirações do C. Sal e com este empate mantém as esperanças na manutenção.
- Resende: A vitória em Farminhão valeu o título.
- Cabanas de Viriato: Ganhou 7-0 no terreno do Calde e regressou ao 3º lugar que dá a subida de divisão.

A Desvalorizar:

- Nelas: O empate em O. Bairro significou o adeus definitivo à subida.
- Penalva do Castelo: Nova derrota por 1-0 que não deixam a equipa ainda totalmente tranquila.
- Tondela: Nova derrota.
- Social Lamas: Depois da derrota em casa foi empatar no campo de um dos aflitos.
- Santacombadense:Desilusão da semana
- M. Beira: Perdeu 4-0 com o vizinho M. Beira e a meio da semana foi eliminado da taça.
- V. Benfica: Contra um adversário directo não foi além de um empate caseiro.
- Mortágua: Perdeu 3-1 contra um concorrente directo na luta pela manutenção.
- Pesqueira: Derrota inesperada que deixa o 1º lugar apenas ao alcance de um milagre.
- Parada: Empatou fora e só não foi um resultado catastrófico porque o Pesqueira vacilou.
- Leomil: A derrota em Boassas atirou a equipa para o play-off de descida.
- C. Sal: Empatou em Ranhados e ficou com o 1º lugar distante. Precisa de vencer e esperar por uma derrota do C. Senhorim.
- V. Chã de Sá: Perdeu 5-1. Parece já estar a passear pois recentemente tinha perdido 0-7 com o Santar.
- B. Vista: A derrota em casa com o C. S. Maria ditou a descida de divisão.
- Calde: 0-7 em casa!!!
- Vilamaiorense: O empate caseiro fez a equipa perder o 3º lugar.

quarta-feira, abril 25, 2007

3ª C:Santacombadense 0 - 4 Anadia

Jogo no Estádio Dr. Orlando Mendes em Santa Comba Dão, tempo quente, 25º C, cerca de 400 espectadores.

Santacombadense alinhou com: Bruno, Abílio, Carlitos, Baresi, João, Ruben, David, Jackson, Brinca, Botas e Kiko.

Substituições: 29 m Abílio por Nuno; 75 m Botas por Bill; ~

Suplentes não utilizados: Fernando e Motinha;

Treinador: Óscar Lopes e Rui Gomes;

Resultado ao intervalo: 0 - 0;

Acção Disciplinar: Amarelos (Carlitos; Abílio; 2 João; David e Botas); Vermelho por acumulação para João aos 20 m)


Depois de uma derrota os Pinguins tinham que levar de vencida a equipa do Anadia, algo que não conseguiram já que desde os 20 minutos da primeira parte já jogavam somente com 10 jogadores, devido á expulsão de João por acumulação de cartões amarelos. A primeira parte foi equilibrada e houve oportunidades de golo para ambos os lados, não se notava que os pInguins jogavam com menos um jogador. O Anadia somente por duas vezes criou preigo, numa delas Bruno defendeu bem para canto, na outra a bola saiu perto do poste da baliza, quanto aos Pinguins Jackson desperdiçou a melhor oportunidade de golo para a equipa da casa oa fazer um fraco remate á figura do guarda redes do Anadia.

Para a segunda parte o Anadia foi á procura da vitória e os Pinguins com menos um jogador tinham dificuldades para suster a pressão da equipa do Anadia, mesmo assim foram os Pinguins que tiveram a primeira oportunidade de golo, mas Kiko não conseguiu marcar. Foi então que Nuno Pedro abriu o livro, e o Anadia chegou ao golo aproveitando a falha da defensiva dos pinguins. A partir daqui os Pinguins foram para cima do adversário, sem efeitos práticos, e o Anadia aproveitou para em contra-ataques muito rápidos fazer mais 3 golos, sempre em superioridade numérica me relação á defesa dos Pinguins, tendo os avançados somente encostado a bola para a baliza.

A equipa de arbitragem que viajou de Coimbra teve influência no resultado final, pois desde cedo cortou as pernas aos Pinguins ao expulsar bem cedo João, sem que isso se justificasse.

Força Pinguins...

Taça Sócios de Mérito: Vouzelenses 0 Cinfães 0 (3-4 nas gp)

Os Vouzelenses começaram melhor o jogo e logo aos 2m, Beto remata ao poste da balize de Manuel. Ainda o Cinfães não se tinha ambientado e já via perigo a rondar a sua baliza.
Mas só volvidos 15m é que se viu novamente perigo digno de registo. Alex enviou a bola à trave após cruzamento de Neves. Surgiu assim este momento de perigo de jogada estudada, e através de canto.
Foi uma 1ª parte de fraco futebol. Se os Vouzelenses queixavam da sua má sorte, o Cinfães podia queixar-se da sua linha mais recuada no terreno, pois permitiram as únicas jogadas de perigo na 1ª parte.
Na 2ª parte, começaram melhor os da casa. Beto passa pelo guarda-redes e na linha final cruzou para Alex e este tão bem servido rematou por cima.
Marco, ao minuto 53, teve trabalho extra para impedir o golo do Cinfães. Bom remate de Paulo Silva e quando se pensada que lavava carimbo de golo, Marco opôs-se bem com uma defesa espectacular. Até à altura foi a melhor oportunidade de golo para o Cinfães.
Novamente Marco a resolver ao minuto 80, quando saiu bem aos pés de Rogério, pois este preparava-se para rematar à baliza.
Ao fim dos 90 minutos, o empate era o resultado justo, e todos que estavam no estádio esperavam futebol mais bonito nos 30 minutos de prolongamento.
A 1ª parte do prolongamento foi agitada. Raul ao minuto 97 remata cruzado à baliza e sai ao lado. Causou muitos calafrios este remate ao público assistente, pois parecia que dava em golo.
Ao minuto 109 foi Alexandre a devolver a mesma gracinha que Raul tinha feito minutos antes.
Quatro minutos volvidos, e novamente os Vouzelenses a criarem perigo através de Beto. Boa incursão pelo flanco esquerdo e na grande área remata para uma grande defesa de Manuel I.
Logo no minuto seguinte, Nino envia outra bola ao poste da baliza de Manuel I após remate de ressaca à entrada da área. Foi o melhor período dos Vouzelenses.
Na 2ª parte do prolongamento, foi novamente os Vouzelenses a criar perigo, mas só ao cair do pano, pois o cansaço já se notava em todos os jogadores. Simão não acredita e frente à baliza não consegue rematar de ressaca após defesa de Manuel I a livre directo, foi um falhanço incrível, suspiraram os adeptos da casa.
Minuto 120 e Chano, que após cruzamento de Beto da direita, não teve pernas para chegar à bola e rematar certeiro. Terminou assim os 30 minutos suplementares.
No desempate através de Grande Penalidade, a sorte sorriu à equipa forasteira, que depois de falharem a 1ª penalidade marcada por José Carlos, não mais falharam. Os Vouzelenses falharam 2 grandes penalidades. Alexandre permite a defesa de Manuel I e Neves rematou ao lado.

Vouzela 0
-Marco, Ribeiro, Taveira, Alexandre, Sérgio, Neves, Alex, Chano, Filipe, Beto e Pinhão
Substituições: Simão por Alex (72m) e Pinhão por Nino (87m)
Suplentes não utilizados: Jorge, Hélder, Ivo e Ricardo
Treinador: Fernando Silva

Cinfães 0
-Manuel I, Pedro, Sandro, José Carlos, Manuel II, Raul, Rafa, Rogério, Paulo Silva, Gaio e Marcelo
Substituições: Mauro por Gaio (65m), Rui Picão por Paulo Silva (108m) e Marante por Raul (120m)
Suplentes não utilizados: Padeiro, Agostinho, Ângelo e Carlitos.
Treinador: Vítor Moreira

Jogo no Parque Municipal das Chãs, em Vouzela
Assistência: cerca de 150 pessoas
Árbitro: Luís Ramos, de Nelas
Auxiliares: Duarte Pinheiro e Carlos Pereira
Cartão Amarelo para: Neves (40m), Filipe (70m), Mauro (81m), Manuel II (92m) e Sandro (108m).
Cartão Vermelho para: Não Houve

Rui Ferreira Almeida

Resultados do dia 25 de Abril

Taça Sócios de Mérito - Quartos-de-final
Lamelas - Mangualde 4-2
F. Aves - M. Beira 1-0
Vouzelenses - Cinfães 3-4 (gp)
Campia - Sampedrense 4-2 (gp)

Juniores A - Fase Final - 3ª Jornada
Cinfães - Lamego 0-1
A. Viseu - V. Açores 1-1
Mangualde - V. Benfica 1-3

Subidas e Descidas

O Blog Futebol do Distrito de Viseu com o aproximar do fim dos campeonatos vai todas as semanas colocar aqui as equipas que estão em zona de subida e de descida. Este trabalho vai ter por base o regulamento de provas da A.F. Viseu .

Se os campeonatos terminassem agora:

Campeonato Nacional Feminino da 1ª Divisão: Nada a registar:
O Escola já assegurou a manutenção.

2ª Nacional Série C :
Sobe:
Ninguém
Desce: Ninguém

3ª Nacional Série C:
Sobe:
Sátão
Desce: Santacombadense

Divisão de Honra:
Sobe: Académico de Viseu
Desce: Lamelas, Mortágua, Viseu e Benfica

1ª Distrital:
Sobe: Canas de Senhorim e Parada
Play-off : C. Sal e Pesqueira(o vencedor sobe de divisão)
Desce: P. Lafões, Armamar(já desceu), B. Vista(já desceu) e Sul(já desceu)
Play-off de descida: Ranhados - Leomil(quem perder o play-off desce.)

2ª Distrital:
Sobe:
Resende(Campeão), Besteiros(já subiu)e Cabanas de Viriato.

terça-feira, abril 24, 2007

1ª Zona Norte: Alvite 2 Pesqueira 0

Pesqueira - Jose Daniel; Toze, Ricardo, Felix, Bruno (Helder, 45min); Vasco (Andrade, 72min), Silva, Monteiro (Fabio, 62min), Joia, Semedo e Miguel.

Numa tarde de muito calor e numa fraca partida de futebol, a equipa do Pesqueira sofreu uma derrota justíssima, sem um mínimo de contestação.
Num jogo de extrema importância, os jogadores pesqueirenses acusaram de certa forma a pressão de ter que vencer para passar para a frente do campeonato, pois dessa forma assumiriam o comando da tabela, aproveitando assim o deslize do Parada.
Este tem sido um campo muito complicado para a equipa do Pesqueira, pois ano após ano vem perdendo aqui pontos importantes para a obtenção dos seus objectivos.
Desde o 1ºmin, a equipa da casa superiorizou-se obtendo logo algumas oportunidades de golo, que apenas não foram concretizadas devido à ineficácia dos seus jogadores. A equipa do Pesqueira tentava responder, mas quando se joga um futebol tão atabalhoado como o que foi praticado, é praticamente impossível vencer quem quer que seja.
À passagem dos 34min, a equipa do Alvite após um passe para as costas da defesa do Pesqueira, e com muita inércia desta, adiantou-se no marcador, num remate cruzado, num lance sem hipóteses de defesa para o guarda-redes visitante.
O Pesqueira ripostou e logo de seguida podia ter chegado ao empate, numa jogada em que Semedo permitiu uma boa intervenção do guarda-redes para canto. Na sequência deste, Miguel com a baliza praticamente escancarada, num remate de primeira acertou nas "orelhas" da bola, falhando assim aquele que seria o golo do empate.
E como diz o ditado, quem não marca sofre. No tempo de compensação, quando todos já pensavam no intervalo, surgiu o caso caricato do jogo. Após um pontapé longo do guarda-redes do Alvite para a frente, a bola embateu no solo passando por cima de José Daniel, que se encontrava adiantado. Este foi recuando, conseguindo desviá-la para a trave, mas a bola ressaltou para um jogador do Alvite liberto de marcação que só empurrou para o fundo das redes, fazendo o resultado final.
Ao intervalo, o treinador do Pesqueira "mexeu" na equipa apostando mais no ataque. Mas este era um dia não para a equipa visitante, que nem contra dez, por expulsão de um jogador do Alvite por suposta agressão a Ricardo, conseguiu reduzir o marcador. Era um futebol de pouca qualidade, mais com o coração do que com a cabeça, e quando assim é, é muito difícil de obter um resultado positivo.
A equipa de arbitragem e apesar de algumas contestações por parte da massa adepta da equipa da casa, foi a melhor equipa em campo. Luís Caiado realizou um bom trabalho, sem muito bem auxiliado pelos seus assistentes.
Quero aqui deixar os parabéns à equipa do Alvite pela forma como batalhou nos dois jogos e por ter assegurado com esta vitória a permanência na 1ª Divisão Distrital.
Quanto à equipa do Pesqueira no último jogo do campeonato recebe em casa o Sernancelhe, que apesar de todos os problemas vem realizando um trabalho fantástico, podendo aí rectificar a exibição e o resultado deste último jogo, preparando assim o provável play-off de acesso à Liga de Honra. Mas como a esperança é a última a morrer, pode ser que haja uma surpresa na última jornada (coisa que não acredito) em Parada.
Aproveito também para deixar os parabéns ao Joca pelo trabalho realizado à frente do Sernancelhe e que muitas das pessoas não lhe estão a dar o devido valor. Pois treinar uma equipa que não recebe há vários meses, que praticamente não treina, comparecendo apenas aos jogos, é algo de uma dignidade tremenda.
Por último gostava de questionar o treinador do Pesqueira por algumas das suas escolhas. Como é que é possível colocar de inicio jogadores que vêm de paragens prolongadas, sem ritmo de jogo, colocando em causa o moral dos jogadores substituídos...Isso não é aumentar a competitividade dentro do plantel, como o senhor diz, mas sim desmoralizar aqueles que vinham sendo titulares e a jogar melhor...Mas quem sou eu para o criticar, cada um tem de se colocar no seu lugar, e o senhor é que faz as suas escolhas...Só espero que no final possamos festejar a tão ambicionada subida de divisão.

Abraço

Rui Castro

1ª Zona Sul: M. Dão 1 V. Açores 1

UM EMPATE QUE SOUBE A POUCO
Sporting de Vale de Açores: Batata, Albernaz , Vidigal Cap ), Bruno Afonso, Bill , Rodrigo, Paulo Costa, Rafael, Luis David, Daniel e Rui
Suplentes: Zézito , Muge, Miguel, Gonçalo, Alexandre, Sergio , Chupeta
Treinador: Celso Mendes

A equipa de Vale de Açores j á com a manutenção garantida depois do empate em casa com o Molelos, um candidato á subida, voltou hoje a igualar o resultado. Não fosse a falta de sorte e algum desacerto na altura da finalização das ocasiões criada e o Sporting de Vale de Açores teria saido de Moimenta do Dão com mais 3 pontos, ultrapassando o seu advers á rio de hoje na tabela classificativa.
O Jogo começou com algum equilíbrio inicial com algumas oportunidades de parte a parte. Á passagem do 20 minuto o SCVA j á controlava maior parte do jogo, nomeadamente o meio campo. A supremacia existente neste período, deu ao SCVA a oportunidade de inaugurar o marcador por mais de 2 a 3 vezes. Os sportinguistas conseguiam chegar rápido á frente com algumas transições defesa ataque bem conseguidas ou através de jogadas individuais. A Primeira parte terminaria equilibrada.
O segundo tempo iniciava com uma alteração, saia Rui para dar lugar a Alexandre. A equipa começou a ganhar alguma profundidade, no entanto o domínio do meio campo era repartido, sendo que nos períodos em que o SCVA controlava as operações, teve mais ocasiões para se adiantar no marcador. O Moimenta do Dão, na única oportunidade de golo que teve, devido a um erro defensivo dos homens de Vale de Açores, consegue finalizar.
Estando a perder, o SCVA arriscou mais e 10 minutos depois, Luís David finaliza, numa jogada em que o Moimenta não foi rápido a tirar a bola da sua grande área. O empate estava feito, no entanto os Sportinguistas queriam mais... porque não vencer. A faltar 10 minutos para o términos do encontro, os homens de vale de Açores arriscaram ainda mais, conseguindo mais uma mão cheia de oportunidade para se colocarem á frente do marcador, mas há dias que por mais que se tente e faça, não se consegue atingia o nosso objectivo, hoje foi um deles para os homens de ataque do SCVA .
O árbitro teve boa actuação, tal como os seus auxiliares.

In Blog do Vale de Açores

segunda-feira, abril 23, 2007

Divisão de Honra: V. Benfica 1 O. Frades 1

As temperaturas da tarde de Domingo estavam quentes. Não só a nível meteorológico como também dentro das quatro linhas. Para ambos os conjuntos, a vitória era importante, uma vez que a equipa da casa ocupava o ultimo lugar e os visitantes o 11º, mas ainda longe de terem a manutenção garantida.
Nos primeiros 15 minutos, de registar apenas três pontapés de canto a favorecer o Viseu e Benfica, consequência do seu melhor desempenho inicial.
A primeira situação de perigo surgiu aos 19 minutos. Após uma falha defensiva de Hugo, a bola sobrou para os dianteiros do Viseu e Benfica. Dani e Abner entenderam-se na perfeição e Zé Alfredo ajudou na triangulação, terminando com um remate forte, mas um pouco por cima do travessão.
A formação da região de Lafões tinha muitas dificuldades em ultrapassar o meio campo com a bola jogada. Em consequência, os viseenses pressionavam e comandavam o jogo.
Aos 33 minutos, e na sequencia de um canto, João foi obrigado a intervir, defendendo um remate dos forasteiros, eliminando o perigo.
Aos 38 minutos, o Oliveira de Frades quase marcou. Ou melhor, o Viseu e Benfica quase fez auto-golo. Alguma confusão na pequena área e num local onde apenas estavam jogadores defensores, estes atrapalharam-se, o guardião João estava no chão e a defensiva quase aliviou a bola para o fundo das redes.
Após cerca de 30 minutos de domínio de jogo, o Viseu e Benfica começou a ser empurrado para o seu terço defensivo, passando por alguns apuros.
Aos 42 minutos, o capitão Nuno fez levantar a bancada. Recebeu o esférico a meio do meio-campo ofensivo, parou, olhou e rematou forte, fazendo a bola tirar tinta á barra da baliza de João.
O nulo ao intervalo terá sido um resultado justo pois, apesar do maior pendor ofensivo do conjunto da casa, as oportunidades de golo foram escassas.
No regresso das cabines, voltou a ser a equipa a entrar melhor, mais pressionante. O Oliveira de Frades, que também precisava de pontos, começou a fazer o que lhe competia, ou seja, libertar-se da pressão e arrepiar caminho. Aos 53 minutos, e pós um canto, Marco surgiu na pequena área e cabeceou, mas em desequilíbrio e o remate saiu por cima da barra.
Aos 56 minutos, Ângelo causou arrepios no 1º de Maio. Num corte que parecia inofensivo, pois a bola foi chutada em balão, o defesa da equipa da casa fez o esférico passar a escassos centímetros do poste esquerdo de Quirino, quando toda a gente pensava que iria sair muito longe da baliza.
Dois minutos depois, foi Luís Paulo quem falhou o golo, ao cabecear, dentro da pequena área, por cima da barra.
O calor que se fazia sentir e algum cansaço à mistura, culminou num jogo mais faltoso. E foi na sequência de uma dessas faltas que surgiu o golo dos forasteiros. Aos 63 minutos, após a marcação de um livre, a defensiva do Viseu e Benfica deixou Moura sozinho na pequena área para cabecear para o fundo das redes.
Em desvantagem no marcador, o Viseu e Benfica foi á procura de, pelo menos, restabelecer a igualdade, mas as oportunidades de golo não surgiam. José Chaves esgotou as substituições ao minuto 78, pois não tinha nada a perder em arriscar colocar “toda a carne no assador”, ou seja, aumentar a pressão ofensiva.
Ao minuto 81, Toipa não conseguiu desviar da melhor forma um cruzamento do lado esquerdo, cabeceando ao lado da baliza. A turma da casa continuava á procura do golo, e o Oliveira de Frades a gerir a vantagem, mas quando tinha oportunidade ia explorando o ataque.
Aos 86 minutos, Lino foi expulso por acumulação de amarelos, mas o sangue a ferver nos jogadores do Viseu e Benfica não lhes deu serenidade suficiente para encontrar o golo. Seria em tempo de descontos que os viseenses marcaram. Toipa, na direita, cruzou para a pequena área onde Luís Paulo, em esforço junto ao segundo poste, desviou para o fundo das redes.
Aos 94 minutos, Luís Paulo quase marcou o segundo, mas cabeceou ao lado.
Em cima do apito final, Luís Paulo voltaria a por os corações dos adeptos aos saltos, após cabecear á barra de Quirino.
Os últimos minutos foram de muita emoção no Estádio 1º de Maio, em Viseu. Após muitos minutos em desvantagem, José Chaves apostou tudo no ataque e quase ganhava a aposta, uma vez que a sua equipa acabou por marcar um golo e criar algumas oportunidades de chegar à vantagem.
Um empate que se pode classificar de adequado, pese embora o maior esforço atacante que a turma da casa imprimiu nos derradeiros minutos.
Boa arbitragem.

Ficha de Jogo:

Viseu e Benfica 0
João, Zé Pedro, Ângelo, Albuquerque, Serafim, Nuno, Nando, Abner, Dani, Zé Alfredo e Luís Paulo
Substituições: Nando por Pedro Rocha (58m), Zé Alfredo por Toipa (72m) e Zé Pedro por Cristophe (78m)
Suplentes não utilizados: Chambel, Paulito e Hélder
Treinador: José Chaves

Oliveira de Frades 1
Quirino, Ramos, Zé Bigas, Hugo, Rui Almeida, Soares, Janeca, Moura, Marco, Zé Pedro e Simão
Substituições: Janeca por Lino (70m), Zé Pedro por Zé António (80m) e Simão por Neves (84m)
Suplentes não utilizados: Mateus, Artur e Dany
Treinador: Carlos Pinto

Jogo no Estádio 1º de Maio, em Fontelo (Viseu)
Assistência: cerca de 110 pessoas
Árbitro: Luís Pais
Auxiliares: João Frias e Bruno Pereira
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Moura (63m), Luís Paulo (90+2m)
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Albuquerque (25m), Soares (45m), Serafim (45m), Nuno (73m), Lino (78 e 84m), Quirino (83m), Ângelo (92m) e Zé António (98m)
Cartão vermelho, por acumulação, para Lino (84m).

JRA (Diário Regional)
In Vis Fut Magazine

Divisão de Honra: Cinfães 2 Campia 0

Exibição suficiente para a vitória
Ontem, no Estádio Municipal de Cinfães a equipa da casa regressou às vitórias por 2-0 frente a um adversário pouco atrevido e que tem quase garantida a manutenção no escalão maior da AF Viseu.
A equipa do CD Cinfães também já tem practicamente o lugar definido e apostará concerteza na conquista da Taça de Sócios de Mérito da AF Viseu.
As equipas iniciaram o encontro de uma forma algo lenta, com a equipa da casa a tentar empurrar o Campia para a sua zona defensiva. A equipa do Cinfães à medida que o tempo ia passando ia surgindo mais rápida no ataque causando alguns lances de golo mas desperdiçando todos eles...
Num lance rápido do ataque do Campia surgiu o primeiro lance de oportunidade de golo para a equipa de Lafões com Luisão a fazer embater a bola na barra da baliza de Manuel. Poucos minutos depois surgiu o golo Cinfanense: boa jogada sobre a direita do ataque, a bola sobrou à entrada da área para o remate indefensável de Rafa. Estava feito o 1º golo e alguma justiça estava feita no jogo. A equipa do Campia não reagiu ao golo e foi mesmo o Cinfães a continuar a desperdiçar lances na área de pleno golo.
Aos 38 minutos, Marcelo ganhou a bola no centro do terreno, fintou 3 adversários e à entrada da área disparou fora do alcance de Rúben: um grande golo do defesa esquerdo da equipa Cinfanense. Para a 2ª parte o jogo decresceu de qualidade, com a equipa do CD Cinfães a gerir tranquilamente o jogo, sem que a equipa do Campia incomodasse a defesa do CD Cinfães, mesmo com as alterações feitas por Raúl Garcia. Destaque para a expulsão de Ricardo (defesa do Campia), uma vez que Zé Carlos ia isolado para a baliza e foi travado em falta à entrada da área. Do livre nada resultou e o jogo chegou ao fim com o resultado 2-0. Arbitragem com nota positiva do trio liderado por Olga Almeida.

Ficha de Jogo:

CD Cinfães 2
- Manel, Pedro, Sandro, Mauro, Manuel, Raúl, Rafa, Rogério, Paulo Silva, Gaio e Marcelo
Substituições: Zé Carlos por Gaio (62’), Picão por Raúl (71’) e Carlitos por Mauro (78’). Suplentes não utilizados: Padeiro, Agostinho e Marante
Treinador: Vítor Moreira

GD Campia 0
- Rúben, Fontoura, Ramísio (cap.), Paulinho, Pedro, Ricardo, Luisão, Moacir, Flávio, Jorge Daniel e Carlitos
Substituições: Laranjeira por Paulinho (65’), Roberto por Carlitos (75’)
Suplentes não utilizados: Antero, Serginho e João
Treinador: Raúl Garcia

Jogo no Estádio Municipal Prof. Cerveira Pinto, em Cinfães
Assistência: 150 espectadores
Árbitro: Olga Almeida (Mangualde)
Auxiliares: Luís Fonseca e Bruno Pedro
Resultado ao Intervalo: 2-0.
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Manuel (27’), Pedro (Campia) (31’), Moacir (35´), Rafa (71´) e Pedro (Cinfães) (82’). Cartão Vermelho directo para Ricardo (88 ’)

J.P. Cardoso
In Vis Fut Magazine

F. Feminino: Escola Futebol Clube 4 Varzea 1

"Manutenção assegurada"


Neste domingo, o escola assegurou a sua manutenção com uma vitoria de 4-1 sobre a equipa do varzea. Foi uma primeira parte de luxo, onde a GR Neide Simões praticamente foi uma adepta/observadora do jogo pois não teve grande trabalho. A equipa do escola estava coesa e decidida a tirar duvidas a quem tinha quanto à sua manutenção na 1ª divisão nacional. A equipa do Varzea bem tentava reagir à forte determinação da equipa da casa mas o facto é que mal conseguia passar o meio campo. Estava muito calor! É certo, mas estava calor para todas as jogadoras e o EFC conseguiu reagir melhor. Houve boa circulação de bola, forte pressão na zona do meio campo, jogadas sensacionais criadas, principalmente, por Tania,Catarina Almeida, Noemia, Leila e Ana, Futebol bem jogado e bem flanqueado. Isto é, tudo corria bem à equipa da casa. Até quando numa jogada de contra ataque, Leila recebe a bola na direita faz diagonal para o meio e quando parecia que ia centrar acaba por fazer um grande golo que deixou tudo e todos perplexos. A equipa do escola ganhou mais força ainda com o golão de Leila e passados 5 minutos Noémia recebe a bola num lançamento, passa por 4 adversária e remata com exito fazendo o 2-0. Tudo parecia correr às mil maravilhas e todos estavam a gostar da exibição do EFC e para alegrar mais os olhos dos adeptos e treinadores, na marcação de um livre (ja no final da primeira parte) Tania Almeida aumenta o marcador para 3-0 . Outro bom golo! Grande jogo que se estava assistir! Eu sei que sou suspeita a escrever tudo isto mas com certeza Pessoas que viram o jogo poderão confirmar com os seus comentarios. A equipa do varzea nao conseguia reagir e cada vez mais a sua moral descia.
Na segunda parte, o escola nao perdendo tempo marca o 4 -0 por intermedio de Catarina Almeida que conclui atraves da assitencia de Ana. Passados 20' de jogo o escola ressente-se com a saida de Leila que sai magoada por 3 entradas seguidas de uma jogadora do Varzea que nem cartão leva. É de salientar que a equipa de arbitragem esteve muito mal na maior parte das suas decisões e esteve muito aquem de uma boa exibição. A saida de Leila veio modificar ligeiramente o rumo do jogo fazendo com que o varzea marcasse o golo solitario que nada fez para o merecer. O escola reagiu mas já se notava algum cansaço geral.Alem disso algumas jogadoras do escola, nomeadamente a Noemia, é carregada 3 vezes seguidas sem piedade pela Carla que teve intenção de a magoar fazendo com que Quinjo alterasse a substituição que tinha previsto, fazendo entrar Eva para o lugar de Noemia. É de lamentar que a arbitra de Murtosa (aveiro) podia ter evitado todas estas entradas feias se tivesse sido mais rigorosa e tivesse dado vermelho directo quando Carla fez a primeira entrada. Mesmo assim o escola saiu vencedora e so resta mais um jogo para tentar ganhar para ver se consegue atingir o terceiro lugar. Claro, que depende de nós e do resultado do Varzea com o Boavista no proximo domingo.


EFC alinhou: Neide, Suéli, Sandrine, Chica, Bábá, Catarina Bernardes, Catarina Almeida, Tânia A., Leila (61' Andreia), Noémia (91' Eva), Ana.

Jogadora nao utilizada : Gabriela (GR)
Treinadores: Quinjo e Catarina Regalo
Presidente: Sérgio P.

Melhor jogadora do Varzea: Vera(nº7)
Melhor jogadora do EFC: Noemia

Aproveito para avisar quem estiver interessado que no proximo domingo o escola desloca-se a fonte boa (barcelos) para realizar o ultimo jogo do campeonato pelas 16 horas.

Nota: Em nome do escola, quero agradecer todo o apoio que têm prestado e a todos aqueles que foram neste jogo apoiar a equipa nomeadamente o Sr Joao Vale que tem sido um apoiante incondicional. O nosso muito obrigada a todos!

1ª Zona Sul: Santar 3 P. Lafões 1

Serviços mínimos

Santar: Pio, J. Silva, Rui, Zeca, Fábio, Mariano, Eugénio, Man, Bruno, Tójó, V.Hugo(C)
Substituições: Rui por Marinho(45’), Eugénio por Xarila(75’)
Suplentes não utilizados: Marco
Treinador: João Pereira

P. Lafões: Raul, Machado, Ricardo, António, Tonito, João, Nelson, Miguel, Luís Filipe, Dárcio, Claudiomiro
Substituições: Machado por Alegria(39’), Miguel por Hugo(39’), Luís Filipe por Bolacha(62’)
Suplentes não utilizados: Petit
Treinador: João Costa

Estádio: Francisco Vital
Árbitro: Nuno Silva
Assistentes: André Amaral e Cláudio Pereira
Resultado ao Intervalo: 0-0
Marcadores: 1-0 por Bruno(27’), 2-0 por Bruno(36’), 2-1 por Luís Filipe(55’), 3-1 por Marinho(73’)
Acção Disciplinar: Amarelo: Tójó(26’), J. Silva(42’), Mariano(45’), Bruno(58’), Pio(62’), Ricardo(72’ e 79’), António(85’)
Vermelho: Ricardo(79’)


Numa tarde de muito calor e de final de época, nenhuma das equipas se apresentou em grande nível. O Santar que já não jogava desde o dia 1 de Abril parece ter sentido essa ausência de competição, cumprindo ainda assim com o mais que suficientes serviços mínimos.
Apesar de não ter apresentado o habitual bom futebol, a equipa da casa foi sempre melhor. Aos 27’ Bruno aproveitou um cruzamento milimétrico de Vítor Hugo e cabeceou para o fundo da baliza, fazendo o 1-0. O P. Lafões a lutar pela manutenção tentou reagir, mas sem criar perigo. Aos 36’ Bruno bicou no encontro, agora após assistência de Eugénio.
A segunda parte não foi muito diferente. O Santar foi sempre melhor e no período em que jogava melhor futebol acabou por sofrer o 2-1. Luís Filipe aproveitou um erro defensivo do Santar e fez o golo para os forasteiros. Apesar do golo o Santar mostrava-se mais forte e dispôs de algumas situações de perigo desperdiçadas. Aos 73’ Marinho desmarcado por Bruno fez o 3-1 final. A equipa visitante nunca baixou os barcos e lutou até ao fim, mas foi o Santar a dispor de situações para ampliar o resultado.
Vitória justa numa tarde de pouco futebol e muito calor.

Divisão de Honra: Lamelas 1 A. Viseu 2


Viseenses "seguram" liderança com unhas e dentes
O Académico de Viseu "segurou" a liderança em Lamelas, obtendo uma vitória pela margem mínima, conseguida no primeiro tempo, num jogo vivido de forma intensa dentro e fora das quatro linhas.
Não foi uma vitória fácil, tendo em conta o historial da turma orientada por Paulo Santana no seu reduto. E as dificuldades para os viseenses confirmaram-se desde os minutos iniciais, pois a turma local desde cedo começou a acercar-se com perigo junto à área de Manuel Fernandes. Todavia, foram os viseenses que aos 7 minutos se adiantaram no marcador, com Eduardo a encher o pé na meia lua e a bater David. Só que três minutos depois, na sequência de um livre indirecto dentro da área academista, Tiago repôs a igualdade. Antes do intervalo, o juiz da partida assinalou uma grande penalidade por mão na bola de Marco, com Carlos Santos a marcar o golo que acabou por decidir o encontro. No segundo tempo os viseenses deram a iniciativa de jogo ao adversário, que não se fez rogado, e obrigou os academistas a trabalho redobrado para garantirem os três pontos que lhe permitem continuar a depender apenas de si próprios para disputarem na próxima temporada o Nacional da 3ª Divisão.
Primeira muito disputada

A primeira parte foi muito disputada, coma formação do concelho de Castro Daire a tentar surpreender os viseenses. Logo no primeiro minutos Ventura testou a meia distância, com a bola a sair ao lado da baliza. Os viseenses responderam dois minutos depois, com Carlos Santos a trabalhar bem na esquerda, mas o cruzamento acabou nas mãos de David.
Ainda tentavam adaptar-se aos pelado e à pequenez do terreno de jogo e já os viseenses se colocavam na frente do marcador, com Eduardo a rematar da meia lua e a bater David.
Era, pensámos, um bom começo para a turma de Idalino de Almeida, só três minutos depois, e na sequência de um livre indirecto na grande área viseense, a castigar um atraso de bola que Manuel Fernandes agarrou com as mãos, Tiago, após toque de Gancha, colocou a bola no fundo da baliza.
O golo animou as hostes locais, que aos 15 minutos poderiam ter passado para a frente do marcador, quando Alex falhou o desvio para a baliza ao segundo poste, na sequência de um livre apontado na direita do ataque local.
O jogo entrou numa fase de claro equilíbrio, com muita luta na zona central do terreno, com a partida a ser disputada entre as duas grandes áreas, sem que qualquer das balizas passasse por momento de aflição. Quando todos esperavam pelo intervalo, ex que no ultimo minuto um cruzamento da esquerda do ataque academista esbarra no braço de Marco, com o juiz da partida a apontar para a marca de grande penalidade.
O defesa foi mostrar o peito ao juiz da partida, alegando não ter tocado com o braço na bola, mas já nada havia a fazer. Carlos Santos fez o golo que ditou a vitória na partida.

Recta final da partida muito animada

A segunda parte começou com dois livres, um para cada lado, que levaram perigo às balizas. Todavia o que se tornou evidente foi que os academistas optaram agora pela contenção, por resguardar a baliza de Manuel Fernandes, dando a iniciativa de jogo aos locais.
A turma de Paulo Santana não se fez rogada e assumiu as despesas do jogo, obrigando os viseenses a trabalho redobrado para segurar o ímpeto dos locais.
Todavia, foram os viseenses que poderiam ter ampliado a vantagem, quando aos 16 minutos, Carlos Santos serviu Xinoca, que subiu pela esquerda, com o cruzamento a ser desfeito para canto, quando Eduardo estava pronto para o toque final. Diríamos que foi o canto do cisne para a turma de Idalino de Almeida que até final se mostrou mais preocupada em defender do que procurar dilatar a vantagem, o que lhe poderia ter sido fatal. É que os últimos 15 minutos foram, diríamos, frenéticos, com a turma da casa a empurrar os viseenses para o seu meio campo e a criarem muitas dificuldades a Manuel Fernandes e companhia.
Em resumo, diríamos, que foi uma partida intensamente disputada, onde o empate talvez traduzisse melhor o que se passou em campo ao longo dos 90 minutos. Todavia, mérito para os viseenses que souberam guardar a vantagem conseguida no primeiro tempo e uma palavra de apreço para o Lamelas, uma equipa frenética no seu reduto, que nunca se entregou ao longo de todo o encontro.Fernando Ananias e seus auxiliares não tiveram uma tarde fácil.
Talvez tenha faltado um pouco de serenidade na análise de alguns lances que acabaram por ser muito discutidos pelo público. Pecado mortal, a grande penalidade não assinalada conta os viseenses, quando aos 31 minutos Manuel Fernandes abalroou Alex.
Todavia, já na primeira parte um lance idêntico ficou por assinalar, quando David entrou com

José Luís Araújo
In Diário Regional de Viseu

2ª C: O. Bairro 3 Nelas 3

Visitantes não conseguiram aguentar a vantagem
Apesar de muito passivo na sua zona defensiva, o Nelas foi, na primeira parte, uma equipa extremamente eficaz na concretização. A equipa visitante, tirando também partido de mais uma exibição negativa do guarda-redes do Oliveira do Bairro, chegou ao intervalo a vencer por 3-2, resultado algo penalizador para o Oliveira do Bairro. No segundo tempo, a equipa da casa melhorou ainda mais de produção, mas o melhor que conseguiu foi chegar ao empate, por intermédio de Paulo Costa, na transformação de uma grande penalidade, a castigar falta de Carvalhinho sobre José Carlos.Para além deste golo, os «Falcões do Cértima» dispuseram de outras oportunidades para vencer o jogo (logo a abrir o segundo tempo, Tó Miguel enviou a bola ao poste e a dois minutos do fim, Alexis, completamente isolado, não conseguiu desfeitear Rui Vale), mas o resultado acabou por não sofrer alteração. O empate permite ao Oliveira do Bairro manter-se na luta pela manutenção na Segunda Divisão Nacional, mas o calendário da equipa de António Flávio (joga no sintético do Madalena e recebe a difícil equipa do Covilhã) deixa antever sérias dificuldades, enquanto que, para o Nelas, o ponto conquistado afastou definitivamente a equipa da luta pela subida à Liga de Honra. Quanto ao trabalho do árbitro, apenas uma dúvida num lance ocorrido na grande área do Nelas, em que ficou a ideia de ter acontecido falta sobre o defesa do Oliveira do Bairro, Paulo Costa, o melhor jogador em campo.

Pedro Neves

In Diário Regional de Viseu

2ª C: Penalva do Castelo 0 Fátima 1

Locais pensaram em demasia na igualdade
Nesta partida jogava-se muito para ambas as equipas, se para o Fátima a vitória significava, praticamente, a presença na 2.ª fase e assim entrar na luta pela subida à Liga de Honra, já para o Penalva do Castelo o triunfo seria a confirmação da permanência, afinal o objectivo da equipa, orientada por Carlos Agostinho, para a presente época. Assim, não admira que este jogo estivesse envolvido de enorme expectativa, com os adeptos de ambos os clubes, a esperarem a confirmação dos objectivos na partida. Afinal, ambos só pretendiam a vitória, embora o empate não fosse mau de todos e constituiria, mesmo o "mal menor", tendo em vista as aspirações dos penalvenses.
A partida iniciou-se com grande entusiasmo por banda dos forasteiros, mas com os locais a tentarem aplicar o contra - ataque, a arma mais consistente para ultrapassar um adversário como o Fátima que joga, sobretudo, à base do colectivismo. A acrescer a isso consegue também obter um grande aproveitamento do rasgo individual de alguns dos seus melhores executantes que, diga-se, são rápidos e intencionais, como por exemplo Devigor, Joel, Marinho e Índio. O avançado "colored" é, sem dúvida, uma das grandes bases para a interpretação do contra - ataque, e não só. E foi ele que durante a primeira parte esteve em quase todos os lances que levaram perigo junto à baliza de Nuno, com este em grande plano, o que valeu que a sua baliza não fosse violada até ao intervalo. Mas foi um festival de golos falhados pelos visitantes, perante um adversário que se limitava a controlar a movimentação do adversário e tentando defender o nulo, um resultado que serviria as suas aspirações.
O Fátima falhou o golo aos 12, 18, 20, 28 e 42 minutos, por Marinho, Devigor e Carlos Manuel. Assim, o intervalo chegou com um nulo que era injusto para os forasteiros.
No reatamento, a verdade é que a turma orientada por Rui Vitória, continuou a sua cavalgada ofensiva. Até que aos 51 minutos, num centro de Índio para a grande área local, Devigor, em salto de peixe, foi com a cabeça onde os defesas da casa não conseguiram ir com os pés e fez com que a bola entrasse, finalmente, na baliza de Nuno, com o esférico a embater ainda no poste.
Estava feito o mais difícil. Mas o golo espevitou o Penalva do Castelo que foi para a frente à procura do empate, surgindo então mais ofensivo e conseguindo uma ou duas oportunidades de marcar. Mas a subida dos penalvenses dava vantagem aos fatimenses que, assim, agora mais em jeito de contra -ataque se fartavam de criar oportunidades, mas com o perdulário Marinho a falhar, por três ou quatro vezes, de forma incrível.
No final, o triunfo do Fátima acaba por justificar-se pois foi a equipa que procurou a vitória, equanto que o Penalva pensou demasiado na igualdade. Como se diz, a melhor defesa é o ataque. Arbitragem com alguns erros.

Manuel Albuquerque/C. C.

In Diário Regional de Viseu

domingo, abril 22, 2007

Divisão de Honra: Lusitano 3 Mortágua 1

Confiança e eficiência na vitória
O Lusitano deu neste domingo um importante pontapé na crise de resultados que assolava a equipa há largas jornadas. A recepção a um adversário directo, o Mortágua, era crucial, e os homens dos Trambelos não desiludiram os adeptos.
A equipa da casa entrou mesmo melhor no jogo e esteve logo aos 2 minutos à beira de marcar, por intermédio do irrequieto Zé António que rematou ao primeiro poste para boa intervenção de Filipe.
A pressão sobre o Mortágua intensificava-se mas os golos tardaram a aparecer. Apenas aos 34 minutos o Lusitano conseguiu pôr-se em vantagem, aproveitando uma falha escandalosa do guardião Filipe que tentou socar uma bola que era dele. Não lhe acertou e nas suas costas, apareceu Zé António que de pé direito só teve de encostar para o golo. Pouco tempo depois, à passagem do minuto 41, o homem do jogo, Zé António, voltou a marcar, desta feita de cabeça, numa resposta eficiente a um canto da direita.
Ao intervalo o Lusitano vencia justamente e tranquilizava-se num jogo importante que se antevia equilibrado.
Para a segunda parte, João Lage lançou dois trunfos, com a entrada de Rã e Juliano. Assim também se percebe a melhoria significativa do Mortágua que passou a aproximar-se cada vez mais frequentemente da baliza de Luis. Foi aliás assim que surgiu um lance algo polémico na grande área do Lusitano. Uma falta sobre um dos homens do ataque do Mortágua que o árbitro António A. Cardoso “transformou” em livre indirecto. Os de Mortágua queixam-se de um penalty não assinalado, e nós pouco vimos da zona onde nos situávamos. Na cobrança desse livre, Oliveira atirou para o corte em cima da linha da defensiva do Lusitano.
Certo é que o Mortágua chegaria ao golo pouco tempo depois, quando estavam decorridos 59 minutos de jogo. Um cruzamento a partir da direita, Luis não chega à bola e nas costas Oliveira cabeceia facilmente para o golo dos forasteiros.
O jogo estava relançado e esperava-se um Mortágua ainda mais confiante na procura do empate, mas foi o Lusitano quem pegou no jogo e criou as melhores situações.
Pouco a pouco, o Lusitano foi aproximando-se com mais perigo da baliza de Filipe e a carimbar o minuto 90, já depois do treinador do Mortágua ter sido expulso por palavras ao árbitro, Fredy conseguiu o terceiro golo para a sua equipa. Um golo esquisito que parte do corte defeituoso de um defesa do Mortágua que atira a bola contra as pernas de Fredy, e esta faz chapéu a Filipe para entrar calmamente na baliza.
A fechar o jogo, Pelicano é expulso (alegadamente por palavras) e, transtornado com a decisão do árbitro, quase parte para a agressão ao juiz da partida, não fosse o bom senso dos seus colegas de equipa.
Vitória justa da melhor equipa em campo, e que soma agora mais confiança para as quatro finais que restam, na luta derradeira pela manutenção. Já o Mortágua está em maus lençóis, precisando urgentemente de pontos.
Árbitro muito contestado pelos forasteiros e, de facto, ineficiente nalgumas situações, contudo, uma exibição que não mancha o marcador do jogo.

Ficha de Jogo:

Lusitano 3
- Luís, Hugo Lucas, Salgueiral, Madeira, Matos, Jorge, Nuno, Esteves, Daniel, Agostinho e Zé António.
Substituições: Esteves por Cajó (45’), Nuno por Miguel Cruz (70’) e Daniel por Fredy (83’).
Suplentes não utilizados: Rafael, Machado, Routar e Neco.
Treinador: Joca.

Mortágua 1
- Filipe, Dunas, Pelicano, Pedro Bento, Rato, Bruno, Paulo Matos, China, Esteves, Oliveira e Élio.
Substituições: China por Rã (45’), Rato por Juliano (45’) e Paulo Matos por Fábio (75’)
Suplentes não utilizados: Branquinho.
Treinador: João Lage.

Jogo no Estádio dos Trambelos, em Viseu
Assistência: 200 espectadores
Árbitro: António A. Cardoso (Castro Daire)
Auxiliares: Mário Ribeiro e Sérgio Rocha.
Resultado ao Intervalo: 2-0.
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo para Paulo Matos (17’), Salgueiral (35’), Pedro Bento (40’), Matos (60’) e Agostinho (90+2’). Cartão Vermelho directo para Pelicano (90+3’)

Vitor Ramos
In Vis Fut Magazine

1ª Zona Norte: Sernancelhe 3 - Ferreira de Aves 0

Sernancelhe:
Valter; Pedro, Sérgio, Vitor Alexandre, Rafael; Manuel (Marco Pinto) , Pereirinha, Moutinho; André (Gafanha) , Patricio, Mário Canhoto (Mileu) ;
Golos: Mário Canhoto, Pereirinha, Moutinho.

A equipa desilusão da 1ª divisão distrital norte (segundo um blog, administrado por alguém que desconhece planteis, orçamentos, e realidades salariais, mas que um dia "sonhou" que queria escrever sobre futebol e ainda não conseguiu acordar para a realidade) recebeu no seu reduto, a sua congénere de Ferreira de Aves, num "derby" sempre apetecivel e emotivo para ambas as partes.
O encontro começou com o golo do Sernancelhe, marcado por Mário Canhoto após uma assistência de Patricio, ainda não estava decorrido o 1º minuto de jogo; praticamente de seguida, Pereirinha faz o 2º na conversão de uma grande penalidade, a castigar um derrube de Micael a Patricio, que se isolou nas costas da defensiva contrária, após exclente passe de Mário Canhoto.
Até ao intervalo, assistiu-se a um jogo aberto, de "parada e resposta", com ambas as equipas a procurarem constantemente a área adversária.
Na segunda parte, foi o Ferreira de Aves a assumir as "despesas" do jogo, partindo em busca da desvantagem no marcador; nesta fase o Sernancelhe limitou-se a cortar linhas de passe, nem sempre conseguindo defender longe da sua área, muito por mérito da equipa adversária e das substituições entretanto efectuadas, que lhe permitiam um maior pendor ofensivo, que o Sernancelhe contrariava, num futebol de pouca beleza mas de muita eficácia.
Ao "cair do pano" os locais fecharam a contagem, através de um potente remate desferido por Pedro Moutinho.
A vitória é considerada justa, porque o Sernancelhe esteve melhor que o Ferreira de Aves no aspecto da finalização, embora os numeros sejam demasiado penalizantes para os visitantes, que por tudo o que fizeram (principalmente na 2ª parte) não mereciam uma derrota por numeros tão elevados.
A equipa de arbitagem, tirando um ou outro erro, principalmente no aspecto disciplinar (para ambas as equipas) teve actuação positiva.
Em meu nome pessoal, gostava de dedicar esta vitória ao Srº Vitor Ramos, por nos ter distinguido como a desilusão da 1ª divisão norte da AF Viseu.

Resultados do fim-de-semana

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão: 19ª Jornada
Escola - Várzea 4-1

Futebol Masculino

2ª Nacional Série C - 24ª Jornada
O. Bairro - Nelas 3-3
Penalva do Castelo - Fátima 0-1

3ª Nacional Série C - 26ª Jornada
S. J. Ver - Tondela 1-0
Valonguense - Social Lamas 2-2
Sátão - Águeda 4-3
Santacombadense - Anadia 0-4

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 26ª Jornada
Paivense - Moimenta Beira 4-0
Viseu Benfica - Oliveira Frades 1-1
Lusitano - Mortágua 3-1
Carvalhais - Tarouquense 1-0
Lamego - Sampedrense 2-1
Mangualde - Vouzelenses 1-0
Cinfaes - Campia 2-0
Lamelas - Academico Viseu 1-2

1ª Distrital - 25ª Jornada
Zona Norte
Alvite - Pesqueira 2-0
Sul - Ceireiros 3-4
Boassas - Leomil 1-0
Armamar - Fornelos 2-3
Nespereira - Parada 1-1
Sernancelhe - Ferreira Aves 3-0
Folga: O. Douro

Zona Sul:
Santar - Pinheiro Lafões 3-1
Bela Vista - Canas Stª Maria 2-4
Canas Senhorim - Santiago Cassurrães 4-0
Moimenta Dão - Vale Açores 1-1
Molelos - Vila Chã Sá 5-1
Ranhados - Carregal Sal 0-0
Folga: Sezurense

2ª Distrital - 25ª Jornada
Farminhao - Resende 0-2
Abraveses - Vilacovense 1-0
Vilamaiorense - Besteiros 0-0
Santiago Besteiros - Vale Madeiros 3-2
Calde - Cabanas Viriato 0-7
Silgueiros - Roriz 0-2
Folga: Fiais da Telha

Camadas Jovens - Fase Final - 2ª Jornada

Juniores A:
Lamego - A. Viseu 2-3
Mangualde - V. Açores 2-1
V. Benfica - Cinfães 5-0

Juniores B:
Sampedrense - Molelos 2-1
M. Beira - Povoenses 2-0

Juniores C:
Cinfães - O. Frades 1-0
A. Viseu - V. Benfica 0-0
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