sexta-feira, novembro 30, 2007

Jogos para o fim-de-semana

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão - 9ª Jornada
Escola - Odivelas

Campeonatos Masculinos
II Divisão Nacional Série C - 13ª Jornada

Sátão - B.C. Branco
Rio Maior - Penalva do Castelo
Nelas
- Covilhã

III Divisão Nacional Série C - 11ª Jornada
O. Hospital - A. Viseu
Tondela - Valecambrense
Arouca - Social Lamas

Distritais da A.F Viseu

Divisão de Honra: 11ª Jornada

Campia - Paivense: João Cunha
Pesqueira - Mangualde: Fernando Ananias
Santacombadense - Cinfaes: Pedro Saraiva
M. Beira - Vouzelenses: Nuno Vaz
Lamego - Carvalhais: Nuno Silva
Sampedrense - Lusitano: Luís Ramos
Lamelas - C. Senhorim: Carlos Pires
Parada - O. Frades: Luís Caiado

1ª Distrital: 9ª Jornada
Zona Norte:
Sernancelhe - Alvite: Álvaro Figueiredo
Fornelos - Ceireiros: André Ferreira
Boassas - Sezurense: Paulo Aguiar
Viseu Benfica - O. Douro: Bruno Pereira
Tarouquense - Nespereira: Carlos Duarte
Resende - Ferreira Aves: António Carlos Cardoso

Zona Sul:
Moimenta Dao - Mortágua: Nuno Ventura
Cabanas Viriato - Molelos: António Augusto Cardoso
Vila Chã Sá - Santar: Cláudio Cardoso
S.Cassurraes - C. S. Maria: Almiro Almeida
Besteiros - Carregal Sal: Marco Fonseca
Vale Açores - Ranhados: António Xavier

2ª Distrital: 10ª Jornada
Parada Gonta - Caparrosa: Paulino Morais
Lageosa - Riodades: Luís Rodrigues
Abraveses - Leomil: Tiago Rebelo
Vilamaiorense - Lobanense: Joel Portelada
Vale Madeiros - Arguedeira: Luís Gomes
Santiago Besteiros - Silgueiros: Carlos Rodrigues
Farminhao - Pinheiro Lafões: José Gomes

quinta-feira, novembro 29, 2007

Bolsa de Valores Ano II Nº14 (23 a 29 de Novembro)



O Académico de Viseu Futebol Clube foi escolhido como equipa da semana. A equipa treinada por Idalino Almeida recebeu e venceu a Sanjoanense por 1-0. Com este resultado a equipa Viseense assumiu a liderança da III Divisão Série C, com mais 1 ponto que o adversário do passado fim-de-semana.


A Associação Cultural Desportivo e Recreativo de Lamelas foi a desilusão da semana, isto após ter sido a equipa da semana na Bolsa de Valores anterior. A equipa treinada por Paulo Sant'Ana deslocou-se aos Trambelos e perdeu com o Lusitano por 4-1. Esta nomeação para equipa da semana, coincidem com os primeiros pontos negativos(na Bolsa de Valores) da equipa do Concelho de Castro Daire.

Nota: Lembramos que todos podem votar, bastando para isso enviar um e-mail com as suas escolhas para futebolviseu@hotmail.com ou futebolviseu@gmail.com

Faça como no exemplo:
Equipa da semana:(faça o mesmo para a desilusão)
1º Nome da equipa - 3 pontos
2º Nome da equipa - 2 pontos
3º Nome da equipa - 1 ponto

Prazo: Pode votar até às 17 horas de quinta-feira(NOVO PRAZO -Atenção)

quarta-feira, novembro 28, 2007

F.Feminino - EFC 0 Murtoense 0

Campeonato Nacional Feminino

Boa réplica do S. M. Murtoense que levou daqui 1 ponto sem o merecer

EFC Molelinhos, 0 – SM Murtoense, 0



Arbitra: Márcia Pejapes assistida por Carlos Frajão e Domingos Miguel vindos de Leiria.


EFC Molelinhos: Neide, Catarina, Sandrine, Chica, Joana, Micaela, Bárbara, Noémia, Ana, Tânia, Suely. Suplentes: Andreia. Treinadores: Catarina Regalo e Luís Almeida.


SM Murtoense: Ana Santos, Nana Rita, Suzana, Ana Isabel, Fátima, Juliana, Catarina, Luciana, Minga, Esquerdinha, Marisa, Guida, Cátia, Martinha.


O Molelinhos fez um jogo bastante abaixo do que tem feito. É certo que o vento que se fez sentir e o muito frio, também contribuíram para a má qualidade do jogo. Oportunidades não faltaram, mas tudo queria marcar e quando assim acontece ninguém concretiza.

O Molelinhos na primeira parte jogou contra o vento e ai tiveram duas oportunidades para marcar e isso não aconteceu. Por outro lado Neide que não tinha sido chamada a fazer uma única intervenção, chegou aos 45 minutos em banco.

No começo da segunda parte tudo esperava uma goleada, mas foi um autêntico festival de golos perdidos. A jogar a favor do vento todos esperavam que mais cedo ou mais tarde o Molelinhos marcasse e assim arrecadar os três pontos.

O Murtoense ia defendendo como podia, umas vezes com mérito, outras com muita sorte. Ana Santos fez pelo menos duas defesas de outro mundo.

O Molelinhos pode queixar-se da pouca sorte e má pontaria.

O Murtoense foi uma equipa bastante modesta.

A arbitragem, sem reparos foi muito boa.

Uma assistência razoável atendendo que à mesma hora o C. A. Molelos também jogava.

Carlos Maneira

terça-feira, novembro 27, 2007

1ª Sul: C.S. Maria 0 Besteiros 1

Estádio Dna. Máxima Almiro, em Canas de Staª Maria.
ÁRBITRO – Carlos Pires de Mortágua.
CANAS STª MARIA – Baptista, Ricardo, Adriano (Cap. Anildo 75m), Paiva, Martins, Rebelo, Carreira, Lourenço, Mendes, Hugo e Moreira.
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS – Cruz, Daniel, Leitão, Cláudio, Araújo e Rego.
DISCIPLINA – Cartão amarelo exibido a Paiva, Martins e Carreira.
TREINADOS – Jorge Nunes.

BESTEIROS – Márcio, Marco Paulo, Pizarro, Porteiro, Riquito, Jacinto (Renato 68m), Rui Filipe, Xavier, João Paulo (Sá 56m), Zé Russo (Cap.) e Raul (Pedro Pomar 55m).
SUPLENTES NÃO UTILIZADOS – Luis Dias, Daniel, João Pedro e Edgar.
DISCIPLINA – Cartão amarelo exibido a Pizarro, Riquito e Jacinto.
TREINADOR – Carlos Miguel Pratas.

“MELHOR RESULTADO QUE A EXIBIÇÃO”
Em mais um derby concelhio, defrontaram-se no passado Domingo no estádio Dnª Máxima Almiro, em Canas de Sta. Maria, a equipa da casa e o Besteiros.
Foi mais feliz o Besteiros que levou de vencida a turma da casa por uma bola a zero.
A tarde estava bastante ventosa, o que prejudicou o espectáculo, mas mesmo assim foi o Besteiros que aos nove minutos e a jogar contra o vento, por intermédio de João Paulo remata à baliza de Baptista, levando a bola por cima da trave. Aos dezassete é Hugo que remata para defesa fácil de Márcio, para dez minutos depois ser de novo o Canas a levar perigo à baliza do Besteiros. A equipa da casa tenta aproveitar o vento a seu favor e por mais duas vezes leva perigo às redes contrárias. E nesta toada de parada e resposta atingiu-se o intervalo com o resultado em branco.
Na segunda metade continuou a praticar-se mau futebol mas mesmo assim e depois de algumas alterações efectuadas pelo técnico do Besteiros, as quais viriam a dar os seus frutos, Marco Paulo aos sessenta e dois minutos depois da marcação de um pontapé de canto, ao segundo poste e sem deixar a bola tocar no solo, fuzilou Baptista, fazendo o 1 a 0, para a sua equipa.
Três minutos depois o Canas podia ter empatado a partida, mas o seu avançado rematou mal e para fora. Aos setenta e dois reclamou-se grande penalidade a favor do Besteiros, o árbitro do encontro nada assinalou e quanto a nós bem, pois o remate é feito de muito perto e o jogador do Canas não tem a intenção de jogar a bola com a mão.
Zé Russo mais em jeito que em força, tenta a sua sorte, a bola sai por cima da trave da baliza de Baptista. A equipa da casa parte à procura do empate, mas o Besteiros sabe controlar as operações e não permite veleidades.
Em tempo de compensação o Canas podia por duas vezes ter empatado a partida, mas a estrelinha da sorte estava com a equipa do Besteiros, que conseguiu amealhar os três pontos em disputa. No entanto na nossa opinião o resultado mais justo seria o empate, pelo que as duas formações fizeram no relvado.
Quanto ao trabalho do Sr. Carlos Pires e seus auxiliares, que veio de Mortágua não gostámos. Podiam e deviam ter feito muito melhor, principalmente o seu assistente do lado da bancada que esteve muito descoordenado com o seu chefe de equipa.
Domingo o Besteiros recebe o Carregal do Sal e esperamos que seja uma boa partida de futebol e que os sócios, amigos e simpatizantes venham em massa apoiar a sua equipa para que com o seu apoio permitam que os três pontos fiquem em Campo de Besteiros.
Domingo vamos ao campo da Corte apoiar o Besteiros.

J.A L.P
In Blog Campo de Besteiros

O Massagista Aconselha Nº26

A Rubrica " O Massagista Aconselha" é semanal, sendo publicada às terças feiras. Esta rubrica só é possível graças a uma colaboração com o Sr. João Carlos Matos do Vale e com o seu blog O Massagista.

Técnicas de Reabilitação – I

Termoterapia

Ao analisarmos a palavra termoterapia, observamos que a mesma é composta por duas palavras. Termo e terapia. Termo, tem a sua origem na palavra temperatura sendo óbvia a segunda. Logo, termoterapia é a terapia (cura/tratamento) com recurso à temperatura.
A termoterapia divide-se em duas áreas: Termoterapia com recurso ao calor e a termoterapia com recurso ao frio, também chamada de crioterapia. Comecemos a análise dos diferentes tipos de terapia, por esta última.

Crioterapia

Chama-se crioterapia à aplicação segmentar ou local de frio com fins terapêuticos.
As suas características vasoconstritoras, são do conhecimento do Homem, desde os primórdios da Humanidade. No entanto, foi apenas no século XX que mais e melhor se exploraram as propriedades de analgesia do frio.
A crioterapia é hoje usada tanto como terapia curativa como também como terapia preventiva no surgimento de lesões.
Hoje, já são alguns os departamentos médicos dos clubes que praticam os banhos frios em substituição dos tradicionais banhos de imersão quentes.
A aplicação do frio pode ser efectuada de diferentes formas:
a) Banhos gelados: Aconselhado como “preventor” de lesões aplicado usualmente nos membro inferiores;
b) Sacos com cubos de gelo: Para aplicação de frio sobre a forma de massagem. Ideal para uso “em campo” e nos tratamentos “caseiros”;
c) Toalhas geladas: Se molharmos uma toalha numa solução salina a 10% (100grs de sal por litro de água) e depois a colocarmos no congelador, obtemos uma toalha gelada com alguma flexibilidade, uma vez que o sal impede que esta adquira rigidez;
d) Sacos isotérmicos em gel: Especialmente aconselhados para usar em articulações. Estas são reutilizáveis;
e) Cubo de gelo: Ideal para aplicação directa em forma de massagem. Esta deve ser sempre efectuada no sentido da circulação de retorno.
f) Aerosóis que esfriam a pele: O cloreto de etilo, reduz abruptamente a temperatura corporal para valores compreendidos entre os 28º e os 30ºC. Os efeitos analgésicos destes sprays são visíveis ao fim de poucos segundos , levando a que geralmente se apelide estes sprays de “
“sprays mágicos”
O gelo tem características de analgesia (redução da dor), anti-hemorrágico (diminuição da hemorragia/derrame) e redutor de hematomas.

Contra-indicações

Pese embora o frio seja uma excelente ajuda para debelar as lesões, se calhar o meio mais eficaz para debelar a maioria das lesões, devemos ter em atenção o seguinte:
A prolongada aplicação do frio pode provocar queimaduras nomeadamente quando se aplica indevidamente o frio químico. Este, não deve ser aplicado na zona do peito e da cabeça.

segunda-feira, novembro 26, 2007

2ª Distrital: Silgueiros 3 V. Madeiros 2



Campo Casa do Povo da Bela Vista em Silgueiros

Silgueiros - Nuno, Ivo, Oliveira, Albernaz, Silva, Ricardo, Gouveia, Rodrigues, Joel, Rouxinol e Osório
Suplentes - Pais, Costa, Gomes, Dias e Coelho
Treinador - Lopes Matos
Cartão amarelo para Ivo, Oliveira, Rodrigues e Rouxinol

Vale de Madeiros - Pinto, Pais, Valério, Simão, DomingosI, Nogueira, Dino, Domingos, Marco, Póvoa e Amadeu.
Suplentes - Fonseca, Araújo e Valério I
Treinador - António Santos
Cartão amarelo para Simão e Nogueira

Arbitragem - José Gomes de Tondela

Antes de começar por comentar este jogo quero aqui agradecer ao correspondente do jornal "Defesa da Beira" a amabilidade em me ter cedido parte dos seus comentários e constituições das equipas em virtude de eu ter chegado tarde ao campo da casa do povo da Bela Vista em Silgueiros, o meu muito obrigado, olho aberto.

Muita assistência a presenciar este jogo apesar de estar bastante frio e o vento soprar forte e que deu por bem empregue o dinheiro pois assistiu a um belo jogo de futebol nem sempre bem jogado, é verdade, mas onde imperou a lealdade entre os jogadores.Saiu equipa da casa que logo procurou mostrar serviço mas os de Vale de Madeiros tentavam procurar por todos os meios que as suas redes não fossem alvejadas pelos avançados Silgueirenses, aos 17 minutos de jogo o Silgueiros passou para a frente do marcador, marcou Ivo após falha da defesa do Vale de Madeiros e esta desatenção pagou-se caro, um a zero para o Silgueiros, o marcador do golo por subir à rede vê o cartão amarelo.Com o golo sofrido o Vale de Madeiros acordou mas o seu jogo era jogado com pontapé para a frente, mas a turma do Silgueiros continuava a mandar no jogo, aos vinte e sete minutos através de um livre podia ter aumentado a contagem mas Pinto guarda redes do Vale de Madeiros segurou a cabeçada de Joel, este jogador dispôs novamente oportunidade de marcar mas a bola vai ao poste e Pinto agradece recebendo-a com as mãos e assim se chegou ao intervalo com o Silgueiros a vencer por um bola a zero.

No segundo tempo pensava-se que o futebol podia ser melhor praticado, mas não, continuava como na primeira parte e num minuto o Silgueiros marcou dois golos, o primeiro por Joel com um bom remate e o segundo por Nogueira que à saída do guardião do Vale de Madeiros não perdoou, passando o Silgueiros a ganhar ao Vale de Madeiros por três bola a zero. A equipa visitante não desanimou e reduziu por Dino que do meio da rua e com um remate colocado anichou a bola no fundo das redes de Nuno, com este golo o Vale de Madeiros agigantou-se e beneficiou de um penalty a castigar falta na área de Oliveira que vê o respectivo cartão amarelo, da marcação Dino remata com força mas Nuno brilhou e defende para canto, com o jogo em 3-1 o Silgueiros começou a baixar de rendimento e disso se aproveitou o Vale de Madeiros que começou a encostar a defesa do Silgueiros que por determinadas vezes se viu em muitas dificuldades, mas quem luta sempre alcança o Vale de Madeiros marcou o seu segundo golo novamente por Dino e se no primeiro Nuno podia ter feito algo, aqui não sei o que lhe aconteceu, muito bem batido o remate com muita sorte à mistura, pois Nuno ficou a ver a banda, com o resultado em 3-2 e quando ainda faltavam cerca de sete minutos o Vale de Madeiros veio para a frente à procura do empate, mas a defesa do Sigueiros não o permitiu e o jogo terminou com a vitória de Silgueiros por três bolas a duas.

Bom trabalho da equipa de arbitragem liderada por José Gomes num campo de reduzidas dimensões e onde os adeptos afectos à equipa da casa não dão um palmo de tolerância ao árbitro, os meus parabéns do olho aberto.
[olho aberto]

Divisão de Honra: Carvalhais 0 Sampedrense 0



Jogo no: Campo Marques Veloso em Carvalhais.
Assistência: Cerca de 500 Espectadores.
Árbitro: Luís Caetano.
Auxiliares: Luís Castainça e Carlos Teixeira.
Localidade: Viseu.

Carvalhais F.C.:
1 André, 99 Louro, 66 Menezes, 6 Quim, 5 Gil, 3 R.Carvalho, 17 Isaias(cap.); 22 Zé Alfredo, 8 Dínis, 9 Zé Carlos, e 11 Breno.
Substituições: Zé Alfredo por 10 Rui Pereira(70"); e Dínis por 27 Arêde(75").
Suplentes não utilizados: 13 Márcio, 2 Luís Miguel, 23 Ricardo, 7 Alcino, e 73 Almeyda.
Treinador: Tiago Ferreira; (adj)Paulo Alexandre.

UD Sampedrense:
12 André Maló, 3 Márcio, 4 Nuno, 5 João Heitor(cap.); 10 Costa, 16 Vitor Hugo, 20 Tagui, 22 Gouveia, 50 Emanuel, 77 Zé Pedro, e 85 Beto.
Substituições: Gouveia por 11 Esteves(60"); Zé Pedro por 9 Jorgito(60") e Vitor Hugo por 2 Moreira.
Suplentes não utilizados: 96 André Pereira, 8 Célio, 25 Neves e 28 Jorge Travanca.
Treinador: Sérgio Nunes.

Numa tarde fria e com algum vento, mas com bastante publico nas bancadas.
Este derby era aguardado pelos adeptos de ambos os conjuntos, com grande expectativa.
Os primeiros 10 minutos começaram em toada cautelosa, por parte das duas equipas.
A grande e melhor oportunidade de golo de todo o encontro aconteceu aos 12m Breno com a bola controlada no pé direito, passa por vários adversários com classe, e remata ao poste direito de André Maló.13m o mesmo jogador numa outra bela jogada já dentro da área, remata e a bola vai tirar tinta ao poste esquerdo de André Maló.15m Beto atira ao lado da baliza de André.
25m Tagui num remate a cerca de vinte metros a bola sai a beijar o poste de André.35m Zé Carlos remata por cima da barra.
Na segunda parte o Carvalhais entrou melhor, e logo aos 48m num bom passe de Zé Carlos, Carvalho remata forte com pé esquerdo ,mas André Maló faz uma grande defesa.52m Breno tentou a bicicleta dentro da área, no entanto sai por cima da barra.56m Costa remata mas está sai bastante ao lado do poste.78m Arêde numa arrancada pelo lado esquerdo remata para boa defesa de André Maló.
O empate ajusta-se, embora o Carvalhais se possa queixar de falta de sorte das duas bolas que foram ao ferro.
O Árbitro Luís Caetano e seus auxiliares realizaram um bom trabalho.
Acção disciplinar: cartão amarelo para Tagui (15"); Gouveia (17"); Emanuel (35"); Isaias (43"); Quim (48"); Zé Carlos (67"); Menezes (85"); e Rui Pereira (87").

[Texto e fotos Zé Carlos]

Divisão de Honra: Campia 3 Parada 1

São desafios como este que fazem os adeptos gostar de futebol! As duas equipas procuraram a vitória e as estatísticas da partida não enganam: 10 remates para o Campia, 11 para o Parada e no que respeita a pontapés de canto números também interessantes, 3 / 5.
O Parada entrou melhor no jogo conseguindo nos primeiros dez minutos aproximar-se da baliza de Batista em três ocasiões. Depois o Campia, ao minuto 12, através de Leandro cria a sua primeira jogada perigosa com um remate do meio da rua para uma boa defesa de Guilherme. Logo a seguir, o mesmo jogador a criar problemas na defesa do Parada e Luís Ramos, muito próximo do lance assinala penalty contra o Parada mostrando o cartão amarelo a Augusto. Era o minuto 14 e Chalana não desperdiça a ocasião, era o 1 - 0 para a equipa da casa na segunda vez que chegou à baliza contrária. A partir de então, o Parada reage bem à desvantagem no marcador criando algumas situações perigosas na área do Campia colocando Batista à prova em dois remates por João Pedro ao minuto 21 e Caldeira ao minuto 27. A equipa da casa começava agora a ter mais espaço no ataque e podia ter ampliado a vantagem no marcador senão fosse as excelentes intervenções de Guilherme o guarda-redes do Parada. Contudo, ao minuto 36, num contra ataque rápido Pedro Cunha lança em profundidade Alex II pela direita e este já com o defesa esquerdo do Parada fora da jogada não dá quaisquer hipóteses de defesa a Guilherme. Ainda antes do intervalo o guarda-redes do Parada, ao minuto 38, volta a negar o golo a Fidec e as equipas regressam aos balneários com o marcador a assinalar 2 – 0.

Na segunda parte, o fantasma da jornada anterior voltava a assombrar a equipa da casa… esteve a ganhar em S. João da Pesqueira por 0 – 2 e perdeu o jogo por 3 – 2. Muito por mérito da equipa do Parada que ao intervalo mexeu na equipa, o Campia era obrigado a defender atrás e as ocasiões de golo iam-se sucedendo nas imediações da baliza de Batista. Ao minuto 21, e fruto de mais uma substituição acertada de Pereirinha, o Parada consegue o golo numa excelente jogada pela esquerda do seu ataque conduzida e finalizada por José Aluízio. Depois disso, mais uma substituição na equipa visitante que parte em busca do golo da igualdade. Do outro lado, João Cruz, não podia fazer muito mais pois só tinha dois jogadores de campo disponíveis no banco. E como diz o ditado: “quem não marca… sofre!”, já nos 6 minutos de compensação dados pelo árbitro Luís Ramos, o Campia num contra ataque muito rápido conduzido por Paulinho faz o golo da tranquilidade por intermédio de Leandro e conquista assim três pontos essenciais, como dizia o seu treinador no final da partida.

Ficha de Jogo:

Grupo Desportivo de Campia
- Batista; João Miguel; Alex I; Fontoura (cap); Tiago; Pedro Cunha; Chalana; Rui Costa; Leandro; Fidek e Alex II.
Suplentes: Cunha; Paulinho; Fred.
Substituições: Ao intervalo Rui Costa dá lugar a Paulinho; Chalana devido a lesão é substituído por Fred (75’).
Sanção disciplinar:
Cartão amarelo para Fontoura (24’), Tiago (32’), Leandro (86’) e Batista (89’).
Treinador: João Cruz.

Grupo Desportivo de Parada
- Guilherme; José Pedro; Fernando; Rui Courinha; Vasco; Augusto; João Pedro; Paulo Parada (cap.); Luís Gémeo; Caldeira; Jorge Gémeo.
Suplentes: Capela; Bruno; Nelson; Rocha; Mota; José Aluízio.
Substituições: Ao intervalo saiu Rui Courinha entrou para o seu lugar Rocha; Fernando saiu para dar lugar a José Aluízio (61´); Augusto é substituído por Bruno (67´).
Sanção disciplinar:
Cartão amarelo para Augusto (14’); João Pedro (83’); Paulo Parada (88’) e Rocha (96’).
Treinador: Pereirinha.

Parque Desportivo de Campia.
Público: Cerca de 100 pessoas.
Trio de Arbitragem:
Árbitro: Luís Ramos.
Auxiliar (peão): Miguel Vieira.
Auxiliar (bancada): Duarte Pinheiro.

Desenvolvimento do marcador:
1 – 0: Minuto 14 – O árbitro Luís Ramos assinala penalty num lance que envolve na área Augusto e Leandro. Chalana da marca de 11 metros não falhou e faz o primeiro golo para a equipa da casa.
2 – 0: Minuto 36 – Pedro Cunha recupera a bola no centro e com um passe em profundidade para o lado direito do ataque do Campia isola Alex II que diante de Guilherme não perdoa e faz o segundo golo da equipa da casa.
2 – 1: Minuto 66 – José Aluízio, acabado de entrar no jogo, arranca jogada individual pela esquerda do ataque do Parada ainda antes da linha divisória do terreno de jogo, faz uma tabela com o Jorge Gémeo e depois à saída de Batista faz o golo de belo efeito e merecido.
3 – 1: Minuto 96 – Contra ataque rápido do Campia conduzido por Paulinho e depois Leandro a marcar à saída de um Guilherme desprotegido pela sua defesa.

PM
In Desporto da Rádio Vouzela

1ª Sul: Santar 3 S. Cassurrães 1


Malditos Ferros...


Santar: Pio, João Lopes, Carlos, Marcial, Jorge Silva, Paulão(Cap), Jorge, Luís Paulo, André, Man, Coelho
Substituições: Carlos por Mariano(45’), Jorge por Filipe(73’), Man por Bruno(78’)
Suplentes não utilizados: João, Neves, Tójó, Vítor Hugo
Treinador: João Pereira

S. Cassurrães: Fernando, Rui Mota, Farrocas, Gonçalo, João da Mata(cap), Dani, Pires, Ni Mota, Bino, Tiago Mota, Manuel António
Substituições: João da Mata por Júlio Martins(45’), Tiago Mota por Eduardo(70’)
Suplentes não utilizados: Tiago, Carlitos
Treinador: Braga

Estádio: Francisco Vital
Árbitro: Paulo Aguiar(Penedono)
Auxiliares: Vítor Mendonça e Carlos Pinto

Resultado ao Intervalo: 2-1
Marcadores: 1-0 por Man(23’), 2-0 por Luís Paulo(26’), 2-1 por Dani(34’), 3-1 por Paulão(67’ gp)
Acção Disciplinar: Amarelo: Carlos, Mariano, Luís Paulo, Jorge / Rui Mota, Farrocas, Gonçalo
Vermelho: Bino(68’)


O Santar regressou à vitórias nesta tarde fria e ventosa e conseguiu aquela que terá sido a melhor exibição da época, apesar do azar de enviar 6 bolas aos ferros da baliza de Fernando, dando assim uma resposta positiva ao desaire sofrido em Campo de Besteiros.

O jogo iniciou-se com uma situação clara de golo para os forasteiros, que na sequência de um livre cabecearam ao lado da baliza de Pio.O Santar reagiu de imediato e enviou a 1ª bola ao poste, num cabeceamento de Luís Paulo. A equipa da casa mandava no jogo e estava a praticar bom futebol, mas o golo não chegava, apesar das oportunidades criadas. Aos 23' Luís Paulo assistiu Man, que à entrada da área rematou para o 1-0. O 2-0 chegou pouco depois, aos 23'.. Man na marcação de um livre acertou no poste e na recarga Luís Paulo fez o 2-0. A equipa visitada dominava o jogo, mas num lance de pontapé para a frente, Dani levou a melhor sobre um central do Santar e isolado bateu Pio, reduzindo para 2-1. Um golo que surgiu do nada e que teve o condão de enervar a equipa da casa e de fazer acreditar a equipa forasteira. Apesar de estar nesta fase a jogar pior, o Santar podia ter marcado de novo, mas o remate de Jorge foi desviado por uma boa defesa de Fernando. O Cassurrães em contra-ataque continuava a colocar em sentido a defensiva do Santar, mas sem situações claras de golo. Resultado escasso ao intervalo.

A segunda parte do jogo teve apenas um sentido, a baliza do Cassurrães. A equipa do Santar mandou no jogo e criou muitas oportunidades, mas o golo tardava em aparecer. Jorge Silva enviou uma bola à trave, ficando depois a dúvida se terá ou não entrado. O 3-1 tardava, mas aos 67' lá apareceu. Paulão de grande penalidade fez o golo. Na sequência do lance o jogador Bino foi expulso. O Santar continuou a dispor de muitas oportunidades, mas hoje a bola não queria entrar, ou eram lances cortados sobre a linha de golo, ou eram bolas nos ferros(mais 3 até ao final), ou alguns falhanços da equipa da casa. A equipa visitante ainda conseguiu importunar Pio, por uma vez, mas também falhou na concretização. O resultado já não mais se alterou.

Vitória justa, mas escassa para aquilo que o Santar produziu

Divisão de Honra: Lusitano 4 - 1 Lamelas



Lusitano de Vildemoinhos
Luís, Álvaro, Madeira, Agostinho, Miguel Lourenço, Nuno, Jeremias, Hugo Geyson, José António e Diego
Substituições: Hugo por Daniel (65´), José António por Fred (79´) e Diego por Juan (81´)
Suplentes não utilizados: Rafael, Washington, Salgueiral e Routar
Treinador: Silvério Gomes

Lamelas
David, Lopes, Márcio, Toni, Luís, Victor, Zé Gancha, Ventura, PJ, Tiago e Marco
Substituições: Lopes por Zenga (34’), Ventura por Micas (62’) e Victor por Mosca (65’)
Suplentes não utilizados: Baía, Sul, Bruno e Marcelino
Treinador: Paulo Sant’Ana

O Lusitano averbou a sua segunda vitória no campeonato, na sequência de uma justa vitória perante o até então 3.º classificado, o Lamelas, num desafio em que não se sentiu o desnível entre as duas equipas que a tabela classificativa poderia dar a entender.
Desde cedo foi a turma local que assumiu as rédeas da partida, inaugurando o marcador logo aos 5´, por intermédio de José António, que, junto à pequena área forasteira, aproveitou uma jogada de bom envolvimento ofensivo para concretizar o primeiro golo.
Cedo em vantagem o Lusitano manteve o domínio do jogo e pouco depois, Diego, no seguimento de um cruzamento de Geyson, não chegou a tempo de encaminhar a bola para a baliza adversária. Com um eixo defensivo preenchido pelo capitão Agostinho, que recuou da sua posição habitual no meio campo, e uma ala direita renovada, composta pelos jovens Álvaro e Hugo, a equipa trambela, fiel ao seu desenho táctico em 4X3X3, tinha em Geyson e José António os principais quebra-cabeças para a defensiva visitante.
O conjunto que veio do concelho de Castro Daire procurava sacudir a pressão inicial a que estava sujeito, tendo conseguido a primeira clara ocasião de golo aos 19´, quando o seu defesa Luís progrediu no terreno, desde a sua zona defensiva até à entrada da área visitada, para desferir um potente remate que embateu violentamente na barra da baliza de Luís.
A reacção local fez-se sentir pouco depois, através de uma boa iniciativa de José António pelo flanco esquerdo, que depois de se desenvencilhar de um defesa contrário, efectuou um cruzamento tenso ao qual nenhum colega acabou por dar a melhor sequência. Na fase final da primeira parte, a equipa de Lamelas fez entrar Zenga para o flanco esquerdo, alargando a frente atacante e com isso ganhou profundidade ofensiva, levando o perigo à baliza alvi-negra por duas vezes, através de Tiago e Zé Gancha.

Suspense no resultado, mas por pouco tempo…

Na segunda parte a equipa visitante parecia vir com disposição de alterar o “placard”, mas José António aos 2´, num rápido contra-ataque, aproveitou a saída de David para elevar a contagem, obtendo um “chapéu” de belo efeito. Em destaque na equipa trambela, o mesmo José António pouco tempo depois isolou-se perante David, mas desta vez o guardião de Lamelas opôs-se da melhor maneira ao remate do esquerdino local.
Sem nada a perder o conjunto visitante balanceou-se para o ataque, conseguindo colher frutos desta maior vocação ofensiva aos 10´, quando Zenga aproveitou a marcação de um canto para desfeitear Luís num golpe de cabeça ao poste mais distante. A indefinição sobre o resultado pairou nos Trambelos, mas foi sol de pouca dura…
Logo no lance imediato, Geyson foi derrubado dentro da área do Lamelas e o árbitro Nuno Ventura não teve dúvidas em assinalar a grande penalidade, admoestando Toni com o segundo cartão amarelo e consequente vermelho, pela infracção cometida. O mesmo Geyson converteu o penalty e a partir de então o Lusitano, com vantagem alargada no marcador e mais um elemento em campo, geriu a posse de bola, alcançando ainda o quarto golo por intermédio do inevitável José António, que aproveitou da melhor maneira um desentendimento defensivo entre David e Marco.
Em suma, a vitória premeia a melhor equipa no relvado dos Trambelos, num desafio que acabou por se revelar mais acessível para a equipa local do que seria expectável à partida. A arbitragem esteve em plano regular.

Estádio: Trambelos
Espectadores: Cerca de 200
Árbitro: Nuno Ventura
Auxiliares: Jorge Ramos e Ângelo Santos
Marcadores: José António (5’, 47’ e 59’), Zenga (55’) e Geyson (56´)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Geyson (39’), Toni (47’ e 55’), Jeremias (83’) e Rafael (84’). Cartão vermelho, por acumulação, para Toni (55’).
Melhor em campo: José António (Lusitano)

Divisão de Honra: C. Senhorim 3 O. Frades 0

Numa tarde bastante agradável, o Canas de Senhorim recebeu o Oliveira de Frades, pena o pouco público que continua a teimar não se deslocar ao Complexo Desportivo local.
Esperava-se um jogo muito disputado e equilibrado, visto o novo treinador do GDR já ter orientado o Oliveira de Frades e esperava-se com muito interesse a reacção do GDR sem o treinador que levou aquela equipa a campeã distrital da 1ª divisão da Associação, e essa reacção, pelo resultado final foi muito positiva.
O Oliveira começou o jogo com um ligeiro ascendente, mas que acabou por não durar muito tempo, pois o GDR equilibrou a partida e com boa circulação de bola e ataques muito perigosos pelas laterais conseguia sem grande dificuldade ultrapassar a defensiva forasteira.
O primeiro golo surge numa jogada muito rápida de contra-ataque com Janeiro em grande velocidade a abrir o activo, um grande golo que impulsionou a equipa para uma grande primeira parte, dois minutos depois e de grande penalidade, bem assinalada, pelo árbitro, após mão de um jogador forasteiro, o GDR, por intermédio de Claudio, faz o 2-0. Com o GDR a dominar completamente a formação do Oliveira de Frades iria chegar ao 3-0 ainda antes do intervalo, com Dani a mostrar a sua veia goleadora e a marcar também ele o seu golinho da ordem, num livre bem trabalhado pela equipa da casa.
E assim se chegou ao intervalo, com a justiça no marcador, pois o Canas foi a equipa mais organizada no seu todo e que melhor conseguiu praticar o seu futebol.
Na segunda parte e como já se esperava o GDR, tirou o pé do acelerador e geriu o resultado, não deixando de criar algumas ocasiões de golo claro, como aconteceu por intermédio do seu capitão, Simão e por Bruno, em duas ocasiões. O terinador do GDR fez então as alterações entrando na partida Mauryo, Bruno e Bérito, para o lugar de João Farturas, Pilão e Dani.
O resultado não sofreu mais alterações, mas diga-se que esteve bem mais perto o Canas de marcar o 4-0 do que o Oliveira de Frades em reduzir a desvantagem.
Nota para o árbitro da partida que esteve muito bem, muito seguro e sempre a acompanhar de perto os lances da partida.

Constituição do GDR:
1-Pedro, 2-Guilherme, 3-Adrião, 4-Simão (cap), 5-Fino, 6-Claudio, 7-Dani, 8-João Farturas, 9-Pilão, 10-Janeiro, 11-Roque

12-Fernando, 13-Bérito, 14-Rui, 15-Zé Guilherme, 16-Bugarinho, 17-Mauryo, 18-Bruno
Treinador: Carlos Pinto

[Fernando Lucas]

Divisão de Honra: Paivense 3-1 Pesqueira


Jogo no Estádio Municipal da Pedralva, em Vila Nova de Paiva
Assistência - cerca de 150 espectadores
Árbitro - António Carlos Cardoso (Castro Daire)
Auxiliares - Ricardo Monteiro e Luis Coimbra

Paivense - Ivo; Bruno, Mário, Zé Miguel e Pina; Paulo Rochinha, Márcio e Rochinha (c); Sérgio, Alex e Ito.
Substituições - Alex por Pedro (67'), Rochinha por Silas (88') e Pedro por Pilas (90+1´)
Suplentes não utilizados - Victor, Nuno, Xico e Paulo Jorge
Treinador - Carlos Sousa

Pesqueira - Ferrari; Licinio, Chico, Félix e Tozé; Varela, Monteiro (c) e Ferraz; Andrade, Jóia e Coutinho.
Substituições - Jóia por Sousa (77'), Licinio por Silva (81') e Félix por Fábio (84')
Suplentes não utilizados - Micas, Vasco e Paulinho
Treinador - José Carlos Coelho

Ao intervalo: 0-1

Golos - Rochinha (73'), Ito (76 e 80'); Coutinho (45')

Acção disciplinar - Paulo Rochinha (65'); Ferraz (23') e Varela (52')

Partida disputada numa tarde gélida entre duas equipas que se encontravam em pólos opostos na classificação. O Pesqueira tentava não perder de vista a 1ª posição enquanto que o Paivense tentava sair dos lugares aflitivos da tabela.
Entrou melhor a equipa visitante e à passagem dos 15 min criou uma grande ocasião de golo. Numa boa jogada de entendimento do ataque pesqueirense, Ferraz desviou o esférico por cima de Ivo, surgindo num último instante um defesa da equipa da casa a cortar o lance sobre a linha de golo.
Este foi um dos raros lances de perigo ao longo da primeira metade, com muito pontapé para a frente e com o esférico a ser poucas vezes "tratado" junto ao solo.
No último quarto de hora do 1º tempo a partida reanimou. Aos 35 min Rochinha surgiu na cara de Ferrari, após um lance aéreo na área visitante, mas não conseguiu dar o melhor seguimento ao lance.
Avisou o Pesqueira num livre cobrado por Ferraz ao qual Félix respondeu com um belo cabeceamento. Alguns adeptos gritavam já o golo quando Ivo com um excelente "golpe de rins" sacudiu o esférico para canto.
No último minuto deste 1º tempo a equipa visitante colocou-se em vantagem. Coutinho ganhou em velocidade à defesa contrária, ultrapassou Ivo e rematou para a baliza deserta fazendo o 0-1.
No 2º tempo tudo se alterou. A equipa da casa entrou com outra disposição, partindo para cima do seu adversário. À passagem dos 50 min chegou mesmo a pedir-se penalti para os da casa. Após um atraso deficitário de Chico para Ferrari, Ito aproveitou e tentou ganhar a grande penalidade. O árbitro da partida bem colocado no terreno de jogo nada assinalou.
Aos 65 min a bola entrou mesmo na baliza de Ferrari, contudo a jogada foi anulada por alegado fora de jogo do avançado do Paivense.
Pouco depois o Pesqueira respondeu numa triangulação entre Jóia e Ferraz e culminou num potente remate deste último ao lado da baliza de Ivo.
Depois de alguns avisos o Paivense chegou mesmo à igualdade. Na transformação de um canto, Rochinha surgiu ao primeiro poste e restabeleceu a igualdade, à passagem dos 73 min.
Na resposta Coutinho podia ter colocado o Pesqueira de novo em vantagem, porém isolado na frente de Ivo permitiu a defesa deste.
Não marcou o Pesqueira aproveitou a equipa da casa. Num rápido contra ataque, aos 76 min, Ito sozinho ao 2º poste só teve de encostar. Estava desnorteada a equipa do Alto Douro e 5 min volvidos Ito novamente em contra ataque bateu Ferrari estabelecendo o resultado final.
No final vitória para a equipa da casa que com venenosos contra ataques conseguiu "aniquilar" psicologicamente a equipa do Pesqueira que não aproveitou algumas oportunidades para "matar" a partida.
O árbitro e seus auxiliares realizaram uma boa arbitragem.

1ª Norte: Nespereira 2- Ferreira de Aves 3

PALMAS PARA A ARBITRAGEM (JÁ QUE NÃO SE PODE FAZER MAIS NADA!!!)


Num magnifico domingo, o Nespereira recebeu o Ferreira de Aves, um jogo que prometia ser do melhor, derivado às classificações de ambas (4º lugar e 3º lugar, respectivamente). O Nespereira alinhou com o mesmo "onze" de Resende, tendo como novidades a inserção do júnior Tiago Soares e a volta de Carlitos, que se encontravam no banco.
O Nespereira começou o jogo muito bem, e sempre a atacar. Jorginho era uma das peças mais acutilantes do ataque nespereirense, apesar de por duas vezes, ter sido autenticamente agredido em frente ao árbitro assistente, e nada ser assinalado. Começou aqui o show da arbitragem! Incrivelmente, o árbitro começa a "amarelar" os jogadores do Nespereira, usando uma dualidade de critérios anormal em jogos de futebol... as faltas eram quase iguais a ambas as equipas e o árbitro só puxava de cartão aos jogadores do Nespereira. Mas, voltando ao jogo, ao minuto 23, Jorginho arranca para a linha ganha posição e cruza rasteiro, aparecendo Marcelo no segundo poste, a marcar o 1-0. O Ferreira de Aves começou a apertar, e num remate rasteiro, Jorge Ramalho faz uma fabulosa defesa, desviando a bola para a barra e de seguida evitando a recarga do avançado ferreirense. Ao intervalo o resultado era um 1-0.
Após o intervalo, o Nespereira começou da melhor forma, com Bateira a ganhar posição e a marcar um golo de bandeira, que fazia o 2-0. O filme melhorava para o Nespereira, mas iria ser um terror. Minutos após o 2-0, o Ferreira de Aves num livre, cruza para a grande área e no segundo poste aparece o ponta de lança da equipa visitante que marca o 2-1, numa falha de marcação da defesa nespereirense. E voltou o show do árbitro!!! Expulsa o jogador do ferreira de Aves, por alegada falta sobre o guarda redes. O Nespereira tentava gerir o resultado, mas numa infelicidade de Jorge Ramalho o Nespereira sofreu o golo do empate. Um cruzamento rasteiro da esquerda e Jorge enfia a bola na própria baliza. De seguida, o árbitro mostra um cartão vermelho directo à Márcio, sem aparente razão... No momento seguinte, após uma arrancada de Jorginho, este passa pelo adversário, mas é travado em falta dentro da grande área, com o árbitro a não marcar a grande penalidade e a acabar por penalizar Jorginho com um cartão amarelo. O árbitro assistente do lado do Olival- demonstrou ter alguns sinais de esquizofrenia grave!!! Pois já ouvia e sentia coisas que não se passavam!!! Como por exemplo, sentiu alguém a empurra- lo, quando a distância da linha de campo, para a vedação é de cerca de 1,5 m... e depois o pior, veio a chamar o árbitro, e acusou Jorginho- somente o nosso melhor jogador, neste jogo!!!- de o chamar de "maluco", quando quem conhecer o jogador sabe da educação profunda que existe nesta pessoa... a reacção de Jorginho perante a amostragem do cartão vermelho foi tão emocionante, que provocou a revolta em todos os que estavam no campo. Jorginho, numa atitude de surpresa saiu do campo em lágrimas, tendo sido expulso sem nada ter dito. Nesta altura, o Nespereira jogava mais com o coração do que com a cabeça, e o Ferreira de Aves, marcou o 2-3, naturalmente... No final do jogo, o senhor árbitro Pedro Saraiva, fez uma exibição tecnicamente boa, sendo extremamente má... péssima até, disciplinarmente. Após o jogo, ainda expulsou o delegado ao jogo do Nespereira, por mais um sintoma de esquizofrenia do árbitro assistente.
Pelos vistos, senhores directores da AF Viseu, o cesto de fruta não tem apenas duas maçãs podres... há muito mais!

Divisão de Honra: Mangualde 1 Santacombadense 0



Mangualde alinhou com: João Paulo, Luís Carlos, Cartaxo, Faria, Miguel Ângelo, Amílcar, Márcio, Rafael, Miguel Cruz, Paulo Mota e Paulito.
Substituições: Miguel Cruz por Ze Manel (75´), Marcio por Fabio (90') e Fabio por Joao Pedro(91').
Suplentes não utilizados: Miguel, Seixas, Ivo, Tiago, Joao e Carlos Miguel.
Treinador: Jorge Valente

Santacombadense alinhou com: Bruno, Baresi, Hugo, Roberto, Serralheiro, Ruebn, Mota (Cap.), João Oliveira, Jackson, Brinca e Daniel;
Substituições: 60m Mota por Luís, 68m Daniel por Élio e 74m Brinca por Alex;
Suplentes não utilizados: David, João e Nana;
Treinador: Zé Branquinho e Gonçalo (adj.);

Marcador: Paulito (55m);

Árbitro: Álvaro Figueiredo (Viseu);
Árbitros Auxiliares: Bruno Nascimento e Ricardo Ferreira;

Visão Mangualdense
GD Mangualde vence em jogo equilibrado.

Num jogo disputado entre duas equipas separadas por apenas dois pontos a entrada para esta jornada, foi o GD Mangualde quem levou a melhor, ultrapassando assim, a equipa de Santa Comba Dao na classificação. Numa primeira parte bem disputada por ambas as equipas, os golos teimaram em não aparecer, podendo-se considerar o resultado justo ao intervalo. Na segunda parte, a equipa do Mangualde chegou ao golo, com um pontapé para a frente do G.R., onde surgiu Paulito a fazer o único golo da partida, golo este de bela efeito e sem as mínimas hipóteses de defesa para Bruno, isto aos 55´.
A meio da segunda parte as coisas complicaram-se para os visitantes, com a expulsão de Serralheiro.
A partir dai o Santacomba nunca mais se aproximou com perigo da baliza do G. D. Mangualde.
Arbitragem de Álvaro Figueiredo acima da media.
Cerca de 200 pessoas assistiram ao encontro
[Tiago]

Visão dos Pingins
Árbitro desequilibrou a partida
Este jogo era aguardado com bastantes expectativas, quer pelos adeptos do Mangualde quer pelos adeptos dos Pinguins, visto que as duas equipas se encontravam separadas por apenas dois pontos. E até foi um jogo bastante equilibrado e disputado entre duas boas equipas, e onde o "actor" principal foi a equipa de arbitragem liderada por Álvaro Figueiredo de Viseu. Péssimo, para não dizer horrível e com claro prejuízo para o Santacombadense, já que foram erros a mais sempre contra a mesma equipa. Errar é humano, não há duvida, mas errar sempre para o mesmo lado... aí já não se sabe.

O jogo começou com o Mangualde a entrar melhor no jogo, e a criar algumas situações de golo. Numa delas aos 24 minutos depois de um cruzamento de Miguel aparece Amilcar que cabeceia para defesa apertada de Bruno. De seguida na transformação de um canto a bola atravessa toda a pequena área sem aparecer ninguém para empurrar. O Santacombadense reagiu e teve duas boas ocasiões para marcar, uma por Jackson e outra por Daniel, mas a bola não foi com a direcção da baliza. Até ao intervalo só mais uma ocasião para o Mangualde com Amilcar a rematar para defesa de Bruno.

O segundo tempo começou equilibrado. Mas depois de um ataque do Santacombadense o guarda-redes local lança em profundidade Paulito, que apanha defesa dos Pinguins adiantada e corre em direcção á baliza e com um forte pontapé inaugura o marcador, com um grande golo. O Santacombadense tentou reagir, mas eis que aparece o primeiro grave caso do jogo, bola em profundidade e Serralheiro corre com Amilcar em direcção á bola e quando esta já está na posse do guarda redes Bruno, Serralheiro e Amilcar caem e o árbitro expulsa Serralheiro, por pretenso agarrão... marcar a falta tudo bem, mas 1º ponto o jogador do Mangualde não tinha a bola controlada, 2º ponto já não chegava á bola e não tinha hipótese de marcar, logo porquê o vermelho??? Do livre nada aconteceu. Aos 76 minutos Baresi é lançado pela direita por Ruben, e quando passa pelo defesa direito e entra na área é completamente ceifado e o árbitro o que faz, leva o apito á boca e não apita!, porquê? Até final os Pinguins tentaram incomodar o guarda-redes local mas este atento ia defendendo e segurando todos os lances.

Em jeito de conclusão os Pinguins acabam por perder um jogo injustamente, já que se tudo fosse normal o resultado justo seria um empate, assim não aconteceu.
[Grupo Desportivo Santacombadense]

Divisão de Honra: Cinfães 3 M. Beira 1


Num jogo de sentido único à baliza de Marcelo, a equipa do Cinfães foi quase sempre melhor que o seu opositor com uma exibição de qualidade futebolística mediana em que as ocasiões de golo pertenceram quase sempre aos da casa.
Na 1ª parte o Cinfães entrou a pressionar o sector mais recuado do Moimenta da Beira com 3 homens na frente de ataque e com o apoio de Rogério e Filipe.
Só a espaços o Moimenta da Beira ia causando incómodo à defesa do Cinfães que ia com maior ou menor dificuldade ganhando os lances de ataque da equipa que veio de terras do demo.
Num lance de bola parada, batido por Filipe Carvalho, Rafa sem marcação cabeceou bem e fora do alcance do guarda-redes Marcelo aproveitou para fazer o primeiro golo da tarde. Estava feito o mais difícil e pensava-se que a equipa do Cinfães a partir deste lance podia tranquilizar-se um pouco mais e melhorar o seu futebol. Só que já perto do intervalo e através de um canto do lado direito do ataque do Moimenta da Beira, depois de um primeiro alívio na área, Parma chutou colocado e rasteiro e restabeleceu a igualdade. Um golo caído do céu para a equipa visitante, que tinha feito muito pouco para o merecer.
Moimenta não assustou

A 2ª parte começou novamente com o Cinfães ao ataque e com o golo a surgir aos 13 minutos depois de um bom trabalho técnico de Carlão na área do Moimenta da Beira. De destacar antes do golo do Cinfães a troca de guarda-redes que se deveu a uma lesão de Manuel num lance dividido com o avançado do Moimenta da Beira.
Vítor Rebelo reagiu e fez entrar dois homens para alargar o ataque da sua equipa que não teve nenhuma oportunidade de golo clara e ia causando embaraço à defesa do Cinfães apenas em lances de bola parada.
A 2 minutos dos 90’, Gaio, após um contra-ataque, aproveitou bem o cruzamento de Mauro e fez à-vontade, de cabeça, o terceiro golo.
Resultado certo, num jogo onde o Cinfães foi o único a demonstrar querer a vitória.Bom trabalho do jovem prometedor árbitro Bruno Pereira que viajou de Sátão.

Ficha de Jogo:

Cinfães 3
- Manuel, Tozé, Carlão, Ângelo, Mauro, Rafa, Filipe Carvalho, Rogério, Paulo Costa, Gaio e Marcelo
Substituições: Padeiro por Manuel (51´), Tiago por Paulo Costa (76´) e Monteiro por Filipe Carvalho (85´)
Suplentes não utilizados: Nuno, Carlitos, Manuel Vieira e João Ricardo
Treinador: Vítor Moreira

Moimenta da Beira 1
- Marcelo, Jorge, Humberto, Renato, Cid, Nuno, Rafael, Centeio, Parma, João e Henrique
Substituições: Nando por Nuno (61´), Baba por Rafael (62´) e Trinta por Jorge (87´)
Suplentes não utilizados: Humberto, Filipe, Pingato e André
Treinador: Vítor Rebelo

Jogo no Estádio Municipal Prof. Cerveira Pinto, Cinfães
Assistência: cerca de 120 espectadores
Árbitro: Bruno Pereira (Sátão)
Auxiliares: João Lopes e Sérgio Pinto
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Rafa (38´), Parma (44´), Carlão (59´) e Gaio (88´)
Acção Disciplinar: Cartões Amarelos para Nuno (23´), Rogério (77´), Renato (92´) e Mauro (92´)

Texto e Foto: JPC
In Vis Fut Magazine

1ª Norte: O. Douro 2 Tarouquense 3

Numa tarde de algum frio, o Tarouquense deslocava-se a Oliveira do Douro para defrontar a equipa local a contar para a 8ª jornada da 1ª Divisão Distrital. Como todos nós sabemos jogar fora e ainda por cima num campo como o de Oliveira do Douro não e fácil, mas se a equipa visitante quisesse manter o primeiro lugar não havia ultra alternativa se não ganhar o jogo, por mais difícil que pudesse parecer esta deslocação até as terras do Douro. O jogo começou por volta das 15h, com algum publico a assistir ao jogo e a resistir ao frio que se fazia sentir, o Tarouquense entrou disposto a comandar o jogo, mas isso nem sempre foi possível, pois a equipa local ia dando uma boa réplica. A equipa visitante nunca desistiu de procurar o golo e a meio da primeira parte através de um ponta pé de canto o Tarouquense conseguiu chegar ao golo num lance confuso dentro da área adversária, com Paulo ferreira a colocar a bola no fundo da baliza, fazendo o 0-1, o intervalo aproximava-se e o jogo continuava equilibrado. No segundo tempo a equipa local vinha disposta a alcançar o empate, criando alguns lances de perigo que deixavam a defesa do Tarouquense em sobressalto, mas como já tinha acontecido na primeira parte, a meia hora do segundo tempo numa bola metida para as costas da defesa contraria Simão oportuno como sempre fez o segundo golo para a equipa visitante, golo esse que parecia vir dar tranquilidade a equipa do Tarouquense, mas isso não viria a acontecer visto que o Oliveira do Douro iria reduzir a vantagem através de um livre, livre esse que levou a bola a entrar na “gaveta” da baliza defendida por Marco. A equipa do Tarouquense continuou a procura de mais um golo, para alcançar a tranquilidade e numa bola metida em profundidade, Filipe marcou o 3 golo para a equipa visitante, mas a vitória ainda não estava garantida, pois o Sr. Arbitro encarregou-se de arranjar uma grande penalidade a favor da equipa local, penalidade essa que viria a ser convertida com sucesso colocando o resultado em 3-2. O jogo aproximava-se do fim e a equipa do Tarouquense ia controlando o tempo de maneira a não sofrer mais nenhum golo.É de assinalar a dureza imposta pelos jogadores do Oliveira do Douro, que em alguns lances poderiam ter lesionado com gravidade alguns jogadores do Tarouquense. Em relação a arbitragem, tirando o lance da grande penalidade e alguns cartões que ficaram por mostrar, portou-se dentro da normalidade. O Tarouquense segue assim na liderança do campeonato.

Ficha de Jogo

A.D.R. Tarouquense:
Marco, Patrício, Eduardo, Abílio, João Pedro, Valério, Zezito, Paulo Ferreira, Pedro, Simão e Ferrador.
Substituições: João Pedro por Augusto, Ferrador por Filipe e Paulo Ferreira por Xano.
Suplentes não utilizados: Daniel, Paulo e Ruben.
Marcadores: Paulo Ferreira, Simão e Filipe.
Treinador: Filipe Governo.

3ª C: A. Viseu 1 Sanjoanense 0



Académico chegou à liderança


O Académico de Viseu está na liderança da 3ª Divisão Nacional – Série C, fruto de um golo de Marcos, aos 41 minutos, que valeu o triunfo sobre o anterior líder, a Sanjoanense.
Foi um excelente jogo de futebol, condicionado por uma arbitragem que usou e abusou da autoridade, em especial na amostragem do cartão amarelo, que valeu o segundo a Cardoso, quando estavam decorridos 12 minutos do segundo tempo. Diríamos que o juiz de Bragança acabou por estragar um espectáculo até ali muito interessante. Este facto marcou a partida e Idalino de Almeida foi obrigado a mudar a estratégia. Com a equipa mais curta, deu a iniciativa de jogo ao adversário e tratou de reunir as tropas na defesa da baliza de Manuel Fernandes, primeiro, e Nuno, depois. Com muito sacrifício e, diga-se também, muito apoio das bancadas, os academistas tiveram o prémio no final. Seguraram a vantagem e ascenderam à liderança, um justo prémio para um grupo que tudo tem feito para recolocar Viseu no mapa futebolístico nacional.

Uma excelente primeira parte

O jogo começou dividido, com as duas equipas apostadas em não deixar os seus créditos por mãos alheias. O jogo era muito e bem disputado, mas nos primeiros 20 minutos não houve ocasiões de golo claras para qualquer das equipas. Nesta fase da partida saliência para alguma desconcentração de Beaud, ele que estranhamente teve algumas perdas de bola que causaram alguns calafrios. No entanto, com o decorrer da partida, o jogador africano tranquilizou-se e tranquilizou a equipa, sendo uma peça importante na hora de defender a vantagem conseguida.
À passagem da meia hora a turma visitante abrandou o ritmo, o que permitiu a que os viseenses tomassem conta da partida. Filipe Figueiredo foi o primeiro a criar dificuldades a Pedro Justo, com um remate acrobático na zona da marca de pénalti, com o guarda-redes da Sanjoanense a defender com dificuldade.
Aos poucos a pressão dos viseenses intensificou-se. Megane, aos 37 minutos, assustou Pedro Justo, mas no minuto seguinte ficou por assinalar uma grande penalidade a castigar um agarrão a Marcos na área contrária. O golo surgiria três minutos depois, com o luso-venezuelano a aparecer ao segundo poste a rematar de cabeça e a fazer o único tento do encontro.
Antes do intervalo uma grande jogada do regressado Eduardo merecia melhor sorte, com o remate a sair rente ao travessão.
O segundo tempo ficou marcado pela expulsão de Cardoso, o que, como dissemos, acabou por ter influência decisiva no resto da partida. Jorge Silva lançou novos dados para o desafio e a pressão sobre o último reduto academista intensificou-se. Sérgio Silva, numa desatenção da defesa academista, atirou ao poste, na melhor ocasião dos visitantes para chegar à igualdade.
A lesão de Manuel Fernandes, aos 72 minutos, trouxe alguma apreensão às hostes viseenses, mas Nuno mostrou estar à altura na defesa da sua baliza, deixando excelentes indicação a Idalino de Almeida.
Do árbitro acrescentar que, globalmente, fez uma arbitragem deficiente. Um jogo deste calibre merecia um árbitro de outra categoria.

Manuel Fernandes foi ao hospital

Manuel Fernandes saiu abalado aos 72 minutos, acabando, por precaução, o departamento médico academista por levá-lo ao Hospital de S. Teotónio. À hora do fecho desta edição o guarda-redes aguardava o resultado de um TAC, uma vez que se suspeitava de um traumatismo craniano.

Marcos foi a figura do jogo

O defesa marcou o único golo do encontro. A trabalhar em Madrid, fez 500 quilo metros para jogar e colocar o Académico na liderança. Mas fez mais que isso. Fez uma excelente partida, mostrando a serenidade habitual na hora de maior assédio do adversário.

Ficha de Jogo:

Ac. Viseu 1
- Manuel Fernandes, Caliço, Marcos, Negrete, Megane, Beaud, Álvaro, Cardoso, Eduardo, Filipe Figueiredo e Zé Bastos
Substituições: Filipe Figueiredo por Santos (60’), Manuel Fernandes por Nuno (72’) e Bastos por João Miguel (59’)
Suplentes não utilizados: Lopes, Zé Pedro, Barra e Tiago Leal
Treinador: Idalino de Almeida

Sanjoanense 0
- Pedro Justo, Nuno Santos, Vilaça, Paulo Jorge, Magalhães, Helder, Menegueti, Moisés, Toninho, Sérgio Silva e Bobó
Substituições: Menegueti por Filipe (59’), Magalhães por Marcinho (73’) e Sérgio Silva por Hugo Gomes (85’)
Suplentes não utilizados: João, Hugo, Hugo Paulo e Filipe
Treinador: Jorge Silva

Jogo no Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu
Assistência: cerca de 2000 espectadores
Árbitro: Octávio Pereira, do CA de Bragança
Auxiliares: Carlos Melo e Sá Vaz
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Marcos (41m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Negrete (14m), Cardoso (39 e 57m), Magalhães (42m), Beaud (61m), Manuel Fernandes (72m), Filipe (76m), Bastos (78m), Santos (86m) e Nuno (90m)
Cartão vermelho para Cardoso (57m)

José Luís Araújo
In Desporto da Rádio Vouzela

domingo, novembro 25, 2007

Divisão de Honra: Vouzelenses 1 Lamego 3

IGOR VOLTOU A SER O HERÓI DO JOGO
Jogo que previa difícil para os Vouzelenses, que defrontavam o primeiro classificado e em que a incógnita seria qual a grande dificuldade que a equipa da casa conseguia impor ao Lamego.
A primeira parte decorreu com algum equilíbrio, até aos 25 minutos, altura em que surgiram as situações mais perigosas para os Vouzelenses, com Nuno Fernandes em destaque em duas ocasiões.
O Lamego respondeu com Binaia a rematar muito por cima aos 28 minutos. Depois foi Igor por duas vezes que esteve perto do golo. Aos 33 minutos cabeceou a rasar o posto e aos 42 isolado na área rematou para boa defesa de José Carvalho com os pés.
O resultado nulo ao intervalo reflectia o que se passou em campo.
Na segunda parte esperavam-se mudanças no jogo do Lamego, que justificassem a sua posição, mas foram os Vouzelenses que se adiantaram no marcador.
Aos 50 minutos com um remate à entrada da área Bruno Silva inaugurou o marcador.
A perder o Lamego passou a pressionar mais, empurrando a equipa da casa para o seu meio campo. Os Vouzelenses defendiam com galhardia e muito empenho e conseguiram aguentar-se até aparecer o herói do jogo.

Igor resolveu em 5 minutos

Aos 70 minutos Igor fez a igualdade “penteando” a bola após um pontapé de canto. Dois minutos depois e após um livre o mesmo Igor desviou para o golo. Igor não estava satisfeito e aos 75 voltou a facturar.
Em apenas cinco minutos a armada de Fernando Silva ruiu, com o hat-trick de Igor.
Com este duro golpe a equipa vouzelense quebrou animicamente e não mais incomodou a defensiva lamecense.
O resultado final aceita-se, pela parte final da equipa do Lamego, que consegui impor a sua mais valia.
Arbitragem em bom plano de António Cardoso.

Ficha de jogo:
“Os Vouzelenses” 1
- José Carvalho, José Santos, André Silva, Ricardo Ferreira, Jorge Marques, Carlos Mendes, Sérgio Pereira, Bruno Silva (cap.), Bruno Pinto, Carlos Marques e Nuno Fernandes
Substituições: Sérgio Pereira por Bruno Ferreira (74’) e Ricardo Ferreira por Hélder Araújo (79’)
Suplentes não utilizados: Marco Gonçalves, Pedro Vasconcelos, Nuno Paiva e Hélder Bandeira.
Treinador: Fernando Silva.

Sp. Lamego 3
- Filipe, Rafael Duarte, Diogo, Daniel Bastos, Miguel Soares, Miguel Martins, Júnior, Ivan, Igor, Binaia e Lemos
Substituições: Ivan por Hénio (69’), Binaia por Domingos (77’) e Lemos por Miguel Monteiro (85’)
Suplentes não utilizados: Adriano e Miki
Treinador: Vítor Pereira

Jogo no Campo da Chãs
Assistência: Cerca de 150 espectadores
Árbitro: António Cardoso (Castro Daire)
Auxiliado por Carlos Silva e Sérgio Rocha
Resultado ao intervalo: 0-0
Marcadores: Bruno Silva (50’) e Igor (70’, 72’ e 75’)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para: Carlos Marques (34’), Binaia (39’), José Santos (53’), Bruno Silva (58’), Ivan (59’) e Carlos Mendes (71’)

JM/FA
In Desporto da Rádio Vouzela

2ª C: Penalva do Castelo 0 Nelas 0


DERBY COM EMOÇÃO MAS SEM GOLOS

Sem dúvida que este derby era aguardado pelos adeptos e apoiantes de ambos os conjuntos, com grande expectativa. Penalva do Castelo e Nelas, são duas equipas que lutam pelos seis primeiros lugares, aqueles que dão acesso à fase da luta pela subida, pelo que não admiraria que ambas as equipas dessem o seu melhor. No fundo, foi o que aconteceu, mas, se calhar, esperava-se mais pelo menos em termos de futebol praticado. Pareceu-nos evidente que qualquer um dos conjuntos jogou mais com o coração do que com a cabeça.
O jogo começou em toada muito cautelosa e com nenhuma das equipas a querer desfazer o seu sistema defensivo, embora fosse o Penalva do Castelo a mostrar ligeiro ascendente ofensivo, mas com alguma descontração em termos de remate. O Nelas privilegiava a conquista da posse do meio campo de onde tentava surpreender o último sector penalvense. Praticamente não houve ocasiões de golo até aos 37 minutos, altura em que, de facto, em contra – ataque por Ewerton a colocar a bola em Gilmar, mas este rematou para defesa espectacular de Nuno. Na resposta foi Ewerton que acabou por travar a bola com a mão à entrada da grande área e na conversão do livre, por Tomé, a bola passou a rasar o poste da baliza de Rui Vale. Aos 40 minutos foi Paulo Listra que, de surpresa, rematou levando a assistência a gritar golo, mas a bola saiu a rasar o canto superior esquerdo da baliza contrária. Ao intervalo, o zero a zero reflectia, perfeitamente, o que se tinha passado durante os primeiros quarenta e cinco minutos.
Para o reatamento, as equipas não fizeram alterações. Foi, de novo, o Penalva a entrar mais ofensiva e criou duas ou três excelentes ocasiões de golo nos primeiros dez minutos. Depois os visitantes conseguiram equilibrar a partida e assistiu-se a futebol dividido. Mas a partir dos 22 minutos os locais retomam a toada ofensiva e Rui Vale teve de mostrar muita atenção. Contudo, num contra – ataque rápido, Ruan falha à frente da baliza de Nuno. Aos 35 minutos foi Gora evitou o golo do Penalva e na resposta foi Nuno que não deixou que o Nelas ficasse na frente.

Nos últimos minutos, mercê das alterações feitas no xadrez, o Penalva do Castelo encostou o adversário para o seu meio campo.Houve, sem dúvida, muita emoção mas também muito pouco discernimento, o que redundou num jogo sem golos. Registo negativo para o cartão vermelho mostrado a João Aurélio por agressão a Lage, já em tempo de descontos.

Ficha de Jogo:

Penalva do Castelo 0
Nuno; Rogério, Gamarra, Sérgio e Carvalhinho; Coquinho, João Aurélio e Paulo Listra; Ruben, Sanussi e Tomé.
Substituições: Coquinho por Belo (67’), Carvalhinho por Leandro (82’) e Tomé por Tiago Sousa (84’).
Suplentes não utilizados: Tó Oliveira, Dani, Alex e Sérgio Pote.
Treinador: Carlos Agostinho

Nelas 0
Rui Vale; Gora, Tiago, Lage e Roque; Oliveira, Ewerton e Paulinho; Rui Santos, Gilmar e Ruan.
Substituições: Paulinho por Diogo (62’)
Suplentes não utilizados: Armando, Anézio, Luís, Ivo, Bruno e Saraiva.
Treinador: Mazola

Jogo no Complexo Desportivo da Sant`Ana, em Penalva do Castelo
Assistência: Cerca de 1 000 espectadores
Árbitro: João Lamares (Porto)
Auxiliares: Tomás Correia e Paulo Feital
Resultado ao intervalo
Acção disciplinar: cartões amarelos: Ewerton (38’), Gora (54’), Gilmar (65’), Carvalhinho (71’), Rogério (81’). Cartão vermelho: João Aurélio (93’)

C. C.
In Desporto da Rádio Vouzela

3ª C:Valecambrense 1 Social Lamas 0

Social sem sorte
Não foi, de todo, o resultado que o Social de Lamas quereria averbar no terreno de uma equipa que ainda não tinha ganho para este campeonato. Os castrenses procuravam vencer para depois, mercê de um resultado negativo da Sanjoanense, ascenderem ao topo da tabela. Tal não aconteceu porque o Social não cumpriu a missão que levava traçada, ou seja, conquistar os três pontos.
Com domínio territorial e boa troca de bola, o Social de Lamas dominou a primeira parte, evitando mesmo que os da casa chegassem com relativo perigo à sua baliza. No entanto, o futebol tem destas coisas, e numa tarde menos inspirada dos avançados castrenses, fruto, diga-se, de uma exibição guerreira do Valecambrense, o golo não apareceu. Pelo menos para o lado forasteiro já que aos 46 minutos, numa confusão dentro da grande área, Bruno Ribeiro, com azar, atirou para dentro da sua baliza, traindo assim o guarda-redes Careca que se preparava para agarrar a bola com segurança.

Ficha de Jogo:

Valecambrense 1
- Rui Miguel, Peixe, Américo, Nuno Mota, Marquinhos, Charuto, Hélder Almeida, Hélder Mendes, Marcão, Douglas e Rui Pedro
Substituições: Rui Pedro por Garcês (55’), Douglas por Rogério (82’) e Hélder Almeida por Bebé (85’).
Suplentes não utilizados: Bairrada, Ruizinho e Nuno Preto.
Treinador: Rui Correia.

Social Lamas 0
- Careca, Bruno Ribeiro, Pedro, Telmo, Schwartz, João Pedro, Manu, Pedro’s, Jusko, Nando e Mário Pedro.
Substituições: Pedro’s por Zé Carlos (51’), Nando por Ricardo (72’) e Jusko por Oceano (76’).
Suplentes não utilizados: Márcio, Filipe, Celso e Patrick.
Treinador: Zé Tó.

Jogo no Municipal de Vale de Cambra
Assistência: cerca de 1500 pessoas
Árbitro: Miguel Vieira (Porto)
Auxiliares: Daniel Barbosa e José Pinto.
Ao intervalo: 1-0
Marcador: Bruno Ribeiro (46’ a.g.)
Acção disciplinar: cartão amarelo para Pedro’s (10’), Pedro (68’), Schwartz (84’), Zé Carlos (90’) e Bruno Ribeiro (94’).

Carlos Magalhães
In Vis Fut Magazine

3ª C: Valonguense 1 Tondela 1

Árbitro marcou encontro pela negativa
Foi um jogo onde a verdade desportiva acabou por ser defraudado. De facto, o grande protagonista, pela negativa, foi o árbitro que teve uma actuação a todos os níveis deficiente, em termos disciplinares. A sua dualidade de critérios só surgiu, curiosamente, a partir do momento em que os forasteiros abriram o activo. A partir daí, o juiz de campo colocou-se do lado dos locais, obrigando o Tondela a cortar o ritmo de poder chegar mais além no resultado. Ao mínimo encosto legal, não só marcava falta como ainda mostrava amarelos aos visitantes. Assim, o Valonguense acabou por empatar e como faltavam só dez minutos para o final já não deu para os tondelenses poderem chegar à vitória.
A primeira parte foi toda do Tondela, com a equipa em boa toada ofensiva, pecando apenas no aspecto da finalização. Aliás, esse é um dos factores que terá de ser trabalhado pelo novo treinador, João Bento. Os locais, praticamente, não saíram do seu meio campo, acantonando-se na sua defensiva. No segundo tempo, os forasteiros continuaram a mandar na partida e chegaram ao golo num bom lance de Alex, e concretizado de forma soberba e com um grande golo de Baré. Depois aconteceu o que já referimos.

Ficha de Jogo:

Valonguense 1
- Wis; Sérgio, André, Vítor Hugo, Carmindo, Hugo Ferreira, Portulez, Roberto, Barbosa, Tó Jorge e Miguel.
Substituições: Miguel por Bruno Soares (57’), André por Cláudio (62’) e Roberto por Silvano (82’)
Suplentes não utilizados: Marco, Paulinho, Vítor Bruno e Serginho
Treinador: Viterbo

Tondela 1
- Mikael; Carlos Botas, Mauro, Bruno Almeida, Ivo, Chico, Carlos Miguel, Osvaldo, Steven, Baré e Alex
Substituições: Carlos Miguel por Carlos Almeida (68’) e Steven por Sousa (77’)
Suplentes não utilizados: Augusto, Filipe, Espanhol e Barca
Treinador: João Bento

Jogo no Estádio Basto Xavier, em Arrancada do Vouga
Assistência: Cerca de 300 espectadores
Árbitro: Luciano Silva (Porto)
Auxiliares: Sérgio Batista e Rui Ferreira
Resultado ao intervalo: 0-0
Marcadores: Baré (51’) e Cláudio (78’)
Acção disciplinar: Hugo Ferreira (45’), Steven (45’), Carlos Miguel (52’), Mauro (59’), Alex (60’) e Ivo (85’).

C.F.
In Vis Fut Magazine

2ª C: Anadia 1 Sátão 0

Sátão com sorte mesmo na derrota
O Anadia foi o justo vencedor, uma vez que dominou e controlou sempre o jogo. O resultado poderia ter sido mais dilatado, caso os bairradinos tivessem a pontaria mais afinada. Apesar de terem dominado, os pupilos de Fernando Niza mostraram imensas dificuldades na finalização dos lances. Por sua vez, o Sátão jogou para o empate, apesar de ter criado duas situações de perigo em que poderia ter marcado.
A equipa da casa entrou mais pressionante e, aos nove minutos, Fábio poderia ter marcado de cabeça, mas o esférico saiu por cima da barra. Aos 24 minutos, Tiago rematou ao poste da baliza de Lopes. A finalizar a primeira parte, na sequência de um pontapé de canto, os avançados do Anadia falharam mais uma oportunidade, voltando a rematar ao poste.
Na etapa complementar, os «Trevos» da Bairrada continuaram pressionantes, com vários lances de perigo na grande área adversária, mas a finalização nem sempre foi a melhor. Aos 69 minutos, o Sátão quase inaugurava o marcador, valeu a atenção de Lourenço, que desviou o esférico para canto, com os locais a reclamaram fora de jogo, mas o árbitro nada assinalou.
A equipa visitante criou ainda mais uma oportunidade de golo, aos 82 minutos, atirando uma bola à barra da baliza do guardião anadiense. Na recarga, Hélder Ramos atirou para fora. E tão desejado golo do Anadia acabou por surgir já em tempo de compensação, numa bola bombeada para a grande área, que Simões aproveitou para cabecear para o fundo das malhas.Arbitragem regular.

Ficha de Jogo:

Anadia 1
- Lourenço, Fredy, Nelson, Machado, Miguel Afonso, Ruben, Simões, Damas, Tiago, Fábio e Telmo.
Substituições: Telmo por Rui Paulo (54m) e Ruben por Fausto (67m).
Suplentes não utilizados: Marco, Gilmar, Pedro Alegre e Luís André.
Treinador: Fernando Niza.

Sátão 0
- Lopes; Tó, Hélio, Xico, Hélder, Deodato, Luís, Nuno Simões, Ciro, Nélson e Tozé.
Substituições: Tozé por Hélder Ramos (52m) e Nuno Simões por Rebelo (71m).
Suplentes não utilizados: José Luís, Menezes e Abner.
Treinador: Jorge Paiva.

Jogo no Estádio Municipal de Anadia
Assistência: cerca de 200 espectadores
Árbitro: Marco Pina (Lisboa)
Auxiliares: Paulo Moreira e Júlio Branco
Ao intervalo: 0-0
Marcador: Simões (91m)
Cartões amarelos: Tó (39m), Deodato (58m), Tiago (87m), Hélder Ramos (88m), Simões (91m) e Damas (93m)

Constantino Ferreira
In Vis Fut Magazine

Resultados

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão - 8 Jornada
Escola
- Murtoense 0-0

Campeonatos Masculinos
II Divisão Nacional Série C - 12ª Jornada
Anadia - Sátão 1-0
Penalva do Castelo - Nelas 0-0

III Divisão Nacional Série C - 10ª Jornada
A. Viseu - Sanjoanense 1-0
Valonguense - Tondela 1-1
Valecambrense - Social Lamas 1-0

Distritais da A.F Viseu

Divisão de Honra: 10ª Jornada
Campia - Parada 3-1
Paivense - Pesqueira 3-1
Mangualde - Santacombadense 1-0
Cinfães - M. Beira 3-1
Vouzelenses - Lamego 1-3
Carvalhais - Sampedrense 0-0
Lusitano - Lamelas 4-1
C. Senhorim - O. Frades 3-0

1ª Distrital: 8ª Jornada
Zona Norte:
Sernancelhe - Resende 2-2
Alvite - Fornelos 3-0
Ceireiros - Boassas 4-2
Sezurense - V. Benfica 1-2
O. Douro - Tarouquense 2-3
Nespereira - F. Aves 2-3

Zona Sul:
M. Dão - V. Açores 0-3
Mortágua - Cabanas 2-0
Molelos - V. Chã de Sá 7-0
Santar - S. Cassurrães 3-1
C.S. Maria - Besteiros 0-1
C. Sal - Ranhados 2-1

2ª Distrital: 9ª Jornada
Caparrosa - Roriz 2-2
Riodades - P. Gonta 0-0
Leomil - Lageosa 3-2
Lobanense - Abraveses 2-1
Arguedeira - Vilamaiorense 0-0
Silgueiros - Vale de Madeiros 3-2
P. Lafões - S. Besteiros 3-0
Folga: Farminhão

sexta-feira, novembro 23, 2007

Antevisão III Nacional Série C

É dia de antevisão da III Divisão nacional em colaboração com A Magia do Futebol

Académico de Viseu – Sanjoanense: os forasteiros são os líderes da competição mas os viseenses partem para esta jornada com legítimas aspirações a ocupar o lugar maior da Série C da III Divisão mas para isso tem que vencer e esperar que o Social Lamas – que é o segundo – esteja pelos ajustes. São as duas equipas que estão em melhor forma neste momento. A Sanjoanense é líder, ainda não perdeu neste campeonato – e já lã vão 9 jogos – tem o melhor ataque da competição e a melhor defesa tanto no total como na condição de visitante. Fora de portas apenas cedeu um ponto em Figueira de Castelo Rodrigo. O Académico de Viseu continua a crescer e quando se esperava que cambaleasse um pouco após o empate caseiro com o Social Lamas arrancou uma preciosa vitória em Tondela. Se a Sanjoanense está há 9 jogos sem perder o Académico também não fica muito atrás nesse aspecto, não perde desde a segunda jornada e já lá vão sete jogos.

Valecambrense – Social Lamas: a equipa de Lamas de Moledo desloca-se a Vale de Cambra sabendo que uma vitória pode valer a liderança – caso a Sanjoanense não vença em Viseu – e pode até ganhar pontos a ambos os mais directos adversários caso Académico e a turma de São João da Madeira empatem no Fontelo. O Valecambrense ainda não venceu nenhum jogo e só Figueirense e Dragões Sandinenses tem mais golos sofridos que eles. No entanto há que ter um dado em atenção, em casa o Valecambrense apenas perdeu com o Académico de Viseu. O Social Lamas fora de portas é de extremos, ou seja, venceu o Figueirense e Dragões Sandinenses e empatou em Viseu mas foi goleado pelo São João de Ver. Resultados dos últimos confrontos entre ambos em Vale de Cambra: 1-0 – 1-1- 0-1.

Valonguense – Tondela: ao 10º jogo no campeonato o Tondela estreia o seu terceiro treinador! João Bento é agora o timoneiro. Há apenas dois pontos a separar as duas equipas – com vantagem para o Tondela – e não será fácil a tarefa para a equipa do distrito de Viseu uma vez que o Valonguense apenas cedeu um ponto no seu terreno. No entanto nos últimos 6 confrontos para o campeonato o Valonguense só venceu um – foi em casa frente ao Valecambrense. O Tondela por sua vez não vence há dois jogos no campeonato e fora de portas apenas venceu o primeiro jogo – em Oliveira do Hospital – a partir daí perdeu em Santa Maria de Lamas e empatou na Tocha e Milheirós de Poiares. Resultados dos últimos confrontos de ambos em Arrancada do Vouga: 1-1 - 2-1.


José Ferreira

Jogos para o fim-de-semana

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão - 8 Jornada
Escola - Murtoense

Campeonatos Masculinos
II Divisão Nacional Série C - 12ª Jornada

Anadia - Sátão
Penalva do Castelo - Nelas

III Divisão Nacional Série C - 10ª Jornada
A. Viseu - Sanjoanense
Valonguense - Tondela
Valecambrense - Social Lamas

Distritais da A.F Viseu

Divisão de Honra: 10ª Jornada
Campia - Parada: Luís Ramos
Paivense - Pesqueira: António Carlos Cardoso
Mangualde - Santacombadense: Álvaro Figueiredo
Cinfães - M. Beira: Bruno Pereira
Vouzelenses - Lamego: António Augusto Cardoso
Carvalhais - Sampedrense: Luís Ribeiro
Lusitano - Lamelas: Nuno Ventura
C. Senhorim - O. Frades: Fernando Ananias

1ª Distrital: 8ª Jornada
Zona Norte:
Sernancelhe - Resende: António Xavier
Alvite - Fornelos: Nuno Silva
Ceireiros - Boassas: José Cid
Sezurense - V. Benfica: Cláudio Cardoso
O. Douro - Tarouquense: Adelino Duarte
Nespereira - F. Aves: Pedro Saraiva

Zona Sul:
M. Dão - V. Açores: Luís Gomes
Mortágua - Cabanas: Carlos Duarte
Molelos - V. Chã de Sá: José Duarte
Santar - S. Cassurrães: Paulo Aguiar
C.S. Maria - Besteiros: Carlos Pires
C. Sal - Ranhados: Nuno Vaz

2ª Distrital: 9ª Jornada
Caparrosa - Roriz: Carlos Rodrigues
Riodades - P. Gonta: Almiro Almeida
Leomil - Lageosa: Joel Portelada
Lobanense - Abraveses: Vítor Silva
Arguedeira - Vilamaiorense: António Loureiro
Silgueiros - Vale de Madeiros: José Gomes
P. Lafões - S. Besteiros: Paulino Morais
Folga: Farminhão

Alegado caso de corrupção - Jornal O Crime

Deixamos aqui uma reportagem do jornal "O Crime" sobre a polémica que surgiu na passada semana no nosso distrito. A não perder o "Árbitros e garrafas".
Clicar aqui para ver maior.

quinta-feira, novembro 22, 2007

Bolsa de Valores Ano II Nº13 (16 a 22 de Novembro)



A Associação Cultural Desportivo e Recreativo de Lamelas foi a equipa da semana que passou. A equipa treinada por Paulo Sant'Ana venceu o Carvalhais por 2-1 e com este resultado está a somente 1 ponto do líder Lamego. Continua a a excelente campanha desta equipa desde que comandada por Sant'Ana.


O Sporting Clube de Santar foi a desilusão da semana. A equipa treinada por João Pereira era líder da 1ª Sul, depois de um início de campeonato muito complicado, mas acabou por ir sofer a primeira derrota onde não se esperava, em Campo de Besteiros. A derrota por 2-1 fez a equipa descer ao 3º lugar.

Nota: Lembramos que todos podem votar, bastando para isso enviar um e-mail com as suas escolhas para futebolviseu@hotmail.com ou futebolviseu@gmail.com

Faça como no exemplo:
Equipa da semana:(faça o mesmo para a desilusão)
1º Nome da equipa - 3 pontos
2º Nome da equipa - 2 pontos
3º Nome da equipa - 1 ponto

Prazo: Pode votar até às 22 horas de quinta-feira

Rankings Acumulados

Pela primeira vez esta época, vamos apresentar os rankings acumulados das nossas votações. Como o caro leitor sabe as votações acabam muitas vezes por ser resultado das expectativas criadas e não somente da classificação das equipas. Assim vamos apresentar o ranking acumulado Ranking Total que contabiliza a diferença entre os pontos de equipa da semana e desilusão da semana, sendo claro o ranking mais positivo e desejado, das 10 +(mais votadas para equipa da semana), das 10 –( mais votadas para desilusão da semana), e ainda o Total de Pontos que soma votos positivos e negativos, de forma a saber-se a equipa mais votada.

Ranking Total : Lamelas lidera

10+ : Penalva e Nelas lideram

10 – : Nelas lidera

Total de Pontos: Nelas lidera
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