quarta-feira, abril 30, 2008

1ª Distrital: Baixa de Divisão: Vila Chã de Sá 1 - Sernancelhe 3

Sernancelhe:
Valter; André Serôdio (Ronilson), Ricardo Macedo, Simões, Rafael; Manso, Kalano, Manuel (Moutinho) Sérgio; Paulinho (André Justino), Lucindinho;
Golos: Ricardo Macedo, Paulinho, Moutinho.

Jogo emotivo, equilibrado, e sem qualquer tipo de margem de erro para qualquer das equipas, uma vez que na 1ª mão se tinha registado um empate.
Começou melhor o Sernancelhe, e na sequência de um livre muito bem executado por Kalano, Paulinho falha a emenda ao 2ª poste; o marcador sofre alteração por volta dos 15 minutos, e novamente num lance de bola parada: Kalano marca um pontapé de canto, Simões ganha nas alturas e Ricardo Macedo inaugura o marcador, após uma defesa do Guarda-Redes visitado.
Até ao intervalo, o Vila Chã de Sá tentou pressionar o ultimo reduto do Sernancelhe, que no entanto se mostrou muito coeso.
Na 2ª parte o Sernancelhe aumentou a vantagem, novamente através de um lance de bola parada, novamente bem executado por Kalano, que encontrou Paulinho, que a "meias" com um defensor contrário, empurrou o esférico para o fundo das redes.
Os locais "acusaram" em demasia o golo sofrido, e os visitantes aproveitaram para "matar" o jogo, numa jogada individual muito bem finalizada por Moutinho.Ainda reduziram os locais, numa ofensiva da direita do seu ataque, na única jogada em que a defensiva azul-grená compremeteu.
O Sernancelhe podia ainda ter atingido a goleada, mas Lucindinho com a baliza deserta, preferiu "oferecer" o golo a Moutinho, que se encontrava em posição de fora de jogo.
Resultado justo, onde a equipa de arbitagem liderada por Nuno Ventura teve uma excelente actuação, imune a pressões, e com autoridade suficiente para ser elogiada.

terça-feira, abril 29, 2008

1ª Distrital - Apuramento de Campeão: Tarouquense 2 Molelos 2


Vinte e sete de Abril de 2008, Domingo soalheiro com temperatura ideal para a pratica do desporto Rei “ O FUTEBOL “, no complexo Desportivo da Cidade de Tarouca, com uma moldura humana fora do habitual uma vez que se deslocaram a Tarouca muita gente da equipa adversária o Molelos, depois das duas equipas terem atingido o objectivo principal da época, que era a subida de Divisão, disputava mais um encontro a contar para o apuramento do Campeão da 1ª Divisão Distrital da Associação de Futebol de Viseu. Não está fácil a vida para as equipas do ADR Tarouquense e do C. A. de Molelos, pois decorridos dois confrontos entre ambos não passaram além do empate em ambos, mas sempre com golos, no primeiro encontro disputado em Molelos empate a Três golos e no encontro em Tarouca novo empate a duas bolas, está bem patente na classificação e nas exibições empolgantes, destes dois conjuntos que são sem duvida as duas melhores equipas desta competição. O jogo deste domingo na primeira parte foi completamente dominado pela equipa do ADRT e se ao intervalo o resultado não era mais expressivo do que os 2-0 a seu favor, isso se deve aos seus avançados, que se não tivessem sido tão perdulários na hora da finalização o resultado seria outro e a questão estaria resolvida. Na segunda parte os jogadores do Tarouca entraram no jogo como pensando que com mais ou menos dificuldade o mesmo estava ganho e quando nada fazia prever os de Molelos deram a volta ao jogo com dois golos esquisitos, muito embora não queremos tirar o mérito dos atletas do Molelos pela forma com encararam os segundos quarenta e cinco minutos da partida, foi o Tarouca novamente á procura de um golo que lhes desse o triunfo mas não o conseguiu, nem uma nem outra equipa, valeu o esforço vibrante de ambas as hostes a apoiar as suas cores, mas que me desculpem os presentes se tivesse que haver um vencedor tinha que ser o Tarouca pelo que fez no global dos dois encontros. Valeu no final o lanche convívio entre jogadores de ambas as equipas e seus adeptos, mostrando que o futebol pode ser um intercâmbio e convivo de povos. A isto se chama desporto de multidões. Senhores dirigentes da Associação de Futebol de Viseu, se nas competições europeias quando se realiza um embate entre duas equipas a duas mãos, o resultado que conta além das vitorias se as houver, contam os golos em caso de igualdade de resultados nos dois encontros. Como nos dois confrontos entre o Molelos e o Tarouca se registaram dois empates, no 1º encontro em Molelos 3-3 e neste em Tarouca 2-2, quem devia ser o Campeão??. Quem assistiu a estas duas partidas de certo no final das mesmas pensava como eu. Tarouca é o Campeão! Só nesta Associação é que isto acontece!!! Se ambas as equipas tivessem apenas realizado um jogo em campo neutro, ai teria que haver um vencedor. Agora dois confrontos entre ambas nos seus redutos, teria que contar o resultado dos dois encontros, resultado esse que dava o Tarouca como Campeão Distrital. Senhores directores da A. F. Viseu, acabado que foi o Campeonato as equipas ficam privadas de alguns atletas e devem saber que o prolongar desta Competição, acarreta despesas para os clubes e não só! Arbitragem com uma ou outra falha somente deixou jogar e de resto esteve a bom nível.

Ficha de Jogo:

A.D.R. Tarouquense
Bruno, Ruben, Patrício, Paulo Ferreira, João Pedro, Pedro, Zezito, Jorge, Simão, Ferrador e Filipe.
Substituições: Jorge por Valério, Ruben por Ceia e Simão por Augusto.
Suplentes não utilizados: Marco, Paulo, Xano e Rafael.
Marcadores: Filipe (1) e Ferrador (1).
Treinador: Filipe Governo.

In Blog Tarouquense
Foto: Blog Miradouro

Divisão de Honra: O. Frades 3 Sampedrense 2


A importância deste jogo, para ambas as equipas, justificava um melhor ‘palco’ e o campo de Ribeiradio não foi, de todo, bem escolhido para a realização da partida. As reduzidíssimas dimensões impedem a prática de um bom futebol e isso via-se com a rapidez de que tão depressa a bola estava de um lado do campo como estava do outro mas, ainda assim, agradável pela entrega dos jogadores.

Acabou por se adaptar melhor o Oliveira de Frades a este ‘triste’ pelado e chegou à vantagem de dois golos, por intermédio de Carlitos, de cabeça, e Semedo, a aproveitar uma má reposição.
Tagui já tinha ameaçado, aos 26 minutos, com um remate cruzado a obrigar Quirino a defesa apertada, mas foi através de uma grande penalidade, muito duvidosa, aos 43 minutos, que o mesmo jogador reduziu a diferença e relançou a partida para o segundo tempo.

Desfalcada (apenas com dois suplentes), a Sampedrense restabeleceu a igualdade aos 51 minutos, através do recém entrado Jorgito que fez um remate vistoso e bem colocado, no entanto, ao minuto 67, o capitão Moura deu ao Oliveira de Frades a vitória e a permanência na Divisão de Honra.
Já a Sampedrense ficou agora bem mais longe da subida.

Olga Almeida, árbitro da partida, complicou o que poderia ser fácil, mas talvez também a ela o campo tenha feito “confusão”.

Ficha de Jogo:

Oliveira de Frades 3
Quirino, Abel, Carlitos, Chano, Moura, Moacir, Jimmy, Semedo, Nuno Soares, Neves e Trindade
Substituições: Chano por Janeca (82’), Jimmy por Rui (92’) e Semedo por Rui Almeida (93’)
Suplentes não utilizados: João, Ramos, Costa e Daniel.
Treinador: Rui Manuel.

Sampedrense 2
André Maló, Baixote, Gouveia, Nuno, Beto, Márcio, Zito, André, Fábio, Tagui e Cordeiro
Substituições: Zito por Jorgito (45’)
Suplente não utilizado: André
Treinador: Luís Almeida.

Jogo no Parque Desportivo de Ribeiradio.
Assistência: cerca de 125 pessoas
Árbitro: Olga Almeida
Auxiliares: Mário Ribeiro e Bruno Pedro
Ao intervalo: 2-1
Marcadores: Carlitos (3’), Semedo (41’), Tagui (43’ g.p.), Jorgito (51’) e Moura (67’ g.p.)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Márcio (19’), Moacir (29’), Chano (44’), Semedo (61’), Abel (89’) e Nuno (90’).

AB
In Desporto da Rádio Vouzela

Divisão de Honra: Lusitano 3 M. Beira 4

Versão 1
A verdadeira ‘final’ entre Lusitano e Moimenta da Beira foi, de facto, espectacular e até se pode dizer que ‘imprópria para cardíacos’. Já se sabia que quem perdesse ficava praticamente arredado da luta pela permanência e a importância de vencer era notória. Dentro deste cenário, a equipa dos Trambelos dominou grande parte do encontro, beneficiando do factor casa para se galvanizar um pouco mais. Contudo, os erros de toda uma época repetiram-se no derradeiro encontro, ou seja, a gritante falta de criatividade, eficácia e capacidade de finalizar deitaram por terra os objectivos da equipa. Neste jogo, o capítulo da finalização acabou por não ser o maior “handicap” do Lusitano, mas sim o guarda-redes Luís que, numa tarde desinspirada, acabou por não ajudar a equipa da melhor maneira.
No que ao jogo diz respeito foram os viseenses os primeiros a marcar. Diego de cabeça fez o golo ao segundo poste e fez estoirar a alegria. Efémera, ainda assim, já que aos 16 minutos, o melhor em campo, Paulo Isidoro, restabeleceu com a cabeça a igualdade. Até ao intervalo, o Moimenta foi crescendo, e repelindo a melhor entrada dos da casa mas no descanso ainda se mantinha o empate a uma bola.
O segundo tempo foi rico em golos, cinco para ser mais preciso. Repetiu-se também a história. O Lusitano entrou melhor, mais tranquilo, a trocar bem a bola, mas a faltarem-lhe ideias para entrar com perigo na grande área forasteira. Assim, acabou por ser o Moimenta a aproveitar um lance rápido para dar a volta ao ‘placard’. Parma tirou um defesa do caminho e diante de Luís rematou rasteiro. O guardião lusitanista ficou mal na fotografia já que a bola lhe passou por debaixo do corpo.
Balanceados no ataque, pois não tinha outro ‘remédio’, o Lusitano correu maiores riscos na sua defesa, que seriam fatais aos 70 minutos. Novamente Parma, agora frente a Esteves, conseguiu isolar-se e novamente cara a cara com Luís voltou a facturar. Já se festejava do lado visitante quando Jeremias relançou a partida. Uma defesa incompleta de Humberto II foi bem aproveitada. No entanto, e perto do final, Paulo Isidoro matou o jogo. De livre directo, o jogador do Moimenta rematou colocado e ‘bateu’ Luís que, “pregado ao chão” viu a bola entrar. Se não tivesse desistido da bola a história poderia ser outra…
Em tempo de compensação o Lusitano reduziu novamente mas fruto de um erro de comunicação entre ‘Humbertos’ (o guardião e o defesa). Diego aproveitou para fazer o 3-4 final.
Derrota muito castigadora para o Lusitano que assim tem a descida praticamente consumada enquanto o Moimenta da Beira tem aqui uma excelente rampa de lançamento para lutar pela permanência. Sem ter feito muito por isso, a equipa de Vítor Rebelo venceu sobretudo porque foi eficaz nas poucas oportunidades, aproveitando muito bem os erros contrários.
Arbitragem muito positiva de António Augusto Cardoso.

Ficha de Jogo:

Lusitano 3
Luís, Serginho, Hugo, Miguel Lourenço, Esteves, Juan, Jeremias, Geyson, Diego, Agostinho e Nuno
Substituições: Nuno por Zé António (45’) e Miguel Lourenço por Bill (76’)
Suplentes não utilizados: Rafael, Salgueiral, Daniel, Washington e Diogo.
Treinador: Silvério Gomes.

Moimenta Beira 4
Humberto II, Jorge, Humberto, Renato, Vítor, Paulinho, Centeio, Parma, Paulo Isidoro, Pingato e Hugo
Substituições: Paulinho por João (57’), Pingato por Henrique (64’) e Vítor Alexandre por Filipe (89’).
Suplentes não utilizados: Marcelo, Cid, Toni e Rudi.
Treinador: Vítor Rebelo.

Jogo no Estádio dos Trambelos, em Vildemoinhos (Viseu)
Assistência: cerca de 250 pessoas
Árbitro: António A. Cardoso (Castro Daire)
Auxiliares: Sérgio Rocha e Carlos Silva
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Diego (11’ e 92’), Paulo Isidoro (16’ e 85’), Parma (61’ e 70’) e Jeremias (79’).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Paulinho (38’), Vítor (49’), Centeio (69’), Parma (69’) e Henrique (89’).

Vítor Ramos
In Desporto da Rádio Vouzela

Versão 2
Se os golos são o sal do futebol, o jogo dos Trambelos satisfez plenamente o apetite dos adeptos. Sete golos num confronto que retirou ao Lusitano praticamente todas as esperanças na manutenção.
Até começou melhor a equipa alvi-negra, quando aos 16´ Diego correspondeu da melhor maneira a uma incursão pelo flanco esquerdo de Jeremias. Em desvantagem no marcador a turma de Moimenta da Beira começou a libertar-se dos espartilhos defensivos e Paulo Isidoro, de cabeça, igualou o resultado apenas cinco minutos depois do golo trambelo.
O Lusitano acusou o empate e o entusiasmo nas bancadas começou a esmorecer, até porque com o passar dos minutos tornavam-se notórias as debilidades do seu sector defensivo, obrigando, inclusivamente, Silvério Gomes a trocar Serginho e Miguel Lourenço de posição.
Nesta fase da partida, a equipa azul e branca assumia o domínio do jogo e esteve perto da reviravolta do marcador, mas Paulinho e Paulo Isidoro não conseguiram desfeitear Luís.

Pressão ofensiva local infrutífera


Para o segundo tempo, já com José António em campo, a disposição do conjunto de Vildemoinhos alterou-se e cedo iniciou um período de forte pressão no último reduto visitante, que nesta fase se limitava a tentar tapar os espaços num bloco recuado junto da sua área, tarefa que levou a bom porto.
Estava o jogo praticamente com sentido único quando Parma, num lance de contra-ataque, se desmarcou e, à saída do guardião visitado, desviou a bola para o fundo das redes de Luís. Lento a reagir à desvantagem, no campo e no banco, o Lusitano viu Parma elevar a contagem, depois deste se ter desembaraçado com alguma facilidade da marcação efectuada por Esteves.
Já com Bill em campo o Lusitano teve um derradeiro sopro de vida, mas Paulo Isidoro, na sequência de um livre, superiormente cobrado, coroava a sua exibição, dando a entender que está claramente talhado para outros voos. Humberto, num auto-golo, ainda reduziu a vantagem visitante para a diferença mínima, mas o jogo estava sentenciado a favor da equipa que cometeu menos erros.
O trio de arbitragem teve uma actuação discreta. No lance mais polémico, já na fase final do encontro, acabou por não atender à queda de José António na área azul e branca, pese os protestos locais.
Holsson

segunda-feira, abril 28, 2008

1ª Distrital - Play-off de subida: Santar 4 Resende 1

Santar:
1- João, 2-João Lopes, 3- Carlos, 4 - Marcial, 5- Luís, 6- Paulão(Cap), 7 - Marinho, 8 - Luís Paulo, 9 - Bruno, 10 - Man, 11 - Vítor Hugo
Substituições: Paulão por Tójó(62’), Vítor Hugo por Filipe(68’), Marinho por André(90’)
Suplentes não utilizados: Jorge Silva e Jorge
Treinador: João Pereira

Resende:
32 – Marco, 16 – Luís Cardoso, 13 – Broncas, 22 – Paulo, 8 – Teixeira(Cap), 17 – Ricardo Silva, 50 – Renato, 88 – Viduka, 21 – Ricardo, 9 – Montenegro, 10 - Matinhas
Substituições: Ricardo Silva por Hugo Amaral(45’), Matinhas por Rafael Santana(73’), Brocas por Carlos Mendes(85’)
Suplentes não utilizados: Pedro Camelo, Pataco e Telmo
Treinador: João Loureiro

Estádio: Francisco Vital
Árbitro: Fernando Ananias
Assistentes: Francisco Costa e Carlos Pereira
4º Árbitro: Cláudio Cardoso
Resultado ao Intervalo: 2-1
Marcadores: 1-0 Luís Paulo(7’), 1-1 por Renato(27’ gp), 2-1 por Bruno(45’), 3-1 por Luís Paulo(47’), 4-1 por André(90+4’)
Acção Disciplinar: Amarelo: Luís Paulo(66’), Carlos(68’), André(90+4’) / / Ricardo(28’), Marco(32’), Montenegro(32’), Luís Cardoso(47’), Teixeira(90’)
Vermelho: Luís(26’) / / Paulo(54’)

Jogo fabuloso dá subida de divisão

O Sporting Clube de Santar conseguiu hoje a desejada subida à divisão de Honra. Numa tarde de muito sol e calor e com uma numerosa assistência, a equipa da casa precisava de dar a volta a uma desvantagem de 2 golos e para isso presenteou os adeptos com uma soberba exibição.

A equipa da casa consciente do que tinha que fazer entrou bem no jogo, dominando e tentando criar perigo junto à baliza de Marco. Nesta fase inicial o Resende ainda conseguia importunar ligeiramente a defesa do Santar, mas com o passar dos minutos o jogo desenrolou-se quase em exclusivo no meio campo dos forasteiros. Aos 7' surgiu a primeira explosão de alegria, com Luís Paulo de cabeça ao segundo poste a bater Marco, após canto superiormente marcado por Vítor Hugo. O Santar dominava e apresentava bom futebol e esteve muito perto de voltar a marcar. Paulão após jogada individual cruzou para Luís Paulo desviar de cabeça, contudo a bola saiu ligeiramente ao lado. O Resende não conseguia reagir e era o Santar que dominava e que procurava igualar a eliminatória. Aos 26' balde de água fria no Francisco Vital. Na marcação de um livre Renato obriga João a defender, ainda assim a bola vai na direcção da baliza e ao tentar o corte, a bola bate na mão de Luís. O árbitro assinalou grande penalidade e expulsou o jogador do Santar. Na marcação da grande penalidade Renato fez o 1-1. Aos 26' o Santar empatava e estava reduzido a 10 jogadores. Poderia ter sido o fim, mas o Santar reagiu muito bem à situação e mesmo em inferioridade mandou no jogo. Fantástica a atitude dos jogadores da casa, que continuaram a ter mais posse de bola, a praticar melhor futebol e a estar mais próximo de marcar. Nem se percebia quem jogava em inferioridade. Esta atitude foi premiada aos 45'. Man assiste Bruno e este com calma tira um adversário do caminho e faz o 2-1 para o Santar. Nova explosão de alegria e a subida estava de novo em aberto. O Santar foi para o intervalo a vencer com toda a justiça.

A segunda parte não poderia ter começado melhor para os da casa. Aos 47' Man assiste Luís Paulo que se livrou do seu defesa e rematou para um grande golo. Explosão de alegria e eliminatória empatada. Estava feito o mais difícil e ainda por cima em inferioridade numérica. O Santar não estava satisfeito e continuou em procura do 4-1 que garantia a subida. Aos 54' Paulo foi expulso após entrada sobre Marinho e as equipas ficaram assim ambas com 10 jogadores. Curiosamente com 10 jogadores o Resende conseguiu sacudir um pouco a pressão, aproveitando o contra-ataque para colocar em sobressalto a defesa contrária, contudo sem importunar o guarda-redes João. Na outra baliza Marco evitou por várias vezes o golo em remates de Luís Paulo(duas vezes) e Bruno. Aos 78' o Santar dispôs de uma excelente oportunidade mas o chapéu de Filipe saiu ligeiramente por cima. As melhores oportunidades continuavam a ser do Santar, mas o golo não acontecia. Com o jogo a chegar ao seu final o Resende quase estragou a festa, quando aos 90' numa confusão na área na sequência de um canto enviou uma bola à trave. Foi o lance mais perigoso da equipa do Resende. Marco ainda negou novamente o golo a Luís Paulo, mas foi quando já todos esperavam por novo jogo que se deu a maior explosão de alegria. Aos 94' o Santar conseguiu chegar ao 4-1, após jogada de Filipe a bola sobrou para o recém entrado André que só teve que encostar para o fundo da baliza. Foi a loucura no Francisco Vital com o Santar a garantir a subida à divisão de honra. Fez-se justiça ao cair do pano.

Vitória e subida mais que merecida para equipa do Santar, que fez um jogo fantástico num ambiente fantástico.

Versão olho aberto
Muitos espectadores afluíram ao Parque Desportivo Francisco Vital em Santar para assistir a este jogo de futebol que apurava uma equipa para a subida há divisão de honra, muita gente veio de Resende e claro pelo meio lá se ia fazendo pela vida vendendo cachecóis, bonés, chapéus de sol, ou algumas bandeiras alusivas às equipas em disputa.

Saiu o Santar, mas o jogo era muito disputado no meio campo das equipas e o primeiro canto do desafio coube á equipa do Santar aos 8 minutos de jogo, bola no quarto círculo Vítor Hugo chuta com conta, peso e medida para a cabeça de Luís Paulo que liberto foi só encostar de cabeça e estava feito o um a zero.
Aos catorze minutos de jogo Marco Keeper do Resende e Montenegro da mesma equipa sentiram-se indispostos foram assistidos mas recuperaram.
Aos dezasseis minutos João Lopes do Santar remata, mas este sai muito por alto.
Aos 23 minutos de jogo Luís Paulo tem nos seus pés o dois a zero mas atirou torto.
Aos 26 minutos de jogo Ananias resolve dar uma ajuda ao Resende transformando um livre a favor do Santar em contra, do livre muito bem marcado por Renato a bola sobrevoa a grande área do Santar e Luís mete mão à bola, penalty e expulsão, da marcação do penalty Renato não perdoou e pensou-se o pior para as gentes afectas ao Santar, mas nada disso aconteceu e foi bom de ver que apesar de estar em inferioridade numérica era a equipa da casa que mandava no jogo e a equipa do Resende protestava por tudo e por nada o que lhes ia valendo os respectivos amarelos
Quando todos nós pensávamos no empate Bruno do Santar resolve tirar um bom remate da cartola e põe a sua equipa em vantagem, ao reatar a partida o árbitro manda todos para os balneários.

Para a segunda parte do desafio e com alterações na equipa do Resende que saiu, mas logo aos 3 minutos da 2ª parte Luís Paulo com um forte remate e colocado fez o três a um, o guarda redes não ficou isento de culpas.
Aos 11 minutos da 2ª parte Paulo do Resende é expulso com o cartão vermelho directo por falta grosseira sobre um adversário que se isolava.
Com o resultado em três a um, três a três nos dois desafios o jogo corria de feição às hostes do Resende que após a expulsão do seu jogador parece que acordou e veio para a frente e incomodar o último reduto do Santar e esteve quase a marcar o segundo, mas a bola foi ao poste.
Para os cinco minutos finais o Santar começou a jogar com um bom pontapé do seu guarda redes João que punha a bola na grande área adversária e que por várias vezes causou calafrios aos seus defesas, numa incursão no meio campo e quando procurava se isolar o avançado do Santar é posto em fora de jogo com uma decisão errado do árbitro assistente do lado do peão.
Sobre os 90 minutos de jogo o quatro a um, Filipe do Santar recebe um passe longo do seu guarda redes e é ceifado pela defesa do Resende mas a bola sobra ainda para André que atira para o fundo da baliza, então pergunto senhor Fernando Ananias e o cartão vermelho ao defesa do Resende porque não o mostrou, mas mostrou o amarelo ao André por festejar o golo sem a respectiva camisola, critérios não é senhor árbitro tal e qual como aquele a que o levou a não fazer o jogo Canas de Santa Maria - Silgueiros por estar a chover, com o reatar da partida o árbitro deu o apito final, venceu quem mais porfiou.
Resta-me dizer se a equipa do Santar pusesse em todos os jogos aquilo que aqui fez de certeza que não estava nesta posição, boa sorte para a divisão de honra.
Para terminar não posso deixar de realçar a pachorra que o árbitro assistente do lado dos bancos teve para com um senhor de camisola branca e calção azul deve ser o treinador ou adjunto do Santar deve-lhe agradecer não ter sido expulso.
Sobre a arbitragem já se disse tudo, até mais ver.

Divisão de Honra: Cinfães 2 Campia 1

Num jogo nem sempre bem jogado, o Cinfães deu um passo de gigante rumo à subida. Aproveitando a derrota da Sampedrense, os cinfanenses ‘bateram’ o Campia por 2-1 e aumentaram para quatro pontos a vantagem na tabela quando estamos a dois jogos do final do campeonato.
O líder começou bem, ao fazer o primeiro golo por Rogério que, de primeira, conseguiu um bonito ‘tento’.
Já na segunda parte, Mauro dilatou o marcador ao executar o golo à saída do guardião Baptista. Com a diferença mais ampla, o Cinfães parece que foi ‘adormecendo’ e o Campia aproveitou para reduzir, por intermédio de Fidek, que aos 70 minutos marcou um ponto de viragem. No entanto, até ao apito final, os forasteiros não conseguiram a igualdade para regozijo do líder, que está agora a uma vitória da festa.
Exibição tranquila do experiente árbitro Álvaro Figueiredo.

Ficha de Jogo:

Cinfães 2
Padeiro, Tozé, Carlão, Ângelo, Eduardo, Rafa, Filipe, Rogério, Mauro, Gaio e Marcelo
Substituições: Mauro por Joca (80’), Eduardo por Monteiro (82’) e Ângelo por Flávio (86’).
Suplentes não utilizados: Manel, Paulo Costa, Manuel Vieira e João Ricardo.
Treinador: Vítor Moreira.

Campia 1
Baptista, Fontoura, João Pereira, Leandro, Paulinho, João Miguel, Pedro Cunha, Fidek, Tiago, Vieira e Hypie
Substituições: Paulinho por Makelele (28’), Vieira por Nuno (62’) e João Pereira por Laranjeira (71’)
Suplentes não utilizados: Cunha, Marujo e Rui Afonso.
Treinador: João Cruz.

Jogo no Estádio Prof. Cerveira Pinto, em Cinfães
Assistência: cerca de 400 pessoas
Árbitro: Álvaro Figueiredo (Viseu)
Auxiliares: Bruno Nascimento e Jorge Ramos
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Rogério (5’), Mauro (48’) e Fidek (70’).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Padeiro (27’), Ângelo (43’), Tozé (49’), Leandro (68’), Hypie (73’), Nuno (75’), Pedro Cunha (85’), Rogério (86’) e Gaio (90’).

João Cardoso
In Desporto da Rádio Vouzela

Divisão de Honra: C. Senhorim 0 Lamego 1




Numa tarde de grande calor e muito sol, o Canas de Senhorim recebeu em casa o Lamego. Duas equipas do cimo da tabela classificativa, mas com os objectivos da época diferentes, os do Canas de Senhorim compridos e os do Lamego não compridos.
Pode dizer-se que houve duas partes distintas no jogo, a primeira com ascendente dos forasteiros e a segunda com ascendente dos da casa.
Começou melhor o Lamego, com o domínio do jogo a criar algumas situações de muito perigo para a baliza de Fernando, entre as quais duas bolas ao poste. Num contra-ataque a equipa da casa ficou reduzida a 10 elementos, com a expulsão de Roque. Pouco depois e na consequência de uma insistência do ataque do Lamego, Junior a fazer um cruzamento para a pequena área com Adrião e fazer o golo na própria baliza, e assim chegou o intervalo.
Na segunda parte o jogo resume-se ao domínio total do Canas de Senhorim, mas sem conseguir fazer o golo da igualdade que daria justiça ao marcador.
Arbitragem positiva do Sr. Joel Portelada, sem grandes casos e com as duas equipas a ajudarem para que o jogo corresse sem grandes picardias.

GDR:
1-fernando, 2-Guilheume, 3-Adrião, 4-Simão(cap). 5-Roque, 6-Rui, 7-João Farturas, 8-Cláudio, 9-Janeiro, 10-Pilão, 11-Dani.
12-Pedro, 13-Pedro II, 14-Bérito, 15-Zé Guilherme, 16-Nélson, 17-Bruno
Substituições - Adrião por Bruno (45m), Pilão por Bérito (70m), Rui por Nélson (75m).

[Fernando Lucas]

3ª C: Valonguense 1 Tondela 5

Ao contrário do que se poderia pensar o golo madrugador dos locais foi o tónico necessário para os tondelenses que, sabendo que perder pontos era proibido, cresceram e foram para cima do adversário, o que permitiu a Chico empatar três minutos depois. O CD Tondela não se mostrava satisfeito e demonstrando grande capacidade anímica, continuaram a carregar no acelerador e Beré faz a “cambalhota” no resultado. Os locais pareceram desorientados e foi a altura dos visitantes aproveitarem essa onda e Steven encarregou-se de aumentar a vantagem para 1-3. Quem pensou que o resultado até ao intervalo estava feito, enganou-se redondamente. De facto, continuando a pressionar, os pupilos de João Bento obrigaram a defesa da casa a fazer falta para grande penalidade que Beré se encarregou de transformar no 1-4. Foram quarenta e cinco minutos de grande espectáculo de futebol, pois se é verdade que os forasteiros nunca deixaram de atacar, também é verdade que os locais nunca se remeteram a uma defesa porfiada.
Na segunda parte, o Clube Desportivo de Tondela tirou o pé do acelerador, o que deu azo a que o Valonguense conseguisse jogar, quase, de igual para igual. No entanto, os forasteiros só tiveram que ir gerindo o tempo e o marcador. E até nem foi preciso que o conjunto orientado por João Bento voltassem a marcar, já que disso se encarregou, obviamente, de forma involuntária, Vítor Hugo, ao fazer o auto – golo que acabou por fazer o resultado final. A vitória não sofre contestação, embora os números sejam algo exagerados. A arbitragem pecou no capítulo disciplinar.

Ficha de Jogo:

Valonguense 1
Luís, Vítor Hugo, Carmindo, Roberto, Hugo, Portulez, Cláudio, Barbosa, Tó Jorge, Serginho e Marco
Substituições: Carmindo por Silvano (45’), Marco por Fábio Dias (65’) e Tó Jorge por Diogo Gonçalves (80’).
Suplentes não utilizados: Marco II, Maurício, Diogo Barriga e João Gortê.
Treinador: Carmindo.

Tondela 5
Mickael, Filipe, Mauro, João Paulo, Dani, Xico, Barca, Osvaldo, Steven, Beré e Phil Jackson
Substituições: Phil Jackson por Carlos Almeida (34’), Beré por Tchocamar (65’) e Mauro por Carlos Botas (79’).
Suplentes não utilizados: Augusto, Luís Pedro, Abelha e China
Treinador: João Bento.

Jogo no Campo Bastos Xavier, em Valongo do Vouga
Assistência: cerca de 200 pessoas
Árbitro: Ricardo Duarte (Braga)
Auxiliares: Jorge Fernandes e Valdemar Maia
Ao intervalo: 1-4
Marcadores: Tó Jorge (2’), Chico (5’), Beré (15’ g.p. e 45’), Steven (42’) e Vítor Hugo (60’ p.b.).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Barbosa (14’ e 87’), Vítor Hugo (21’), Augusto (50’), Beré (60’), Barca (75’), Mauro (75’), Filipe (83’) e Portulez (89’). Cartão vermelho, por acumulação, para Barbosa (87’). Cartão vermelho directo para Silvano (60’).

FL
In Desporto da Rádio Vouzela

3ª C: S. Lamas 1 G. Figueirense 1

O Social de Lamas foi sobretudo feliz. O empate a uma bola frente ao Ginásio Figueirense é, de resto, um resultado bastante lisonjeiro pois a ‘turma’ de Zé Tó limitou-se a jogar um futebol bonito, agradável e produtivo nos primeiros vinte minutos do segundo tempo. Se o tivesse feito em todo o jogo conseguiria, sem sombra de dúvidas, um resultado bem melhor.
Assim sendo, o Figueirense acabou por ser infeliz ao não levar os três pontos do Complexo Desportivo de Castro Daire.
Chegaram à vantagem os visitantes aos 40 minutos. Um mau alívio do guardião Careca foi aproveitado por André, o melhor em campo, que só teve de facturar. Ao intervalo ganhava quem mais tinha feito para o merecer mas a palestra do técnico do Social de Lamas teve efeitos produtivos. Contudo, muito efémeros.
Os da casa reentraram completamente desfigurados e criaram muito perigo junto da baliza de Nuno Morais. Esse bom período culminaria com o golo de Telmo aos 54 minutos, fruto de um remate forte e colocado.
Continuaram no ataque os castrenses mas quer Manu, aos 61 minutos, quer Jusko, aos 63’, não conseguiram dar a volta ao marcador. Com estas ‘falhas’, parece que falharam também as “baterias” do Social de Lamas, que daí até ao final da partida pouco mais fez do que assistir ao Figueirense a criar oportunidades de golo. No entanto, ora a barra (por duas vezes), ora o guarda-redes Careca foram evitando a derrota.
Resultado demasiado elogioso para a medíocre exibição do Social numa partida com arbitragem positiva do trio oriundo de Aveiro.

Ficha de Jogo:

Social de Lamas 1
Careca, Schwartz, Pedro, Telmo, Mário Pedro, Nando, Manu, Zé Carlos, Jusko, Pedro’s e João Pedro
Substituições: Pedro’s por Celso (58’), Nando por Oceano (73’) e Zé Carlos por Ricardo (82’)
Suplentes não utilizados: Márcio, Filipe, Patrick e Xinoca.
Treinador: Zé Tó.

G. Figueirense 1
Nuno Morais, Zé Pedro, Válter, Sérgio, André, Luís Paulo, Camilo, David, Zé Santos, Paulo Jacinto e Faneca
Substituições: Zé Pedro por Paulo Rossas (28’), Luís Paulo por Titá (58’) e Paulo Jacinto por Alemão (83’)
Suplentes não utilizados: Válter Luís, Puskas, Fabiano e Alfredo.
Treinador: Manuel Barbosa.

Jogo no Complexo Desportivo de Castro Daire
Assistência: cerca de 100 pessoas
Árbitro: Pedro Oliveira (Aveiro)
Auxiliares: Vítor Almeida e Pedro Pinho
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: André (40’) e Telmo (54’)
Acção disciplinar: cartão amarelo para Zé Santos (17’), Faneca (35’), Mário Pedro (52’), Sérgio (60’), Camilo (71’), Manu (72’), Oceano (75’) e Schwartz (90’).

Né Oliveira
In Desporto da Rádio Vouzela

2ª C: Rio Maior 1 Nelas 1

Durante os primeiros quarenta e cinco minutos, o duelo teve duas partes distintas. Primeiro foi o Nelas quem tomou conta do jogo, criando situações de perigo junto da baliza de Marco Basílio, com Kifuta a mostrar-se inconformado e a criar a primeira oportunidade de golo anulada pelo guarda – redes da casa. No entanto, numa altura em que os locais reclamaram a paragem do jogo devido à quede de um seu jogador, foi Kifuta, quase sem querer, rematou para a baliza e conseguiu o golo de ângulo difícil. O Rio Maior respondeu e passou a tomar conta do encontro, com Telmo a movimentar-se ainda mais rápido e a conseguir o empate, num remate frontal, que não deu hipóteses de defesa a Rui Vale, na sequência de um pontapé livre, por falta cometida por Carlos André. Até ao intervalo, qualquer uma das equipas podia ter voltado a marcar. Mas o descanso chegou e o resultado que se verificava aceitava-se perfeitamente, dado a toada que ambas as equipas imprimiram durante a primeira parte. Entretanto, os nelenses tinham os ouvidos em Caldas para saberem como se desenrolava o marcador do jogo entre a equipa da casa e o Abrantes que ao intervalo até era favorável.
No segundo tempo, o Rio Maior apareceu mais ofensivo, mas foi evidente que a atitude do árbitro mudou bastante e a isenção andou algo longe. Mesmo assim, o Nelas ia respondendo, procurando também o golo da vitória. Telmo continuava a ser o quebra cabeças do conjunto de Nelas. Entretanto, das Caldas chegavam más notícias, com o Abrantes a marcar o segundo golo e a passar para a frente no marcador, “roubando” a liderança aos nelenses e deixando tudo muito complicado em termos da luta para a manutenção. Isso também pesou na cabeça dos jogadores que agora terão de vencer em Abrantes se quiserem a permanência na 2.ª Divisão Nacional.
No final, os responsáveis do Sport Lisboa e Nelas, deixaram bem vincado a sua frustração, mas não perderam a esperança de conseguir o objectivo para a época. O árbitro teve dois critérios, mostrando muita isenção no primeiro tempo, ou seja, fez um excelente trabalho, mas a não manter o mesmo comportamento no segundo tempo, prejudicando claramente o conjunto beiraltino.

Ficha de Jogo:

Rio Maior 1
Marco Basílio; Militão, Barata, Helder e Rodolfo; Canoa, Pacheco e André Pires; Ricardo Curto, Telmo e Robson
Substituições: Robson por Márcio Sousa (51’), Barata por Vaz Tê (57) e André Pires por Hugo (81’)
Suplentes não utilizados: Rui Oliveira, Nicolai, André Pereira e Miguel Belo
Treinador: Paulo Torres

Nelas 1
Rui Vale; Bruno, Carlos André, Saraiva e Roque; Anézio, Landing e Rui Lage; Ewerton, Kifuta e Rui Santos
Substituições: Saraiva por Tiago (50’), Anézio por Magalhães (59’) e Ewerton por Ruan (81’)
Suplentes não utilizados: Moreto, Luís Miguel e Alison.
Treinador: António Borges

Jogo no Estádio “Cidade Olímpica” de Rio Maior
Assistência: Cerca de 200 espectadores
Árbitro: José Gomes (Lisboa)
Auxiliares: Paulo Ribeiro e Hugo Guerreiro
Resultado ao intervalo: 1-1
Marcadores: Kifuta (20’) e Telmo (31’)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Helder (23’), Curto (24), Eobson (48’), Rui Santos (63’), Magalhães (72’), Militão (80’) e Landing (80’)

MLS
In Desporto da Rádio Vouzela

2ª C: Sátão 1 Torreense 2

Como foi habitual ao longo da época, o Sátão começou por dar a iniciativa do jogo ao adversário e passava depois ao contra – ataque, o que criou alguns problemas para a defesa visitante. No entanto, o Torreense mostrava-se sempre mais perigoso com lances de ataque, gizadas a partir do meio campo. Assim, não admirou que Tó Lopes tivesse de opor por duas vezes a remates fortes dos avançados contrários. Mas aos 17 minutos foi impotente para defender um cabeceamento de Catarino. A perder, o Sátão reagiu à procura do golo do empate e o futebol passou a ver-se mais no meio campo da turma da região Oeste. Durante cerca de dez minutos criou duas ou três grandes oportunidades de marcar. O Torreense apercebeu-se do perigo e apareceu mais no ataque. Contudo, num dos contra – ataques o Sátão conseguiu um pontapé de canto e na conversão do mesmo, Helder Sarmento, livre de marcação, fez o empate. Como é óbvio, o Torreense reagiu e aos 40 minutos, Castro atirou com estrondo à barra da baliza de Tó Lopes e, pouco depois, foi Coça que atirou ao poste. O intervalo chegou com o resultado certo, embora fosse o Torreense que esteve mais perto do segundo golo.
Na segunda parte, no início só deu Sátão e em dois ou três lances esteve à beira de marcar, valendo aos forasteiros o seu guarda – redes para evitar o golo. Aos poucos o Torreense foi equilibrando e no perigo rondou também a baliza de Tó Lopes. Élio obrigou Tó Lopes a grande defesa, mas a bola ainda bateu na barra da baliza. Mas a pressão dos visitantes prosseguiu e Catarino conseguiu “cavar” uma grande penalidade que o árbitro assinalou prontamente, tendo Miguel Paixão convertido o castigo máximo. Só que o Sátão nunca desistiu e mostrou muita dignidade procurando, de novo, o golo, ou seja, sair da 2.ª Divisão, perante o seu público de cabeça erguida. Arbitragem em bom plano.

Ficha de Jogo:

Sátão 1
Tó Lopes; Tó Ferreira, Ayuk, Chico e Helder Sarmento; Deodato, Rebelo e Meneses; Simões, Tozé e Nelson Leite.
Substituições: Rebelo por Abner (80’) e Deodato por Zé Luís (92’)
Suplentes não utilizados: Não houve.
Treinador: Jorge Paiva

Torreense 2
Humberto; André Santos, Marlon, Élio e Paulinho; Castro, João Afonso e Passos; Coça, Catarino e Miguel Paixão.
Substituições: Castro por Alverca (62’), Passos por Sérginho (62’) e Catarino por Cristiano (90’)
Suplentes não utilizados: Dário, Bola, Enildo e Tiago Policarpo
Treinador: Henrique Gregório

Jogo no Estádio Municipal da Premoreira, em Sátão.
Assistência: Cerca de 150 espectadores:
Árbitro: Albano Correia (Braga)
Auxiliares: Inácio Pereira e Duarte Pereira
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Catarino (17’) e Helder Sarmento (36’), Miguel Paixão (79’, de g. p.)
Acção disciplinar: Cartão amarelo para Paulinho (52’), Nelson Leite (56’), Helder Sarmento (81’)

Silvino Cardoso
In Desporto da Rádio Vouzela

2ª C: Covilhã 1 P. Castelo 0

Foi uma arbitragem vergonhosa a que foi protagonizada pelo trio de arbitragem de Portalegre. O Penalva do Castelo conseguiu aguentar bem a pressão dos locais e respondeu a contento. No entanto, o árbitro inventou uma falta que deu o golo a Real que teve sorte a aplicar o calcanhar. Foi um jogo muito bem disputado e a diferença, a favor dos locais, esteve mesmo no trio de arbitragem. Basta reparar na amostragem dos amarelos, quando nem metade havia necessidade.

Ficha de Jogo:

Covilhã 1
Igor Araújo; Márcio, Real, Sérgio Rebordão e Vladimir; Paulo Vaz (André, 54), Djikine (Cordeiro, 68) e Dani; Fabrício, Gomes (Bruno Nogueira, 61) e Paulo Campos
Suplentes não utilizados: Luís Miguel, Quelhas e João Martins
Treinador: Juanito e Luciano

Penalva do Castelo 0
Nuno; Rogério, Tiago Sousa, Gamarra e Carvalhinho (Sérgio Pote, 73); João Aurélio, Paulo Listra e Marco; Vítor Hugo (Leandro, 73), Ruben e Belo
Suplentes não utilizados: Tó Oliveira, Coquinho, André e Alex
Treinador: Carlos Agostinho

Jogo no Complexo Desportivo da Covilhã
Assistência :Cerca de 200 espectadores
Árbitro: António Batista (Portalegre)
Auxiliares: Paulo Quintino e Tiago Leite
Resultado ao intervalo: 0-0
Marcador: Real (63’)
Acção disciplinar: Cartão amarelo: Carvalhinho (6’), João Aurélio (19 e 65’), Marco (63’), Vítor Hugo (63’), Tiago Sousa (91’) e Paulo Listra (92’). Cartão vermelho por acumulação: João Aurélio (65’). Cartão vermelho: Rogério (94’)

Manuel Albuquerque
In Diário de Viseu

3ª C: Ac.Viseu 0-0 Arouca

Perante a minha dificuldade em escrever sobre este desafio, comecei por colocar o que dizia o Jornal de Noticias: ‘O árbitro Pedro Mesquita foi o protagonista do jogo, com prejuízo claro dos viseenses. Muitos espectadores, alguns mesmo de fora, afirmavam que se sentiam incomodados e consideravam que a verdade desportiva do jogo foi falseada…’. O que dizer mais de um jogo que deixou triste todos os viseenses, todos os que se dedicam aquele clube diariamente? O sr. Árbitro gozou literalmente com o trabalho dum grupo unido, dedicado, que semanalmente dá tudo para que aos domingos as coisas saiam bem. Mas perante o que se passou ontem, peço imensa desculpa mas falta-me vocabulário para classificar o que esse senhor fez durante o jogo. Espero que o mesmo leve uma grande punição, que a federação esteja atenta, e se deixe de uma vez por todas de hipocrisias e faça justiça. Se Pedro Mesquita continuar ‘apitar’, é porque a verdade desportiva teria mesmo sido falseada. E mais não vou dizer.

domingo, abril 27, 2008

Divisão de Honra : Lamelas 0 - Parada 1

EFICÁCIA CERTEIRA

Lamelas
David , Lopes , Marco , Luis , Gancha , P.J. , Tiago , Bruno , Vitor ( cap. ) , Sul , Toni
Substituições : Zenga por Bruno ( 49 ´) ; Assunção por Vitor ( 50 `) ; Micas por Lopes ( 80 ´)
Suplentes não utilizados : Baia , Márcio , Ventura , Angelo
Treinador : Paulo Sant`ana

Parada
Maló , Cunha , Simões , Pimenta , João Pedro , Augusto , Vasco , Rochinha , Luis , Caldeira , Jorge
Substituições :Rui Pinto por Rochinha ( 11 `) ; Josè Aluizio por Luis ( 68 `) ; Zé Pedro por Caldeira ( 82 `)
Suplentes não utilizados : Capela , Nelson , Mota , Paulo Parada
Treinador : Pereirinha

Ganhou quem mais precisava .
Ainda nenhuma das equipas tinha feito algo de significativo e já a equipa visitante inaugurava o marcador aos 9 minutos . Numa jogada pouco usual , e aproveitando um lançamento na direita e após um primeiro pentear de bola do avançado Vasco , aparece Caldeira a cabecear de forma indefensável para David . Conseguia o seu primeiro objectivo a equipa do Parada . Começar a ganhar . O jogo arrasta-se até ao intervalo com saliência apenas para dois lances de possível e capital , penalidade máxima a favor da equipa da casa . E se aos 17 `até se poderia justificar ,por suposta falta atacante , aos 19` fica por assinalar um penalty a favor do Lamelas por corte intencional , e quase em cima da linha de golo , colocando as duas mãos á frente do corpo , do defensor do Parada , evitando assim um golo eminente ! Começava aqui a pouco feliz , tarde

deste árbitro do quadro nacional .
A etapa complementar só vem mostrar a fraca qualidade do futebol praticado . Embora compreendendo da importância do resultado , deve assinalar-se a actuação futebolistica muito pobre das duas equipas . A visitante e benefeciando do golo alcançado na primeira parte , partiu mais na expectativa . Tentou o Lamelas chegar , pelo menos , ao empate , mas sem grandes oportunidades . Aceita-se a vitória dos visitantes , pela garra , entrosamento e maior maturidade demonstradas , principalmente através de um controle efectivo da zona do meio campo e uma defensiva de betão . Poderia aceitar-se o empate dos da casa , tivesse havido arte e engenho para concretizar .
Quanto ao trabalho da equipa de arbitragem , deixou muito a desejar . Acompanhando os lances a muita distância , o Senhor Caiado , apresentou muitas falhas , pouco aceitáveis para um árbitro do quadro dos Nacionais . Deficiente critério na amostragem de cartolinas e marcação de faltas , onde a dualidade de critérios foi evidente . Mau controle do tempo efectivo de jogo . Pelo menos uma grande penalidade clara por assinalar e uma cartolina vermelha a um jogador do Lamelas por mostrar . A atitude em relação ao público assistente e muita falta de bom senso , também se fizeram notar , neste árbitro , a quem já vimos fazer muito melhor . Uma actuação a rever , para melhor certamente .

Estádio : Padre José Tavares
Espectadores : Cerca de 500
Árbitro : Luis Caiado
Árbitros auxiliares : Luis Fonseca e Carlos Marques ( 4º Árbitro : Pedro Reis )
Marcadores : Caldeira ( 9 ´)
Cartões amarelos : Bruno 20 `; Zenga 70 `;
Melhores em campo : Lamelas : Toni /// Parada : João Pedro

Resultados

II Divisão Nacional Série C
Fase de Promoção - 5ª jornada:

Covilhã - P. Castelo 1-0

Fase de Manutenção - 5ª jornada:
Série C1:

Sátão - Torreense 1-2

Série C2:
Rio Maior - Nelas 1-1

III Divisão Nacional Série C
Fase de Promoção - 4ª jornada:

A. Viseu - Arouca 0-0

Fase de Manutenção - 4ª jornada:
Série C1:
Valonguense - Tondela 1-5

Série C2:
Social Lamas - G. Figueirense 1-1

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 28ª Jornada
Mangualde - Paivense 1-1
Cinfaes - Campia 2-1
Vouzelenses - Pesqueira 0-0
Carvalhais - Santacombadense 3-2
Lusitano - Moimenta Beira 3-4
Canas Senhorim - Lamego 0-1
Oliveira Frades - Sampedrense 3-2
Lamelas - Parada 0-1

1ª Distrital:

Apuramento de Campeão - 2ª mão
Tarouquense - Molelos 2-2(Total: 5-5 -vai haver 3º jogo)

Play-off de subida - 2ª mão
Santar - Resende 4-1(Total: 4-3 - Sobe Santar)

1ª Distrital:Apuramento de 5º/6º - 2ª mão
Viseu e Benfica - Vale de Açores 3-0(total - 3-0)

Apuramento Baixa de Divisão - 2ª mão
V. Chã de Sá - Sernancelhe 1-3(Total: 2-4 - desce V. Chã)

2ª Distrital - 28ª Jornada:
Lageosa - Parada Gonta 0-0
Abraveses - Roriz 1-1
Vilamaiorense - Caparrosa 1-3
Vale Madeiros - Riodades 2-1
Santiago Besteiros - Leomil 0-2
Farminhao - Lobanense 1-0
Pinheiro Lafoes - Arguedeira 1-2
Folga: Silgueiros

Camadas Jovens

Nacionais
Juniores A - 2ª Divisão - Série B
Fase de Manutenção - 5ª Jornada

Repesenses - U. Coimbra 0-0
Estação - A. Viseu 5-0

Juniores C - 2ª Fase - Zona A - 5ª jornada
Repesenses
- Porto 0-2

Distritais da A.F. Viseu
Juniores "A" - Fase final - 6ª Jornada

Penalva Castelo - Mangualde 1-2
Ranhados - Canas Senhorim 1-3
Cracks de Lamego - M. Beira 2-4

Juniores "B" - Fase Final - 2ª Jornada
Repesenses - Cinfães 3-2
Cracks Lamego - A. Viseu 1-2

Juniores "C" - Fase Final - 2ª Jornada
Mangualde - Lusitano 2-0
O. Frades - Resende 1-3

II Encontro de Escolas de Futebol

Os Pais dos alunos da Escola de Futebol – Os Ranhaditos, vão organizar no dia 03 de Maio de 2008, pelas 9:00 horas, no Parque Desportivo de Sta. Eufémia em Ranhados, o seu II Encontro de Escolas de Futebol, com a participação de 16 escolas de futebol, envolvendo cerca de 350 crianças, que vão jogar em 5 campos de futebol.

sábado, abril 26, 2008

Antevisão do Ac.Viseu - Arouca

Classificar este jogo como uma final, não me parece que seja de todo um exagero. É um jogo de capital importância para as aspirações viseenses, não sendo decisivo, é importantíssimo igualar o Arouca na classificação. É bom que os jogadores sintam isso, é bom que entrem dentro de campo, e mostrem que os resultados que eventualmente possam estar ‘combinados’, não lhes afecta minimamente. Penso que o jogo de domingo vai ser um jogo bonito, não acredito que o Arouca venha jogar para o empate, é uma equipa muito organizada e com algumas boas individualidades, e só com união e entrega por parte dos academistas será possível ultrapassar este adversário. O público também terá um papel decisivo, e neste sentido espero que apareça em peso, os jogadores do Académico merecem, eu lá estarei, levarei comigo 5 amigos, maioritariamente minhotos, faremos 200km… será preciso dizer mais alguma coisa...? ACADÉMICO...!

sexta-feira, abril 25, 2008

Jogos para o fim-de-semana

II Divisão Nacional Série C
Fase de Promoção - 5ª jornada:

Covilhã - P. Castelo

Fase de Manutenção - 5ª jornada:
Série C1:

Sátão - Torreense

Série C2:
Rio Maior - Nelas

III Divisão Nacional Série C
Fase de Promoção - 4ª jornada:

A. Viseu - Arouca

Fase de Manutenção - 4ª jornada:
Série C1:
Valonguense - Tondela

Série C2:
Social Lamas - G. Figueirense

Distritais da A.F. Viseu

Divisão de Honra - 28ª Jornada
Mangualde - Paivense: António Carlos Cardoso
Cinfaes - Campia: Álvaro Figueiredo
Vouzelenses - Pesqueira: Marco Fonseca
Carvalhais - Santacombadense: Pedro Saraiva
Lusitano - Moimenta Beira: António Augusto Cardoso
Canas Senhorim - Lamego: Joel Portelada
Oliveira Frades - Sampedrense: Olga Almeida
Lamelas - Parada: Luís Caiado

1ª Distrital:

Apuramento de Campeão - 2ª mão
Tarouquense - Molelos: Carlos Pires

Play-off de subida - 2ª mão
Santar - Resende: Fernando Ananias

1ª Distrital:Apuramento de 5º/6º - 2ª mão
Viseu e Benfica - Vale de Açores 3-0(total - 3-0)

Apuramento Baixa de Divisão - 2ª mão
V. Chã de Sá - Sernancelhe: Nuno Ventura

2ª Distrital - 28ª Jornada:
Lageosa - Parada Gonta: Paulo Marques
Abraveses - Roriz: Luís Gomes
Vilamaiorense - Caparrosa: Nuno Vaz
Vale Madeiros - Riodades: João Cunha
Santiago Besteiros - Leomil: Rosa Almeida
Farminhao - Lobanense: André Ferreira
Pinheiro Lafoes - Arguedeira: Paulo Aguiar
Folga: Silgueiros

Camadas Jovens

Nacionais
Juniores A - 2ª Divisão - Série B
Fase de Manutenção - 5ª Jornada

Repesenses - U. Coimbra
Estação - A. Viseu

Juniores C - 2ª Fase - Zona A - 5ª jornada
Repesenses
- Porto

Distritais da A.F. Viseu
Juniores "A" - Fase final - 6ª Jornada

Penalva Castelo - Mangualde: Fernando Ananias
Ranhados - Canas Senhorim: António Carlos Cardoso
Cracks de Lamego - M. Beira: José Gomes

Juniores "B" - Fase Final - 2ª Jornada
Repesenses - Cinfães: Olga Almeida
Cracks Lamego - A. Viseu: Nuno Ventura

Juniores "C" - Fase Final - 2ª Jornada
Mangualde - Lusitano: Rui Pires
O. Frades - Resende: Marco Fonseca

quinta-feira, abril 24, 2008

Bolsa de Valores Ano II Nº 33(18 a 24 de Abril)



O Grupo Desportivo de Mangualde é a equipa da semana. A equipa treinada por Jorge valente venceu no passado sábado a Taça Sócios de Mérito ao levar de vencida o Santacombadense por 2-1.


O Sport Clube Penalva do Castelo é a desilusão da semana. A equipa treinada por Carlos Agostinho perdeu novamente casa na fase de subida na 2ª C.

Nota: Lembramos que todos podem votar, bastando para isso enviar um e-mail com as suas escolhas para futebolviseu@hotmail.com ou futebolviseu@gmail.com

Faça como no exemplo:
Equipa da semana:(faça o mesmo para a desilusão)
1º Nome da equipa - 5 pontos
2º Nome da equipa - 4 pontos
3º Nome da equipa - 3 pontos
4º Nome da equipa - 2 pontos
5º Nome da equipa - 1 ponto

Prazo: Pode votar até às 17 horas de quinta-feira

Rankings Acumulados
Como o caro leitor sabe, as votações acabam muitas vezes por ser resultado das expectativas criadas e não somente da classificação das equipas. Assim vamos apresentar o ranking acumulado Ranking Total que contabiliza a diferença entre os pontos de equipa da semana e desilusão da semana, sendo claro o ranking mais positivo e desejado, das 10 +(mais votadas para equipa da semana), das 10 –( mais votadas para desilusão da semana), e ainda o Total de Pontos que soma votos positivos e negativos, de forma a saber-se a equipa mais votada.

Ranking Total : Tudo na mesma.

10+ : Nelas rouba liderança ao C. Senhorim

10-: Lamego lidera

Total de Pontos: o Nelas continua a ser a equipa mais lembrada pelos nossos leitores.

Juvenis do Santar visitam Academia de Alcochete


No Passado sábado, 20 de Abril, os Juvenis do Sporting Clube de Santar visitaram a Academia de Alcochete e o Estádio de Alvalade. A visita começou pela Academia de Alcochete, onde os jovens tiveram a possibilidade a realidade da formação leonina. Terminada a visita à Academia deslocaram-se para o estádio de Alvalade. Devido à presença da equipa do Sporting os jovens do Santar não conseguir visitar o estádio, mas no final acabaram por ser premiados. Com a equipa leonina de saída para Leiria, os jovens jogadores do Santar tiveram a oportunidade de confraternizar, pedir autógrafos e tirar fotografias(na foto Mauro com Liedson) com os jogadores leoninos. Grandes putos que deram uma sorte enorme ao Sporting(4-1 em Leiria) :)

quarta-feira, abril 23, 2008

Subidas e Descidas

O Blog Futebol do Distrito de Viseu com o aproximar do fim dos campeonatos vai todas as semanas colocar aqui as equipas que estão em zona de subida e de descida. Este trabalho vai ter por base o regulamento de provas da A.F. Viseu e o regulamento da F.P.F..

Se os campeonatos terminassem agora:

Campeonato Nacional Feminino 1ª Divisão(faltam 4 jogos)
Permanece: Escola

II Divisão Nacional Serie C:(2ª fase a decorrer)
Permanece: Penalva do Castelo e Nelas
Desce: Sátão


III Divisão Nacional Série C: (2ª fase a decorrer)
Permanece: A. Viseu e Tondela
Desce: Social Lamas

Distritais da A.F. Viseu:

Divisão de Honra:(faltam 3 jogos)
Sobe: Cinfães
Desce: M. Beira, Lusitano e Vouzelenses(já despromovido)

1ª Divisão: (terminou - faltam os apuramentos)
Sobe:
Molelos(já subiu) e Tarouquense(já subiu)
Play-off de subida: Santar e Resende(sobe 1)
Play-off de descida: V. Chã de Sá e Sernancelhe(desce 1)
Desce:
M. Dão e Boassas(já desceram ambos)

2ª Distrital:(faltam 3 jogos)
Sobe:
Silgueiros(Já subiu), Abraveses e Vilamaiorense

NOTA: Se alguém detectar algum erro por favor informe.

terça-feira, abril 22, 2008

Entrevista a Ricardo Lopes, Presidente do Mangualde

O Blog Futebol Distrito de Viseu apresenta hoje a entrevista com Ricardo Lopes, jovem Presidente do Grupo Desportivo de Mangualde, que no passado sábado conquistou a Taça Sócios de Mérito.


Futebol Distrito de Viseu: O que sentiu o presidente do Mangualde com o regresso do histórico Mangualde às conquistas seniores?
Ricardo Lopes: Foi uma alegria enorme. Desde 1995, ainda com orientação técnica do falecido Armando Sousa que o GDM havia conquistado este troféu pela ultima vez. É um marco histórico e espero que seja o ponto de partida para outras conquistas ainda esta época, nomeadamente o campeonato distrital de Juniores e Iniciados.

FDV: O que achou da arbitragem de Luís Caetano?
RL: Considero o Sr. Luís Caetano um dos melhores árbitros da A.F.V. Esteve à altura do jogo, dignificou a classe e sobretudo mostrou que também ao nível da arbitragem estamos a evoluir positivamente. Está de parabéns também o Sr. Isidoro Rodrigues pelo trabalho meritório que tem desenvolvido ao nível da formação.

FDV: Uma vez mais a final realizou-se no Fontelo. Muitos defendem que a final deveria ser aí sempre disputada. O que pensa o Ricardo?
RL: Embora existam outros excelentes recintos desportivos, como Tondela por exemplo, também sou de acordo que a final continue a ser disputada no Fontelo. O Estádio do Fontelo, palco outrora de grandes jogos, merece receber esta competição e ainda é um marco na carreira de muitos atletas jogarem aí.

FDV: Apesar do mau tempo, ainda existia um bom número de Mangualdenses no Fontelo. Pensa que a cidade se deveria mobilizar mais no apoio ao clube?
RL: A Cidade afastou-se do Clube por culpa exclusivamente dos Directores que por cá passaram. O descrédito e anarquia foi total. É perfeitamente compreensível que as pessoas se afastem quando os dirigentes não lhes expiram confiança. Hoje, e à custa de muito trabalho e de muitas rupturas já começamos a assistir a uma aproximação. A cidade de Mangualde merece um Clube forte e credível e é para isso que eu e a minha Direcção estamos a trabalhar. Mas o nosso trabalho por si só não basta. É preciso mudar a politica desportiva do Concelho, traçando prioridades de acordo com as necessidades dos Clubes e das Colectividades e não apenas em função da “caça ao voto” como actualmente sucede. Há que dotar os Clubes com instrumentos que lhes permitam um desenvolvimento sustentado e de acordo com os seus praticantes. Quando isto for conseguido, haverá decerto mais dinâmica e mobilização dos Mangualdenses.

FDV: Com o campeonato a terminar como analisa a época do GD. Mangualde?
RL: Tinha traçado o objectivo da subida de divisão. Assumi-o perante o grupo de trabalho e perante a comunicação social. Não vou agora ser hipócrita e dizer que a época foi boa. Falhámos esse objectivo e temos que ter a frontalidade de o reconhecer. Perdemos muitos pontos em casa, muitas das vezes nos descontos e com vantagem numérica e esses erros valem campeonatos.
Até à recepção ao Pesqueira acreditava que poderia subir de divisão. Veja-se a quantidade de pontos que as equipas da frente perderam nestas jornadas. Estando afastados do título, esperamos alcançar um lugar no pódio, o que igualaria a classificação da época passada.


FDV: Pensou-se que a decisão de troca de treinadores poderia causar problemas, mas neste momento parece mais que acertada a aposta em Jorge valente. O que o levou a tomar essa decisão?
RL: Até à data o único erro foi a aposta no Carlos Marques. A sucessão deste fez-se com a entrada do Prof. João Bento, com o qual me identifico na forma de estar na vida e no desporto. Se não tivesse pedido para sair ainda hoje e independentemente dos resultados desportivos seria o treinador do GDM.
O Jorge Valente foi meu treinador nos escalões de formação. É uma pessoa íntegra, com enormes capacidades técnicas e humanas. Foi uma aposta pessoal, arriscada porque nunca tinha treinado clubes com a dimensão do GDM mas revelou-se acertada e os resultados falam por si. Tem total confiança da minha Direcção e até Maio de 2009, término do meu mandato será ele o treinador.


Futuro:

FDV: O Mangualde venceu esta época a Taça e vai terminar nos primeiros lugares do campeonato. Tem o Mangualde possibilidades de lutar pela promoção aos nacionais na próxima época?
RL: O GDM é e será sempre candidato à subida de divisão, independentemente de quem estiver ou dos orçamentos. Um Clube com este historial e prestígio na Região deve ser sempre candidato. Para a próxima época não iremos fugir à regra e vamos assumir desde o primeiro momento a subida aos nacionais. Daremos ao grupo de trabalho entretanto construído, todas as condições para lutar pela promoção, sem no entanto hipotecarmos o futuro do Clube.

FDV: Qual será o objectivo principal? As vertente financeira ou desportiva? Não pode a financeira inviabilizar a desportiva?
RL: As duas vertentes devem estar em sintonia. É este o lema da minha Direcção. Uma aposta forte, meramente ao nível desportivo não significa obrigatoriamente êxitos desportivos. O futebol não é uma ciência exacta, não podemos prever o resultado final. Ao nível financeiro podemos prever lucros ou prejuízos, em função da política desportiva que adoptarmos. O GDM vai lutar pela subida, com um orçamento realista e à medida das possibilidades do Clube. Não podemos investir apenas na equipa sénior, já que este clube é formado por quase duas centenas de atletas distribuídos por 7 escalões. Seria um erro estratégico a obtenção de êxito no escalão sénior, hipotecando o futuro das gerações vindouras.

FDV: Como está a situação financeira do Mangualde?
RL: Orgulho-me de dizer que o GDM é actualmente um Clube com as contas equilibradas, cumpridor das suas obrigações. Em Março passado, aquando da apresentação do Relatório de Gestão de 2007, apresentamos uma diminuição do passivo em cerca de 80%, o que corrobora o acerto nas regras de gestão do Clube. Em Junho do corrente ano o passivo do Clube rondará os dez mil euros, pelo que nas nossas perspectivas no final presente mandato, o Clube deixará de ter passivo.
O Desportivo viveu muitos anos acima das possibilidades e isso fez com que estivesse perto de fechar portas. Foi difícil encontrar o caminho, mudar mentalidades, romper com pessoas que punham os interesses pessoais acima dos interesses do Clube. Isso, por muito que custe a alguns acabou e com a alteração estatutária que queremos implementar, não se voltará a repetir. Estão criadas bases sólidas para fazer com que o GDM volte rapidamente a ocupar o patamar de destaque no panorama desportivo da Região.


FDV: Já prepara a próxima época? O treinador e o plantel serão para manter?
RL: Como disse anteriormente, o Jorge Valente vai continuar como treinador do Clube. Ao nível do plantel sénior iremos continuar com uma aposta na formação integrada dos atletas oriundos da formação. Vamos manter os atletas que ao longo da época foram íntegros, que lutaram em prol do Clube e dispensaremos quem não está neste grupo “de corpo e alma”. As aquisições serão feitas em função de vários aspectos (desportivos, humanos, económicos) e terão obrigatoriamente de constituir mais valias. Estão identificados alguns atletas, outros já estão contratados. Até ao final do presente campeonato teremos o plantel da próxima época completamente definido.

O Futebol Distrito de Viseu agradece a disponibilidade de Ricardo Lopes felicitando-o uma vez mais pela conquista da Taça e desejando-lhe felicidade para o futuro.

segunda-feira, abril 21, 2008

Taça Sócios de Mérito - Final: Santacombadense - Mangualde 1-2(após prolongamento)



Santacombadense: Bruno, João Oliveira, Kiko, Tó Marques, Hugo, Serralheiro, Rúben, Mota(C), Jackson, Hélio e Daniel
Substituições: Hélio por Brinca(65') e Dani por João Paulo(93')
Suplentes não utilizados: David, Tiago, Roberto, Diogo, Náná
Treinador: José Branquinho

Mangualde: Miguel, Rafael, Cartaxo(C), Luís, Sérgio, Zé Pedro, Miguel Ângelo, Márcio, Paulo Mota, Paulito e Amílcar
Substituições: Luís por Tó(57') e Rafael por Rola(115')
Suplentes não utilizados: João Paulo. Miguel Cruz, Ivo e Filipe
Treinador: Jorge Valente

Jogo no Estádio do Fontelo
Árbitro: Luís Caetano(Tondela)
Auxiliares: Luís Castainça e Carlos Teixeira
4º árbitro: Rosa Almeida
Ao intervalo: 0-1
Marcadores: 0-1 por Amílcar(26'), 1-1 por Rúben( 58'gp), 1-2 por Paulo Mota(120')
Acção disciplinar: Amarelo: Tó Marques(17'), Hugo(28' e 90'), Mota(28'), Hélio(70'), Brinca(90') ; Luís(35'), Cartaxo(38'), Sérgio(49'), Rafael(58'), Amílcar(83')
Vermelho: Hugo(90')


O Grupo Desportivo de Mangualde é o vencedor da Taça Sócios de Mérito “ Jaime Oliveira”. Numa noite muito fria e chuvosa, mas ainda assim com o relvado do Fontelo em excelentes condições, a equipa treinada por Jorge Valente levantou o troféu após um jogo emocionante, que apenas no último minuto do prolongamento ficou decidido.

O Mangualde entrou melhor no jogo, procurando desde cedo o golo. A equipa de amarelo controlava as operações e tinha no avançado Amílcar um verdadeiro quebra-cabeças para a defesa adversária. O avançado Brasileiro dispôs da primeira grande oportunidade de golo. Aproveitando uma falha dos centrais Amílcar isolou-se mas viu Bruno com uma grande defesa negar-lhe o golo. O Santacombadense reagiu e também esteve perto do golo, mas Miguel Seixas fez uma boa defesa. Este lance não afectou o Mangualde, que pouco depois esteve perto do golo, com Amílcar a criar perigo dentro da área. O guarda-redes Bruno voltou a negar o golo ao Mangualde à passagem dos 20’. O Mangualde já merecia a vantagem e por isso não foi surpresa a golo inaugural da partida. Após um cruzamento do lado esquerdo, Amílcar com um grande cabeceamento colocou a bola no fundo das redes defendidas por Bruno. Estava feita justiça no marcador. O Santacombadense reagiu e ainda introduziu a bola na baliza do Mangualde, mas o lance já tinha sido anulado por fora-de-jogo. Apesar da vantagem os Mangualdenses procuraram novo golo, mas viram Bruno por duas vezes negar-lhes os intentos. A primeira parte terminou com um vencedor justo.

A segunda parte foi muito diferente. O Santacombadense apareceu transfigurado e dominou esta segunda metade. Os Pinguins apresentaram bom futebol, com destaque para as exibições de Mota, Ruben, Jackson e do lateral direito João Oliveira que subiu muito pelo seu corredor. A equipa que equipou de preto consegui criar muitas situações de perigo, mas falhava no último passe ou no último remate. O Mangualde não conseguiu reagir, muito por culpa do controlo que o Santacombadense exercia no meio campo. Quando o treinador do Mangualde procurava alterar algo na equipa com a entrada de Tó, a equipa cometeu uma grande penalidade. Foi um lance contestado pelos Mangualdenses, mas sem razão pois o jovem Rafael derrubou mesmo Hélio. Na conversão da grande penalidade Kiko bateu Miguel Seixas e empatou o jogo. O Mangualde não conseguia reagir e era o Santacombadense que estava mais perto de novo golo. A mobilidade dos jogadores da linha avançada dos Pinguins, aliada à qualidade de Mota e Ruben e ainda às perigosas subidas do lateral João Oliveira estavam a ser um quebra-cabeças para a equipa do Mangualde. Ainda assim a equipa conseguiu reagir em jogadas individuais. Márcio começou a aparecer mais em jogo e quase marcou. Sem que ninguém esperasse o nº10 do Mangualde rematou de longe e obrigou Bruno à defesa da noite. Márcio no seu melhor, num remate à Márcio, viu Bruno negar-lhe um grande golo. Foi o momento da noite no Fontelo. Pouco depois Paulito pelo em jogada individual criou também muito perigo. O jogo estava emocionante e o Santacombadense continuava a ser a equipa mais perigosa, aparecendo com vários homens junto da área de Miguel. Os Pinguins jogavam melhor, eram mais perigosos, mas falhavam no momento do remate. Já no período de compensação o defesa esquerdo Hugo foi expulso, deixando o Santacombadense em inferioridade. O árbitro talvez pudesse ter poupado a expulsão, mas a verdade é que do local em que me encontrava não foi possível ver bem o lance. O jogo terminou pouco depois e os jogadores Hugo e Paulito ainda se iam pegando por causa da expulsão. O Santacombadense fez uma grande segunda parte e talvez merecesse mais um golo, tal como o Mangualde na primeira parte, por isso aceita-se o resultado.

No prolongamento o Santacombadense naturalmente jogou mais na expectativa e conseguiu até “controlar” o jogo, fechando bem na defesa e não permitindo grandes situações de perigo. O Mangualde tinha mais bola, tinha superioridade numérica, mas também tinha que se preocupar com Jackson, que deixou sempre a defesa Mangualdense em alerta. Nesta primeira parte uma situação de algum perigo para cada lado.
A segunda parte deu mais Mangualde. A equipa dispôs de algumas situações para marcar. Márcio voltou a ver Bruno negar-lhe o golo e Amílcar viu Luís Caetano anular-lhe o que seria o 2-1. Ficaram muitas dúvidas neste lance. Quando parecia que o jogo ia ser decidido nas grandes penalidades, Paulito após jogada individual cruzou, Amílcar nas alturas cabeceou, mas viu um defesa cortar sobre a linha, contudo a bola sobrou para Paulo Mota que dentro da pequena área fez o 1-2 final. Os Mangualdense fizeram logo a festa e com razão, pois o jogo terminou logo após.

A equipa de arbitragem chefiada por Luís Caetano foi algo contestada por ambas as equipas, mas acabou por estar a nível aceitável. Poderia ter evitado a expulsão de Hugo. Esteve mal ao assinalar uma falta de Brinca sobre Sérgio que deixava os homens de Santacomba com tudo para fazer golo, perto do final da segunda parte e ninguém percebeu o golo anulado ao Mangualde. Mas esteve bem ao anular o lance em que o Santacombadense marcou ainda na primeira parte. Esteve bem na marcação da grande penalidade e na não marcação de duas outras(uma para cada lado). A nível disciplinar(com excepção da expulsão de Hugo) esteve bem e controlou sempre o jogo.

Quem se deslocou ao Fontelo assistiu a um bom jogo. Parabéns aos vencedores, mas também aos vencidos. A vitória poderia ter sorrido a ambos.

Melhor em campo: Bruno(Santacombadense)








NOTA: Não perca amanhã(terça-feira) a entrevista com Ricardo Lopes, Presidente do Mangualde e ainda durante o decorrer da semana a entrevista a Jorge Valente, treinador do GDM.

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