Mostrar mensagens com a etiqueta 2ªC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 2ªC. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, abril 27, 2010

2ªC: A. Viseu 1 Eléctrico 0

Académico de Viseu: Rui Marcos, Marco Almeida, Tiago Jonas, Tiago Gonçalves, Marcelo Henrique, Calico (Álvaro, 78), Tomé, Fernando Ferreira (Zé Bastos, 66), Éverson (Hugo Seco, int), Rui Santos e Guima. Treinador: António Borges.

Eléctrico: Passarinho, Mauro (João Paulo, 83), Rui Gomes, Wilson, Salvador, Edgar, Pedras (Rafael, int), Marçal (Mário Silva, 61), Telmo, Carlos Santos e Hugo Lopes. Treinador: Amândio Barreiras.

Expulsões: Carlos Santos 85

Golo: Zé Bastos 81 g.p. (1-0)

O Académico de Viseu venceu esta tarde o Eléctrico de Ponte de Sor por 1-0 e continua a alimentar legítimas aspirações a continuar na II Divisão. Mas nem tudo foram rosas.
Perante uma boa assistência e sob um calor abrasador esperava-se que o Académico entrasse a mandar no jogo e à procura de um golo que tranquilizasse o mar de ansiedade que invadia equipa e adeptos. Nada disso aconteceu o Académico entrou sem chama e bastante amorfo e só aos 13 minutos criou verdadeiro perigo altura em que Tomé após jogada individual atirou rente ao poste de Passarinho. Demorou mais 13 minutos para o Académico voltar a criar perigo, livre de Marcelo Henrique sobre a direita do ataque, bola para a pequena área e Tiago Jonas a “pentear” a bola mas com esta a sair por cima da baliza alentejana. Aos 36 minutos o muito criticado Éverson quase virava herói ao acorrer a cruzamento de Marco Almeida e a atirar de cabeça ao poste direito da baliza de Passarinho. Foram estas as oportunidades do Académico. Muito pouco para quem precisava de tanto, algo faltou àquele Académico dos primeiros 45 minutos, quase parecendo que alguém já lhes havia dito que não valia a pena lutar, que a III Divisão fosse já um dado adquirido.
Ao intervalo nos balneários do Fontelo ficou Éverson entrando para o seu lugar o irreverente Hugo Seco. O Académico cresceu, e muito, em atitude e em entrega mas as ocasiões continuava a rarear, para não dizer que eram nulas. O minuto 69 marcou na minha opinião – e na dos restantes membros deste blogue já que o vimos juntos – o momento do jogo que foi a entrada de Zé Bastos para o lugar de Fernando Ferreira. No entanto ao minuto 71 o Eléctrico quase marcou no Fontelo quando um avançado alentejano faz um chapéu, dum ângulo apertadíssimo, a Rui Marcos com Marcelo Henrique sobre a linha a evitar um balde de água gelada para os academistas. Com a entrada de Zé Bastos o Académico começou a ter mais presença na área com Guima a não se sentir tão desamparado. Aos 73 minutos um livre de Rui Santos ao segundo poste não encontra Zé Bastos por uma unha negra, a partir daqui o escriba na emoção do jogo não conseguiu tirar mais apontamentos mas contou duas boas oportunidades para os academistas, primeiro com Marco Almeida a atirar contra as pernas de um defensor contrário após assistência de Guima e mais tarde Zé Bastos que rodou sobre si próprio e obrigou Passarinho a defesa apertada. Até que surgiu a grande penalidade, Hugo Seco entrou em dribles na área adversária e segundo o árbitro foi tocado em falta. Na transformação da grande penalidade ZB9 não perdoou. A partir daqui a equipa do Eléctrico perdeu completamente o sangue frio e com maior ou menor dificuldade o Académico segurou um resultado que pode valer ouro.

Notas negativas:

- Três jogadores academistas ficaram estendidos no magnífico relvado do Fontelo queixando-se de falta e aparentemente com dores. A bola foi fora e afinal não era precisa assistência médica. Tempo desperdiçado sem qualquer necessidade – ou necessidade aparente – numa altura em que havia 0-0.

- Com o Académico em vantagem do banco de suplentes vieram duas bolas para o relvado quando o jogo estava a decorrer. Não sei quem ordenou, não sei quem mandou as ditas bolas mas o gesto foi muito feio. Espero que na última jornada que ninguém nos faça o que se fez hoje no Fontelo. Na minha opinião foi, repito, feio.

In A mAgia do Futebol
Foto: Viseu Flash

terça-feira, abril 20, 2010

2ªC: Tondela 3 Pampilhosa 1

Estádio: João Cardoso, em Tondela

Tondela:
Bruno Sousa, Vítor Borges, Luís Carvalho, Diego, Carlos André, Abel Pereira, Gomes(C), Ruca, Piojo, Luís Miguel e Ricardo
Substituições: Gomes por Dany(59'), Luís Miguel por Hélio(66'), Ruca por Xico(70')
Treinador: António Jesus

Pampilhosa:
Eduardo, Rui Daniel(C), Litos, Bebé, João Paulo, Hélder, Name, Fernando,Chico, Marcelo, Bruno Resende
Substituições: João Paulo por Roberto(36'), Litos por Leonel(51'), Bebé por Antunes(74')
Treinador: Fernando Niza

Árbitro: PEdro Vilaça da AF Porto

Marcador:
1-0 por Piojo(24')
2-0 por Ruca(26')
3-0 por Piojo(49')
3-1 por Roberto(88')

2ªC: Vitória Pico 1 A. Viseu 0

Vitória: Raul Pina, Toni, R. Gomes, Osório, Rui Oliveira, Braima, Demba, João Castro (Ivo Ribeiro, 78), Frazão (Renan, 84), Sabry (Luciano, 90+6). Treinador: João Pereira.

Académico de Viseu: Rui Marcos, Ruben (Zé Bastos, 71), Jonas, Tiago, Marcelo, Calico, Álvaro (Éverson, 49), Tomé, Fernando Ferreira (Marco Almeida, 60), Rui Santos e Guima. Treinador: António Borges.

Golo: Demba 45 g.p. (1-0)

domingo, abril 11, 2010

Ac. Viseu FC 2 - 0 CD Tondela

O Académico de Viseu, recebeu e venceu no fontelo o Tondela por 2 bolas sem resposta. É sempre bom ganhar derbies regionais, e então quando os pontos são preciosos ainda sabe melhor. Vitória Justa da melhor equipa em campo. Destaque ainda para a agradável moldura humana presente no Fontelo, naquela que foi de longe a melhor casa da época.

O técnico academista, António Borges, fez alinhar o seguinte onze: R. Marcos, Ruben, Tiago, Jonas e Marcelo; Calico, F. Ferreira (M. Almeida), Álvaro (Éverson); Tomé, Rui Santos (P. Gomes) e Guima.

O Académico dominou toda a 1ª parte. Entrou bem no jogo, adiantando-se no marcador logo aos 6m de livre directo por intermédio de Marcelo. O Tondela respondia muito timidamente, e raramente incomodava o tranquilo e seguro Rui Marcos. Aos 36m o "mágico" Rui Santos fez o segundo golo academista, após uma jogada individual ao nível do nosso capitão. 2-0 para o Académico. Resultado esse que já não se alteraria até final.
Na segunda metade os academistas deixaram o Tondela dominar o jogo, mas sempre sem perigo. Os índices físicos academistas quebraram com o passar do tempo, e o técnico academista optou por segurar o resultado e com sucesso, a meu ver. Os segundos 45m não tiveram grandes ocasiões de golo, realce para duas perdidas por parte de Everson que podia ter dilatado ainda mais o resultado. Numa delas notou-se mesmo alguma falta de confiança de Éverson, que seguia isolado, mas não conseguiu desfeitear Bruno Sousa.

Uma vitória justíssima dos academistas, que assim continuam na luta pela manutenção, que agora estende-se, imaginem, a 10 equipas.

…7ºSertanense 36 pontos; 8ºOperário 36 pontos; 9ºPraiense 36 pontos; 10º USerra 35 pontos; 11ºEléctrico 34 pontos; 12ºAc. Viseu 33 pontos; 13ºMarinhense 31 pontos; 14ºO. Bairro 30 pontos; 15ºMonsanto 28 pontos; 16º V. Pico 25 pontos

Força Académico!

domingo, março 28, 2010

Ac.Viseu FC 2 x 2 CD Mafra

O Académico de Viseu empatou, esta tarde, a duas bolas frente ao Mafra. O resultado poderia ter sido outro, mas a sorte não esteve com os academistas, que diga-se, tudo fizeram para levar de vencida esta equilibrada formação do Mafra. O técnico António Borges fez alinhar: Rui Marcos, Ruben (Hugo Seco), Tiago, Jonas e Marcelo; Calico, F. Ferreira, M. Almeida; Tomé (P. Gomes), Èverson (Álvaro) e Zé Bastos.

Destaques para a ausência do imprescindível Guima, por lesão, e o regresso do nº8, Álvaro.


O jogo começou praticamente com o primeiro golo forasteiro. À passagem do minuto 5, uma jogada vistosa do nº9, Catchana, abriu o activo para o Mafra. Imediatamente a seguir os viseenses conseguem empatar. Grande penalidade apontada com categoria por Marcelo, na sequência duma falta alcançada por Éverson. O jogador academista ganha posição dentro de área da equipa do Mafra, e é carregado por um adversário. Estava feita a igualdade. Depois disso, só deu Académico até ao intervalo, com duas ocasiões flagrantes. Primeiro, F. Ferreira num canto directo faz a bola embater no poste, não aparecendo depois ninguém para a recarga. Depois, foi a vez de Éverson falhar uma oportunidade de ouro, cabeceando sem oposição, mas a bola não entrou por muito muito pouco.

A segunda metade continuou com um Académico mandão, continuando a carregar. M. Almeida desperdiçou nova oportunidade, ao cabecear à figura de M.Santos. O 2º golo academista chegou já com Hugo Seco em campo, que entrara para o lugar de Rúben. Cruzamento de F. Ferreira, e Hugo Seco oportuno fazia o 2-1 para os viseenses. O técnico academista pretendia segurar o desafio, e faz entrar P. Gomes para o lugar do mágico Tomé. Contudo, o balde de água fria chegaria a 15 min dos 90. O rapidíssimo Zhang ganha pelo lado esquerdo a M. Almeida, faz cruzamento/remate que apanha o nº10, Bonifácio, estabelecendo o resultado final, 2-2. Até final, o Mafra não descurou do ataque, e as substituições operadas pelo técnico Filipe Moreira, traduziam isso mesmo. Contudo, já nos descontos, e com o saudoso regresso de Álvaro, o Académico teve a vitória mesmo muito perto. A bola é lançada por um academista para o rápido Hugo Seco, esteve ganha a bola ao guardião do Mafra, que entretanto saíra da baliza, e é carregado pelo mesmo. O árbitro resolve interromper o jogo para dar ordem de expulsão ao guardião (após segundo amarelo), esquecendo-se que Hugo Seco ia para a baliza, apenas com um defesa como opositor. O jogador academista não se conformou e chutou a bola para o ar, o que lhe valeu, imaginem, vermelho directo. Incrível. Num último minuto de jogo, um livre frontal de Marcelo fez a bola embater no ferro da baliza, e depois Jonas na recarga não conseguiu fazer o golo, que pena. Muito azar neste lance para o Académico.

Um resultado, que sabe a pouco, tanto mais pela excelente qualidade que esta equipa do Mafra demonstrou ter. E que jeito dariam mais dois pontos. Os academistas estão ainda no “ingrato” 12º posto, com 29 pontos. Mas o lema é continuar a lutar, a batalha vai, certamente, continuar a ser jogo a jogo. No próximo sábado a deslocação é complicada, até à Sertã, e pontos precisam-se. Força Académico!

segunda-feira, março 22, 2010

2ª C: Tondela 3 U. Serra 1

Tondela 'preguiçoso' volta às vitórias
Três pontos para o Tondela e o sonho da subida mantém-se. Assim se pode resumir mais uma etapa para o Desportivo de Tondela que, até pela união que demonstrou na altura do 'grito de guerra' antes da partida, parece não querer mesmo baixar os braços na corrida ao título e à promoção.
António Jesus tinha, forçosamente, de fazer alterações ao 'onze' e surpreendeu. Desde logo pela inclusão do 'central' Diego no meio-campo, bem à frente do lugar que lhe é conhecido, e pela colocação de Tarzan no lado esquerdo da defesa (Luís Carvalho castigado). Sem Xico, lesionado, Jesus apostou no capitão Espanhol e voltou a juntar Abel e Carlos André no centro da defesa. Vítor Borges ocupou a lateral direita (subiu pouco pelo flanco) e na frente repetiu um trio que, regra geral, funciona bem, com Luís Miguel à frente, Piojo e Gomes nas pontas. Simões deu o apoio no centro.
O jogo, esse, não poderia ter melhor começo para os da casa. Aos 2 minutos, Gomes pelo lado direito, fez com que todos acreditassem que ia cruzar mas, na verdade, atirou forte e colocado para um 'golaço' daqueles que só o pequeno 'génio' portuense sabe marcar.
Reagiu bem a equipa do União da Serra que, aos 16', quase recuperava uma espécie de 'replay' do jogo com o Eléctrico, já que Hugo Carvalho aproveitou uma perda de bola dos tondelenses (houve tantas!) para testar os reflexos de Bruno Sousa que, com uma palmada, negou a sina.
Aos 20', Gomes apareceu nas costas da defesa e pronto para bisar mas o lance foi anulado por fora-de-jogo. Admite-se que sim mas deixou dúvidas.
O jogo foi-se perdendo com as muitas perdas de bola a meio-campo, quer de um lado, quer do outro, e aqui se confirmou que os visitantes não jogam mal, são fortes fisicamente mas quando chega a hora de entrar na área não sabem o que fazer ao esférico, algo que, por vezes, parece assolar também o Tondela. Depois do golo, e até ao intervalo, os da casa denotaram grandes dificuldades para fazerem o que até já mostraram saber fazer: transições. Faltou alguma assertividade na hora do último passe e os fora-de-jogo também não ajudaram.

A 'tremedeira' do penálti
A 2.ª parte poderia ter sido completamente tranquila não fosse uma grande penalidade já perto do final colocar o resultado mais equilibrado. Porém, antes disso, registar o 2.º golo do Tondela, conseguido de cabeça por Luís Miguel ao minuto 60.
Os leirienses deram o primeiro aviso do que poderia acontecer com um cabeceamento falhado de Austine, ao 1.º poste, embora Tarzan, pouco depois, pudesse ter feito o 3-0, na conclusão de uma excelente jogada deste com Ruca e Piojo, que terminou com defesa de Sérgio.
Aos 81', o 'balde' que quase gelava o João Cardoso. Espanhol e Carlos André dividem ambos a falta sobre Austine que se preparava para o remate. Penálti que não deixa dúvidas e que Hugo Carvalho tratou de converter. Viviam-se momentos mais tensos para os 'pupilos' de António Jesus que suspiraram de alívio aos 83', após um corte de Vítor Borges quase ter traído Bruno Sousa.
Mas para quem pensava que os últimos minutos pertenceriam ao União da Serra, bem que se enganou, uma vez que o Tondela aproveitou, então, os espaços abertos na defesa contrária para procurar o 3-1. Primeiro, Penela, aproveitou mal uma 'oferta' de Sérgio e, já nos descontos, Simões foi mais certeiro, cabeceando para o fundo das redes após saída em falso do guardião contrário.
Resultado merecido para um Tondela de volta às vitórias mas que poderia ter construído um resultado mais 'gordo' e mais cedo. Arbitragem tranquila.

Vítor Ramos
In Diário de Viseu

2ªC: Operário 1 A. Viseu 1

A sina de sempre

Operário voltou a ter que correr atrás do prejuízo para conseguir pontuar diante dos seus adeptos. Futebol de ataque não teve a devida correspondência na finalização. Empate com o Académico de Viseu é curto para sossegar.
Mais dois pontos esbanjados em casa e o aproximar da zona de descida são a consequência do empate consentido pelo Operário na recepção ao Académico de Viseu, adversário que se revelou personalizado a defender frente a um colectivo fabril nem sempre capaz de abrir brechas na reforçada defesa viseense.
A igualdade a um golo é penalizadora para os pupilos de Francisco Agatão pois pertenceram-lhes maior domínio e oportunidades criadas mas isso não basta para triunfar. Os visitantes, sempre coesos no sector recuado, aproveitaram uma das raras descidas e mais uma benesse da defesa lagoense para se colocarem em vantagem e obrigarem os locais a correrem novamente atrás do prejuízo.
A primeira parte da partida foi um género de aquecimento para o segundo tempo pois embora o Operário tenha tido mais bola só em cima do intervalo levou perigo para a baliza contrária num livre de Rodrigo que José Manuel desviou e Bruno Melo, na cara do guarda-redes, atirou por cima.
Depois do descanso viu-se mais futebol e, acima de tudo, mais emoção. O Operário reentrou determinado em chegar à vitória, Hugo Santos picou para as malhas superiores da baliza e Rodrigo rematou em jeito muito rente ao poste direito, mas foi o Académico de Viseu quem se colocou em vantagem: lançamento lateral, desvio incompleto de Jorginho ao primeiro poste e Tomé a aparecer ao segundo a rematar de primeira sem hipóteses de defesa para Nuno Ricardo.
Sem muito ter feito para estar na frente a turma de Viseu ganhava com eficácia plena e relançava sobre o campo João Gualberto Borges Arruda o espectro de mais um desfecho nada positivo para os da casa. Reagiu de pronto o Operário e já com o adversário encostado às costas Ruizinho encontrou caminho para a igualdade no meio de uma floresta de pernas.
A reviravolta até poderia ter acontecido se o árbitro tem assinalado penalidade sobre Amaral, juiz que teve uma tarde infeliz. Não teve muito trabalho, é certo, mas errou quando deu a lei da vantagem e depois sancionou fora-de-jogo a Amaral quando deveria ter assinalado a falta após verificar que a vantagem não se efectivaria. E no último minuto da partida, após livre frontal de Hugo Santos que Rui Marques defendeu para canto naquela que foi a defesa da tarde, José Godinho assinalou pontapé de… baliza!

Ficha técnica

Árbitro: José Godinho (AF Évora).
Auxiliares: Valter Rufino e Vasco Guedelha.

Operário: Nuno Ricardo; Luís Soares, Hugo Grilo, Tiago Pires e Jorginho (Ruizinho, 69); Bruno Melo, Rodrigo e Lucas (Leonel, 24); Hugo Santos, José Manuel (Amaral, 50) e Marco Aurélio.
Treinador: Francisco Agatão.

Ac. Viseu: Rui Marcos; Ruben, Jonas, Tiago e Marcelo; Calico, Paulo Gomes, Marco Almeida (Renato, 85) e Tomé (Cabido, 90+2); Guima (José Bastos, 67) e Everson.
Treinador: António Borges.

Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Tomé (66) e Ruizinho (83).

Disciplina: cartão amarelo a Marcelo (83).

In Site do Operário

domingo, março 14, 2010

Ac. Viseu FC 1 - 0 FC Arouca

O Académico de Viseu venceu esta tarde a equipa do Arouca por 1-0. Uma exibição fantástica da formação academista, que não deu quaisquer hipóteses à equipa vice-líder da prova.

O Académico alinhou com a mesma equipa que empatou no terreno do Praiense: Augusto (Rui Marcos), Ruben, Jonas, Tiago e Marcelo; Calico, M. Almeida (Everson), F. Ferreira; Tomé, Hugo Seco (P. Gomes), e Guima.

A verdade é só uma: o Académico fez tudo para merecer esta vitória, e conseguiu para satisfação de todos. Desde cedo se percebeu que os jogadores academistas iam dar tudo neste jogo, e foi o que aconteceu. Só para se ter uma ideia, na primeira metade, o Arouca não chegou com perigo à baliza de Augusto. Já os viseenses, desperdiçaram algumas ocasiões para fazer o golo nos primeiros 45 minutos. Primeiro M. Almeida, após cruzamento de F. Ferreira, por muito pouco não fez o golo; depois Guima, num remate já dentro de área; a ocasião mais flagrante foi mesmo a de Everson, que já tinha entrado para o lugar do lesionado M. Almeida. O jogador do Académico tira dois adversários do caminho e remata, mas o guardião arouquense não lhe permite o golo. Faltava o golo à aguerrida equipa do Académico.

No segundo tempo, logo no 3º minuto, um dos “casos do jogo”. O Sr. árbitro quis ser protagonista e F. Ferreira é expulso. O jogador academista ganha posição e é carregado na área de rigor. O árbitro além de nada assinalar, transforma a grande penalidade em simulação de F.F., mostrando-lhe o segundo amarelo e consequente expulsão. A partir daqui, o árbitro comete erros atrás de erros. Aos 56 minutos, num lance que oferece muitas dúvidas, para não dizer que foi uma espécie de compensação, o árbitro marca penalty a favor do Académico. Marcelo com frieza fez o 1-0, e pôs em êxtase o estádio do Fontelo. Pouco depois, Hugo Seco consegue isolar-se e é carregado por um defesa do Arouca, mas o árbitro decide-se, apenas, por mostrar amarelo ao jogador forasteiro. A jogar com 10, o técnico António Borges colocou o experiente P. Gomes, para o lugar de Hugo Seco. E mais uma vez o treinador academista acertou. É verdade que o Académico recuou no terreno, tentado explorar o contra-ataque por Tomé, Everson ou Guima. A equipa uniu-se, e Rui Marcos mais uma vez mostrou ser um guardião seguro, o que tranquilizou a equipa e adeptos. O mesmo jogador teve tempo para brilhar já no tempo de compensação com uma defesa apertada. O Académico foi a equipa mais forte, mais unida, mais coesa, e saiu do Fontelo debaixo duma forte ovação, diga-se, mais que merecida.

Esta vitória faz com que o Académico mantenha a mesma posição, a 12ª posição, agora com 27 pontos. A luta continua! Parabéns Académico pela fantástica vitória!

domingo, fevereiro 28, 2010

2ªC: Ac. Viseu FC 3 - 2 GDR Monsanto

O Académico de Viseu recebeu e venceu esta tarde a equipa do Monsanto, adversário directo na luta pela manutenção. Uma vitória suada mas bastante saborosa para as hostes viseenses, dado que por duas ocasiões os academistas estiveram na situação de desvantagem no marcador. Os jogadores foram capazes, e as armas lançadas no 2º tempo pelo treinador António Borges foram, a meu ver, preponderantes no desfecho final.

O Académico alinhou com: Rui Marcos; Ruben, Jonas, Tiago e Marcelo; Calico, M. Almeida (Hugo Seco), F. Ferreira (P. Freitas) e Tomé; Everson (Bastos) e Guima.

O jogou começou mal para os academistas. À passagem do minuto 5, a equipa do Monsanto chegaria à vantagem, num livre onde Rui Marcos não fica muito bem na fotografia, dado que “socou” a bola, após um livre, para um adversário, que fez, sem dificuldade, o 0-1. O jogo adivinhava-se complicado para os Homens do Fontelo, e foi. Contudo, o empate surgiria dez minutos depois, um defesa forasteiro complica, e comete falta sobre M. Almeida. Na conversão da grande penalidade, Marcelo Henrique estabelecia a igualdade, 1-1. Resultado que se registava ao intervalo.

A segunda metade, à imagem da primeira, começou com um golo para o Monsanto, logo no minuto 46. Marcelo Henrique não consegue cortar a bola, e o avançado do Monsanto isola-se e é carregado por Rui Marcos. O mesmo ainda defende o penalty, mas foi impotente para a recarga fatal. O técnico do Académico, colocara ao intervalo, Zé Bastos para o lugar do “apagado” Everson, e já com a segunda metade a decorrer, fez entrar na partida Hugo Seco para o lugar de M. Almeida. Substituições, diga-se, felizes e eficazes de António Borges. Contudo, o momento do jogo é o segundo golo do Académico. Pontapé de canto batido na perfeição por F. Ferreira e Tiago Jonas de cabeça a fazer um golo de belo efeito. E digo o momento do jogo, porque foi a partir daqui que o Académico acreditou que poderia vencer, e lutou ainda com mais brilhantismo. O rapidíssimo Hugo Seco a 15 minutos do final, consegue escapar à defesa contrária, e é carregado na área. Penalty que, a meu ver, não sofre contestação, tal como não sofreram os outros dois. Zé Bastos, confiante, converteu este lance decisivo, com dedicatória especial para o nosso nº8, Álvaro. Restavam 15 minutos para o final, e aí os jogadores foram heróis. Não deixaram de maneira nenhuma que os adversários chegassem perto da baliza defendida por Rui Marcos. Um último contratempo, foi a expulsão deste jogador. Ele que já tinha levado amarelo no lance penalty, pontapeou a bola noutro lance quando o jogo já estava interrompido, e viu o segundo amarelo e consequente expulsão. P. Freitas entrou para o lugar de F. Ferreira, fez os últimos 5 minutos de jogo, mas quase que nem na bola tocou, e ainda bem.

Um resultado justo, que coloca o Académico na 12ª posição. É importante que esta vitória moralize toda a família academista, e vai moralizar de certeza, pois são nestes momentos que “a união faz a força”. Força Académico! Nós continuamos acreditar!

domingo, fevereiro 21, 2010

2ªC: Tondela 3 - Oliv.Bairro 0

Estádio João Cardoso, em Tondela.
Relvado em condições razoáveis, tempo frio e chuvoso.
Cerca de 300 espectadores.

Depois de uma derrota caseira na passada jornada, a equipa do Clube Desportivo de Tondela, voltava a jogar no seu terreno sobre a "aflita"equipa de Oliveira do Bairro, esta vindo de uma vitória no seu reduto frente à outra equipa deste distrito de Viseu, o Académico.
Era um jogo aguardado com alguma espectativa, embora a lembrança da última jornada ainda pairasse no João Cardoso, facto é que o campeonato aproxima-se do fim e os homens do Vale de Besteiros, depois da assumida candidatura à subida de divisão pela voz do seu treinador, têm-se revelado uma equipa algo inconstante. Resta saber qual o motivo ou quais para que tal esteja a acontecer.

Para o jogo desta tarde António Jesus apresentou o seguinte onze inicial:
Tondela . Bruno Sousa, Abel, Diego, Carlos André e Luis Carvalho; Xico(Cap.), Ricardo, Gomes; Simões, Dany e Piojo.
Suplentes- Rui Vale, Tarzan, V.Borges, Espanhol, Ewerton,Ruca e Luis Miguel.

O jogo começou com ambas as equipas a tentarem adaptar-se ao relvado escorregadio que se verificava. Mesmo assim, era a equipa da casa que cedo começava a tomar conta do jogo, com jogadas rápidas pelos flancos e um meio campo muito combativo. Na sequência deste ascendente, os visitados adiantam-se no marcador com um monumental golo de Gomes que depois de uma assistêncai de Piojo, bem fora da área remata ao ângulo fazendo o 1-0. Em vantagem, o Tondela continuava a controlar a partida e à procura do 2 golo, aos 15m novamente Gomes, após jogada individual tenta novamente um grande golo de fora da àrea tento a bola quase tirado tinta `a baliza de Ivo. O Oliveira do Bairro mostrava muitas dificuldades para chegar à defensiva Tondelense, pelo contrário os visitados carregavam criando perigo, como aos 25m na cobrança de um canto Piojo salta mais alto e cabeçeia com a bola a roçar o poste direito dos visitantes. Aos 36m surge o 2º golo dos Tondelenses, mau alívio de Ivo, a bola sobra para Simões que a uns 40m da baliza faz um chapéu ao guarda redes Oliveirense. estava materealizado o dominio do Tondela e algum conforto no resultado. Ainda antes do intervalo, nova jogada de Gomes que entra na área, finta dois adversários e permite uma grande defesa de Ivo e também a única jogada de relativo perigo dos visitantes, depois de uma jogada pela direita, Hugo cabeceia com a bola a passar perto do poste de Bruno.
Na segunda parte, o Oliveira entrou um pouco mais destemido mas sem criar grande perigo, é mesmo o Tondela que procura o golo que lhe permitia um maior descanso, Dany aos 50m pela direita entra na área e remata cruzado para grande defesa de Ivo, o mesmo jogador do Tondela 5m depois e numa jogada de contra ataque arranca pela direita entra na área e espera por Simões para este encostar e fazer o 3-0. A partir daqui os visitados abrandaram, o Oliv. Bairro tentava subir mais no terreno, conseguia rematar apenas de fora da área e sempre por Hugo como foi o caso, aos 62 e 65m. Notava-se uma equipa com mais vontade mas sem grande fulgor no ultimo terço do terreno. O Tondela por sua vez poderia ter ampliado o resultado, aos 72m é Luis Miguel que trabalha bem pela direita assite Piojo que demora muito e permite a intervenção de Ivo, aos 74m Ricardo fica isolado, finta o guarda redes e é um defesa que evita o 4º golo quase em cima da linha. Aos 86m boa jogada de entendimento pela esquerda entre Gomes e Luis Carvalho com este ùltimo a fazer um cruzamento remate sendo novamente um defesa de tirar a bola quando este ia para dentro da baliza. Ainda antes de acabar, a melhor oportunidade e diga-se única do Oliv. Bairro, com o seu ponta de lança a receber uma bola na área a rodar e atirar rasteiro ao poste de Bruno.
Vitória justa do Tondela, arbitragem do senhor Helder Pardal muito contestada, pois não evidenciou dualidades de critérios tendo falhado na amostragem dos cartões. Foi também mal auxiliado pelo auxiliar do lado da bancada velha.

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

2ªC: Tondela 0 Sertanense 1

Sertanense fechou-se e ganhou bem
O Desportivo de Tondela iniciou em casa um pequeno 'calendário' de jogos teoricamente acessível na recepção ao Sertanense. Teoricamente porque, na prática, este já só poderá servir de lição para o que aí vem. A formação de António Jesus perdeu, em casa, por 1-0, e não se pode queixar porque o resultado até poderia ter sido mais dilatado.
O técnico tondelense promoveu uma alteração forçada no centro da defesa. Abel Pereira fez dupla com Carlos André perante o castigo de Diego, expulso no jogo em Mafra, e manteve a adaptação de Vítor Borges ao lado direito. De resto, foi o 'onze' base do Tondela que defrontou um Sertanense de José Bizarro bem estruturado e a cair preferencialmente para o lado esquerdo do ataque onde um 'endiabrado' Platini deixava a cabeça em água aos defensores da casa.
O primeiro sinal de perigo, apesar de tudo, foi dado pelo Tondela, apenas aos 15 minutos. Dany, descaído sobre a direita do terreno, rematou com efeito e viu a bola bater nas malhas laterais perante o impotente guardião Salgado. Penela teria, dez minutos depois, nova boa situação para inaugurar o 'placard' mas o cabeceamento saiu alto e sem perigo.
A reacção do Sertanense não se fez esperar mas começou com uma decisão estranha do árbitro Pedro Maia. A defesa do Tondela 'sacode' a pressão e já com o esférico a meio-campo, o árbitro voltou atrás, deu cartão amarelo a Luís Carvalho e assinalou livre indirecto na grande área da casa. Viu o que mais ninguém viu mas os visitantes trataram de gorar o lance.
Aos 31', Joca pela direita ficou frente a frente com Bruno Sousa mas este defendeu bem com os pés e aos 33, do outro lado do campo, Gomes não rematou colocado e o esférico perdeu-se nas mãos de Salgado.
O 1.º e único golo da partida estava reservado para o minuto 37. Jefferson, avançado emprestado pelo Tondela ao Sertanense, saltou bem alto para responder a um canto de cabeça e ver a bola anichar-se calmamente no fundo da baliza.
Os locais 'encaixaram' mal o golo e até ao intervalo apenas registar mais alguns bons pormenores de Platini. Aos 41 minutos, e depois de deixar três contrários pelo caminho, serviu Joca que rematou mal.
Ao intervalo a vantagem era ajustada para um Sertanense que fechava bem os caminhos para a sua baliza e deixava o Tondela sem ideias para aplicar o futebol de desmarcações que tanto gosta.

Golos perdidos
O cenário na 2.ª parte mudou pouco, com a agravante de que aumentaram os problemas para a defesa do Tondela, com o Sertanense a aproveitar os espaços para assustar seriamente Bruno Sousa que, aos poucos, se foi tornando uma espécie de 'herói' no meio de uma 'batalha' perdida.
Jesus arriscava um pouco mais (tinha de o fazer), e colocou Tarzan e Cássio em campo, em detrimento de Vítor Borges e Luís Carvalho. Por momentos, o Tondela esteve mesmo a jogar com um libero (Abel), ficando Xico e Carlos André a fazer de 'trincos' no apoio aos homens da frente. Nas laterais, Ricardo (na esquerda) e Tarzan subiam livremente, mas nem assim o Sertanense cedeu defensivamente. Pelo contrário.
À passagem do minuto 50, Platini serviu Jefferson, este tirou Bruno Sousa do caminho mas não marcou porque Abel estava no sítio certo para cortar.
O Tondela tinha sérias dificuldades para penetrar a bem povoada defesa da Sertã e continuava a sentir o 'veneno' dos contra-ataques dos forasteiros. Aos 69', o 2.º golo esteve perto de acontecer. Joca isolou Renato pelo flanco esquerdo e este rematou forte para defesa espectacular de Bruno Sousa com a ponta dos dedos.
Só a 10 minutos do fim os tondelenses 'cheiraram' o empate. Ricardo combinou com Piojo e este rematou de primeira com o esférico a 'deslizar' junto ao poste e nas malhas laterais da invicta baliza de Salgado.
Intensificava-se a pressão do Tondela que vivia, então, o melhor momento na partida. Piojo, pela esquerda, passou por 2 opositores e tentou depois servir os muitos colegas na área. Xico recebeu a bola mas rematou de pronto e sem nexo.
José Bizarro não mudava a estrutura vencedora que ia tendo em campo, refrescando apenas unidades mais ofensivas. Zâmbia, que substituiu Renato, teve boa oportunidade para facturar aos 85' mas atirou muito ao lado perante o adiantado Bruno Sousa.
Completamente balançado para o ataque, o Tondela ia arriscando cada vez mais na defesa e aos 87 foi novamente a equipa da Sertã que esteve perto de marcar. Desta vez foi Platini que concluiu a jogada com um remate cruzado para boa defesa do guardião da casa.
Já em tempo de compensação, o árbitro não viu uma agressão (ou tentativa) de Tarzan a Platini, com o braço, mas viu depois uma entrada a pés juntos do mesmo jogador sobre Ventosa, que seguia para a baliza deserta (Bruno Sousa tinha subido até à grande área contrária). O árbitro admoestou Tarzan com amarelo embora o jogador tenha, à 1.ª vista, apenas jogado a bola.
O resultado, em si, é adequado ao Sertanense que defendeu bem e explorou da melhor forma o contra-ataque, não se perdendo em anti-jogo e beneficiando, por isso, o espectáculo. A derrota terá de servir de lição ao Tondela porque, pela frente, terá mais equipas a jogarem assim.
Árbitro Pedro Maia deixou jogar tanto que não assinalou faltas claras, não viu agressões, empurrões e mostrou amarelos em lances que não mereciam tanto.

Vítor Ramos
In Diário Viseu

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Rui Santos(A.Viseu) suspenso preventivamente

Como se esperava, o polémico encontro entre Tourizense e Académico de Viseu, que terminou com uma igualdade a um golo, um penálti inexistente para os da casa e agressões na bancada, continua e continuará a dar que falar.
O capitão dos academistas, Rui Santos, que acabou expulso no meio da discussão após o penálti que deu a igualdade ao Tourizense, foi suspenso preventivamente pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e será alvo de processo disciplinar com base no artigo nº109 do regulamento de disciplina da FPF, relativo a agressão ou tentativa de agressão ao árbitro ou outro elemento da equipa de arbitragem do jogo.
Rui Santos, em declarações ao Diário de Viseu, refere sentir-se 'injustiçado'.
"É uma grande injustiça que me estão a fazer. Não sei porque me estão a fazer isto. Simplesmente me dirigi ao árbitro auxiliar que assinalou a grande penalidade, como capitão, tentando explicar-lhe que o lance ocorreu fora da grande área. Naquela situação, com o aproximar dos meus colegas, ter-me-ei encostado a ele apenas. Depois o árbitro dá-me o cartão vermelho sem qualquer tipo de justificação. Estou de consciência tranquila, não sei qual o motivo deste processo nem o que o árbitro alega para me ter mostrado vermelho".

"Já pensei abandonar"
Confrontado com a possibilidade de ficar, no mínimo, seis meses suspenso, o capitão não coloca de parte o cenário de abandonar o futebol. "Já me passou isso pela cabeça mas para já vamos esperar pela comunicação da Federação para que o clube possa agir em conformidade. Não quero acreditar que me façam isso pois ainda acredito na justiça".
O jogador do Académico de Viseu incorre numa pena entre seis meses e quatro anos se, de alguma forma, for deliberado que Rui Santos agrediu o auxiliar. No caso do processo deliberar que houve apenas tentativa, o mínimo aplicável é de três meses e o máximo de dois anos. Se o jogador tivesse contrato profissional incorreria ainda numa multa entre os mil e os 2 mil euros.
Também António Borges saiu multado do jogo com o Tourizense. Segundo o comunicado do CD da FPF, o técnico terá de pagar 150 euros por "protestar uma decisão da equipa de arbitragem".
António Borges confirma que foi advertido durante o encontro mas apenas por "sair da área técnica para perceber o estado de saúde do Everson, uma vez que não havia médicos nas duas equipas".

Vítor Ramos
Diário de Viseu

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

2ªC: Mafra 1 Tondela 1

Vindo duma série de três vitórias consecutivas, o Mafra entrou muito bem no jogo, a trocar bem a bola e a dominar o jogo, contra uma excelente equipa, bem organizada.

Com naturalidade face ao futebol apresentado, o Mafra chegou à vantagem. Ao minuto 24', grande pontapé de fora da área de Catchana, fazendo um golo fantástico !
A primeira parte foi de bom futebol, com domínio na nossa equipa, que, à beira do intervalo, viu um golo anulado pelo trio de arbitragem. Aos 43' após erro crasso do guardião do Tondela, Kifuta a fazer o golo que viria a ser anulado, sem que os adeptos presentes no estádio percebessem o motivo.
Na segunda parte o Tondela entrou à procura do empate. O Mafra retraiu-se ligeiramente, procurando defender bem, e o jogo estava aparentemente controlado, sem grandes ocasiões de golo para a equipa visitante.
Com o aproximar do final da partida a nossa equipa dispôs de algumas situação para carimbar a vitória, sem no entanto conseguir marcar.
Com a diferença em apenas um golo, o Tondela arriscou tudo para chegar ao empate, e, após enviar uma bola ao poste acabou mesmo por conseguir marcar.
Aos 93' após cruzamento para a área, Xico cabeceou para o fundo da baliza defendida por Márcio Santos.
Na bola de saída a nossa equipa fez ainda uma boa jogada, com cartão vermelho directo para Diego, após entrada dura sobre Pedro Bonifácio que fugia em direcção à baliza.
Na sequência do lance, livre batido sem perigo para a baliza do Tondela.
Pouco depois terminou a partida com o empate bastante festejado pelo Tondela, que fez por o conseguir na segunda parte, no entanto, o Mafra poderia ter ampliado o resultado mais cedo sem se sujeitar ao "pressing" final do adversário.

domingo, fevereiro 07, 2010

2ªC: Ac. Viseu FC 0-1 AC Marinhense

O Ac. Viseu não foi hoje capaz de superar as inúmeras adversidades que tinha. Num jogo onde ninguém merecia vencer, o Marinhense contou com a preciosa “ajuda” do Sr. Luís Ferreira, que vislumbrou um penalty já em cima do minuto 90 (outro???).

Face a tantas ausências, António Borges colocou o seguinte onze: Rui Marcos, Ruben, Jonas, Tiago e Marcelo; P. Gomes, Calico (Renato), F.Ferreira; Tomé, Hugo Seco (Cabido) e Everson.

O jogo foi todo ele de sentido único. O Académico tentou controlar o jogo, mas a falta de rotina, natural, de alguns jogadores não permitia chegar à baliza oposta com sucesso. Só para se ter uma ideia do fraco jogo que foi, o Marinhense não fez nenhum remate à baliza do estreante Rui Marcos. O Académico não fazia melhor, e apenas de bola parada chegava com algum perigo, relativo, à baliza do Marinhense. A história do jogo, poderia ficar já finalizada, com o empate justo a zero golos, mas não foi o que aconteceu, dado que em cima do minuto 90, um jogador do Marinhense, rodeado por três academistas, caiu na área (fica a dúvida - estou muito longe), e o árbitro vem a correr da zona do meio-campo, imagine-se, apontando a sinalética para a marca do penalty. E pronto, o Marinhense não desperdiçou e venceu um jogo que não merecia. Por tudo o que fez e não fez. Por ter defendido durante os 90 minutos, pelo enorme anti-jogo que cometeu, (a maca entrou em campo para “assistir” os jogadores do Marinhense em cinco ocasiões, fora as outras), e pelo papel do árbitro, sempre em desfavor do Académico, - chega a ser um pouco impressionante esta “perseguição”, - temos de dizer chega. É verdade que o Académico hoje não teve arte nem engenho, sem dúvidas, nem está em questão, mas estes penaltys muito duvidosos em cima do minuto 90, dão no mínimo para pensar e reflectir. É a minha opinião.
De referir ainda, a expulsão de F.Ferreira, vermelho directo. Exagero ou não, o Fernando não pode reagir daquela maneira, está claro.


Um resultado que retira ao Académico a possibilidade de estar numa posição mais tranquila, e que o coloca num lugar intranquilo e muito muito delicado, a 13º posição com 20 pontos. Nada está perdido. Força Académico! Até ao fim!

segunda-feira, janeiro 25, 2010

2ªC: Arouca 1 Tondela 1


Tondela:
Bruno, Vítor(Luís Santos 51')(Emerson(72'), Carlos André, Diego, Luís Carvalho, Xico(C), Gomes, Penela(Simões(38'), Piojo, Dany, Ricardo
Treinador: António Jesus

Marcador:
1-o por Beré(41')
1-1 por Piojo(86' gp)

Na primeira parte a equipa da casa dominou claramente o jogo apesar das poucas oportunidades de golo, Beré faz o primeiro da partida aos 41 minutos. O Antigo jogador do Tondela não teve pena do seu antigo clube.

Na segunda partue o Arouca numa fase inicial tenta chegar ao segundo golo, o Tondela por sua vez consegue anular os ataques da equipa da casa.

Próximo do final da partida o Arouca preocupa-se mais em defender que em atacar e Dani acaba por ganhar uma grande penalidade a 4 minutos dos 90 e deu o golo do empate ao Tondela.

Jogo muito disputado com poucas oportunidades de golo.

domingo, janeiro 24, 2010

2ªC: Ac. Viseu FC 2 - 2 UD Serra

O Académico de Viseu empatou com o U. Serra, a duas bolas, no Estádio do Fontelo. O onze academista em relação aos últimos jogos, revelou uma surpresa, a inclusão de P. Freitas em detrimento do lesionado Augusto. Assim jogaram: P. Freitas, M. Almeida, Tiago, Jonas e Marcelo; Calico (Hugo Seco), Álvaro, F. Ferreira (Zé Bastos) e Tomé; Rui Santos e Guima (Everson).

Os viseenses adiantaram-se no marcador por Guima logo à passagem dos 10 minutos de jogo. Tomé desmarca bem Guima, e o ponta-de-lança academista isolado faz o primeiro da tarde. Contudo, os forasteiros responderam de imediato. Após um pontapé de canto, o jogador do U. Serra antecipa-se a P. Freitas e fazia o empate a um golo. Resultado que se verificava ao intervalo. Entretanto Guima, que estava a ser dos melhores elementos, teve de sair do jogo, lesionado. Para o seu lugar entrou o “reforço” de Inverno, Everson.

No segundo tempo, o técnico academista, insatisfeito com o resultado, fez entrar o avançado Zé Bastos para o lugar de F. Ferreira. Mas logo abrir o segundo tempo, o U. Serra colocou-se em vantagem no marcador, mais uma vez, após lance de bola parada (numa falta que não parece existir), onde P. Freitas pareceu não ficar muito bem na fotografia. O Académico não conseguia pautar o seu jogo, e terá sido mesmo dos jogos menos conseguidos dos últimos tempos. No tudo por tudo, António Borges fez entrar Hugo Seco para o lugar de Calico, tentando dar ainda mais profundidade atacante. A persistência academista deu mesmo frutos, e foi já nos minutos de compensação que, Zé Bastos, após excelente cruzamento de M. Almeida, fez de cabeça, o resultado final, 2-2, isto numa altura em que o Académico já jogava com 10 elementos, depois da expulsão (justa) do número 8 academista, Àlvaro.

Com este empate, o Ac. Viseu desceu para a zona de despromoção, na 13ª posição, com 19 pontos. Força Académico!

domingo, janeiro 17, 2010

2ª C: Ac. Viseu FC 0 - 0 SC Esmoriz

O Académico de Viseu empatou em casa 0-0 com a formação do Esmoriz. Os academistas tiveram muitas oportunidades para chegar à vitória, mas assim não foi possível. O jogo acabou com os adeptos aplaudirem o esforço da equipa viseense que, claramente, merecia os três pontos.

O técnico António Borges colocou em campo: Augusto, M. Almeida, Jonas, Tiago e Marcelo; Calico (Hugo Seco), Álvaro, F.Ferreira (Ruben); Tomé (Zé Bastos), Rui Santos e Guima.

Suplentes não utilizados: P. Freitas, Cabido, Filipe e P. Gomes.

O jogo foi praticamente dominado pelos academistas durante os 90 minutos, onde Augusto foi um espectador, atento, já que foi obrigado a uma defesa apertada já perto do final do desafio. O Académico entrou bem, à semelhança dos dois últimos jogos, com transições rápidas, através do mágico Rui Santos. O Esmoriz optava por trocas de bola constantes, mesmo na zona defensiva, onde o passe curto era o ingrediente principal. Márcio Sousa, como era de esperar, era o organizador de jogo da equipa, e dos seus pés saiam pormenores acima da média. O Académico bem cedo, poderia ter resolvido o jogo, mas os executantes de Viseu, claramente não estavam inspirados. O esforçadíssimo Guima teve o golo nos pés em várias ocasiões, mas hoje não foi feliz, tanto na primeira como na segunda metade não conseguiu desfeitear Rui Sacramento, que esteve seguro em todo o jogo. Se na primeira parte o Académico foi uma equipa atacante, na segunda foi ainda mais, mas o desperdício foi mais que muito. Rui Santos neste capítulo não foi feliz, com duas boas oportunidades para fazer o golo, mas ambos os remates saíram por cima da baliza do Esmoriz. António Borges colocou em campo Zé Bastos, e depois Hugo Seco, mas o desperdício continuava, embora as jogadas de ataque se multiplicassem, e fossem bastante vistosas. Neste capítulo, os laterais estiveram bem, subindo no terreno em várias ocasiões, saindo deles vários cruzamentos para os atacantes do Académico. A vitória não foi possível, mas mesmo assim, os adeptos gostaram e aplaudiram a equipa, que diga-se, está mais coesa, mais equipa.

Com este empate, o Académico eleva para cinco, o número de jogos consecutivos sem perder, ocupando agora a 11ª posição, acima da linha de água, com 18 pontos.

Carrega Académico!

domingo, janeiro 10, 2010

3ª C: Cinfães - Fiães adiado


Não se realizou o jogo devido à neve que caiu em Cinfães.
O relvado transformou-se num manto branco de neve como podem ver nas fotos que junto em anexo.


Por acordo de ambas as direcções e do trio de arbitragem o jogo ficou adiado para dia 20/01/2010 às 15:00 (Quarta-Feira).


[Serpa Pinto]

2ª C: Tondela 3 - Monsanto 0

Estádio João Cardoso, em Tondela.
Assistência: Cerca de 250 espectadores.
Numa tarde muito fria e depois da queda de neve durante toda a manha, pouca gente se deslocou a assistir a mais uma partida da 2ª divisão nacional série centro.
A equipa da casa, nos dois últimos jogos em casa não conseguiu levar de vencida os seus adversários, Tourizense 0-0 e Ac.Viseu 0-3, tendo inclusivamente sofrido uma derrota fora de portas na última jornada na Pampilhosa. Assim sendo, aguardava-se com alguma expectativa a reacção dos Tondelenses a estes resultados menos positivos.
Tondela: Bruno Sousa, V.Borges, Diego, Carlos André e Luis Carvalho, Xico, Penela, Gomes, Ricardo, Piojo e Luis Miguel.
Suplentes: Rui Vale, Espanhol, Ewerton, N.Pedro, S.Simões, Ruca e Jefferson.
Treinador: António Jesus.

O jogo começou tal como o tempo, bastante frio, com os jogadores a tentarem adaptar-se ás condições climatéricas e a um relvado escorregadio devido á queda de neve.
Apesar disso, é a equipa da casa a criar a primeira ocasião de perigo através de Piojo aos 5m que trabalha bem a bola fora da área e remata cruzado para boa defesa.
Os forasteiros responderam com um cabeçeamento de Alex por cima da barra, após a marcação de um pontapé de canto. A partir daqui, os visitados começaram a controlar a partida, a dominar o meio campo mas sem conseguir inaugurar o marcador, como foi o caso de Luis Miguel aos 11m, que após cruzamento da esquerda de L.Carvalho atira muito perto da barra. Aos 18m é a vez de Vitor Borges que na cobrança de um livre directo, atira forte com a bola a rasar o poste do Monsanto. Os da casa continuavam a dominar o jogo e os forasteiros tentavam alguns contra-ataques, numa dessas situações, conquistam um pontapé de canto aos 20m e novamente numa hesitação da defesa do Tondela permite a um adversário atirar um pouco ao lado. Os visitados, continuavam a procurar o golo e Piojo duas vezes seguidas aos 23 e 24m perde a oportunidade de inaugurar o marcador após duas jogadas individuais, o mesmo jogador entra na área e uma daz vezes atira para grande defesa e outra atira cruzado com a bola a roçar o poste. O mesmo jogador aos 27m assiste Gomes que dentro da área atira para grande defesa para canto, perdendo mais uma chance de golo. Na sequência deste lançe e da marcação do canto, a defesa adversária alivia a bola para a entrada da área e Gomes de pé esquerdo remata colocado para o 1-0. Estava materealizado o dominio do Tondela, que podia ter aumentado a vantagem aos 32m, quando Luis Miguel sozinho na pequena área após assistência de Luis Carvalho, atira por cima. O Monsanto acusou o golo, não mais conseguiu criar alguma jogada de ataque e foi mesmo o Tondela a criar a ultima oportunidade de golo através de Piojo aos 42m que após jogada individual remata com a bola novamente quase a entrar na baliza.
Na segunda parte os homens da casa entraram a todo gáz com vontade de resolver cedo o jogo, e assim aconteçeu, depois de aos 50m Piojo isolado atirar por cima da barra, aos 52m Vitor Borges pela direita deixa atrasado para Gomes que na passada e fora da área faz o 2-0.
Após este 2º golo o Monsanto tenta reagir, e num contra ataque é Alex que remata de fora da área para boa defesa de Bruno para canto. Mas a equipa da casa continuava por cima, controlava agora o jogo com mais egurança e naturalmente chega ao 3-0 aos 66m, após uma jogada entre Gomes e Piojo este pela direita entra na área e asssiste o até aqui perdulário Luis Miguel para mais um golo. A partir deste golo o Tondela limitou-se a gerir criando mais algumas jogadas de belo efeito, tentando o Monsanto algumas jogadas em contra ataque. Destaque para a expulsão do capitão do Tondela algo injusta por acomulação de cartões quando não foi este que cometeu a falta. Até final apenas nota de realçe para um remate de Ito muito por cima da barra de Bruno e para um outro de Ricardo para boa defesa do guarda redes forasteiro aos 87m.
Palavra final para os jogadores de ambas as equipas, que, dignamente lutaram perante condições climatéricas bastante difíceis.
A equipa de arbitragem esteve a um nível razoável, mostrou algumas falhas, prejudicando ambas as equipas, apesar de em alguns lances mais decisivos, os visitados tenham sido mais prejudicados.

quarta-feira, dezembro 16, 2009

2ªC: Marinhense 1 Tondela 4

Num jogo caracterizado por algum rigor táctico em detrimento de um maior desenvolvimento competitivo, o Marinhense sofreu no seu reduto uma derrota expressiva imposta pelo Tondela.

É certo que os dois últimos golos já foram apontados nos derradeiros minutos, contudo, os visitantes souberam aproveitar da melhor forma a falta de inspiração da formação marinhense.
O jogo começou de uma forma repartida, com as equipas a equivalerem-se na ocupação dos espaços do terreno, não surgindo portanto desequilíbrios que pudessem originar perigo junto de uma ou outra baliza.
A excepção foi mesmo o lance aos 5 minutos que resultou no golo da formação de Tondela, quando Vítor Borges solicitou a desmarcação rápida do seu companheiro Ricardo, ficando este isolado diante do guardião Róis, rematando, depois, fora do alcance deste.
Este golo não trouxe alterações à forma de actuar das duas formações continuando a mesma toada, sem grande velocidade de execução e, só a espaços é que a bola rondava as balizas com relativo perigo. Foi o que aconteceu à passagem do minuto 15 quando o dianteiro marinhense, Ricardo Fernandes, na pequena área e enquadrado com a baliza falhou o remate. Perante este cenário o jogo foi decorrendo sem grandes oscilações até se atingir o intervalo.
Para a fase complementar os dois técnicos surgiram sem alterações nas suas equipas, continuando a partida a desenrolar-se dentro dos mesmos moldes, o que de certa forma convinha mais aos visitantes.
E foi mesmo a equipa de Tondela quem esteve perto de elevar a vantagem quando aos 55 minutos, Vítor Borges, rematou na pequena área valendo a intervenção do guardião Róis.
Só que aos 63 minutos, a defensiva marinhense foi surpreendida por uma insistência da formação visitante, ficando o dianteiro Luís Miguel, diante de Róis, considerando o árbitro que o guardião terá cometido falta para castigo máximo que Nuno Pedro converteu no segundo golo.
Parecia então que tudo se encaminhava para que a vitória da turma orientada por António Jesus fosse irreversível.
Mas, uma série de circunstâncias que foram acontecendo aos visitantes, o segundo amarelo a Penela, aos 68 minutos e a grande penalidade cometida por Carlos André, aos 71 minutos, que Moita converteu, voltou a relançar a equipa de José Petana no jogo.
Só que esta não era a tarde do Marinhense e, independentemente de ter tentado virar o rumo dos acontecimentos, acabou por ser surpreendido pela forma mais pragmática do Tondela, que ampliou a vitória nos derradeiros minutos para uma goleada importante e moralizadora.
Com o triunfo, o Tondela não deixou fugir o Tourizense na liderança, mantendo-se a 1 ponto de diferença e com 3 de avanço sobre o Esmoriz.
Arbitragem rigorosa, essencialmente no capítulo disciplinar, do portuense Pedro Vilaça.

In Portal Cidade de Viseu
Futebol Distrito de Viseu © 2008. Design by :Futebol Viseu Sponsored by: Futebol Viseu