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terça-feira, março 22, 2011

Legião Estrangeira

Muda-se o tempo, mudam-se as identidades, as equipas pertencentes à Liga Portuguesa de Futebol são as que menos aproveitam o “material” da formação.
Segundo a Agência Lusa, através de uma investigação do Observatório dos Jogadores Profissionais de Futebol (OJPF), chegou-se à preocupante conclusão que a utilização de jogadores formados nos clubes lusos caiu 1,3 por cento, comparativamente a 2009.
Número este, que não surpreende os que estão atentos à formação no futebol português, pois são cada vez mais os estrangeiros na formação lusitana.
De acordo com este estudo é o Sporting que melhor se posiciona entre as equipas que apostam em jogadores nacionais, fez alinhar durante 32,5 por cento dos minutos dos primeiros jogos da época, jogadores da formação, três vezes mais do que os seus seguidores Beira-Mar (7,9), Marítimo (6,7) e União de Leiria (3,4).
Estas conclusões tornam-se difíceis de aceitar, principalmente porque com o passar do tempo a formação em Portugal tem mais qualidade, efeito de um investimento em infra-estruturas desportivas e a melhoria dos técnicos que lidam com os jovens desportistas.
Considero essencial uma boa aposta na formação, pois estamos a semear o que iremos colher no futuro, sendo os jovens desportistas de hoje os futuros jogadores de amanhã, obviamente dá trabalho, mas se este “esforço” não for feito, não iremos ter uma selecção novamente campeã do Mundo de Sub-20, como aconteceu em 1989 e 1991, na Arábia Saudita e em Portugal, respectivamente.


Foram estes títulos, os expoentes máximos da confirmação de uma boa formação no futebol português que contribuíram para o êxito desportivo na selecção no passado mais recente.
E é esse êxito desportivo que queremos reproduzir no futuro, tanto ao nível das selecções como ao nível dos clubes, não nos podemos esquecer que é o país que está a ser representado e não é com investimentos em estrangeiros que conseguimos potenciar os jovens nacionais.
Devemos fazer tudo para fomentar o orgulho nacional!


Comprar jogadores já “feitos” tornou-se moda nos dias de hoje. É rara a equipa que aposta solidamente em jogadores oriundos da sua formação.
Podendo os jovens da formação seguir dois caminhos; ou o seu talento é muito evidente e são contratados pelos grandes colossos europeus, ou o talento desses jogadores necessita de uma “lapidação”, entenda-se um trabalho mais rigoroso, quer em aspectos tácticos, técnicos, físicos ou psicológicos, não rentabilizando a sua potencialidade. Hoje em dia já não se dá ênfase a este esforço junto dos jovens nacionais, de modo a maximizar os seus atributos para serem jogadores com valor que harmonize com o objectivo da equipa em que estão inseridos.
Infelizmente, é neste segundo caminho que a maioria dos jogadores das camadas jovens se insere.
Torna-se mais fácil ir “comprar fora”, mas não nos podemos esquecer que com isso estamos a hipotecar o nosso futuro futebolístico. O futebol português não pode continuar a viver eternamente de futuros Decos, Pepes, etc, ao invés, devemos criar futuros Figos, Ronaldos, etc.
Tradicionalmente sempre tivemos jogadores virtuosos, ou seja, jovens a emergir em talento, com um grande potencial, onde o acompanhamento pedagógico, psicológico e social deve coadunar com os factores situacionais assim como com a sua personalidade. São estas vertentes que constituem os reais alicerces da formação.
Assim é necessário dar espaço e oportunidades aos nossos jovens desportistas para crescerem tanto como jogadores, como pessoas.



Um bom exemplo disto é o facto de nos Juniores A - Fase Final 2010/11, segundo fonte do site zerozero.pt, a única equipa a ser composta exclusivamente por jogadores lusos é a União de Leiria, dado este, que comprova claramente que esta equipa é uma excepção, contrariamente às restantes que cada vez mais apostam em jogadores estrangeiros nas camadas jovens.
O actual vice-campeão nacional, SL Benfica, joga neste momento, apenas com um português na equipa inicial, falo de Fábio Coentrão, que certamente mercê do futebol demonstrado, não ficará a fazer parte desta estatística durante muito mais tempo.
O SL Benfica já contratou um “substituto” de posição, que só por “acaso” é francês. São nestes pequenos exemplos que vemos a importância dada aos jovens jogadores portugueses.
Esta contratação tem como âmbito uma contínua evolução, explorando o SL Benfica o potencial do jogador, logo podemos colocar a seguinte questão, se é para formar, porque é que não o fazem com jogadores portugueses?!
E quem melhor na actualidade, do que o nosso país vizinho, a Espanha onde verificamos que uma boa aposta na formação dá resultados, o futebol espanhol vive neste momento uma fase de notório sucesso, tanto ao nível dos clubes, como ao nível das selecções.
Há cerca de 10 anos foi implementada uma metodologia verdadeiramente incrível, a formação espanhola potencia ao máximo os jovens espanhóis acompanhando-os muito de perto e volvida uma década o resultado é impressionante!
Em Portugal é visível esta tendência para o “desaproveitamento” da formação, faço um apelo a quem tem responsabilidades acrescidas nesta área, para procurar introduzir uma política desportiva mais aliada à formação portuguesa, para que se continue a formar grandes talentos, tais como Cristiano Ronaldo, Figo, Rui Costa, etc.


Se conseguimos ter dos melhores treinadores do mundo (José Mourinho), dos melhores agentes de futebol do mundo (Jorge Mendes), dos melhores jogadores do mundo (Cristiano Ronaldo), para quando a aposta na melhor formação do mundo…?!

Leandro Monteiro

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Viseu: Um árbitro e dois dirigentes em tribunal

O árbitro Fernando Dias, da AF Viseu, Rodrigo Guedes e Jerónimo Medeiros, ambos dirigentes do Sporting de Lamego, e o próprio clube, começaram ontem a ser julgados no Tribunal de Viseu por crimes de corrupção e tráfico de influências.

Segundo a acusação, os dirigentes desportivos e o árbitro foram apanhados pela PSP, em Novembro de 2007, a transaccionar dinheiro numa das entradas de Castro Daire. Os arguidos optaram por não prestar depoimento.

A primeira testemunha ouvida foi João Caiado, presidente do Conselho de Arbitragem, João Caiado, que contou ter sido recebido uma denuncia por parte de Mário Lima, dirigente do Campia, e que recebeu um telefonema do árbitro Carlos Pires a contar que outro árbitro lhe estava a oferecer dinheiro para influenciar o resultado do jogo que ia arbitrar no dia seguinte, nomeadamente o Cinfães-Sampedrense.

Refira-se que o árbitro José Cunha foi detido pela PSP na saída da A24 para Castro Daire, juntamente com Rodrigo Guedes e Jerónimo Medeiros, em Novembro de 2007, mas, entretanto, já foi absolvido num processo que correu em separado do Tribunal de Tondela.

A Bola. - Redacção

domingo, dezembro 26, 2010

Leitura Desportiva

Aprender a Jogar Futebol - Um Caminho para o Sucesso - Volume 1
Autor: Rodrigo Magalhães e Luís Nascimento
Editora: Prime Books

Um manual destinado a todos os que pretendem adquirir, completar ou aperfeiçoar conhecimentos teóricos e práticos necessários ao treino do futebol de formação. Neste primeiro volume são abordados O Treino dos Jovens Atletas, Técnica Individual e Modelo de Jogo. O livro inclui a descrição das acções fundamentais para se jogar bem futebol – o passe, a recepção com as diferentes superfícies do pé, a condução de bola, e vários tipos de drible, finta e simulação. Todas estas acções são ilustradas com fotos e sequências reais.Explica também como se concebe um modelo de jogo, desde a organização ofensiva/defensiva da equipa, na dimensão colectiva, sectorial e intersectorial, passando pelos vários esquemas tácticos.
Uma vez mais ilustrados com imagens dos procedimentos a adoptar.Poderá ainda encontrar neste livro mais de 50 exercícios práticos que visam o desenvolvimento das várias temáticas abordadas.No longo e responsável percurso da formação de jovens talentos, muitas são as dúvidas e as questões com as quais nos deparamos.
Aqui encontra as respostas que procura.

In http://www.primebooks.pt

Livro para todos os que treinam escalões de formação com a particularidade de um dos autores, Rodrigo Magalhães, ser natural do nosso Distrito, ter estudado no Distrito e ter tirado os cursos de treinador na A.F. Viseu. Com prefácio de Rui Costa. 

sexta-feira, abril 17, 2009

Leitura Desportiva

A Tribo do Futebol
Autor: Desmond Morris (1985)



"Os Europeus. Os Mundiais. Dezenas de milhares de adeptos do futebol preparam-se para assistir aos jogos nos mega-estádios. Milhões anseiam pelas transmissões televisivas. Mas o que é que move toda esta gente? E como é que um simples jogo de bola se tornou o desporto mais divulgado e popular dos séculos XX e XXI? Este livro é uma colorida, viva e imparcial apresentação do mundo do futebol e uma explicação para o papel cada vez mais importante do desporto na sociedade moderna. "


sexta-feira, março 13, 2009

Leitura Desportiva

Futebol Por Linhas Tortas
Autor: Luís Afonso (2004)



"Luís Afonso já nos habituou à inteligência mordaz do seu humor. Em "Futebol por Linhas Tortas" podemos rever alguns dos cartoons mais hilariantes sobre o desporto-rei, sem perder de vista o pano de fundo da sociedade portuguesa."

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Leitura Desportiva

Portugal: A Equipa de Todos Nós
Nacionalismo, Futebol e Media

Autor: João Nuno Coelho (2001)



O sociólogo João Nuno Coelho leu todos os dias, durante um ano, os jornais desportivos Record, A Bola e O Jogo, para tentar perceber como estes jornais reproduziam discursos sobre Portugal, nos textos que se escreviam sobre a selecção portuguesa. Ele próprio um apaixonado do futebol, analisou de forma sistemática estes diários e ainda, através da leitura das edições de A Bola, entre 1945 e 1996, tentou perceber os valores ligados à nação portuguesa numa perspectiva histórica e chegou à conclusão que “os resultados dos jogos ora evocavam a glória das descobertas, ora a perda de protagonismo e a própria independência do País.» E aprofundou a sua tese de que o futebol pode dizer muito sobre uma sociedade.

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Leitura Desportiva

História Natural do Futebol

Autor: Álvaro Magalhães (2004)



Como diz Miroslav Holub, sempre que encontramos alguma coisa que rola, chutamo-la. Não é por acaso. É um gesto instintivo, algo que está dentro de nós e com origens muito remotas. Mesmo os animais (cães, gatos, por exemplo) se divertem imenso com uma bola. Talvez seja por isso que o futebol apaixona tanta gente em todo o mundo. Sabia que o jogo da bola vem do fundo dos tempos? Que muitas civilizações jogavam à bola de diferentes maneiras? Daí até ao futebol moderno muitos passos se deram, embora o essencial continue lá, e seja sobretudo da ordem do inconsciente, do instintivo. Nesta "História Natural do Futebol" Álvaro Magalhães percorre a história e o entendimento deste jogo desde os tempos mais remotos até aos dias de hoje. De como surgiu, a sua importância nas comunidades, o seu significado, o lado do praticante, o lado do adepto, num livro belíssimo e profusamente ilustrado.

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Leitura Desportiva

Futebol Globalizado
Colecção: Revista Análise Social (2006)



Esta edição da revista Análise Social compila textos sobre vários aspectos do futebol, que vão muito além das quatro linhas, como por exemplo a migração de jogadores africanos para Portugal, e as suas consequências, a relação entre futebol e colonialismo, o renascimento dos clubes russos, através da injecção de dinheiro dos oligarcas multi-milionários (e a sua expansão para o resto da Europa, como no caso do Chelsea), a futebolização da China, do Japão e da Coreia do Sul, a falta de espectadores nos estádios portugueses, apesar da omnipresença da modalidade no dia-a-dia, e até a “estupidez no futebol”.

Indíce de artigos:
Stephen Wagg - "Anjos de todos nós?" Os treinadores de futebol, a globalização e as políticas de celebridade.
Miguel Moniz - Identidade transnacional adaptativa e a venda do soccer: o New England Revolution e as populações imigrantes lusófonas.
Nuno Domingos - Futebol e colonialismo, dominação e apropriação: sobre o caso moçambicano.
Paul Darry - Migração para Portugal de jogadores de futebol africanos: recurso colonial e neocolonial.
Tiago Maranhão - "Apolíneos e dionisíacos" - o papel do futebol no pensamento de Gilberto Freyre a respeito do "povo brasileiro".
Marcos Alvito - "A parte que te cabe neste latifúndio": o futebol brasileiro e a globalização.
Jim Riodan - "Entrar pelo jogo": pela Rússia, pelo dinheiro e pelo poder.
W. Manzenreiter e J. Horne - Levando o jogo pós-fordista ao Extremo Oriente: a futebolização da China, do Japão e da Coreia do Sul.
J. Nuno Coelho e Nina Tiesler - O paradoxo do futebol português: a omnipresença do futebol e a ausência de espectadores dos estádios.
Adam Brown - "Not for sale? A destruição e a reforma das comunidades futebolísticas na aquisição do Manchester United pelos Glazer.
Detlev Claussen - Sobre a estupidez no futebol.

sexta-feira, novembro 07, 2008

Leitura Desportiva

"Os Magos do Futebol"
Autor: Luís Freitas Lobo (2002)



Viajante incansável, a bola de futebol percorreu os cinco continentes. Cada território a recebeu, acariciou e tocou de forma diferente. Nos distintos estilos espelham-se os traços idiossincráticos dos diferentes países, seus climas e atmosferas, o sentir e o pulsar dos seus povos e o universo que os moldou.

Um cruzamento cultural, social e histórico indispensável para entender o microcosmos desportivo que desenha o emocionante Mundo do Futebol, no qual, desde tempos remotos, habitam lendas como Garrincha, o Anjo das pernas tortas, Puskas, o Major galopante, Obdulio Varela, El gran capitan que domava a maior multidão com um simples olhar, Di Stefano, La Saeta Rúbia, Maradona, o pibe mágico, Pedernera, a alma de La Máquina, Didi, o príncipe de chuto dissimulado como olhar de Capitu, Cruyff, Rembrandt dos relvados, Eusébio, a Pantera Negra, Stanley Matthews, o driblador eterno, até, claro, Pelé, o Rei, simplesmente, e muitos, muitos outros exemplares, geridos, ao longo dos tempos, por Feiticeiros da táctica, mentores de revolucionárias abordagens estratégicas do jogo, como o WM de Chapman, a bola de cristal de Meisl, ou o Futebol Total de Michels.

Todos personagens de um sonho de futebol, onde se abriga a utopia de um jogo desenhado por futebolistas que escrevem poesia com a bola nos pés. Diferentes épocas, diferentes estilos, mas a mesma dinastia futebolística: a do talento mágico, rebelde e poético. Um admirável mundo mítico que nos faz descobrir a arte no futebol, e o futebol na arte.

sexta-feira, outubro 03, 2008

Leitura Desportiva

"A Paixão do Povo: História do Futebol em Portugal"

Autores: João Nuno Coelho e Francisco Pinheiro (2002)



Paixão do Povo - História do Futebol em Portugal é uma obra de referência na análise do fenómeno do futebol em Portugal. Em cerca de 700 páginas percorre-se toda a história desta modalidade desde 1888 (ano da sua introdução no país) até ao campeonato mundial de 2002. Engloba uma análise detalhada do século XX (década a década - ano a ano), apresentando mais de 130 biografias, 35 histórias de clubes, múltiplas temáticas e cerca de 1500 imagens. Num único volume, toda a história e milhares de estórias do "jogo da bola" em Portugal, desde o primeiro dia em que foi jogado até aos dias de hoje.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Leitura Desportiva

"Uma Cidade de Futebol"

Autores: Fotografias da Colecção Arquivo Municipal de Lisboa, de António Júlio Duarte, Paulo Catrica e Pedro Letria e textos de José Monterroso Teixeira, Miguel Amado, Nuno Domingos e Paulo Catrica (2004).



O projecto Uma Cidade de Futebol tem a pretensão de dar a ver e de fazer pensar o fenómeno [do futebol] noutros planos. [...] cruza uma recolha de fotografias históricas a partir do espólio do Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa com o trabalho desenvolvido por três fotógrafos contemporâneos. A iniciativa beneficiou ainda da contribuição empenhada e decisiva de um grupo de investigadores das ciências sociais que desenvolveram estudos de caso sobre o futebol em Lisboa.



sexta-feira, agosto 01, 2008

Leitura Desportiva

"Planeta Futebol"

Autores: Andoni Canelas, Rodolfo Chisleanschi (2006)



As estrelas deste livro não são Ronaldinho Gaúcho, Frank Lampard ou Leonel Messi. Os jogos que ilustram as suas páginas não são disputados no Maracanã, no Santiago Barnabéu ou em Old Trafford. As bolas não são da Nike nem da Adidas. Também não vale a pena procurar os árbitros.
E, apesar de tudo isto, este livro respira futebol por todos os poros. Porque apresenta em mais de 100 fotografias e respectivos textos o milagre de um jogo - o futebol - que em pouco mais de um século cresceu como uma trepadeira até se enredar no planeta inteiro. Nesta viagem fotográfica à volta do Mundo está representado o desporto-rei no seu estado mais puro: belo, popular, profundo e diverso.

sexta-feira, julho 04, 2008

Leitura Desportiva

Em época estival, o Blog Futebol Distrito de Viseu inicia uma nova rubrica, dedicada à divulgação de obras escritas sobre o futebol. Uma a duas vezes por mês, deixaremos a sugestão de livros que têm o jogo como tema de fundo, visto sob diferentes olhares.

"Futebol: Sol e Sombra"

Autor: Eduardo Galeano (2006)


"Importado de Inglaterra, o futebol foi apropriado pelos crioulos e imigrantes pobres nas margens do rio da Prata e do Rio de Janeiro, no início do século XX, passando de um mero jogo da elite a algo muito diferente: um exótico, fascinante e sensual espectáculo de virtuosos que jogavam “pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade”.
Um jogo de paixões, que fazia desmaiar as senhoras da alta sociedade do Rio e levava ao suicídio, em pleno campo, de jogadores uruguaios caídos em desgraça.
Descendente dos rituais astecas, filho do tango, do samba e da capoeira, da sombra da miséria e do sol dos sonhos de glória: é a esse jogo de estilo latino, à sua tradição de virtuosismo e aos seus cultores, em todo o mundo e ao longo dos tempos, que Eduardo Galeano presta homenagem.
Textos curtos, incisivos e sábios, como passes para golo na grande área da memória. Um golo perfeito, resgatado de uma longínqua tarde de domingo."

in http://www.livrosdeareia.com/
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