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domingo, outubro 24, 2010

1ª Norte: Moimenta da Beira 3-1 Nespereira


Ficha Técnica:2ª Jornada do Campeonato Distrital da 1ª Divisão- Zona Norte
Campo: Estádio Municipal Eduardo Requeijo Alves- Moimenta da Beira
Árbitro: Pedro Saraiva

Moimenta da Beira: Careca; Jorge, Élio, Gonçalo, Sérgio; Almeida, Nando (João Pedro), Albertino, Oceano; Rafa(Miguel), Jadson(Freddy).
Treinador: Vítor Rebelo
Disciplina: Cartões Amarelos: -; Cartão Vermelho: Oceano.

Nespereira: Branco; Cadinha, Diogo Batista (Lino, ao int.), Vilarinho, Nuno Cardoso; Mexicano, Hélder (Pepe, aos 66’), Sérgio Silva, Sérgio Duarte (Pedro Vilarinho, aos 31’), Jorginho, Marcelo.
Treinador: José Alves
Disciplina: Cartões Amarelos: Jorginho, Cadinha, Vilarinho.

Ao int: 2-0
Golos: 1-0 aos 30’, por Albertino; 2-0 aos 40’, por Nando; 3-0 aos 65’, por Nando; 3-1 aos 78’, por Vilarinho

O Nespereira deslocou-se à Moimenta da Beira, jogar contra uma equipa “candidata” à subida, e muito complicada no seu reduto.
Apesar do tempo acinzentado e do vento frio que não convidava muito à presença do público, ainda apareceram algumas pessoas no “Eduardo Requeijo Alves” para verem o jogo entre o Moimenta da Beira e o Nespereira.
O jogo iniciou com o Moimenta a tomar as rédeas do jogo, e logo aos 2’ de jogo, o Moimenta beneficia de um pontapé de canto, no seu lado direito, em que no cruzamento, Branco tira corajosamente, e Nuno Cardoso alivia, fazendo assim passar o perigo.
O jogo já por si, prometia ser muito físico, e assim o foi, com muitas jogadas divididas, e que levavam o público presente a se manifestarem de forma efusiva, nas bancadas.
E nesta toada do jogo físico, aos 8’, numa jogada dividida entre Jorginho e Oceano, o árbitro considera que Jorginho fez falta sobre Oceano, mas também viu a agressão de Oceano, que agride Jorginho com um pontapé, tendo o árbitro expulsado prontamente o jogador do Moimenta.
O Moimenta pareceu querer jogar mais no meio campo, e tirou o pé do acelerador, talvez, por ter apenas 10 em campo, mas mesmo assim, o Nespereira não conseguia construir nenhuma jogada de ataque, muito por culpa da exibição cinzenta de Diogo Batista, e pela dificuldade que o Nespereira demonstrava em variar os flancos, não conseguindo, quase nunca, jogar pela direita do seu ataque, optando quase sempre pelo lado esquerdo, tendo estado sempre mais activo, nesse sentido, Diogo Batista.
Aos 30’, o Moimenta da Beira beneficia de um pontapé de canto, no seu lado esquerdo, e no cruzamento, Branco falha a intercepção, aparecendo Albertino, no segundo poste, que fugiu à marcação, e marcou assim o 1-0.
Enquanto o público festejava, José Alves optou por mexer na equipa, e meteu Pedro Vilarinho, no lugar de Sérgio Duarte, para reforçar o ataque.
Mas mesmo assim, o Moimenta jogava melhor, controlava a posse de bola, embora em pequenos flashes, Jorginho lá ia tentando algumas arrancadas, mas sendo muito marcado.
Aos 40’, Cadinha perde uma bola no seu lado, Rafa ganha a linha, cruzando e aparecendo no meio da área, Nando, que, apesar de acertar mal na bola, esta bate à frente de Branco, e passa por cima dele, marcando assim o 2-0.
Até ao intervalo, o sentido do jogo era único, com apenas o Moimenta da Beira a tentar se aproximar da baliza adversária.
Após o intervalo, o Nespereira parecia vir com outra disposição, e logo aos 50’, Jorginho no lado direito cruza, e Lino- que entrou para substituir Diogo Batista- cabeceia para defesa de Careca, sendo este o primeiro remate perigoso do Nespereira, em todo o jogo.
Pedro Vilarinho, também aos 52’, vê a bola vir parar aos seus pés, e sem medo, remata à figura de Careca.
O Nespereira parecia mais atrevido, e com outra atitude, tendo aos 58’, os adeptos nespereirenses chegado a gritar “GOLO”, quando Mexicano, na esquerda, cruza, surgindo no meio da defesa do Moimenta, Marcelo que cabeceia, levando à bola à trave.
A partir daqui começou um “show” de disparates, protagonizado pelos árbitros assistentes, que escandalizavam qualquer adepto, tendo um dos assistentes, apenas um sentido com a bandeirola, era sempre a favor do Moimenta, e o que estava do lado do peão, não via nenhum fora de jogo!
Aos 63’, Nuno Cardoso perde uma bola no meio-campo, Nando ganha, e consegue se isolar, rematando por cima da baliza de Branco.
Mas isto foi o aviso, que dois minutos depois, aos 65’, o mesmo jogador, conseguiu transformar em golo, embora em claro fora-de-jogo, no momento do passe, e que o árbitro assistente não assinalou, fazendo assim o 3-0.
Momento caricato, quando num lance em que três jogadores estão em fora-de-jogo, mas em clara evidência, e o árbitro assistente não marcou nada, tendo que vir o árbitro principal, Pedro Saraiva, a vir marcar o fora-de-jogo.
Aos 77’, Lino é agarrado dentro da grande área, e o árbitro assinala o castigo máximo, com Daniel Vilarinho, a rematar para o seu lado direito, e o guarda-redes a cair para o outro.
O Nespereira ganhou outro ânimo, e o próprio treinador adversário resolveu mexer na equipa, metendo mais um defesa, receando uma reacção surpreendente do Nespereira.
Aos 86’, Pedro Vilarinho tem uma excelente jogada individual pelo lado esquerdo do ataque nespereirense, passa para trás, para Mexicano, que cruza e Marcelo cabeceia para a defesa de Careca.
No minuto 90, o Nespereira beneficia de um livre, e Nuno Cardoso remata colocado obrigando Careca a fazer a defesa da tarde, desviando a bola para pontapé de canto.
No final, bom jogo do Moimenta, que confirmou a sua candidatura a subida de divisão, sendo uma equipa mais forte, coesa e experiente, apesar de alguma excessiva dureza, e um jogo muito infeliz do Nespereira, que mostrou um futebol muito apático e desinspirado, mas mesmo assim muito lutador.
Quanto à arbitragem, Pedro Saraiva esteve muito bem, tanto à nível técnico, como a nível disciplinar, embora pessimamente auxiliado, por dois árbitros assistentes, que “morriam” de medo das ameaças do público da casa, que pressionava constantemente, assim como o “banco” do Moimenta da Beira, embora que se entenda que não foi pela arbitragem que o Nespereira perdeu o jogo.
Apenas ficam as notas negativas, do lance do terceiro golo, em que Nando está claramente fora-de-jogo, e nada é assinalado, e para a excessiva agressividade do público de Moimenta, que insultou constantemente o treinador José Alves!

A FIGURA- Sérgio SilvaDiscreto, mas muito eficaz, Sérgio Silva fez de tudo para passar despercebido, mas foi talvez um dos elementos que teve mais sangue-frio, e lutou imenso no meio-campo, embora tenha tido por vezes algumas dificuldades em ver a bola chegar aos seus pés.
Quando a equipa subia, foi muito eficaz a cortar as jogadas adversárias, fossem pelo ar, ou pelo chão.

domingo, outubro 17, 2010

1ª Norte: Nespereira 2-1 Campia


Ficha Técnica:
1ª Jornada do Campeonato Distrital da 1ª Divisão- Zona Norte
Campo:
Parque de Jogos Isidro Nunes Amaral Semblano- Nespereira, Cinfães
Árbitro: Luís Vicente
Nespereira: Paulo Fernandes; Cadinha, Diogo Batista (Pepe, aos 62’), Vilarinho, Nuno Cardoso; Mexicano, Hélder, Sérgio Silva; Sandro (Lino, aos 55’), Jorginho (Paulo Sérgio, aos 83’), Marcelo.
Treinador: José Alves
Disciplina: Cartões Amarelos: Cadinha, Vilarinho
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Campia: Tó Mané; Laranjeira, Paulo Moura, Adrien, Fortes; André Silva (Nando), Miguel, Claudimir, Alegria, Sérgio Pereira, Ferraz (Cerveira).
Treinador: Virgilio Rodrigues
Disciplina: Cartões Amarelos: André Silva, Laranjeira e Paulo Moura; Cartão Vermelho: Tó Mané.
Golos: 1-0 aos 37’, por Jorginho; 1-1 aos 45’, por André Silva; 2-1 aos 73’, por Jorginho.

Numa tarde com um sol brilhante, o Campeonato Distrital começou, agora sob a direcção de Paulo Rodrigues, voltando a se ver novamente coisas típicas do futebol, que já estavam esquecidas no tempo, como a faixa dos “Ultras 1952” que já acompanharam o Nespereira a Canas de Santa Maria, para o jogo da Taça, e a música que anunciava a existência do jogo em casa.
O Nespereira enfrentou uma equipa inconformada pela sua descida de divisão, na época passada, como foi o Campia.
Ambas as equipas começaram muito cautelosamente, tentando ganhar o jogo no meio-campo, tendo aos 10’, Marcelo ganho uma bola no meio-campo, desmarcando Jorginho, na esquerda, que passa por um defesa, mas acaba por não ser feliz no remate, fazendo a bola passar por cima da barra.
Dois minutos depois, o Campia responde com um erro clamoroso de Vilarinho, que alivia mal a bola, esta sobra para o avançado do Campia, que isola-se, valendo ao Nespereira a saída decidida de Paulo Fernandes que agarrou a bola.
O Nespereira apercebeu-se que as coisas não iam ser tão fáceis, e tinha mais posse de bola, que o adversário, tentando atacar sempre com certeza.
Aos 26’, Nuno Cardoso conduz uma bola, no meio campo adversário, desmarca Marcelo, que isolou-se, mas não conseguiu bater Tó Mané que saiu decidido defendendo a bola.
Aos 30’, num livre encostado ao lado esquerdo do ataque do Nespereira, ainda no meio-campo nespereirense, Vilarinho bate a bola para a grande área, Sandro disputa a bola com o guarda-redes, mas este ao saltar acerta em Sandro com o pé, com o auxiliar a marcar rapidamente, e na sequência do lance, com o árbitro a marcar grande penalidade, e a expulsar o guarda-redes da equipa do Campia.
De seguida, Vilarinho vai marcar o penâlti, mas bate-o muito mal, permitindo a defesa do guarda-redes Cerveira, que defendeu para canto.
Aos 37’, no seguimento da jogada, Jorginho marca o pontapé de canto, e este atravessa a grande área toda, indo parar dentro da baliza do Campia, batendo ainda no poste da baliza visitante, convertendo assim em 1-0.
O jogo parecia que iria ser dominado pelo Nespereira, mas aos 44’, o médio esquerdo do Campia ganha uma bola a Nuno Cardoso, no lado direito, cruza, e esta bate em Vilarinho, com o árbitro a assinalar mão na bola de Vilarinho, marcando grande penalidade.
André Silva, assim empatou o jogo, levando assim alguma tranquilidade para a equipa visitante, que igualou o marcador, mesmo no finalzinho da 1ª parte.
O Nespereira entrou na 2ª parte, decidido a vencer o jogo, e Jorginho era um dos mais inconformados, da constituição nespereirense, tendo aos 53’ rematado a bola ao poste da baliza de Cerveira.
O Campia tentou responder, e aos 56’, o avançado vouzelense consegue se desmarcar na direita e remata cruzado, ao lado da baliza do Nespereira.
No minuto seguinte, Marcelo desmarca Jorginho, e este após passar por um defesa, remata “de bica”, obrigando o guarda-redes a defesa a soco, com o defesa a ceder canto.
Na sequência do canto, Jorginho cruzou para o meio da grande área, onde apareceu Nuno Cardoso, que cabeceou a bola à barra da baliza do Campia.
Aos 61’, Cadinha cruzou na direita, e Marcelo aparece na grande área cabeceando muito perto do poste da baliza adversária.
Mas aos 64’, o “Isidro Semblano” arrepiou num erro colectivo da defesa nespereirense, que permitiu ao avançado do Campia, isolar-se, ficando apenas com Paulo Fernandes pela frente, valendo a fraca pontaria do avançado, que rematou por cima da baliza.
O Nespereira via o tempo passar, e procurava tentar “cair” mais em cima dos visitantes, e aos 68’, Nuno Cardoso conduz mais um lance, desmarca Jorginho na esquerda, que vai até a linha e remata rasteiro ao lado da baliza do Campia.
Aos 73’, Mexicano, mais encostado na esquerda, após a saída de Diogo Batista, passa pelo defesa direito dos visitantes, cruzando rasteiro para o meio da grande área, a bola bate num emaranhado de pernas , desvia-se, aparecendo Jorginho, que de fora da área remata, a bola ainda é defendida pelo guarda-redes do Campia, que não conseguiu segurar a bola, deixando-a entrar assim para o 2-1.
A partir daqui o Nespereira, mais tranquilo tentava ter a bola o mais tempo de posse possível, e faze-la circular em todo o terreno.
Mas, mesmo assim, o Nespereira ainda esteve perto de conseguir o 3-1, aos 86’, com uma excelente jogada individual de Pepe, no lado esquerdo, que flectiu para o meio, passou por dois defesas, mas depois acabou rematando à figura do guarda-redes campiense.
No final do jogo, a alegria era evidente no seio dos jogadores e dos adeptos nespereirenses que começaram assim, o Campeonato com uma vitória.
Em relação aos outros resultados, surpresas, em Sernancelhe, que viu ser derrotado no seu reduto, por um contundente 3-1, do Fornelos; assim como a vitória do Arguedeira, em casa do Resende. Assim como se sublinha a vitória do Vouzelenses, por 2-1, ao “candidato” Moimenta da Beira.

A FIGURA- JorginhoA “gazela” nespereirense não perdeu o sentido da baliza, e foi dos mais inconformados em campo, procurando constantemente os golos, não tendo marcado mais, apenas por azar.
Correu muito, e fez com que os defesas do Campia ficassem com a cabeça em água, com as suas constantes arrancadas.

terça-feira, outubro 12, 2010

Taça Sócios de Mérito: Canas de Santa Maria 1-1 Nespereira (3-5 nas g.p.)


O Nespereira disputou neste domingo, a 1ª Eliminatória da Taça Sócios de Mérito, da AF Viseu, deslocando-se a Tondela, onde foi defrontar o GD Canas de Santa Maria, no Estádio D. Máxima Almiro.
A comitiva nespereirense saiu eram 10 horas da manhã, acompanhados de alguns adeptos que fizeram questão de se deslocarem para ver o jogo.
Parou-se em Viseu, para almoçarem, no Lanxeirão, perto do IPJ, no Fontelo, seguindo-se depois o trajecto para Canas de Santa Maria.
Arbitrado por Tércia Santos, o treinador José Alves, apresentou o seguinte “onze”: Branco; Cadinha, Diogo Batista, Vilarinho, Nuno Cardoso; Marcelo, Mexicano, Vítor Andrade(Sérgio Silva); João Eugénio (Hélder), Jorginho e Sandro (Paulo Fernandes).
O Nespereira começou o jogo muito confiante, e logo cedo, aos 5 m, marcou o primeiro golo, através de um remate muito bem colocado de Diogo Batista, que na entrada da área não perdoou.
O Canas de Santa Maria era uma equipa muito dura, que jogava muito perigosamente, pondo em risco por diversas vezes, os jogadores do Nespereira, mas com a árbitra em causa, a deixa- los fazerem esse mesmo jogo.
Aos 22 m, o Canas de Santa Maria marca, através de um livre no lado direito da defesa nespereirense, em que numa falha de marcação no segundo poste, permitiu ao avançado da casa, marcar o golo do empate.
A partir daqui, o jogo perdeu um bocado o sentido, e começou-se a ver muita dureza em campo, e muitos jogadores no chão.
Ao intervalo, o resultado era o empate a um golo.
Na segunda parte, José Alves optou por tirar Vítor Andrade e João Eugénio, e meter Sérgio Silva e Helder, no meio campo.
O Nespereira tentava progredir no terreno, mas muito dificilmente conseguia, derivado à dureza dos jogadores da casa.
Mas, eis que surge o lance do jogo… numa tentativa de ataque do Canas de Santa Maria, Branco vê-se sozinho com um adversário isolado, e agarra a bola fora da área, tendo a árbitra e o seu assistente visto, e marcado livre indirecto, e expulsando Branco.
Na sequência do lance, José Alves, logo substituiu Sandro, pelo guarda-redes suplente Paulo Fernandes.
A jogar com 10, o Nespereira ainda teve momentos de aflição, mas que conseguiu se sair muito bem, tendo dois lances de realce. Um, Diogo Batista consegue se isolar, e em frente ao guarda-redes remata a à figura deste, e noutra, Marcelo quase consegue marcar o 1-2, mas com a bola sendo salva em cima da linha de golo, pelo defesa da casa.
Assim, chegou-se ao final, com um empate, recorrendo-se ao prolongamento. No dito prolongamento, nada de mais se viu, a não ser o sempre duro e perigoso jogo da equipa da casa, que tudo tentou para levar às grandes penalidades.
No final dos 120 minutos, foi mesmo necessário recorrer às grandes penalidades, com Vilarinho a ser o primeiro a bater, e a converter em golo. De seguida, o defesa do canas de Santa Maria permite a Paulo Fernandes, uma excelente estirada, evitando a conversão da grande penalidade, tendo seguido depois, Nuno Cardoso, Marcelo e Helder a converterem, e por fim o guarda-redes do Canas de Santa Maria, a falhar, rematando ao lado.
No final, vitória do Nespereira, na 1ª Eliminatória, seguindo junto com o Fornelos, para a próxima eliminatória, sendo as únicas duas equipas cinfanenses “sobreviventes” na Taça.
O Oliveira do Douro foi goleado em casa pelo Mortagua, por 0-4, enquanto o Boassas perdeu por 3-0, em casa, com o Vilamaiorense.
O Castro Daire goleou o Santar por 12-0, enquanto o Ferreira de Aves- um dos favoritos!- foi eliminado pelo Vale Açores, em casa, por 3-0, e o Sernancelhe foi eliminado pelo Vila Chã de Sá, nas grandes penalidades.

A FIGURA- Paulo Fernandes
Apesar de ter começado no banco, Paulo Fernandes, de certeza, que nunca imaginou ser chamado tão rapidamente ao jogo, como foi… Apesar de não ter tido grandes problemas, ainda conseguiu em duas situações, fazer duas excelentes defesas, defendo depois nas grandes penalidades, a primeira, pondo o Nespereira em vantagem.

domingo, fevereiro 28, 2010

1ª Norte: Arguedeira 4-1 Nespereira

O Nespereira F.C. deslocou-se à Tarouca para defrontar o Arguedeira, no Complexo Municipal, no dia 28 de Fevereiro.
Ainda se sentindo algumas réstias da Tempestade Cíntia, que assolou Portugal Continental, a chuva e o vento forte se faziam sentir, além do frio.
André Pinho, que continua a não poder contar com Sérgio Silva, Sérgio Duarte, Carlitos e Bruno Daniel, elaborou o seu “onze” com: Jorge Ramalho; Rui Teles (Pedro Cardoso), Vilarinho, Nuno Cardoso, Márcio; Diogo, Vítor Andrade, Marcelo; Pepe(Ruizito), Paulo Sérgio(David), Miguel Vieira.
Após o jogo em Nespereira, que foi bastante polémica, e que terminou com a derrota de 4-3, da parte do Arguedeira, o jogo era encarado com certa expectativa, por ambas as partes.
No inicio do jogo, aquando do alinhamento, das equipas, comportamento algo hilariante por parte do nº 7, no momento dos cumprimentos, em que o mesmo passa por todos os jogadores do Nespereira e não cumprimenta ninguém, demonstrando bem o seu instinto “animal”… ou talvez tenha visto a situação do Wayne Bridge e de John Terry, e quis imitar… mas com a equipa toda do Nespereira?
O jogo começou muito nervoso, com o Arguedeira, a pressionar, mas com o primeiro remate do jogo a pertencer ao Nespereira, aos 5’, através de Miguel Vieira, que se estreou a titular, a rematar de meia distância por cima da barra.
O Arguedeira demonstrou muitos nervos e pouca vontade de jogar futebol, com muitas entradas duras por parte dos jogadores da casa, que pareciam mais preocupados com as pernas dos adversários, do que propriamente com a bola. O Nespereira viu-se empurrado autenticamente na sua defesa, com o Arguedeira a fazer aparecer 4 homens no ataque, com uma falta de Márcio, em que o Arguedeira, aos 18’, de livre, descaído para a direita, com Tiago a rematar tenso, e com a bola a sair ligeiramente ao lado do poste de Jorge Ramalho.
O Nespereira, logo respondeu, e no minuto seguinte, Paulo Sérgio faz uma excelente abertura para Miguel Vieira, que se desmarcou muito bem, e quase sem ângulo, faz um cruzamento, em que quase sem querer marca, mas com o guarda-redes do Arguedeira a defender para canto.
Aos 23’, vem a surpresa do jogo, num lançamento do lado esquerdo, Márcio, mesmo colado à linha lateral, remata de longe, de pé direito, para um grande golo, em que a bola se aloja, mesmo no ângulo da baliza do Arguedeira, fazendo assim o 0-1.
O Arguedeira apertou com força e aproveitou os espaços, principalmente no lado esquerdo da defesa nespereirense, e beneficiou de um livre, resultante de uma falta cometida por Márcio, mesmo no limite, quase sendo grande penalidade.
Do livre, nasce uma jogada muito bem estudada do Arguedeira, em que o avançado da casa, remata, mas com Jorge Ramalho a evitar o golo, defendendo para canto.
Aos 27’, numa jogada pelo meio, o Arguedeira consegue isolar um avançado, e só, perante o guarda-redes nespereirense, este chuta para uma boa defesa de Jorge para canto.
A partir daqui começou a actuação cómica do árbitro Carlos Duarte, em que, no pontapé de canto, o nº 10 do Arguedeira faz falta sobre Jorge Ramalho, dentro da pequena área, com o árbitro a não assinalar nada, e a sobrar para o nº 11, que rematou para o empate, aos 28’.
Aos 33’, o Arguedeira tenta novamente rematar, e após vários ressaltos, a bola sobra para o nº 16, que remata para uma defesa enorme de Jorge Ramalho, desviando para a barra da baliza, e depois segurando.
O Nespereira parecia ter conseguido encaixar defensivamente a táctica do Arguedeira, e estava resistindo ao jogo violento e anti-futebolistico do Arguedeira, que tentava irritar de todas as formas e feitios os jogadores, treinador e dirigentes do Nespereira, entre jogadas duras, pisar os jogadores nos chãos, insultos, entre mais coisas inusitadas, em que um árbitro cego veria mais que este árbitro e seus assistentes, que fizeram vista grossa a todos estes episódios.
E finalmente o Arguedeira, conseguiu chegar ao 2-1, através de um belo remate, em que Nuno Cardoso, estava tapando a visão a Jorge Ramalho, e não permitiu a este o tempo de reacção, para evitar o golo, aos 49’(!), da primeira parte, sem o árbitro ter mostrado os minutos de descontos para a primeira parte, dando no total, 6’ de descontos.
Após a segunda parte, o Arguedeira entrou novamente com tudo, e num minuto provoca arrepios na defesa do Nespereira, com dois remates em que Jorge Ramalho, se opôs a ambos.
Com o Nespereira muito mal fisicamente, e não conseguindo fazer uma transição de defesa-ataque segura, o Arguedeira lá ia controlando o meio-campo, e assim fazendo o seu jogo sem pisar muito no acelerador.
Aos 64’, uma excelente jogada do Arguedeira na direita, com um cruzamento quase perfeito, que quase resultava em golo.
E aos 68’, o nº 16 do Arguedeira isola-se, e perante Jorge Ramalho, remata, com Jorge ainda a tocar, mas a não conseguir evitar o 3-1.
O Nespereira só conseguiu desenhar um ataque, aos 74’, quando num livre descaído na esquerda, Nuno Cardoso bate o livre, o guarda-redes da casa defende apertado, sobrando a bola para Ruizito que remata às malhas laterais da baliza arguedeirense.
Dois minutos depois, aos 76’, o Arguedeira atacou pelo lado esquerdo, com o nº 20 deles a cruzar rasteiro, surgindo um avançado que remata contra Jorge Ramalho, depois surge novo jogador que, com a mão(!!!) empurra a bola contra o poste, e sendo um defesa do Nespereira a meter sem querer a bola lá dentro, sendo assim o 4-1. Surgiram muitas reclamações por parte dos jogadores do Nespereira, que discordavam da validade do golo, mas com Carlos Duarte a ser irredutível.
O Nespereira cabisbaixo, lá tentou jogar, e apenas rematou através de David, que substituíra Paulo Sérgio, mas com o guarda-redes a evitar o golo.
O Arguedeira ainda beneficiou de uma boa oportunidade através de Daniel Teixeira, que num canto, surgiu e sozinho, perante Jorge Ramalho, cabeceou para baixo, mas com a bola a sair por cima da barra da baliza.
Final do jogo, derrota conformada, arbitragem desastrada, apenas me questionando como é possível este Carlos Duarte ainda arbitrar jogos da AF Viseu, sendo um nítido exemplo de desastre… ele e os seus assistentes, que não marcavam nada contra a equipa da casa, apenas marcando após o 3-1. É incrível!
Alguns jogadores do Arguedeira tiveram comportamentos muito maus, para quem é jogador de futebol! Não vou referir nomes, pois nem são dignos de nomes, os “simplesmente” nº 6, 7, 9 e 16, que penso eu, não queriam jogar futebol, mas sim praticar wrestling! Futebol é para pessoas, não para animais!
Não metendo tudo no mesmo saco, pois nem todos são iguais, o Arguedeira também teve jogadores com muito fair-play, e tem alguns jogadores que sabem muito bem jogar a bola, sublinhando-se mais, como é o caso de Tiago Mendonça, que fez a cabeça da defesa e o meio-campo do Nespereira, em água.

A FIGURA- Nuno Cardoso
Foi um autêntico esteio contra a frente de ataque do Arguedeira, sempre com muita raça, a evitar por diversas vezes, uma calamidade para a equipa nespereirense.
Com muita cabeça, postura guerreira e sendo talvez o mais consciente em campo, nada podia fazer contra uma arbitragem horripilante.

terça-feira, fevereiro 16, 2010

1ª NOrte: F. Aves 1 Nespereira 0

O C.R.F.Aves alinhou com:
Mikas, Rebelo - Parodia 35m, Carlão, Luis Carlos, Paulo Ferreira (Cartão Vermelho, 75m), Varela, Tozezito, Muxos - Dany 87m, Simão (Golo 1), Calhau - Guterres 70m,Canhoto
Suplentes : Parodia, Emerson, Correia, Dany, Guterres, Lidio

segunda-feira, janeiro 18, 2010

1ª Norte: Resende 1 Nespereira 1

Estádio Municipal de Fornelos - 200 espectadores, aproximadamente

Resende:
Marco (gr), Rui Dias, Paulo, Adão, Daniel, Carlitos, Bino (Rui Felisberto 50´), Caê (cap), Hugo (Pataco 75´), Ricardinho (Esteves 70´), Nesco
Suplentes não utilizados: Wilson (gr), Pedro Teixeira, Bajardas, Fernando
Equipa Técnica: Rui Rebelo, Sandro Lage e Ismael.

Nespereira:


Jorge Ramalho, Pedro Cardoso, Nuno Cardoso, Vilarinho, Márcio, Diogo, Marcelo (Pepe), Sérgio Silva, Toninho (Hugo), Carlitos, Vitor Andrade (Miguel);

0 -1 Carlitos(55´)
1 -1 (Caê 60´ gp)

Resende e Nespereira encontravam-se na viragem para a 2ª volta do campeonato. Apesar dos 9 pontos que separavam as 2 equipas, no início da época os objectivos traçados foram basicamente os mesmos, isto é, a manutenção. O Resende terminava a 1ª volta sendo a surpresa da prova, enquanto a equipa de Cinfães estava 1 ponto fora da zona de descida.

O jogo iniciava-se num terreno péssimo devido à chuva. Os conjuntos apresentaram sistemas tácticos iguais mas estratégias diferentes, o que promoveu uma 1ª parte de algum equilíbrio, embora o Resende fosse sempre mais perigoso e tivesse mesmo desperdiçado uma grande penalidade ao minuto 43. Antes disso o Nespereira tem uma excelente oportunidade para marcar, mas uma enorme defesa de Marco impede que isso aconteça.

Na 2ª parte o terreno ainda estava em pior estado, o que promovia um jogo mais directo em detrimento de situações de ataque organizado. Logo a abrir o Resende tem uma grande oportunidade, com Nesco, na pequena área, a rematar sobre a trave. De seguida o Resende alarga a frente de ataque com Bino a dar o lugar a Rui Felisberto que tem jogado limitado fisicamente nas últimas partidas. Nesco volta a aparecer sozinho com o guarda-redes mas volta a não conseguir fazer golo. Mais tarde é Rui Felisberto a imitá-lo. Contra a corrente do jogo, numa excelente jogada, o Nespereira marca. Passados 5 minutos nova grande penalidade permite a Caê igualar a partida. A toada do jogo manteve-se com o Resende a ter mais oportunidades e a não conseguir fazer o 2º golo. O Nespereira saía em transições defesa-ataque e obrigava a cautelas defensivas, o jogo tornava visível um Resende melhor fisicamente e um Nespereira a acusar o esforço dispendido durante a partida.

Empate que premeia o trabalho e organização defensiva dos visitantes e castiga a ineficácia dos visitados. O Resende perde a oportunidade de chegar um pouco mais à frente, mas ao mesmo tempo mantém uma distância importante em relação ao Nespereira, no cumprimento dos seus objectivos.

quarta-feira, janeiro 06, 2010

1ª Norte: Vouzelenses 5 Nespereira 1

O Vouzela entrou muito bem e no 1º minuto dispôs de um livre junto a linha da grande área descaído sobre a esquerda, Vitória bateu o livre e levou a bola a embater no poste esquerdo da baliza do Nespereira. No minuto 2 Vitória marca o primeiro golo da equipa da Vila de Vouzela. Ataque rápido conduzido pela direita por Cabaças, que junto a linha lateral cruza para a área onde aparece Vitória ao segundo poste a encostar para o fundo das redes do Nespereira. Ao minuto 16 Cabaças isola-se e no cara-a-cara com Ramalho permite a defesa a este. Ao minuto 24 Vitória cai na área do Nespereira o árbitro manda seguir o lance, e na sequência Bruno ganha a bola e depois cai na, parece puxado por um defensor do Nespereira, mas mais uma vez Vitór Silva manda jogar. Ao minuto 32 Ramos marca o segundo para a equipa vouzelense, jogada rápida, Ramos entra na área em velocidade e coloca a bola junto ao poste esquerdo de Ramalho, sem hipótese de defesa. Estava feito o 2-0. No minuto seguinte aparece Bispo a rematar forte mas a bola sai rente ao poste direito. Ao minuto 45 o Nespereira reduz o marcador por intermédio de Pepe, numa chapelada do meio da rua, um belo golo.
Terminava a primeira parte com o Vouzela em vantagem, diga-se que justa.

Ao minuto 6 da segunda parte Vitória tem boa oportunidade para marcar, mas o guarda redes defende e a defensiva complementa. Ao minuto 14 livre favorável ao Nespereira, a bola foi colocada já dentro da meia lua, mas Pepe não consegui traduzir o lance em golo, fazendo a bola sair ao lado do poste esquerdo. Ao minuto 30 Porteiro faz a bola passar perto da trave da baliza de Ramalho numa cabeçada após canto batido da esquerda por Cabaças. Ao minuto 31, também num canto batido por Cabaças, é Vitória que de cabeça permite uma bela defesa ao guarda-redes do Nespereira, desviando a bola para o poste.
Ao minuto 39 Cabaças em velocidade deixou os defensores nas covas e frente-a-frente com Ramalho não perdoa e faz o 3-1. No minuto seguinte uma jogada semelhante também protagonizada por Cabaças, desta vez um defensor consegue cortar a bola, mas esta sobra para Ramos que rematou para o fundo das redes de Ramalho. Ao minuto 41 Vitória é derrubado na área, mas Vitor Silva manda jogar. Ao minuto 43 Ramos volta a marcar para o Vouzela, fixando o marcador em 5-1.

Vitor Silva fez um trabalho regular, o seu erro grave foi não ter assinalado um penalty a castigar derrube sobre Vitória. Os seus auxiliares cometeram alguns erros na tiragem de foras-de-jogo.

Vitória folgada e justa, numa bela partida de futebol, mais uma protagonizada pela equipa vouzelense.
Na próxima jornada, a 1ª da segunda volta, o Vouzela recebe em casa o Fornelos.

Jornada: 11 Data: 03/01/2010
Local: Campo do Moitedo - Ventosa

Vouzela
Helder, João Paulo, Porteiro, Paiva, Luis Miguel, Neves, Bruno, Bispo, Paulo Cabaças, Ramos e Vitória.
Suplentes: Marco,Tó, Ricardo, Tavares, Marlon, Diogo e Meireles.
Treinador: Tiago Ferreira; Adjunto: Paulo Alexandre; Massagista: Paulo Figueiredo;
Delegado: Élio Serrano

Nespereira
Ramalho, Teles, Vilarinho, Sérgio Duarte, Marcio, Diogo, Pepe, Toninho, Marcelo, Sérgio Silva e Vitor Andrade.
Suplentes: Bigodes, Nuno, Paulo Tiago, Carlitos, Hugo, Pedro e Miguel.
Treinador: André Pinho.

Árbitro: Vitor Silva (Carregal do Sal);
Auxiliares: Bernardo Simão e Hugo Ramos;
4º Árbitro: Silvia
Ao intervalo: 2-1

Élio Serrano
In VFM

terça-feira, dezembro 22, 2009

1ª NOrte: Abraveses 3 Nespereira 2

O G.D.A recebeu e venceu a equipa do Nespereira por 3-2.Um jogo dificil,onde a equipa do G.D.A esteve mal e realizou mais uma exibição abaixo daquilo que é capaz,dezenas de passes errados,golos de baliza aberta falhados,mais um penalti falhado....Salvasse o resultado e os 3pontos....Vitótia obtida já nos descontos através da marcaçao de uma grande penalidade(falta clara mas fica a duvida se foi cometida dentro ou fora da aréa).O Nespereira foi um digno vencido e dificultou em muito a tarefa a equipa de Abraveses.Aproveito também para desejar as melhoras ao jogador Marcelo do Nespereira que saiu lesionado.Um bom Natal para todos!

G.D.A-Tony, Branco(Adilson), Platiny, Albuquerque, Cristian(Alcino), Kalano, Cosme, Nando(Crack), Assunção, Lucindinho e Zé António
Suplentes não utilizados -Luis,Bolinhas,Sérgio e Rui Nery

1-0 - Assunção
1-1 - ?
1-2 - ?
2-2 - Assunção
3-2 - Kalano

In Blog do GDA

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Taça: Nespereir 3-3 Molelos(4-5 após prolongamento)

O Nespereira defrontou esta terça-feira, dia 1 de Dezembro, o Molelos que se encontra na Divisão de Honra, da AF Viseu, para a Taça Sócios de Mérito.
André Pinho resolveu fazer novas alterações no seu “onze” optando pela seguinte equipa: Ricardo Semblano; Pedro Cardoso, Márcio, Vilarinho, Nuno Cardoso; Sérgio Duarte, Sérgio Silva, Marcelo; Pepe, Toninho, Carlitos.
O Nespereira iniciou bem, logo no primeiro minuto, com uma excelente desmarcação de Pepe na direita, a rematar para defesa segura do guarda-redes do Molelos.
Mas aos 5’, começa um “espectáculo” de dualidades de critérios da parte do árbitro. Toninho na defesa chuta a bola para a frente, Marcelo ganha de cabeça, e o mesmo Toninho numa corrida espectacular, isola-se e é empurrado por um adversário, dentro da grande área, e o árbitro nada marca, apesar de Toninho não cair.
Mas, aos 8’, um pouco contra a corrente do jogo, em que o Nespereira dominava, num lance muito duvidoso, que começa na direita do ataque do Molelos, o nº11 não consegue dominar a bola dentro de campo, mas o árbitro assistente permite que o lance continue, e o médio do Molelos recebe a bola na entrada da área, marcando um golo espectacular, sem hipóteses para Ricardo defender.
O Nespereira não baixou os braços, e respondeu logo de seguida, com Sérgio Duarte a cruzar na direita, e Toninho remata ao lado.
E aos 13’, o Molelos ataca novamente, e de fora da área um jogador remata, Ricardo defende, mas a bola sobra para o avançado, que marca o 0-2, reclamando muito os jogadores do Nespereira alegando um fora-de-jogo do adversário que marcou o golo.
O jogo diminui o ritmo, e o Molelos foi gerindo o jogo conforme lhes convinha, atacando aos 32’, e num lance dentro da área, Márcio faz falta sobre o jogador tondelense, mas com o árbitro a não assinalar nada.
No minuto seguinte, há uma falta perto da grande área do Molelos, e Pepe, encarregue de bater o livre, o guarda redes defende, mas Nuno Cardoso, na recarga não consegue marcar o golo.
Aos 40’, um livre frontal à baliza nespereirense, numa jogada combinada para a direita, o avançado do Molelos cruza rasteiro, mas os seus dois colegas, a meio metro da linha de golo, chegam atrasados, não conseguindo aumentar a vantagem.
Ao intervalo, o Nespereira perdia por 2-0 , em casa, mas com o árbitro a ser muito contestado pelos adeptos nespereirenses.
Na segunda parte, logo ao minuto 46, o Nespereira entra mais aguerrido e com vontade de atacar, com Sérgio Duarte a tentar desmarcar Pepe, com o defesa a tentar passar para o seu guarda-redes, e Pepe intercepta, mas falha.
O Nespereira impôs um ritmo ofensivo bastante intenso, e aos 47’, Carlitos isola-se, passa pelo guarda-redes e depois chuta, com o defesa do Molelos a evitar o golo, mas a bola para mesmo em cima da linha de golo, com Toninho a surgir, e a marcar o 1-2.
O Nespereira dominava completamente o jogo nesta fase, e aos 59’, Carlitos desmarca-se, volta a passar pelo guarda-redes, remata, mas o mesmo guarda-redes recuperou bem, evitando o golo e cedendo canto.
E aos 61’, Toninho isola-se e perante o guarda-redes não falha, rematando, mas esta muito devagar vai ao poste, surgindo Carlitos que fez o 2-2, empolgando os adeptos presentes, e motivando os jogadores nespereirenses.
Aos 67’, Sérgio Duarte desmarca Pepe, na esquerda, que tira o defesa do caminho, e remata para a intervenção segura do guarda-redes.
E aos 69’, é a reviravolta no marcador. Cruzamento na direita, e Carlitos surge no meio da grande área, a cabecear mortalmente para o 3-2.
O jogo endureceu um pouco, e começou-se a haver mais faltas, mas mesmo assim, aos 73’, Toninho, na direita, desmarca Márcio na esquerda, que remata para boa defesa do guarda-redes visitante.
Aos 80’, um cruzamento da direita do Molelos, cruza o campo todo e sai pela linha lateral, com o árbitro assistente a marcar lançamento a favor do Molelos, quando a bola nem bateu em ninguém do Nespereira. Pedro Cardoso agarra a bola para lançar, o adversário agarra em Pedro Cardoso, e este com um gesto liberta-se do adversário, com este a atirar-se ao chão aos berros, e com o árbitro a expulsar Pedro Cardoso, pelo “teatro” do jogador do Molelos.
Reduzidos a dez, o Nespereira recuou mais na defesa, tentando manter a vantagem, mas, aos 88’, o avançado do Molelos, isola-se na direita, e remata à barra da baliza de Ricardo.
Mas, o Nespereira não conseguiu aguentar a pressão do Molelos, e aos 90’, o jogador visitante desmarca-se na direita, cruza para o segundo poste, surgindo dois avançados, com um a rematar e Ricardo a evitar o golo, mas na recarga, o Molelos não perdoou, marcando o empate, e obrigando assim ao prolongamento.
Após um breve interregno, o jogo recomeçou, e logo aos 92’, numa desmarcação na direita, o extremo molelense faz o cruzamento, e o ponta-de-lança visitante marca o 3-4.
O Nespereira não baixou os braços, e Pepe, aos 98’, desmarca Sérgio Silva, que remata ao lado da baliza.
E aos 111’, o Molelos dá um golpe mortal - parecia mortal –ao Nespereira, quando o avançado do Molelos isola-se e remata para o 3-5.
Mas o Nespereira parecia não querer desistir, e aos 114’, Vítor Hugo quase reduz, obrigando o guarda- redes visitante a uma boa defesa.
Realce também, para um lance em que Pepe é agredido pelo adversário, com um pontapé na cara, em frente ao árbitro assistente, e desta vez o árbitro não expulsou o jogador.
Mas quando o árbitro já tinha dado o tempo de desconto, Miguel desmarca Pepe, e este de frente para a baliza, fora da área, remata para um golo fantástico, a reduzir para o 4-5.
Arbitragem desastrada e tendenciosa de Nuno Silva, que claramente favorecia o Molelos em algumas decisões muito relevantes.

A FIGURA- Pepe
Apesar da equipa ter sido toda fabulosa, neste jogo, Pepe foi o que mais se realçou, com as suas desmarcações, e pondo a cabeça dos defesas do Molelos em água, com as suas constantes desmarcações, marcando um golo, embora tardio, que foi espectacular.

segunda-feira, novembro 30, 2009

1ª Norte: Castro Daire3-1 Nespereira

O Nespereira deslocou-se a Castro Daire, para cumprir mais um jogo no campeonato da 1ª Divisão Distrital da A.F. Viseu- Zona Norte.
A caminho de Castro Daire, já se apanharam algumas partes da Serra do Montemuro, “pintadas” de branco, pela neve e frio que já se fazia sentir.
André Pinho, resolveu mexer no “onze”, apresentando a seguinte equipa: Jorge Ramalho; Pedro Cardoso, Márcio, Nuno Cardoso, Vilarinho; Sérgio Silva, Tavares, Pepe; Vítor Hugo, Ruizito, Marcelo.
O Nespereira começou mal, e logo aos 2’ sofre o primeiro golo, num cruzamento de Márcio Ribeiro, que na esquerda cruza, e Márcio muito infeliz, cabeceia para dentro da própria baliza, fazendo o 0-1.
Por isso, o Nespereira, pode-se dizer, entrou no jogo a perder, e andou um tempo perdido, a jogar com garra, mas sem conseguir sair do seu meio - campo, e num lance em que Nuno Cardoso alivia mal a bola, Filipe Fonte sozinho, remata a bola ao poste da baliza de Jorge Ramalho, enganando alguns presentes que já gritavam “golo”, mas que afinal não tinha entrado.
Aos 12’, Marcelo ganha de cabeça no meio campo, com a bola a sobrar para Ruizito, na esquerda, que isola Sérgio Silva, que sozinho, não consegue bater Chuteiras.
O Castro Daire apenas respondeu aos 24’, com uma entrada de Márcio Ribeiro que cruza na esquerda, Jorge Ramalho falha a saída, mas Vilarinho alivia, evitando a recarga.
E aos 29’, num pontapé de canto batido por Vítor Hugo, na esquerda, Pepe surge, no centro da área e marca o golo do empate.
O Castro Daire tenta responder, e Filipe Fonte isola-se na direita, e perante a saída de Jorge Ramalho, tenta o chapéu, não acertando o alvo.
E aos 39’, num livre na direita, a favor do Nespereira, Tavares centra para a grande área surgindo Vítor Hugo que cabeceia ao lado.
Ao intervalo, o resultado era um 1-1.
Após o intervalo, aos 48’, os avançados da casa combinam muito bem, no centro da grande área, e Vilarinho faz um atraso de risco para Jorge Ramalho, que após “defender” alivia a bola para longe da defesa nespereirense.
Aos 50’, o Castro Daire volta a ameaçar, na sequência de um canto, onde um médio do Castro Daire, remata de fora da área para defesa de Jorge Ramalho.
O Castro Daire ameaçou fortemente, empurrando o Nespereira para trás, e num pontapé de canto, mais uma vez a defesa do Nespereira permite a um jogador adversário cabecear, com o árbitro a marcar um pontapé de canto, com os jogadores nespereirenses a reclamar o erro do árbitro João Cunha.
E assim, aos 58’, na continuação do lance, na direita, cruzamento que Churras cabeceia livremente, marcando assim o 2-1.
O Castro Daire ganha confiança e parte para cima, em busca do terceiro golo, e aos 61’, numa jogada na direita, cruzamento para a grande área com o avançado castrense a cabecear para uma boa defesa de Jorge Ramalho.
O Nespereira, muito timidamente, tentava sair de trás, e Marcelo, de longe, tenta rematar, mas falha o alvo por centímetros.
André Pinho, começa a alterar as peças no campo, mas mesmo assim, o Nespereira não conseguia sair do seu meio-campo, tendo o Castro Daire mais espaços no seu ataque, e aos 76’, na direita, Filipe Fonte cruza para Márcio Ribeiro, após falha da defesa, rematar para defesa apertada de Jorge Ramalho.
Dez minutos depois, Márcio Ribeiro isola-se e Nuno Cardoso evita o remate, embora a bola sobre para o avançado e com Jorge Ramalho, a sair aos pés do atacante, evitando o golo castrense.
E, aos 90’, à procura do empate, Miguel Vieira isola Nuno Cardoso, que sozinho, tenta passar para o segundo poste, onde se encontrava Pepe e Carlitos, mas a fazer o passe, a bola bate na biqueira do defesa castrense, sobrando para a defesa do guarda- redes da casa.
E aos 96’, Márcio Ribeiro, num lance na esquerda vai até a linha de fundo e calmamente cruza rasteiro, para surgir um dos atacantes do Castro Daire, que rematou para o 3-1.
Arbitragem de João Cunha, com muitos erros técnicos, e muito “caseiro”, mas não culpado da derrota nespereirense.

A FIGURA- Vilarinho
Foi dos mais aguerridos da defesa, e tentou sempre empurrar a equipa para a frente, e incentivando imenso os companheiros mesmo em situações de desvantagem. Conseguiu ser feliz, em 2 ou 3 situações, em que poderia ter marcado auto- golo, mas a sorte sorriu-lhe, não o fazendo à equipa.

segunda-feira, novembro 23, 2009

1ª Norte: Nespereira 0-1 Ferreira de Aves

O Nespereira apresentou-se nesta 5ª jornada, numa situação delicada, pois estava em penúltimo lugar, da classificação, com apenas 2 pontos, e sem marcar nenhum golo em casa.
Já o Ferreira de Aves, veio, ocupando o 5º lugar, com 6 pontos, embora sem ter conquistado nenhum ponto fora de casa ainda.
André Pinho apresentou o seguinte “onze”: Jorge Ramalho; Pedro Cardoso, Vilarinho, Nuno Cardoso, Bruno Daniel; Sérgio Silva, Diogo, Paulo Sérgio, Pepe; Marcelo, Carlitos. A única alteração no “onze” relativamente ao Vilamaiorense , foi a inclusão de Carlitos a titular, mediante a lesão de Ruizito.

Ferreira D´Aves:
Micas, Rebelo, Paulo Ferreira, Carlão, Xinoca, Varela, Zézito, Tó Zé, Muxós, Canhoto, Calhau:
Golo: Carlão.

O Nespereira foi a primeira equipa a rematar, aos 4’, com Nuno Cardoso, na entrada da área a tentar um remate, sai-lhe mal, mas a bola sobra para Marcelo, na direita, que passa para Diogo, com este a fazer um centro remate, rasando a baliza do guarda-redes do Ferreira de Aves.
A equipa de Ferreira de Aves prometia que ia dar muito trabalho- e deu!- principalmente do lado esquerdo da defesa nespereirense , em que, o lateral - direito Rebelo, foi um fenomenal elemento da equipa adversária.
Até que, aos 15’, o Ferreira de Aves começa a rematar, com Tozé a chutar para defesa de Jorge Ramalho.
O Ferreira de Aves foi ganhando ânimo, e aos 18’, Mário entra pela direita, cruza rasteiro, e a bola passa em cima da linha de golo, sem ninguém para finalizar para o golo.
O Nespereira não conseguia desenhar nenhuma jogada corrida, tendo oportunidades em lances de bola parada, como aos 20’, em que Nuno Cardoso, num livre remata ao lado da baliza do Ferreira de Aves.
A partir dos 25’, o jogo começou a endurecer, mais um bocado, e então, passou-se ali um período de contestação dos jogadores do Ferreira de aves, relativamente às decisões do árbitro Luís Fonseca.
O Nespereira estava perdido de todo, e aos 33’, num alívio de um cruzamento, em que Pepe não consegue cabecear a bola para fora da área de perigo, o avançado Muxós remata de primeira, fazendo um “chapéu” a Jorge Ramalho, mas com a bola a sair por cima.
E, num pontapé de canto, aos 38’, eis que surge a melhor oportunidade de golo da primeira parte, após o cruzamento na direita, a defesa da casa fica toda impávida, até aparecer no segundo poste, o avançado visitante que cabeceia, de forma mortal e sem oposição, mas encontrando Jorge Ramalho, que atentamente, defende de forma segura, evitando o golo do Ferreira de Aves.
Aos 42’, o Nespereira teve de fazer a sua primeira substituição, com a lesão de Paulo Sérgio, entrando Vítor Andrade, para o seu lugar.
Ao intervalo, o resultado era de um empate, que o Nespereira ia conseguindo aguentar.
Mas a segunda parte não começa da melhor forma, com, aos 47’, uma jogada no lado esquerdo do Ferreira de Aves, o extremo passa por dois jogadores, cruza e o avançado aparece sem oposição no centro da grande área cabeceando para Jorge Ramalho, ainda tocar na bola, mas a não evitar o golo.
Após o golo, o Nespereira espevitou-se um bocadinho mais, e aos 53’, numa jogada que começa no lado direito, e passa para o lado esquerdo por Vítor Andrade, este passa para Pepe, que remata para a defesa de Micas.
Mas logo de seguida, aos 54’, Tozé desmarca inteligentemente Calhau, que isolado, não conseguiu bater Jorge Ramalho, que se saiu muito bem.
O Ferreira de Aves, voltou a tomar conta do jogo, e aos 59’, de longe, no lado direito, Rebelo tenta o cruzamento, mas a saída de Jorge Ramalho evita o cabeceamento finalizador, rechaçando a bola para fora da área.
Aos 60’, Vítor Andrade ganha de cabeça, dentro da área desmarcando Carlitos que remata muito por cima da baliza.
O Nespereira parecia ter acordado para o jogo, e Sérgio Silva, de fora da área remata para a defesa de Micas.
Logo de seguida, no minuto seguinte, Carlitos ganha na defesa do Ferreira de Aves, isola-se, mas remata muito mal, por cima da baliza adversária.
O Nespereira preocupado em tentar recuperar da desvantagem, abriu mais espaços na defesa, e aos 68’ Mário, num contra-ataque rápido, passa por dois defesas adversários, e remata em frente a Jorge Ramalho, ao lado.
Aos 77’, o avançado do Ferreira de Aves, faz uma diagonal na direita, passa por Jorge Ramalho, e remata para a baliza, mas com Nuno Cardoso a salvar quase em cima da linha.
Já com Vítor Hugo e Tavares em campo, aos 85’ num livre do meio - campo, Tavares cruza para a grande área, e Nuno Cardoso cabeceia para fora.
O Ferreira de Aves respondeu, e aos 87’, Calhau isola-se e não consegue voltar a bater Jorge Ramalho, que faz mais uma defesa.
Aos 89’ Vilarinho é derrubado perto da grande área do Ferreira de Aves, com o árbitro a marcar livre a favor do Nespereira, mas Nuno Cardoso, desperdiça, mandando a bola por cima.
Num jogo que teve praticamente sentido único, o Nespereira continua sem marcar em casa há 270 minutos.
Realce para a boa postura das três equipas em campo, não deixando de elogiar a equipa de arbitragem, que demonstrou muito profissionalismo e muito rigor nas suas decisões. Parabéns ao árbitro e à sua equipa.
De lamentar apenas, fica o comportamento menos correcto do jogador do Ferreira de Aves, Mário, o nº 77, que passou a vida a contestar o árbitro, a ser violento com os adversários, e a “fazer muito teatro”, lembrando-lhe que se ele queria um palco, que fosse para os “Ídolos”, não para o Ferreira de Aves, que tenho em conta como uma equipa correcta e muito profissional, porque no futebol joga-se à bola, não se faz teatro!

A FIGURA- Jorge Ramalho
Verdade seja dita… se não fosse Jorge Ramalho, o Nespereira não tinha sofrido apenas um golo, mas tinha saído do jogo com uma mão-cheia de golos sofridos. Apesar da sua impulsividade, foi talvez o jogador que mais deu nas vistas, perante as defesas, que impressionaram todos, inclusive o próprio árbitro, que o elogiou no final do jogo.

segunda-feira, novembro 16, 2009

1ª Norte: VILAMAIOENSE 1-1 NESPEREIRA FC

O Nespereira deslocou-se a Vila Maior, no concelho de São Pedro do Sul, para defrontar, nesta 4ª jornada, o Vilamaiorense, neste dia 15 de Novembro de 2009.
André Pinho, não fez muitas alterações no “onze” que optou, em relação ao jogo de Farminhão, trocando apenas Paulo Tiago por Pedro Cardoso, e o regresso de Ruizito, para o lugar de Vítor Hugo, apresentando então esta equipa: Jorge Ramalho (Ricardo Semblano); Pedro Cardoso, Vilarinho, Nuno Cardoso, Bruno Daniel; Sérgio Silva, Diogo, Paulo Sérgio, Pepe; Marcelo, Ruizito.
O Nespereira foi a primeira equipa a dar sinal de perigo, aos 2’, com um remate de Marcelo, de fora da área para defesa do guarda-redes vilamaiorense.
Mas, a equipa da casa, respondeu quase de imediato, e dois minutos depois, num pontapé de canto a favor do Vilamaiorense, ouviram-se nas bancadas o grito de golo, após o cabeceamento de um dos jogadores, mas não acertando o alvo, cabeceando ao lado.
Mas devido ao mau tempo, e a intensa chuva que se fazia sentir, o terreno foi ficando impraticável, e o jogo muito “mastigado” com pontapés para lá, pontapés para cá, e sem grandes jogadas.
Aos 21’, o árbitro interrompe a partida, devido às condições do terreno, em que perto da zona do assistente do árbitro, encontrava-se quase “afogado” num lago que as condições climáticas improvisaram, não permitindo ao assistente, nem ao árbitro a visão da linha do limite do terreno. Enquanto os dirigentes do Vilamaiorense, tentavam corrigir a situação, a chuva intensificava cada vez mais, e os jogadores iam se aquecendo, durante 6 minutos, que o jogo esteve parado.
E, aos 39’ numa boa combinação entre Diogo e Marcelo, dá num remate do último para mais uma defesa do guarda-redes da casa.
Já no final da 1ª parte, ao minuto 45, Sérgio cruza, na esquerda de cabeça, Ruizito ganha na grande área, e passa para fora, para Pepe, que remata para mais uma defesa do guardião vilamaiorense.
E o último lance da primeira parte, fica marcado pela lesão de Jorge Ramalho, que num cruzamento do Vilamaiorense, Jorge sai e defende a bola, mas com um jogador a chocar com ele e a pontapear-lhe a cabeça, obrigando à substituição imediata de Jorge Ramalho, por Ricardo Semblano.
Na 2ª parte, o Nespereira FC entra a matar, e aos 46’, num livre na direita, Pepe cruza e Ruizito aparece no segundo poste, a cabecear sem hipótese para o guarda-redes de Vila Maior, que não evitou o 0-1.
E o Nespereira cresceu, deixou o Vilamaiorense um pouco perdido, nesta fase, e aos 48’, Vilarinho na esquerda cruza, Marcelo já ia todo no ar para aplicar um pontapé de moinho, mas o defesa cortou, e Pepe, na entrada da área remata rasteiro, rente ao poste da baliza dos da casa.
E o Nespereira ameaçava constantemente, ora através de Marcelo, ora através de Ruizito.
Mas, a partir dos 50’, o Vilamaiorense começou a crescer, e a alterar algumas peças, e aos 56’ num cruzamento da direita, o avançado Ronny, do Vilamaiorense tenta imitar Ruizito, no lance do golo, mas encontrou Ricardo, que faz uma grande defesa, evitando o golo do empate.
Mas, aos 73’, num livre da esquerda, Edgar remata directo, Ricardo ainda toca na bola, mas não consegue evitar o golo do empate. Era o 1-1.
O Nespereira voltou a crescer, e aos 77’, Pepe desmarca Marcelo, que descaído na esquerda entra na grande área e remata para o poste da baliza vilamaiorense.
E aos 83’, quando o Vilamaiorense atacava impulsivamente tentando o segundo golo, num contra-ataque rápido, Pepe desmarca-se, passa pelo guarda-redes, mas é derrubado dentro da grande área, pelo mesmo, no qual o árbitro sem hesitar marcou grande penalidade, mas perdoando o cartão vermelho ao guarda-redes da casa.
Nuno partiu para a bola, bateu-a para o seu lado esquerdo, mas não conseguiu marcar o golo tão desejado, obrigando o guarda-redes do Vilamaiorense a uma excelente defesa para canto.
A equipa da casa voltou novamente a reanimar-se, e num contra-ataque perigoso, o avançado do Vilamaiorense, que ia isolado para a baliza, é travado por Bruno Daniel, que leva um cartão amarelo do árbitro.
No final do jogo, frustração do Nespereira, que mostrou mais futebol, e podia ter saído de Vila Maior com a vitória, mas a não ter a sorte do lado dele.
Boa arbitragem de Marco Fonseca, que não influenciou o resultado.

A FIGURA- Bruno Daniel
Foi um defesa muito atento e muito perspicaz, não dando espaços aos adversários, e fazendo muito bem as dobras. Ganha confiança a cada jogo, e parece ter agarrado a titularidade com André Pinho. Pôs em risco, a sua continuidade em jogo, com a falta que levou o cartão amarelo, em prol da equipa, tendo sido um dos pilares da defesa nespereirense.

terça-feira, outubro 27, 2009

APESAR DE NOVA DERROTA...HOUVE ATITUDE!

OLIVEIRA 3-2 NESPEREIRA FC


Nespereira:Ricardo; Rui Teles, Vilarinho, Nuno Cardoso, Márcio; Sérgio Silva, Vitor Andrade (Tavares), Ruizito, Pepe (Paulito); Marcelo, Vitor Hugo (Carlitos).

No dia 25 de Outubro, do ano de 2009, o Nespereira deslocava-se a Oliveira do Douro, para disputar mais um derby regional, relativo à segunda jornada da 1ª divisão distrital, Zona Norte. O Nespereira entrou muito bem no jogo, começando por tomar conta deste logo desde o início. Mais ou menos à passagem do minuto 15 da primeira parte, o Nespereira inaugura o marcador. Depois de alguns ressaltos dentro da área do Oliveira a bola sobra para Marcelo que remata para o fundo das redes do guarda redes da equipa da casa. Estava assim feito o 0 – 1.
O Nespereira depois do golo continuava a dominar o jogo e parecia ter este controlado, mas à passagem do minuto 40, depois de um lançamento do lado esquerdo do seu ataque para a área, o Oliveira consegue chegar ao empate, num lance com algumas responsabilidades para o guarda redes Ricardo.
Depois do golo do empate, mesmo em cima do intervalo, o Nespereira dispôs de um livre perigoso perto da área do Oliveira. Nuno marcou o livre, o guarda redes do Oliveira parece que consegue defender, mas deixa escapar a bola das mãos e esta vai embater no poste da baliza!!! Momento de azar para a equipa Nespereirense. Chegávamos assim ao intervalo com um empate a uma bola.
O Nespereira na segunda parte voltou a entrar muito bem no jogo, dispondo de três grandes oportunidades nesta etapa complementar para poder resolver o jogo a seu favor. Primeiro foi Ruizito que sozinho na área rematou contra um defesa contrário. Depois foi Nuno Cardoso, na sequência de um pontapé de canto, que rematou com muito perigo por cima da baliza. E depois foi Vitor Andrade que proporcionou uma grande defesa ao guarda redes da equipa da casa, depois de uma grande jogada, em que arrancou com a bola desde o seu meio campo defensivo.
No minuto 85 chegavam os verdadeiros casos do jogo. Primeiro uma falta inexistente, à entrada da área Nespereirense que o árbitro assinalou a favor do Oliveira. Na sequência dessa falta o Oliveira iria chegar ao 2 – 1. O livre é marcado contra a barreira, a bola sobra para a entrada da área, surgindo um remate espontâneo de um jogador do Oliveira à barra da baliza do Nespereira. No ressalto a bola bate nas costas de Ricardo, guarda redes do Nespereira, e fica a saltitar em cima da linha de golo. Ricardo de costas pra bola, como por instinto, estica a mão e coloca-a em cima da bola, mas um jogador do Oliveira, já depois do guarda redes estar com a mão em contacto com a bola, remata a mesma para dentro da baliza, com o árbitro a validar o golo!!! Dois erros em prejuízo do Nespereira... Primeiro o livre inexistente e depois o golo mal validado!!
Logo nos minutos a seguir, com os jogadores do Nespereira ainda desconcentrados devido ao golo sofrido o Oliveira ganha uma grande penalidade, devido a uma falta de Márcio.
O Oliveira num espaço de 4 minutos chegava assim ao 3 – 1.
O Nespereira nunca deixou de lutar e já nos descontos acabaria por chegar ao 3 – 2 por Ruizito.
Apesar da derrota, o Nespereira mostrou uma grande atitude neste jogo, sendo por isso o resultado injusto para o conjunto orientado por André Pinho.

A Figura – Ruizito
Muito lutador. Nunca desiste de um lance. Grande exibição deste pequeno, “grande”, jogador, culminada com um golo já no período de compensação.

domingo, outubro 18, 2009

1ª Norte: NESPEREIRA 0-1 RESENDE

"ANJINHOS" NESPEREIRENSES

Nespereira F.C. - 0
Ricardo; Rui Teles(Diogo), Márcio, Vilarinho, Nuno Cardoso; Tavares(Pepe), Sérgio Silva, Vítor Andrade; Vítor Hugo(Carlitos), Ruizito, Marcelo.

G.D.Resende - 1
Marco (gr), Paulo, Rui Dias, Nesco, Daniel, Carlitos, Bino (Ricardo Silva 75´), Hugo, Caê (cap.), Pataco (Henrique 80´), Rui Felisberto (Roger 55´)
Não utilizados: Carlos (gr), Pedro Teixeira, Damien.
golo: Caê (35´)

Iniciou-se hoje, dia 18 de Outubro, o Campeonato Distrital da 1ª Divisão- Zona Norte da A.F.Viseu, e a equipa da casa, o Nespereira F.C. defrontou o G.D.Resende. André Pinho fez alinhar o seguinte "onze": Ricardo; Rui Teles(Diogo), Márcio, Vilarinho, Nuno Cardoso; Tavares(Pepe), Sérgio Silva, Vítor Andrade; Vítor Hugo(Carlitos), Ruizito, Marcelo.
De ínicio, a equipa nespereirense parecia querer tomar conta do jogo, e aos 3', numa jogada do lado direito, Marcelo assiste Vítor Hugo que remata ao lado. De seguida, aos 6', o Resende resolve responder e, num pontapé de canto, ameaça pela primeira vez, rematando à figura de Ricardo.
Aos 13', num livre no meio-campo, Ruizito recebe a bola na faixa esquerda, cruza para o segundo poste, rematando por cima . Então, o Resende começou a avançar um pouco mais no terreno, e começou a jogar mais duro no meio-campo, até que aos 35' de jogo, num cruzamento do lado direito do ataque duriense, a bola sobra no meio da grande área do Nespereira, que com cerimônias não tiraram a bola de lá, com o avançado resendense a marcar o 0-1. Realce também, para a pressão imediata do Nespereira, que através de Ruizito, viu-se ainda o árbitro perdoar uma grande penalidade ao Resende, pois um defesa interceptou a bola com a mão. Ao intervalo, o resultado era de 0-1.
Após o intervalo, André Pinho modificou os seus planos, tirando Tavares, que esteve muito apagado, e Vítor Hugo, que já se encontrava cansado, para substituir por Pepe e Carlitos. Mas a equipa resendense vinha bem ensaiada e não deu muito espaço para a equipa nespereirense rematar, tornando-se num jogo muito mastigado e morto, sem grandes hipóteses, surgindo uma grande hipótese, perto do fim do jogo, onde Pepe, num livre, consegue desmarcar 3 jogadores sozinhos em frente ao guarda-redes, rematando ao lado da baliza.
No final, resultado injusto para a equipa nespereirense, que parecia ter medo de rematar.

A FIGURA
Ruizito
Foi sem dúvida, uma excelente peça deste puzzle, que André Pinho tem. Sem grandes invenções, foi o mais inconformado dos elementos em campo, sendo o jogador mais rematador de todo o jogo.

quarta-feira, abril 22, 2009

OS NÚMEROS DE UM CAMPEONATO...


Esta época, o Nespereira FC encontrou uma nova maneira de pensar e de gerir, a que não estava habituado até aqui. Até aqui, o Nespereira sempre viu líderes mais velhos e conservadores na gestão do Clube, encontrando nesta temporada, uma Direcção nova, renovada e muito sofisticada em outras considerações, mas naturalmente, muito inexperiente no campo da gestão desportiva, o que não lhes retira o mérito da coragem da aceitação de um desafio, que até a altura da eleição desta Direcção liderada por Jorge Ramalho, ninguém teve a coragem de assumir.
A infelicidade dos fracos resultados desportivos, não rotula o Corpo Directivo, neste caso, de serem fracos gestores desportivos.
Em minha opinião, um conjunto de situações no interior do próprio plantel, assim como a natural inexperiência do treinador, que encarou pela primeira vez, a função de treinador, não ajudaram a motivação do próprio plantel. A própria exigência e mentalidade crítica dos adeptos e sócios, também não ajudaram, em algumas ocasiões criando mesmo, situações de muito mal-estar no seio da família do "Nispra".
Relativamente aos Corpos Directivos, realce para a sempre-presente figura do presidente, Jorge Ramalho; da incansavel secretária Ana Sofia Teles; do retorno de Cláudio Oliveira, Pedro Soares, Nuno Fonseca e Pedro Semblano ao Nespereira FC, em funções directivas.
Este foi um ano de apalpamento de terreno, desta nova equipa directiva, que com altos e baixos habituais, lá levaram o seu objectivo principal a bom termo: a manutenção- embora discorde, devido á qualidade do plantel que Nespereira tem, porque acho que podemos ambicionar um pouquinho mais! E também, não ser meramente um clube de jogadores "semi-profissionais" de futebol amador, mas sim um clube de amigos que se juntaram para treinar e nos domingos invernosos que se fizeram sentir, nesta época, para fazerem o melhor possível, que disso não ponho sequer em questão o "profissionalismo amador" e o amor que cada um dos jogadores e directores que envergaram a camisola deste Clube teem relativamente ao Nespereira FC.
Agora, relativamente às equipas adversárias que o Nespereira encontrou...
AC.FORNELOS (4)- Apesar de ser uma equipa quase exclusivamente "contratada", o Académico demonstrou ter uma equipa muito boa tecnicamente, embora o seu fraco se encontrasse na defesa. Realce para Miguel, que, sem dúvida, demonstrou ser o melhor do plantel académico. Perdeu no Olival, no melhor jogo do Nespereira esta época, por 2-1, ganhando no Cruzeiro por resultado igual.
CARVALHAIS (3)- "Campeões" da Série, mas não convenceram muito contra o Nespereira. Demonstraram muita força e poderio na primeira volta, em casa, mas na segunda volta, ganharam por culpa de erros defensivos nossos, e do mestrado dos jogadores do Carvalhais em "Imitação em Mergulhos do Ronaldo". Para esquecer ficou a situação da segunda parte, no jogo da segunda volta, em que um jogador suplente do Carvalhais agrediu um adepto, em pleno jogo a decorrer.
FERREIRA DE AVES (2)- Talvez foi a desilusão do Campeonato! Prometia ser um forte candidato à subida, com a contratação do ex-treinador do Sernancelhe, Joca Fausto, e de muitos jogadores potenciais, mas acabando por perder muitos pontos incriveis. Contra o Nespereira foi beneficiado pela tarde infeliz-para nós- do "capitão" Nuno Cardoso, que marcou dois autogolos, e em casa, nas últimas três épocas demonstrou muita fragilidade, apesar de vencer.
ARGUEDEIRA (3)- A típica equipa, em casa, é terrível e dificil de se vencer. Fora, é muito frágil, e mesmo muito fácil de se vencer. Mas é uma equipa bastante simpática até.
VILAMAIORENSE (3)- Com o maior jogador-em altura!- do Campeonato, o Vilamaiorense, mostrava-se mais ou menos como o Arguedeira, dificil em casa, fácil fora, apesar de conter um dos maiores campos, o que permitiu ao Nespereira estar em vantagem ao intervalo, lá em Vila Maior.
OLIVEIRA DO DOURO (2)-Também prometia muito no ínicio da época, mas foi outra desilusão. Muitos jogadores "buscados" ao Resende, um à Nespereira, outro a Ferreira de Aves, e acabaram por lutar para fugir à descida. Este ano, não foi feliz com o Nespereira, encontrando o caminho da derrota por ambas as vezes que jogou.
VOUZELENSES (4)- Outra equipa que não se compreende muito bem como está nesta série. Muito diferente a jogar, foi superior sempre ao Nespereira, apesar de na segunda volta, no Olival, ter tido a ajuda do árbitro, mas não tem culpa do sucedido.
SEZURENSE (3)- A tipica equipa que se safa sempre na última jornada. Quando todos pensavam que estava condenada à despromoção, conseguiu se salvar . Na primeira volta, em Sezures não foi muito feliz, perdendo com o Nespereira, mas na segunda volta, no Olival, a ser mais perspicaz e conquistando uma vitória essencial para o "levantamento" do Sezurense.
CEIREIROS (2)- Equipa muito fraquinha, sem grandes alicerces, mas com muitos bons nomes conhecidos do futebol viseense. Empatou no Olival,3-3, começando a "era negra" do Nespereira com esse empate,empatando também 2-2 em Beselga.
ALVITE (5)- É um "espelho" do tipo de grupo que o Nespereira é. Há alguns anos atrás, era a equipa que todos consideravam, apenas lutavam pela manutenção. Este ano, com uma equipa formada na casa, sem grandes orçamentos, ainda está na luta da subida de divisão, retirando os "candidatos" naturais Ferreira de Aves e Fornelos para canto. Apresentou um futebol eficaz e inteligente, rápido e humilde, mas corajoso e audaz, conseguindo acabar o campeonato com os mesmos pontos do Carvalhais.
O Nespereira ainda conseguiu vencer na Taça o Vila Chã de Sá, de Viseu, aqui, em Nespereira, perdendo depois em casa contra o Tarouquense, que veio vencer por 2-1, o Nespereira,ditando assim a eliminação do Nespereira da Taça Sócios de Mérito.
A análise do desempenho dos jogadores foi feito por Bruno Monteiro, mediante as estatisticas do treinador André.
Jorge Ramalho (4)- 22 jogos/37 golos sofridos/ 1800 m jogados/4 amarelos/1 vermelho
Presidente e Guarda-redes do clube. Desdobrou-se em mil e uma funções, sempre em prol do clube. Foi dos jogadores mais regulares durante toda a época.

Ricardo – 3 – 2 jogos/ 2 golos sofridos/180 m jogados/0 amarelos/0 vermelho
Chegou já no decorrer da época. Nos dois jogos que foi chamado a defender a baliza cumpriu.

Nuno Cardoso – 3 – 22 jogos/ 7 marcados/1980 m jogados/7 amarelos/0 vermelho
Não foi uma época ao seu melhor nível, mas mesmo assim conseguiu um dos melhores marcadores da equipa.

Vítor Pereira (Vilarinho) – 2 – 21 jogos/0 marcados/1875 m jogados/ 6 amarelos/0 amarelos
Fez talvez das suas piores épocas ao serviço do Nespereira. Por ser um dos centrais titulares e termos sido a pior defesa do campeonato, leva esta nota, que apenas reflecte o que se passou nesta época, e não o real valor do jogador.

Márcio Botelho – 2 – 21 jogos/0 golos/1750 m jogados/9 amarelos/1 vermelho
Tal como o Vilarinho, fez a sua pior época ao serviço do Nespereira, comprometendo mesmo a equipa em alguns jogos.

Rui Teles – 3 – 15 jogos/2 golos marcados/1030 m jogados/2 amarelos/0 vermelhos
Na primeira metade do campeonato, quando era titular da equipa, conseguiu ser dos jogadores mais regulares. Depois teve o azar de se lesionar e as oportunidades na equipa já não foram tantas.

Pedro Cardoso – 3 – 10 jogos/0 golos marcados/695 m jogados/2 amarelos/0 vermelho
Teve o mérito de ganhar o lugar a Rui Teles, quando este se lesionou. Para quem já não jogava há alguns anos, cumpriu bem o seu papel.

Tiago Fonseca – 4 – 1 jogo/0 golos marcados/70 m jogados/ 0 amarelos/0 vermelhos
Nunca falhou com o clube durante toda a época e apesar de ter jogado muito pouco, no único jogo que foi chamado cumpriu perfeitamente o que lhe foi pedido.

Carlos (Pirica) – 4 – 3 jogos/ 0 golos marcados/20 m jogados/0 amarelos/0 vermelhos
Esteve mais de metade da época lesionado, mas mesmo assim nunca deixou de cumprir as suas obrigações para com o clube. Tal como Fonseca também jogou muito pouco.

Bruno Monteiro – 2 – 1 jogo/0 golos marcados/10 m jogados/0 amarelos/0 vermelhos
Apesar de ter cumprido todos os treinos da época, sinto que nunca cheguei a fazer parte deste plantel pois praticamente nem joguei durante toda a época.

Sérgio Silva – 3 – 21 jogos/ 1 golo marcado/1830 m jogados/4 amarelos/0 vermelho
Não conseguiu ser o Sérgio influente no meio campo do Nespereira, como já foi em anos anteriores. Apesar disso acabou por ser dos jogadores que cumpriu minimamente o que lhe era pedido em todos os jogos que participou.

Paulo Monteiro – 3 – 10 jogos/1 golo marcado/900 m jogados/ 2 amarelos/0 vermelho
Chegou já no decorrer da época, mas também nunca conseguiu ser o Paulo influente que foi noutras épocas ao serviço do Nespereira.
Marcelo – 4 – 17 jogos/2 golos marcados/ 1225 m jogados/2 amarelos/ 0 vermelho
Foi talvez o jogador mais regular da equipa. Encarava todos os jogos sempre com a mesma garra e motivação.

Vítor Andrade – 3 – 21 jogos/2 golos marcados/1356 m jogados/4 amarelos/0 vermelho
Não foi o Vítor desequilibrador que já foi noutras épocas. Mas foi sempre um jogador lutador, apesar de as coisas não lhe saírem sempre da melhor forma.

Paulo Sérgio – 2 – 8 jogos/ 0 golos marcados/392 m jogados/ 1 amarelo/0 vermelho
Esteve grande parte da época lesionado.

Pepe – 3 – 20 jogos/4 golos marcados/ 1309 m jogados/1 amarelo/0 vermelho
O “Mágico” da equipa também não fez das suas melhores épocas. Quando ele está ao seu melhor nível, o rendimento da equipa melhora consideravelmente. Pena que durante esta época tenha estado ao seu melhor nível em tão poucos jogos.

Miguel – 1 – 7 jogos/0 golos marcados/110 m jogados/ 0 amarelos/0 vermelhos
Apesar de estar a jogar poucas vezes, estava a cumprir as suas obrigações com o clube…até ao dia que deixou de aparecer quando faltavam muitos poucos jogos para terminar a época!!!

Quim – 1 – 7 jogos/0 golos marcados/345 m jogados/ 1 amarelo/0 vermelho
Estava a cumprir com as obrigações para com o clube, mas devido a trabalho teve que abandonar.

Thiago Oliveira – 3 – 15 jogos/2 golos marcados/ 1165 m jogados/ 5 amarelos/0 vermelho
Nunca chegou a ser o jogador desequilibrador que toda a gente esperava que fosse. Muito dotado tecnicamente mas também muito resmungão com os colegas.
Jorginho – 3 – 21 jogos/6 golos marcados/1521 m jogados/5 amarelos/0 vermelhos
Foi o avançado mais concretizador da equipa, mas também não fez das suas melhores épocas.

Carlitos – 2 – 19 jogos/3 golos marcados/1263 m jogados/ 4 amarelos/1 vermelho
Não foi o jogador presente que foi noutras épocas devido à iniciação da sua carreira como treinador, que lhe tirava algum tempo com a equipa do Nespereira. Nunca chegou a ser titular indiscutível, como era em todas as outras épocas anteriores, mas sempre que jogava esforçava-se muito, nunca virando a cara à luta.

Jorge Abreu – 0 – 3 jogos/0 golos marcados/35 m jogados/ 0 amarelos/0 vermelho
Abandonou o clube no decorrer da época.

Hugo Isaias– 0 – 5 jogos/ 0 golos marcados/75 m jogados/0 amarelos/0 vermelho
Abandonou o clube no decorrer da época.

Gil – 0 – 10 jogos/1 golo marcado/ 397 m jogados/1 amarelo/0 vermelho
Abandonou o clube no decorrer da época.

Bateira – 0 – 3 jogos/ 0 golo marcado/60 m jogados/ 0 amarelos/0 vermelho
Abandonou o clube no decorrer da época.


Pereira – 2 – 5 jogos/0 golos marcados/360 m jogados/ 3 amarelos/0 vermelhos
Não lhe correu da melhor forma a sua primeira experiência como treinador, pois a equipa teve que lutar até à última jornada pela permanência de divisão. Foram perdidos muitos jogos em casa, algo que era muito raro acontecer em épocas anteriores. Todos os jogadores do plantel não foram motivados da melhor maneira, havendo muitos poucos minutos para alguns jogadores e muitos abandonos ao longo da época.
André – 4 – Foi um treinador-adjunto muito organizado. Sempre que Pereira precisasse de algum dado sobre algum jogador do plantel, André tinha-o.
P.S.: Isto é apenas uma opinião pessoal, não quer dizer que seja a mais correcta, mas é a minha. Não quero por isso que me levem a mal por alguma coisa que tenha escrito anteriormente.
Esta é a análise individual de cada um dos jogadores e treinadores presentes nesta época. Porque, no colectivo, relativamente a números fomos realmente muito fracos.
Quanto a golos marcados, o Nespereira foi o 5º melhor ataque (26 golos) do campeonato, atrás do Alvite (43), Fornelos (42), Carvalhais (30) e Vouzelenses (29). Marcando 16 golos em casa, e apenas 10 fora, fazendo assim uma média de 69 minutos de jogo sem marcar um golo.
Quanto aos golos sofridos, o Nespereira foi a pior defesa do campeonato, conjuntamente com o Ceireiros, ambos com 37 golos sofridos. O Nespereira também foi a equipa que mais golos sofreu em casa (17) e a segunda equipa mais sofredora de golos fora (20 golos) atrás do Ceireiros.
O Nespereira também foi a equipa que mais derrotas teve no campeonato, junto com o Sezurense (12 derrotas). Em casa, o Nespereira foi a 3ª equipa com menos vitórias, com 4 vitórias, atrás do Ceireiros e do Sezurense que beneficiaram apenas de 2 vitórias em casa. Quanto a derrotas, o Nespereira beneficiou de 5 derrotas caseiras, assim como o Sezurense, sendo ambas as equipas que mais perderam dentro de portas.
Em relação ás derrotas consecutivas, o Nespereira, junto com o Vilamaiorense foram derrotados 5 vezes consecutivas , não sendo um registo muito positivo para a equipa nespereirense.

terça-feira, março 10, 2009

1ª Norte: Alvite 4 Nespereira 2

Alvite:
Bic, Tiago Calhau, Filipe, Albino, Carlitos, Almeida, Sérgio ( Quitério), Lapardana, Rui ( Mota), Paulinho ( Telmo), Marco;
Golos: Marco (4).

Nespereira:
Jorge Ramalho, Pedro Cardoso (Bruno Monteiro), Nuno Cardoso, Vilarinho, Márcio, Sérgio Silva, Marcelo, Vitor Andrade (Pirika), Rui Teles (Miguel), Carlitos, Jorginho;
Golos: Sérgio Silva, Marcelo.

segunda-feira, janeiro 26, 2009

1ª Norte: Nespereira 1 Carvalhais 2

MAIS PARECEU UM JOGO PARA O CAMPEONATO RUSSO!

Num dia extremamente gelado, e pouco convidativo ao futebol, o Nespereira recebeu o líder do campeonato, o Carvalhais.
António Pereira fez alinhar a seguinte equipa: Jorge Ramalho; Pedro Cardoso ( Isaías), Márcio, Vilarinho, Nuno Cardoso; Quim ( Vítor Andrade), Sérgio Silva, Paulo Monteiro, Pepe (Paulo Sérgio); Carlitos, Thiago.
E assim, no momento em que o jogo começou, todo o público e os intervenientes do jogo, foram premiados com um início de uma enorme queda de saraiva, sob nossas cabeças, não perdoando, e levando os mais intrépidos espectadores a recorrerem às bancadas para se protegerem do rigor do tempo.Entretanto, no jogo, após um período de estudo por ambas as partes, o primeiro grande remate partiu dos pés de Sérgio Silva, que fora da área rematou certeiro ao ângulo da baliza, permitindo ao guarda redes carvalhense a defesa da tarde para canto.Nesse período o Nespereira pressionou, e parecia mais decidido a vencer o jogo que o Carvalhais.
Com Pepe a servir de “maestro”, este pautou imenso o jogo ofensivo nespereirense, e com Carlitos a ganhar muitos ressaltos na defesa de Carvalhais, ao Nespereira faltou o que tem sempre faltado: sorte!O Carvalhais foi melhorando o jogo, e ao mínimo espaço rematavam, tendo ainda dois remates perigosos: um numa defesa de Jorge Ramalho, que ainda largou a bola mas voltou a defender, outra num remate que passou ligeiramente ao lado da baliza de Jorge Ramalho!Entretanto, o Carvalhais com mais frieza, num lance do lado esquerdo do seu ataque, cruza a bola e marca o 0-1, de forma injusta.
O Nespereira não merecia estar a perder!Após isto, o Nespereira voltou outra vez ao ataque, e logo de seguida, num lance em Carlitos ganha uma bola no meio da defesa do Carvalhais, quando vai rematar, permite ao guarda redes mais uma boa defesa.De repente, os jogadores de Carvalhais, de forma cínica, atiravam-se para o chão e berravam em altos sons, conseguindo tirar aos jogadores de Nespereira, alguns cartões amarelos desnecessários.E é de um livre, arrancado assim, que o Nespereira sofre o 0-2. A bola é bombeada para a zona de ataque, e o Carvalhais de forma mortífera, não perdoa e marca o 0-2.
O Nespereira bem tentou reagir, mas até ao intervalo, nada conseguiu fazer, senão defender o ataque carvalhense.
Após o intervalo, António Pereira mete Vítor Andrade, no lugar de Quim.
Volta o Nespereira com mais posse de bola, e numa jogada excelente conduzida entre Pepe, Thiago e Paulo Monteiro, este de primeira, remata alto, fazendo um chapéu ao guarda redes do Carvalhais, que, apesar de ser um belíssimo golo de Paulo Monteiro, não isenta o guarda redes carvalhense de alguma culpa, no golo sofrido. Era o 1-2.
O Nespereira, atacou e atacou, começando a sufocar de forma incrível o Carvalhais. A equipa visitante, não conseguia atacar em condições, com o Nespereira a ocupar muito melhor os espaços do meio campo.Entretanto, começou-se a ouvir um certo burburinho do outro lado, enquanto Paulo Sérgio substituía Pepe.
Do lado do Olival, apercebeu-se de dois espectadores que da discussão, passou-se a vias de facto, numa acesa discussão. O seu filho, interviu prontamente, evitando aumentar a gravidade da situação, enquanto mais um espectador nespereirense, na intenção de separar e acalmar os ânimos, foi arrastando o senhor visitante, que berrava muito alto, para longe do senhor que serviu de rastilho para a situação.
Entretanto, o jogador do Carvalhais, que se encontrava no banco e pronto a substituir algum jogador dos visitantes, de seu nome Jorge Rafael Cruz Lopes, com o número 17 na dorsal, agrediu o espectador nespereirense que tentava separar a situação, levando uma guarda chuvada prontamente, da parte do sobrinho do espectador.
A partir daqui, a situação descambou completamente, com os próprios jogadores em campo a intervirem a fim de acalmar os ânimos, que se encontravam deveras exaltados.
Após uns minutos de exaltamento, e do amontoamento de gente encontrada da parte de dentro e de fora do campo, no espaço entre os bancos, tudo se sanou, continuando o jogo.Mas a situação realmente afectou a concentração dos jogadores de ambas as partes, apesar do Nespereira, nitidamente atacar ferozmente, mas não conseguindo ser eficaz no último terço do campo de jogo.Já o Carvalhais optou pela velocidade dos seus avançados- e diga-se, também optou pelo teatro exagerado!, quase conseguindo num desentendimento de Jorge Ramalho e Nuno Cardoso, aproveitar para marcar o terceiro golo.
Pouco depois, o árbitro José Gomes deu o apito final, com a vitória do Carvalhais, que apenas foi mais eficaz, mas não mostrou muito futebol.
O Nespereira (7º lugar) não ganha um jogo em casa desde 9 de Novembro de 2008, quando ganhou ao Vilamaiorense, apresentando a pior defesa do campeonato, com 23 golos.A nível estatístico, o Nespereira tem 10 golos marcados em casa, e metade marcados fora(5 golos).É também a equipa que mais golos sofre em casa (12 golos), e a quarta que mais sofre fora (11 golos). O Nespereira é junto com o Vilamaiorense, a equipa que está há mais tempo sem ganhar (4 jogos consecutivos). Tendo sido uma das equipas que sofreu a maior goleada em casa, com o Alvite (3-1), mas também impôs-la perante o Oliveira do Douro.

A FIGURA- Paulo Monteiro

Foi um maestro muito calmo para o Nespereira, causou muita dor de cabeça à equipa de Carvalhais, e marcou um golo fantástico à equipa visitante. De muita cabeça fria, após a pequena confusão que afectou o jogo, foi o único que conseguiu construir algumas jogadas, assim como Paulo Sérgio.

segunda-feira, janeiro 12, 2009

2 ERROS DO NESPEREIRA PROPORCIONAM VITÓRIA DO FORNELOS!

FORNELOS 2-1 NESPEREIRA
No dia 11 de Janeiro, começou a 2ª volta da 1ª Divisão- Zona Norte da AF Viseu, com mais um derby concelhio entre Fornelos e Nespereira.
António Pereira apresentou a seguinte equipa: Jorge Ramalho; Rui Teles(Gil), Márcio, Vilarinho, Nuno Cardoso; Marcelo, Paulo Monteiro, Sérgio Silva, Pepe ( Vítor Andrade); Thiago, Carlitos (Jorginho).
Antes do jogo, o treinador do Nespereira, António Pereira, foi homenageado, pelos largos anos que representou o Académico de Fornelos, como jogador.
Já no jogo, o Nespereira iniciou muito bem, lutando taco-a-taco, com o Fornelos, não dando espaços á equipa de Fornelos, mas com esta a pouco a pouco, foi ganhando espaço e desgastando a equipa nespereirense, que até aí só tinha conseguido causar perigo, através de lances de bola parada, e com Maciel a corresponder com uma grande defesa.
Aos 21', o árbitro Pedro Saraiva não marca uma grande penalidade a favor do Fornelos, numa bola dividida dentro da grande área.E aos 34', Paulo Costa, o "trinco" do Fornelos, consegue isolar-se e remata fora do alcance de Jorge Ramalho, mas com a sorte a bafejar o Nespereira, pois a bola bate no poste.
Chegou-se ao intervalo, e o empate de 0-0, prevalecia no marcador, prometendo uma boa 2ª parte.Nota ainda, para a triste figura que o delegado do Fornelos fez, ao após ter feito uma homenagem ao treinador do Nespereira, dirigir-se ainda ao árbitro, e "tentar" que António Pereira fosse "expulso" do banco de suplentes, alegando que não estava inscrito na ficha de jogo!!! Só que, ele é que não conseguia ver o nome inscrito na área! Com amigos destes...
Voltando, ao que interessa, ao jogo! Logo, aos 6 segundos da 2ª parte, Vilarinho tenta fazer um passe atrasado para Rui Teles, mas o estado do terreno, que estava um autêntico "lameiro", trava a bola em metade do trajecto, que é roubada pelo avançado fornelense, que isola-se e chuta, a bola passa por baixo das pernas de Nuno Cardoso, e marca o 1-0.Em 10 minutos completamente arrasadores, o Fornelos, numa tentativa de ataque do Nespereira, Rui Teles tenta virar o jogo, falha o pontapé dando a bola para a trás, esta é ganha por Miguel, que ganha, progride no terreno, os defesas do Nespereira, não lhe tiram a bola, e na saída de Jorge Ramalho, este marca o segundo golo do Fornelos.
O Nespereira ainda demorou um bocado a reagir, apesar das entradas de Jorginho, que deu mais velocidade, e Vítor Andrade, que deu mais posse de bola à equipa.Já na parte final, num brinde da defesa de Fornelos, Jorginho isola-se e remata por cima da trave, desperdiçando uma das melhores hipóteses.
E perto do minuto 90', num corte da defesa de Fornelos, o guarda redes recebe a bola, e o árbitro considera atraso, e marcou livre indirecto. Nesse livre indirecto, Nuno Cardoso, marcou o 2-1, com o Nespereira tendo apenas 4 minutos, para poderem empatar o jogo.
E, numa missão que parecia quase impossível, Thiago isolou-se, e quase marcou o empate, mas a enormidade de Hugo Maciel não permitiu tal, defendendo o remate do brasileiro nespereirense.
No final do jogo, vitória justa do Fornelos, mas com o Nespereira a lutar imenso, e a sair dignamente de mais um jogo, no 3º jogo consecutivo sem vencer.
Arbitragem calma, sem grande mácula e sem interferencia no resultado.

FIGURA- Marcelo
Jogou como "trinco", e foi o jogador mais completo do Nespereira. Muito lutador, não deixou os médios criativos do Fornelos jogarem e criar grandes lances. Tanto é, que ambos os golos do Fornelos, nascem de dois erros da defesa nespereirense, e Marcelo foi um pilar em todo o meio campo do Nespereira.

terça-feira, dezembro 16, 2008

O MELHOR QUE SE CONSEGUIU FOI ...O EMPATE!

Nespereira 3 – 3 Ceireiros

Nespereira:
Jorge Ramalho; Rui Teles (Gil), Vilarinho, Nuno Cardoso, Márcio; Sérgio Silva, Marcelo (Pepe), Thiago; Paulito (Vítor Andrade), Jorginho, Carlitos.
Golos: Rui Teles, Gil e Jorginho

Ceireiros:
Celso, Igor, Ricardo Gaivota, João, Rafa, David, Rui, Ilidio, Nuno Monteiro, Ricardo Leitão, André Ribeiro;
Golos: André Ribeiro (2), Ricardo Leitão.

Dia 14 de Dezembro, do ano de 2008, data da décima jornada da 1ª divisão distrital, Zona Norte. O Nespereira FC recebia no seu reduto a equipa do Ceireiros.
Este não iria ser um jogo muito feliz para a equipa do Nespereira, e isso começou a notar-se logo desde o início do jogo, devido à má entrada na partida da equipa da casa.
O Nespereira nestes primeiros minutos de jogo não conseguia assentar o seu futebol e o Ceireiros aproveitou o desacerto da equipa da casa para inaugurar o marcador. Depois de um cruzamento do lado direito do seu ataque, o avançado do Ceireiros recebe a bola, completamente sozinho e faz o 1-0 sem grandes dificuldades.
A equipa da casa teria de ir agora atrás do prezuízo e logo após o golo teve várias oportunidades para empatar, principalmente por Carlitos, mas nenhuma delas foi concretizada.
Sensivelmente a meio da primeira parte, Jorginho recebe uma bola do lado esquerdo do seu ataque, entra na área e parte para cima do adversário, fintando-o, mas este último, numa entrada fora de tempo, acaba por fazer falta para grande penalidade. Rui Teles assumiu a responsabilidade e... falhou o primeiro remate, conseguindo no entanto, fazer o golo através da recarga. Era o golo do empate para o Nespereira.
Após o golo, inexplicavelmente, o Nespereira voltou à monotonia e desorganização que apresentou no início da partida, e o Ceireiros, uma vez mais, aproveitando esta desorganização Nespereirense, adiantou-se no marcador, já muito perto do intervalo. Depois de uma falha da defesa Nespereirense, a bola sobra para o avançado do Ceireiros que limita-se a empurrar a bola para a baliza.
Chegávamos então ao descanso com o Ceireiros a vencer por 2-1.
No início da segunda parte, o Nespereira tornou a entrar muito mal na partida e o Ceireiros tal como na primeira parte tornou a aproveitar-se disso muito bem. Logo nos primeiros minutos desta etapa complementar, um jogador do Ceireiros, surge sozinho pelo lado direito do seu ataque e perante a saída da baliza de Jorge Ramalho, chega à bola primeiro que este último e faz um surpreendente 3-1 para o Ceireiros.
O Nespereira tentou responder de imediato, esgotando mesmo as três substituições logo nos primeiros minutos desta segunda parte. Mas hoje, decididamente não parecia ser o dia do Nespereira FC, pois eram criadas bastantes oportunidades para marcar, mas a bola parecia não querer entrar na baliza do Ceireiros. A bola batia no poste, batia em jogadores contrários, ia ao lado, ia por cima, o guarda redes defendia...parecia que não iria mesmo entrar mais golo nenhum na baliza do Ceireiros.
A cinco minutos do fim do jogo, quando já muitos poucos acreditavam, Jorginho recebe uma bola no lado esquerdo do seu ataque, faz a finta ao defesa contrário e cruza tenso para a área, aparecendo Gil ao segundo poste a encostar para golo. Era o segundo golo para o Nespereira e o renascer da esperança num resultado melhor, apesar de faltar muito pouco tempo.
Minutos depois o Nespereira sofre uma falta à entrada da grande área, um livre mesmo ao jeito do capitão Nuno Cardoso. Nuno parte para a bola, chuta...e o guarda redes faz uma grande defesa! O Nespereira parecia destinado mesmo a perder este jogo!
Mas já durante o período de compensação, Thiago Oliveira recebe uma bola sobre o lado esquerdo do ataque, ganha a linha e cruza de imediato para o segundo poste, onde aparece Jorginho a finalizar para o golo do empate, quando já quase ninguém acreditava!No minuto seguinte o jogo terminava com o resultado final em 3-3.
O Nespereira não fez com certeza o melhor jogo da época, havendo períodos em que jogaram mesmo muito mal, mas mesmo não jogando bem criaram oportunidades mais que suficientes para vencer a partida, mas esse também não seria o resultado mais justo para a equipa do Ceireiros que lutou muito para conseguir um bom resultado neste jogo. O empate é por isso um resultado que se aceita perfeitamente.

A Figura – Jorginho

Esteve nos três golos, por isso a minha escolha recaíu, mais uma vez, em Jorginho. Sofreu o penalti que originou o primeiro golo, assistiu para o segundo e marcou o terceiro.

terça-feira, dezembro 09, 2008

GRANDE VITÓRIA!

Sezurense 0 – 1 Nespereira

Nespereira:
Jorge Ramalho; Rui Teles, Vilarinho, Nuno Cardoso, Márcio; Sérgio Silva, Marcelo, Thiago Oliveira (Quim Vieira); Vitor Andrade (Jorginho), Paulito, Gil (Carlitos).


No dia 7 de Dezembro, do ano de 2008, o Nespereira deslocava-se a Sezures, para disputar a nona jornada da 1ª divisão distrital, Zona Norte, contra a equipa local do Sezurense.
O Nespereira entrou muito bem no jogo, criando nos primeiros minutos uma soberana oportunidade de golo por Thiago Oliveira. Só que este com apenas com o guarda redes pela frente não conseguiu finalizar da melhor maneira, proporcionando ao guarda redes da equipa Sezurense, uma grande defesa.
O Sezures tentou responder e conseguiu criar também uma excelente oportunidade de golo, só que o avançado ao aparecer sozinho perante Jorge Ramalho, quis fazer um bonito golo de calcanhar, mas a bola acabou por ir parar bem devagarinho às maão do guardião Nespereirense.
Minutos mais tarde iria ser novamente a equipa do Nespereira a criar uma boa oportunidade para marcar. Depois da marcação de um livre do lado direito do ataque Nespereirense, mais uma vez Thiago Oliveira apareceu sozinho, na zona de penalti, mas desta vez nem conseguiu rematar para a baliza, devido ao não contar que a bola fosse passar por tantos jogadores e chegasse até ele! Mais uma oportunidade de golo que o Nespereira desperdiçava.
Depois deste lance, até ao intervalo, não foi criada mais nenhuma situação clara de golo. Chegávamos então ao descanso com o jogo empatado a zero bolas.
No início da segunda parte o Nespereira fez duas alterações, fazendo entrar os avançados Carlitos e Jorginho.
O jogo recomeçou com um ligeiro ascendente da equipa do Sezurense, que a jogar perante o seu público, procurava chegar à vantagem no jogo.
Uns minutos após o reinício da partida o Sezurense dispôs de uma grande oportunidade para se adiantar no marcador. Um jogador da equipa do Sezures apareceu em excelente posição para marcar, mas o remate deste acabaria por embater no poste, sendo depois a bola imediatamente afastada, pela defesa Nespereirense.
Depois deste lance o Nespereira tentou responder, e conseguiu. Depois de um bom passe de Paulito, Jorginho isola-se, passa pelo guarda redes e remata para o golo, mas no último instante surge um defesa da equipa da casa a evitar que a bola entrasse na baliza. Este lance iria anteceder o golo da equipa do Nespereira.
Poucos minutos depois, Sérgio Silva recebe a bola no grande círculo e faz um grande passe para Jorginho, que mais uma vez surge isolado. Desta vez ele não iria perdoar, e perante a saída do guarda redes da sua baliza, faz-lhe um chapéu que só termina no fundo das redes. Era o 1-0 para a equipa do Nespereira.
Depois do golo veio ao de cima a capacidade de sofrimento da equipa do Nespereira. Como seria de esperar a equipa do Sezurense partiu para cima da equipa do Nespereira à procura do empate, mas todos os jogadores Nespereirenses, sem exepção, com muito querer e muita vontade conseguiram segurar o resultado e sempre que podiam, espreitavam o contra ataque, na tentativa de acabar com o jogo.
Mas até ao final da partida o resultado não mais se iria alterar e o Nespereira iria mesmo alcançar esta importante vitória fora de casa.

A Figura – Jorginho

Decisivo. É a palavra certa para a exibição de Jorginho. Entrou e resolveu o jogo a favor do Nespereira. Eu poderia escolher qualquer um dos outros jogadores do Nespereira para figura do encontro, devido ao enorme sacrifício e vontade demonstrado por cada um, mas como Jorginho foi o marcador do golo da vitória, resolvi optar por ele.
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