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segunda-feira, maio 28, 2012

3ª C - 2011/12: AD Valecambrense 2 x S.C. Penalva do Castelo 1

No último desafio da temporada, o Penalva do Castelo perde ingloriamente na região do Caima pela diferença mínima!! Mesmo a terminar com resultado negativo, os pnalvenses cumprem dignamente os seus objectivos e ambições!!

Ficha de Jogo:


Associação Desportiva de Valecambrense
99 Luís Almeida
2 Cristiano Soares
3 Caxana
4 André Garcia
5 Pedrinho
6 José Pedro Sá
7 Silva
8 Rui Pedro ©
10 Tiago Oliveira
11 Ricardo Pina
18 Paulinho                      
                                                                                                                                                                       
Substituições: Cristiano Soares por 9 Rafael Soares (65`), Pedrinho por 13 Fábio Pinho (74`) e Silva por 17 Zé Bastos (90+3`).

Suplentes não utilizados:
70 Cláudio Carvalho
15 Paulo Lopes
16 Bento

Treinador: Alberto Soares

Sport Clube de Penalva do Castelo
12 Vítor Vareiro
4 Diogo Sousa
5 Nelson Cardoso
6 Gamarra
7 Mika Lopes
8 Bruno Loureiro
9 Luís Cardoso
17 Faria
18 Reuss
19 Djibril Sarr
23 Sérgio Fonseca ©

Substituições: Mika Lopes por 14 Chico Pereira (57`) e Faria por 11 Tiago Henriques (82`).

Suplentes não utilizados:
1 Bruno Ferrary
2 Gonçalo Ferreira
13 Luís Pedro Cabral
16 Cristóvão
21 Alex Cruz

Treinador: Tótá

27 Maio 2012
Jogo no Estádio Municipal das Dairas, em Vale de Cambra
Assistência: cerca de 200 pessoas

Árbitro: Nuno Afonso (A.F. Lisboa)
Auxiliares: Paulo Vicente & Ricardo Macedo

Ao intervalo: 2-0
Resultado final: 2-1
Marcadores: Rui Pedro (g.p.) (27`), Silva (45`) e Luís Cardoso (56`).

Acção disciplinar: Cartão Amarelo para Garcia (21`), Diogo Sousa (26` e 42`), Gamarra (74`), Paulinho (78`), Fábio Pinho (81`), Luís Almeida (90+4`) e Sérgio Fonseca (90+5`). Cartão Vermelho por acumulação de amarelos a Diogo Sousa (42`).


Na derradeira jornada desta temporada desportiva, encontram-se na região do Caima, duas equipas para cumprir calendário. Pelo lado dos casa, a Associação Desportiva de Valecambrense, equipa já despromovida aos campeonatos distritais frente ao Sport Clube Penalva do Castelo, que tinha conseguido a garantia da manutenção na 3ª Divisão Nacional na jornada antecedente..
Curiosamente, ambas as formações, vinham de um triunfo na ronda anterior, com especial sabor, para a turma orientada por Alberto Soares foi a primeira vitória nesta fase final do campeonato enquanto para a turma orientada por António Carlos, foi a vitória que garantiu o grande objectivo da temporada, a manutenção nos campeonatos nacionais para a próxima temporada.

Quis o destino e o calendário sorteado, por curiosidade, que os penalvenses começassem a sua participação nos jogos fora de portas e terminassem os mesmos, em Vale de Cambra.
Se na primeira fase da temporada, a formação da Beira-Alta tinha vencido, desta vez foi a turma da região do Caima que levou de vencido o encontro, e ainda mais com um sabor especial extra, ao somar o primeiro e único triunfo na condição de visitado nesta época desportiva, nesta partida que fechava o campeonato. Era também o segundo triunfo consecutivo dos vale-cambrenses.
Acabou por ser um resultado inglório para os penalvenses, que tiveram oportunidades em número suficiente para sair com outro resultado do Estádio Municipal das Dairas, hoje bem composto por muita juventude à assistir ao último encontro da fase final da temporada.
Com tudo já decidido em matéria de manutenção e despromoção, restava a honra e o aliciante de terminar a temporada com um resultado positivo.
Mesmo que o encontro não oferece-se um grande apelativo, certo é que foi bem disputado, na medida que existiu emoção até ao apito final, vivacidade, entrega e muita disputa pelo esférico.
O coletivo orientado pelo técnico Tótá, foi a equipa que mais cedo se impôs no jogo, dando mostras que os três pontos são sempre o objetivo a lutar em todas as partidas. Logo aos 8 minutos, foi Djibril que desperdiçou a primeira de muitas oportunidades para o Penalva marcar. Seguidamente já ao minuto 16, foi a vez da trave à guarda da baliza de Luís Almeida, devolver a bola a Sérgio Fonseca, que a tinha cabeceado num cruzamento. No minuto seguinte, foi a terceira ocasião de golo para o Penalva, que coube a Reuss desperdiçar, quando já estava em zona privilegiada.
O Valecambrense depois de sofrer algum sufoco dentro da sua grande área foi sacudindo a pressão e ao minuto 20, surge o primeiro remate à baliza de Vítor Vareiro, com o mesmo a defender para canto o remate de Ricardo Pina.
Ao minuto 26, vai decorrer a jogada que iria dar origem ao primeiro golo da equipa anfitriã. Silva tentar driblar Diogo Sousa, e este comete falta, muito provavelmente ainda fora da área, mas o árbitro acabou por assinalar falta para a grande penalidade. Rui Pedro na marcação do castigo máximo não desperdiçou e colocou a sua equipa em vantagem. Bola para um lado, guarda-redes para outro.
O golo, que até se poderá considerar injusto tendo em conta o domínio dos penalvenses.
O Valecambrense acabou por se galvanizar mais na partida e as despesas começaram a ser mais repartidas. Ao minuto 29, Tiago Oliveira aproveita um passe insuficiente de Nelson Cardoso para o colega Sérgio, e com uma belo trabalho individual, dribla vários jogadores penalvenses e a entrada da grande área remata para uma excelente e atenta defesa de Vítor Vareiro. Era então assistido a um dos melhores momentos de futebol da partida.
A resposta dos visitantes não tardou e depois de um bom período da Valecambrense, Djibril vai desperdiçar provavelmente a situação mais clamorosa de golo. Luís Cardoso cruza na linha de fundo e o jogador senegalês no sítio do ponta de lança, remata escandalosamente por cima da baliza, quando esta estava completamente à sua merce. Contudo o passe levava alguma força demasiada, o que acabou por dificultar a finalização do avançado penalvense.
Passaram-se alguns minutos de equilíbrio e jogado muito no meio campo, e Diogo Sousa, apenas na segunda falta que comete no encontro, recebe a segunda cartolina amarela e a consequente expulsão, ainda na primeira metade do encontro.
Foi já com os penalvenses reduzidos a 10 elementos, que os vale-cambrenses aumentaram a vantagem no marcador, quando atingíamos o minuto 45 e praticamente o intervalo. O momento de felicidade e inspiração para os muito jovens que estavam presentes nas bancadas, pertenceu a Silva, que efetuou uma magnifico golo, num remate certeiro de fora da área, que acabou por surpreender o guardião penalvense.
Era com dois golos sem resposta que as equipas recolhiam aos balneários e um castigo demasiado pesada para a prestação do Penalva.
Na etapa complementar, foi primeiro a Valecambrense a dar um sinal de perigo junto das balizas, com Tiago Oliveira a ser novamente o protagonista do início da jogada, na qual Rui Pedro deu seguimento e ficou a queixar-se de uma falta para grande penalidade.
Praticamente a partir dos primeiros 5 minutos, o Penalva do Castelo tomou por inteiro e definitivamente as iniciativas do encontro, deixando que a Valecambrense respondesse apenas em contra-ataque.
Ao minuto 56, surge o golo que reduz o marcador para 2-1. Luís Cardoso desmarcou-se bem e dentro da grande área faz a emenda para o golo que viria a colocar os penalvenses na rota da discussão do resultado.
O Penalva melhorava assim a sua produção de jogo e ao minuto 60, Reuss remata com muito perigo por cima da baliza do guardião Luís Almeida para na jogada seguinte ficar a queixar-se de um fora de jogo muito duvidoso, que Djibril já tinha inclusive rematado para golo.
A equipa 3º classificada nesta série de manutenção e descida, persistiu em função de tentar alterar o rumo dos acontecimentos e oportunidades de golo continuavam a ser desperdiçadas, a exemplo no minuto 82, quando Luís Cardoso falha mais uma bela ocasião para empatar.
No seguimento é Ricardo Pina que num contra-ataque venenoso, rematou com muito perigo, em que a bola saiu ligeiramente ao lado da baliza.
Noutro lance muito duvidoso, entre vários neste encontro, o Penalva ficou a reclamar um fora de jogo e foi assinalado um fora de jogo provavelmente posicional do atacante Djibril, que acabou por interferir na jogada.
Nesse “calor” de protestos, o árbitro entendeu que o técnico Tótá exagerou nos protestos e “convidou” o mesmo a sair do terreno de jogo.
Mesmo com menos um elemento em campo desde o final do primeiro tempo, era o Penalva que só praticamente jogava na partida e a pressão ao último reduto dos locais foi notória até ao apito final.
Ainda antes de ser levantada a placa com os cinco minutos de compensação, Luís Cardoso foi mais uma vez, muito perdulário na hora da finalização.
Praticamente de forma consentida é que a Valecambrense chegava com perigo à baliza de Vareiro e num desses caso, foi Chico Pereira que perdeu a bola em terreno proibido para seguidamente Tiago Oliveira ter uma soberana ocasião de acabar com as hipóteses dos penalvenses, só que lá esteve Vítor Vareiro a corresponder com uma excelente defesa e evitar o terceiro para os visitados.
Na resposta e quando já decorriam vários minutos de compensação, Djibril vai mais uma vez ser o rosto da desinspiração que assolou o sector ofensivo penalvense nesta partida. A compensação foi alargada em mais alguns minutos, talvez exageradamente, e o Penalva não desarmou do assalto à grande área dos visitados e mesmo com o seu guardião a fazer de avançado, foi incapaz de introduzir o esférico na baliza da Valecambrense, que era de todo merecido.
Terminava a partida com a vitória a sorrir para os locais e com um trabalho da equipa de arbitragem, imagine-se proveniente de Lisboa, a deixar a desejar em diversos momentos. Muitos lances duvidosos. Algum excesso de rigor em alguns lances que contrastou com outros menos. Enfim…é final de temporada, e que passou já lá vai e agora há que já começar a olhar para o futuro.
Sem antes fazer um balanço breve da temporada do Sport Clube Penalva do Castelo. Objetivos plenamente cumpridos, com a garantia da manutenção, com dificuldade é verdade, mas com sabor a pouco, principalmente depois da prestação na primeira fase. Não é menos verdade que a fase final foi menos conseguida, mas um lugar de manutenção esteve sempre seguro e a dignidade esteve sempre presente.
Os jogadores, equipa técnica e restantes membros diretivos estão de Parabéns por mais uma vez dignificarem o clube, a terra, a região e o distrito de Viseu nos campeonatos nacionais. Todos fazem parte do orgulho penalvense…J


[Crónica|Ficha de Jogo|Fotos: CinZa]

In: http://sportclubepenalvacastelo.blogspot.pt/

segunda-feira, maio 21, 2012

3ª C - 2011/12: S.C. Penalva do Castelo 2 x A.D. Sanjoanense 0



Penalva do Castelo atinge a meta da manutenção com triunfo convincente frente à turma de São João da Madeira!! Num jogo de mata-mata, os penalvenses demonstraram superioridade e assim garantem o seu grande objectivo da temporada, a uma ronda do seu término!!

Ficha de Jogo:

Sport Clube Penalva do Castelo
1 Bruno Ferrary
4 Diogo Sousa
5 Nelson Cardoso
6 Gamarra
7 Mika Lopes
8 Bruno Loureiro
9 Luís Cardoso
17 Faria
18 Reuss
19 Djibril Sarr
23 Sérgio Fonseca ©

Substituições: Mika Lopes por 14 Chico Pereira (75`), Reuss por 11 Tiago Henriques (85`) e Faria por 16 Cristóvão (90`).

Suplentes não utilizados:
12 Vítor Vareiro
3 Manekas
13 Luís Pedro Cabral
21 Alex Cruz

Treinador: António Carlos "Tótá"

X

Associação Desportiva de Sanjoanense
1 Janita
2 Diogo Tavares
3 Jonas
4 João Couto
5 Marquitos
6 António Pereira
7 Tó Frangolho  ©
8 Rúben das Neves
9 Zé António
10 Mário
11 Alex Oliveira

Substituições: Zé António por 18 André Deco (58`), Tó Frangolho por 16 Portela (73`) e António Pereira por 14 João Edgar (73`).

Suplentes não utilizados:
12 João Silva
13 Ricardinho
15 Carlinhos
17 Pardal


Treinador: Manuel Carmo "Néné"


19 Maio 2012
Jogo no Parque Desportivo de Santa Ana, em Penalva do Castelo
Assistência: cerca de 150 pessoas
Árbitro: Fábio Piló (A.F. Leiria)
Auxiliares: Bruno Vicente & Nelson Dias 

Ao intervalo: 1-0
Resultado Final: 2-0

Marcadores: Luís Cardoso (23´) e Reuss (48´).
Acção disciplinar: Cartão Amarelo para António Pereira (25`), Tó Frangolho (67´), Gamarra (70`), Nelson Cardoso (77`), Bruno Loureiro (82`) e Reuss (85`).




O Sport Clube Penalva do Castelo está com ambos os pés nos campeonatos nacionais na próxima temporada, depois de nesta tarde ter vencido a equipa da Associação Desportiva de Sanjoanense por duas bolas a zero. Esta conquista dos penalvenses, que garantiram a continuidade na 3ª Divisão Nacional pelo menos mais uma temporada, na que pode bem ser a última existente, já que existe a perspectiva na secretaria, de terminar o terceiro escalão na próxima época desportiva, ocorreu na penúltima jornada da fase final do campeonato, no qual, recorde-se, os penalvenses estão a disputar a fase de manutenção-descida.

Uma garantia, que humildemente, já à muito era merecida pela formação de Penalva do Castelo, sobretudo pela sua prestação na primeira fase da temporada. Esta fase final não vinha a ser tão regular, mas o colectivo penalvense justificou na mesma um lugar de manutenção.
Sobretudo depois deste encontro, ter vencido e convencido frente ao principal adversário que lutava e travava na tabela classificativa um duelo com o Penalva.

Esta partida, era praticamente um típico jogo de mata-mata, em que por um lado, aos penalvenses um ponto era o suficiente para cumprir os seus objectivos, por outro, para o colectivo de São João da Madeira, apenas os três pontos, poderia manter a chama acesa da manutenção para a derradeira jornada e mesmo assim já não dependia deles.

Era e foi notório, que a crença dos sanjoaninos não era muito forte, tal como a confiança, depois de uma série de jogos sem pontuar.
Do lado do Penalva, também eram dois jogos consecutivos sem conquistar qualquer ponto, mas tinha uma vantagem pontual sobre os sanjoaninos ainda moderadamente confortável.

Depois deste enquadramento teórico, aguardava-se um desafio vivo e com boa disputa e entrega entre as duas equipas. Passando da teoria à prática, foi exactamente isso que se sucedeu, e aí saltou à vista a maior superioridade da turma orientada pelo técnico Tótá, que demonstrou a sua força colectiva, a jogar no seu terreno, mesmo que o público tenha sido em numero modesto.

Desde cedo o Penalva tomou o ascendente da partida, remetendo o adversário para o seu meio campo. Contudo aos penalvenses apenas faltava mais discernimento no último terço do terreno e por outro lado a defensiva sanjoanina estava ajustada, não permitindo grande espaço às manobras ofensivas dos locais.

Cabia então aos anfitriões, as despesas dos jogo, tanto mais que a Sanjoanense não conseguiu efectuar um remate digno de registo na primeira meia hora.

O Penalva foi efectivamente a equipa que mais acutilância demonstrava e Bruno Loureiro abriu as hostilidades no primeiro quarto de hora com o remate mais perigoso até então para que depois ao minuto 23, se assistisse ao primeiro golo da partida.
Mika Lopes conduz o esférico pela ala esquerda e flectindo para o meio, cruza na perfeição para a grande área, onde aparece Luís Cardoso na antecipação, e com um toque subtil certeiro, coloca o esférico pela primeira vez, no fundo das redes dos sanjoaninos.

A Sanjoanense passou depois a ariscar mais na partida e aos poucos foi conseguindo estender mais as suas linhas, mas esta melhoria não lhe valeu remates de grande perigo e até ao intervalo, foi o resultado que predominou e ficou. Os penalvenses recolhiam assim aos balneários, com uma vantagem, de apenas um golo, mas inteiramente justificável.

Melhor inicio da etapa complementar, não poderiam sonhar os penalvenses, já que passados apenas três minutos do reatamento do encontro, Reuss, voltou a demonstrar qualidade individual e com uma boa desmarcação e velocidade, ganha espaço na grande área do adversário e mesmo de ângulo já reduzido, desfere um remate colocado e certeiro que traduzia nova alteração no marcador, a beneficiar a equipa que neste encontro vestiu de cor predominantemente amarelo.

O colorido do marcador, dava assim uma vantagem confortável para os penalvenses, que poderiam gerir esta vantagem ou então tentar alargar-la.
Com personalidade, o Penalva, tentou não dar margem de resposta à Sanjoanense, no marcador, e Djibril teve tudo para marcar o terceiro e descansar os penalvenses, à passagem do primeiro quarto de hora do segundo tempo, acabando por fazer o mais difícil, depois de boa jogada individual.

A turma orientada pelo técnico Néné, sempre acabou por dar um "ar da sua graça", quando aos vinte minutos, sensivelmente da segunda metade, obrigou o guardião Ferrary a aplicar-se, mas o mesmo negou o golo, evitando que a discussão do resultado fosse mais forte.

Com o desenrolar da etapa complementar, foi visível que já faltavam alguns ingredientes para a equipa que viajou da cidade e única freguesia do mesmo concelho, São João da Madeira, conseguisse reagir à desvantagem como ao destino que lhe estava reservado no final da partida.

Apesar de o jogo se manter vivo, o futebol apresentado, sobretudo técnico já não era muito apurado, sobretudo tendo em conta que, principalmente por banda da equipa visitante, jogava-se mais com o coração do que com o cabeça.

Ao Penalva restava-lhe controlar as investidas do adversário e sempre que fosse possível manter a defesa contrária em sentido de alerta. Não era para menos, já não era necessário correr riscos desnecessários, tendo em conta, que o resultado, neste momento era o que lhe mais interessava.

Sobre a equipa de arbitragem, diga-se que não efectuou um grande trabalho, já que sobretudo demonstrou ainda inexperiência neste escalão. Um critério demasiado largo, onde ficaram muitas faltas por marcar, que efectivamente seriam de merecer tal distinção.

Pouco mais se pode acrescentar, em matéria de oportunidades de golo, já que as equipas estavam conformadas com o resultado e assim foi dado por terminado este importante e decisivo encontro, que conferiu aos penalvenses a manutenção virtual nesta terceira divisão nacional, enquanto à Sanjoanense, deixou de estar ao alcance, matematicamente, um lugar de garantia nos campeonatos nacionais, tendo assim o destino traçado, que passa por voltar ao futebol distrital, depois de nesta temporada ter regressado ao convívio nacional.

Uma palavra de apreço para a equipa de São João da Madeira, que travou uma disputa digna por um lugar na terceira divisão, sobretudo tendo em conta, que se encontra muita juventude e certamente no futuro, muita ambição de voltar ao futebol nacional.

Penalva do Castelo está assim seguro matematicamente entre o convívio das equipas nacionais, garantindo o direito, de forma honesta, humilde, personalizada, de voltar a disputar novamente a 3ª Divisão Nacional na próxima temporada. Foi mais tarde que nas duas temporadas anteriores, mas a justiça sobre os penalvenses acabou por vir "ao de cima".

O restante balanço da temporada será feito mais adiante, já que o calendário de jogos desta segunda fase, apenas termina no próximo fim de semana, no qual o Penalva do Castelo tem agendado encontro frente à turma da Associação Desportiva de Valecambrense, na região do Caima.
Ainda estão três pontos em jogo e uma posição classificativa superior poderá ser alcançada, acrescentando que a dignidade, orgulho e a ambição estão sempre presentes nos penalvenses.



[Crónica|Ficha de Jogo e Fotos: CinZa]

[Crónica de Jogo Completa: http://sportclubepenalvacastelo.blogspot.pt/] 

segunda-feira, maio 14, 2012

3ª C 2011-12: SC Penalva do Castelo 2 x FC Oliveira do Hospital 4



Penalva do Castelo adia a seu objectivo da manutenção depois de ser surpreendido em casa pela turma de Oliveira do Hospital!! Não faltou emotividade e motivos de interesse, no qual a eficácia-aproveitamento foi mais benéfica para os visitantes, que já estão garantidos nos nacionais!!

Ficha de Jogo:

Sport Clube Penalva do Castelo
1 Bruno Ferrary
4 Diogo Sousa
5 Nelson Cardoso
7 Mika Lopes
8 Bruno Loureiro
9 Luís Cardoso
11 Tiago Henriques
14 Chico Pereira
17 Faria
19 Djibril Sarr
23 Sérgio Fonseca ©

Substituições:  Mika Lopes por 18 Reuss (63`) e Faria por 6 Gamarra (69`).

Suplentes não utilizados:
12 Vítor Vareiro
2 Gonçalo Ferreira
3 Manekas
16 Cristóvão
21 Alex Cruz

Treinador: António Carlos "Tótá"

X

Futebol Clube de Oliveira do Hospital
75 Rui Vale
2 Mauro Alves
3 Diogo Brito
4 Carlos Almeida
9 Bruno Cardoso ©
11 Craveiro
15 Gerome Ouiya
19 Fernando Pedro
20 Iano
22 David Hemery
25 Geovane

Substituições:  David Hemery por 6 Alex Henriques (Intervalo), Carlos Almeida por 17 Ivan Marcelo (71`) e Gerome Ouiya por 16 Luís Pedro (82`).

Suplentes não utilizados:
1 Rafa
7 Paulo Alves
13 Cláudio Andrade
18 Nuno Cunha


Treinador: José Pedro

13 Maio 2012
Jogo no Parque Desportivo de Santa Ana, em Penalva do Castelo
Assistência: cerca de 200 pessoas


Árbitro: Pedro Meireles (A.F. Porto)
Auxiliares: Miguel Meireles & Filipe Bessa


Ao intervalo: 1-1
Resultado Final:  2-4
Marcadores: Gerome Ouiya (8´), Djibril Sarr (45+1`), Diogo Brito (62`), Ivan (76`), Ivan (79´) e Djibril Sarr (g.p.) (86`).


Acção disciplinar: Cartão Amarelo para Carlos Almeida (42´), Faria (66`), Diogo Brito (85`), Chico Pereira (87`) e Rui Vale (88`).



Tarde de temperatura soalheira no Parque Desportivo de Santa Ana, aguardava um importantíssimo encontro entre equipas separadas por dois pontos, e que neste encontro poderiam almejar a tão desejada manutenção no terceiro escalão nacional de futebol, que muito provavelmente terá os seus dias contados na próxima temporada.

De um lado, os penalvenses, que vinham de uma derrota em Oliveira de Frades, do outro, a turma oliveirense, que tinha obtido um moralizador triunfo em casa da Sanjoanense. Os resultados falavam por isso, e o estado de espírito de certa forma era diferente.
Mas certamente que os penalvenses tinham a factor casa para levar a melhor sobre a equipa orientada pelo técnico experiente, José Pedro, que é uma equipa em crescendo nesta segunda fase, perdendo somente um encontro, que teve lugar na primeira ronda.
Hoje disputava-se a oitava, e poderia de certa forma, conferir a decisão final no seu destino para qualquer uma das equipas ou mesmo para as duas.
A sorte ou o destino acabou por sorrir para a formação que viajou do distrito de Coimbra, já que surpreendeu de certa forma no seu próprio reduto, vencendo por quatro bolas a duas.



[CinZa]

segunda-feira, maio 07, 2012

3ª C 2011/12: G.D. Oliveira de Frades 4 x S.C. Penalva do Castelo 1

Penalvenses e Oliveirenses proporcionam um derby bem disputado no qual a turma de Oliveira de Frades acabou por vencer e ficar mais perto da manutenção!! O Penalva mesmo com derrota, manteve os cinco pontos de vantagem para a linha de água!!

Ficha de Jogo:


Grupo Desportivo de Oliveira de Frades
1 André Martins
2 Bruno Parente
3 João Paulo
4 João Pedro
5 Fábio Cunha
6 Meireles ©
7 Gilberto Silva
8 Pedro´s
9 Trindade
10 George
11 Semedo

Substituições: Trindade por 14 Zé Carlos (Intervalo), Pedro´s por 16 Toninho (64`) e Gilberto Silva por 17 Nuno Silva (89`).

Suplentes não utilizados:
12 Gito
13 Hugo Baptista
15 Mauro Pinto
18 Diogo Nunes
 

Treinador: Carlos Agostinho


X

Sport Clube Penalva do Castelo
1 Bruno Ferrary
4 Diogo Sousa
5 Nelson Cardoso
7 Mika Lopes
8 Bruno Loureiro
9 Luís Cardoso ©
11 Tiago Henriques
14 Chico Pereira
17 Faria
19 Djibril Sarr
20 Califa

Substituições: Mika Lopes por 18 Reuss (Intervalo), Chico Pereira por 2 Gonçalo Ferreira (85`) e Faria por 16 Cristóvão (85`).

Suplentes não utilizados:
12 Vítor Vareiro
3 Manekas
13 Luís Pedro Cabral
21 Alex Cruz

Treinador: António Carlos "Tótá"


06 Maio 2012
Jogo no Parque Desportivo Nº1 de Oliveira de Frades, em Oliveira de Frades.
Assistência: cerca de 200 pessoas
Árbitro: Pedro Rocha (A.F. Viana do Castelo)
Auxiliares: Francisco Silva & Bruno Costa
Ao intervalo: 1-1

Resultado Final: 4-1
Marcadores: Luís Cardoso (13`), Fábio Cunha (26`), George (50`), Chico Pereira (p.b.) (57´) e Toninho (g.p.) (67`).

Acção disciplinar: Cartão Amarelo para Faria (46`), Semedo (49´), Luís Cardoso (59´), Chico Pereira (59´), Califa (67´) e Gilberto Silva (89`). Cartão Vermelho directo para Toninho (90+2`).
Duas equipas galvanizas pelos últimos resultados alcançados e em igualdade pontual à entrada para este encontro, antevia uma interessante e disputada partida nas remodeladas e belas instalações do Parque Desportivo de Oliveira de Frades.

Vitória indiscutível com um resultado desnivelado (4 a 1), que acaba por ser castigo demasiado pesado para o Penalva, que até chegou a estar na frente, com uma cabeçada de Luís Cardoso ainda no primeiro quarto de hora da partida.
Reagiu bem a formação de Carlos Agostinho que viria a chegar à igualdade com um recarga oportuna de Fábio Cunha a um remate que foi devolvido pela barra da baliza de Ferrary.

Os penalvenses com um jogo assente no contra-ataque continuavam a importunar o último reduto da baliza de André Martins e Djibril antes do intervalo, à boca da baliza, falha o segundo golo.
Gilberto, Semedo e Fábio Cunha eram unidades com acutilância na equipa local, que trabalham bem para o esférico chegar com assiduidade ao último reduto dos penalvenses, que teve que aplicar-se.
A primeira parte terminou assim empatada, depois de 45 minutos muito intensos, mas não muito bem jogados, com a bola demasiado pelo ar, o que nem é habitual quer na formação de Carlos Agostinho quer na de António Carlos "Tótá".
Na segunda parte, Carlos Agostinho deu logo a ideia de querer ganhar o jogo, abdicando de Trindade, que até estava a fazer um jogo positivo no lado esquerdo da defesa, para colocar mais um homem na frente, fazendo entrar Zé Carlos.
Também o Penalva com a mesma intenção de procurar uma resultado positivo, tinha deixado Mika Lopes nos balneários, fazendo entrar Reuss.
Estas trocas, acabaram por beneficiar mais o Oliveira de Frades.
Com um homem mais para marcar, a defesa do Penalva acabou por criar mais espaço para as entradas de George e de Semedo.
O Oliveira de Frades ficou por cima no jogo e foi sem surpresa que chegou ao golo num grande remate de pé esquerdo de George, sem hipóteses para Ferrary.
O Penalva acusou o golo e antes de conseguir a reacção já estava a sofrer o terceiro, numa infelicidade de Chico Pereira que introduziu a bola na própria baliza, com esta a sair fora do alcance do guarda-redes do Penalva.
O quarto golo aconteceu num penálti a castigar mão na área de Califa, que Toninho se encarregou de converter. A partir daí o Oliveira de Frades tirou o pé e o Penalva acercou-se mais da baliza adversária e poderia ter ainda marcado mais um golo que daria uma imagem mais real do que foi a partida.
O Oliveira de Frades foi mais forte e controlou desde que se encontrou na frente, com o Penalva a dar a luta possível.
Sobre a equipa de arbitragem, duas manchas num trabalho globalmente positivo. Muitas dúvidas num lance na área do Oliveira de Frades, que puniu com amarelo por simulação, quando o Penalva reclamou penálti (foto em baixo) e numa decisão disparatada no vermelho directo a Toninho, já nos descontos, num lance perfeitamente normal e sem maldade (foto em baixo). O amarelo aceitava-se, o vermelho foi um perfeito exagero.

Os oliveirenses voltam assim a isolar-se na classificação desta série de manutenção|descida e ficam praticamente com os dois pés na linha da manutenção.
Os penalvenses mesmo a sofrer uma derrota nesta ronda, mantêm os mesmos cinco (5) pontos de vantagem sobre a última equipa em lugar abaixo da linha de água.
Ficam assim a faltar apenas três (3) partidas para o final, com nove pontos em jogo e o Penalva continua a ter francas possibilidades de se manter na 3ª divisão nacional.
Segue-se o Oliveira do Hospital como adversário para o Penalva do Castelo no Parque Desportivo de Santa Ana, enquanto o Oliveira de Frades é o anfitrião da equipa da Valecambrense.

[Crónica|Ficha de Jogo: Viseu Desportivo & Jornal Diário de Viseu & CinZa]




[Fotos: Viseuflash]

domingo, abril 29, 2012

3ª C 2011/12: S.C. Penalva do Castelo 5 x G.D.R. Canas de Senhorim 1

Penalva X5 vence e convence frente à formação de Canas de Senhorim!! Penalvenses vencem com margem folgada, somando mais três pontos rumo à manutenção!!

Ficha de Jogo:

Sport Clube Penalva do Castelo
12 Vítor Vareiro
4 Diogo Sousa
5 Nelson Cardoso
7 Mika Lopes
8 Bruno Loureiro
9 Luís Cardoso ©
11 Tiago Henriques
14 Chico Pereira
17 Faria
19 Djibril Sarr
20 Califa

Substituições: Faria por 18 Reuss (62`), Mika Lopes por 16 Cristóvão (69`) e Chico Pereira por 2 Gonçalo Ferreira (78`).

Suplentes não utilizados:
1 Bruno Ferrary
3 Manekas
13 Luís Pedro Cabral

Treinador: António Carlos "Tótá"

X

Grupo Desportivo e Recreio de Canas de Senhorim
12 Canário
2 Nando Veiga
3 Diogo Cunha
4 Simão ©
5 Roberto
9 João Miguel
10 Luís Lopes
15 Adriano Pereira
16 Leo Roque
18 Pedro André
19 Vitinho

Substituições: Roberto por 29 Dédé (Intervalo), Nando Veiga por 17 Élio (66`) e 9 João Miguel por 14 Zito (71`).

Suplentes não utilizados:
1 Laceiras
6 Ricardo
8 André
25 Marco Xará
 

Treinador: João Bento


29 Abril 2012
Jogo no Parque Desportivo de Santa Ana, em Penalva do Castelo
Assistência: cerca de 200 pessoas
Árbitro: Ricardo Coimbra (A.F. Braga)
Auxiliares: Nicolas Oliveira & Tiago Mendes
Ao intervalo: 1-1

Resultado Final: 5-1
Marcadores: Djibril Sarr (10´), Adriano Pereira (39`), Mika Lopes (46´), Djibril Sarr (60`), Reuss (65`) e Diogo Cunha (p.b.) (77`).

Acção disciplinar: Cartão Amarelo para Faria (7´), Diogo Cunha (15´), Bruno Loureiro (26`), Nando Veiga (30´), João Miguel (66´) e Chico Pereira (77´).


Primeiro desafio da segunda volta da fase de manutenção-descida, ditou novamente um encontro entre a formação penalvense e a vizinha canense. Praticamente vizinha no que se confere a localização geográfica, mas que na tabela classificativa estão separadas por bastantes pontos e lutam nesta altura da temporada por objectivos diferentes. Ou melhor, os canenses estão já com um pé fora da 3ª Divisão Nacional, depois de matematicamente já não terem possibilidades de alcançar a manutenção. Enquanto o outro pé é respeitante à dignidade da equipa até ao final da temporada, que recorde-se, é de estreia para o colectivo do concelho de Nelas.

Na primeira volta desta fase final, a turma orientada pelo técnico João Bento tinha vencido por quatro bolas a uma, desta vez foi a turma orientada pelo técnico Tótá que respondeu da mesma moeda, mas só que desta vez com mais um golo a seu favor.

Apesar da vitória robusta, que diga-te é inteiramente justa, indiscutível e de todo o mérito depois de uma bela exibição colectiva, no qual se junta bonitas exibições individuais. O mais importante para as aspirações dos penalvenses foi conseguido. Três preciosos pontos que fazem a equipa de Penalva do Castelo estar segura por cinco pontos de vantagem, nos lugares de salvação.

Quanto à partida, que neste tarde se presenciou com muitas nuvens escuras e alguma chuva intermitente e desenrolou no bem tratado campo de relva natural junto à capela de Santa Ana, que dá o nome ao parque desportivo onde habitualmente os seniores penalvenses efectuam os seus encontros na condição de visitado, começou com o Penalva desde o primeiro minuto a querer dominar as operações e as despesas. Não era para menos, já que as responsabilidades eram maiores para os locais.

Bruno Loureiro abriu as hostilidades nos primeiros dez minutos, com um lance de golo iminente, cortado com a entrega de um defensor canense. Pouco depois, o primeiro golo, que iria dar inicio a um triunfo que não sofreu contestação e poderia ainda ter sido mais dilatado. Luís Cardoso trabalha bem o esférico no meio campo e abre para a linha de fundo onde Nelson Cardoso vai com precisão, tipo a régua e esquadro, tirar um cruzamento perfeito para a cabeça do jogador senegalês cabecear certeiro para o fundo da baliza de Canário.

Diríamos que estava feito mais dificel para a vitória penalvense, que foi marcar o primeiro, já que viria a dar outra moral e confiança para a exibição penalvense. Seguiram-se até a meia hora do primeiro tempo várias situações para os locais ampliarem o marcador, mas a pontaria ou a afinação na hora do remate não foram as melhores.

Nem de grande penalidade, os penalvenses souberam ser eficazes, quando Luís Cardoso na cobrança do castigo máximo, a castigar falta de Nando Veiga dentro da grande área, não conseguiu desfeitear uma vez mais o guardião visitante. O remate ainda foi defendido e o poste encarregou-se em devolver a bola.

Era uma espécie de deja vu, relativamente a outro encontro que os penalvenses revelaram ansiedade demasiada, o que se estava a assistir nesta primeira parte. E para reforçar a velha máxima, quem não marca sofre e o Canas chega à igualdade perto do minuto 40, por intermédio de Adriano Pereira. Contra a corrente de jogo e sem muito o justificar, foi a turma forasteira que revelou mais eficácia em comparação aos anfitriões. Vítor Vareiro não agarra o esférico e o jogador brasileiro, oportuno, aparece em boa posição, para em jeito de bicicleta, rematar para a baliza, esta que não chegou ao fundo das malhas, mas que deve ter ultrapassado a linha de baliza.

Foi então com uma igualdade a uma bola que se saia para o intervalo, num primeiro tempo dominado pelos penalvenses, mas que foram insuficientes no respeita a concretização para estar em vantagem, já que o domínio e o maior ascendente foi notório.

Na etapa complementar, a superioridade do Penalva acentuou-se e mesmo com o Canas a proceder a uma alteração, colocando em jogo, provavelmente o jogador mais cotado ofensivamente em campo, o figurino se alterou.

Nada melhor que começar com um golo e Mika Lopes encarregou-se de descansar os adeptos penalvenses que desesperavam por nova vantagem. Pontapé de canto a favorecer os locais, instala-se alguma confusão dentro da grande área, e o esférico a ficar à mercê do mediocampista penalvense, que só teve que fazer o mais facil.

O Penalva do Castelo recolocava-se novamente na frente do marcador, plenamente justificado e não mais largou esse mesmo estatuto. Daqui a frente quase que só deu futebol ofensivo dos penalvenses e os lances de perigo para o último reduto do Canas iam se sucedendo com regularidade.

Minuto 60, foi o tempo exacto que o cronometro assinalou o Penalva a marcar o terceiro. Novamente pela sua unidade mais avançada. Djibril no sitio certo a finalizar com sucesso uma recarga que sobrou do guardião Canário. Passados cinco minutos é a vez do quarto golo e de certa forma aquele que de uma assentada veio ditar o vencedor do encontro ao mesmo tempo que acabava com a resistência dos canenses que mesmo sem conseguir discutir o resultado realizaram uma exibição digna. Reuss aparece solto nas costas da defensiva do Canas e com espaço suficiente e qualidade de remate, bate Canário pela quarta vez. Apenas à três minutos em campo, Reuss também ele, a dar um cunho pessoal à excelente vitória da turma penalvense.

A turma canense, também ele pertencente ao mesmo distrito dos penalvenses, de certa forma caiu em desanimo e o desnorte na sua defensiva foi algo que esteve bem à vista. Muito por mérito dos penalvenses não travaram a sua marcha rumo ao triunfo que procuravam neste encontro inicial da segunda metade da segunda fase do campeonato.

Dédé ainda responde, com tentativa de golo falhado por pouco, ao minuto 72, mas foi o Penalva que voltou a fazer funcionar o marcador. Trabalho do capitão Luís Cardoso dentro da grande área e a infelicidade de Diogo Cunha a fazer a restante parte que deu o quinto para os locais.

O Canas aguardava certamente que o encontro termina-se o mais rápido possível, já que as forças, tanto anímicas como físicas estavam prestes a esgotar-se neste encontro. Matéria que não faltou ao Penalva, que ainda continuou o seu vendaval ofensivo, mas a pontaria e o discernimento, tal como as forças físicas já não eram as mais oportunas.

De destacar que foi concedida mais uma oportunidade a um jogador da "cantera" penalvense se estrear em jogos oficiais pelos seniores. Trata-se de Gonçalo Ferreira, um júnior de primeiro ano a ter a sua primeira, que se espera de muitas, aparições na formação penalvense.

Não seria escândalo nenhum, se o marcador fosse ampliado em mais um, dois ou três golos a favor dos penalvenses, tal foram as oportunidades iminentes de golo falhadas pelos atletas comandados pelo timoneiro penalvense. Mas também seria um castigo demasiado pesado para os canenses.

Terminava a partida pouco depois, com um vencedor certo que teve todo o mérito em conseguir somar mais três pontos que mantêm a formação penalvense com cinco pontos de vantagem sobre a linha de água.
Quanto ao trabalho da equipa que viajou do longe distrito de Braga, em termos geográficos, a nota é regular.

Outras Fotografias:


[Crónica|Ficha de Jogo e Fotos: CinZa]

domingo, abril 22, 2012

3ª C 2011/12: S.C. Penalva do Castelo 5 x A.D. Valecambrense 1


Penalva empolgado ofensivamente, conquista três úteis e fulcrais pontos frente ao lanterna vermelha da série de manutenção/descida com uma mão cheia de golos!!

Ficha de Jogo:

Sport Clube Penalva do Castelo
1 Bruno Ferrary
4 Diogo Sousa
5 Nelson Cardoso
7 Mika Lopes
8 Bruno Loureiro ©
9 Luís Cardoso
10 Papy
11 Tiago Henriques
14 Chico Pereira
18 Reuss
20 Califa 

Substituições: Nelson Cardoso por 19 Djibril Sarr (62`), Papy por 16 Cristóvão (70`) e Bruno Loureiro por 13 Luís Pedro Cabral (74`).

Suplentes não utilizados:
12 Vítor Vareiro
2 Gonçalo Ferreira
3 Manekas

Treinador: António Carlos "Tótá"

X

Associação Desportiva de Valecambrense
99 Luís Almeida
2 Garrincha
3 Caxana
4 José Pedro Sá
5 João Paulo Silva
6 Garcia
7 Tiago Oliveira
8 Rui Pedro ©
9 Paulinho
10 Bruno Fogaça 
11 Ricardo Pina 

Substituições: Bruno Fogaça por 16 Zé Bastos (46`), Tiago Oliveira por 17 João Carlos (67`) e João Paulo Silva por 18 Pedrito (77`).

Suplentes não utilizados:
1 Cláudio Carvalho
13 Fábio Pinho
14 Tano
15 Rafael Soares

Treinador: Alberto Soares


22 Abril 2012
Jogo no Parque Desportivo de Santa Ana, em Penalva do Castelo
Assistência: cerca de 200 pessoas
Árbitro: Filipe Reis (A.F. Porto)
Auxiliares: Bruno Ferreira & Nuno Sousa
Ao intervalo: 1-0

Marcadores: Bruno Loureiro (22`), Mika Lopes (63´), Luís Cardoso (72´), Garrincha (75`), Djibril Sarr (84´) e Mika Lopes (87`).

Acção disciplinar: Cartão Amarelo para Luís Almeida (13`), Caxana (29` e 57´), Nelson Cardoso (46`), Bruno Loureiro (68`) e Garrincha (82`). Cartão Vermelho por acumulação de Amarelos para Caxana (57´).

[Ficha de Jogo & Fotos: CinZa]
 
 

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