
Sampedrense 1 (5 g. p.)
Márcio, Anastácio, Godinho, Pepe e Emanuel; Baixote, Rato e Brito; André Valente, Jusko e Tagui
Substituições: Rato por Dani (75’) e Brito por Cordeiro (110’)
Suplentes não utilizados: André Figueiredo, Carlitos, Marco, Razões, Mickael e Moreno
Treinador: Fernando Silva
Mangualde 1 (6 g. p.)
Manuel Fernandes; Marcos, Faria, Márcio e Miguel Ângelo; Rafael, Negrete e José Pedro; Loureiro, Amílcar e Paulito
Substituições: Paulito por Eduardo (intervalo); Rafael por Zé Manel (70’) e Loureiro por Serginho (101’)
Suplentes não utilizados: Pedro Alves, Fábio, João Pedro e Tó
Treinador: Jorge Valente
Jogo no Estádio Municipal da Pedreira, em S. Pedro do Sul
Assistência: Cerca de 250 espectadores
Árbitro: Luís Caiado (Viseu)
Auxiliares: Pedro Reis e Tiago Rodrigues
Resultado ao intervalo: 1-0
Marcadores: André Valente (10’) e Eduardo (72’)
Grandes penalidades convertidas: André, Tagui, André Valente, Cordeiro e Dani (Sampedrense); Marcos, Faria, Márcio, Negrete, Serginho e Amílcar (Mangualde). Falharam: Anastácio e Emanuel (Sanpedrense) e Eduardo (Mangualde)
Acção disciplinar: Cartões amarelos: Paulito (44’), Pepe (45’), José Pedro (55’), Negrete (91’) e Godinho (105’)
Silvino Cardoso
Esperava-se melhor espectáculo de futebol, tendo em conta que estiveram frente a frente, os dois primeiros classificados da Divisão de Honra. Talvez o facto, de ser um jogo a eliminar fizesse com que as equipa se receassem uma à outra. De facto, foi um mau jogo, com muitas paragens e muitas faltas, a que acresceu o facto de a bola ter saído das quatro linhas demasiadas vezes. Enfim, vinte e dois jogadores fizeram muito pouco futebol em 120 minutos, já que foi necessário ir a prolongamento e depois às grandes penalidades para achar o vencedor.
As equipas entraram em campo com sistemas tácticos muito idênticos. Mesmo assim, foi notório, a equipa da casa mostrou mais acutilância no ataque, o que lhe permitiu abrir o activo aos 10 minutos. A bola foi centrada do lado direito do ataque Sampedrense, tendo a bola passado por toda a gente da defesa do Mangualde, surgindo nos pés de Jusko que rematou para Manuel Fernandes defender, mas não segurar. Os seus companheiros não foram lestos a despachar o esférico e André Valente não se fez rogado e rematou para o fundo das redes.
Reacção pouco convicta
Os visitantes reagiram mas sem grande convicção. Passou a assistir-se a futebol muito mastigado e sem profundidade de ambos os lados, Os últimos 15 minutos do primeiro tempo foram mesmo muito monótonos. Ao intervalo, a vantagem do Sampedrense aceitava-se, já que apesar de tudo foi a menos má.
Eduardo transfigurou os mangualdenses
Para a segunda a parte, Jorge Valente deixou no banco Paulito e fez entrar o veterano Eduardo. Este jogador não só deu mais consistência à formação mangualdense como foi o coelho tirado da cartola, pois, na sequência de um canto directo fez o golo, com muitas culpas para Márcio que falhou a intervenção. Depois do empate, continuou-se a assistir a mau futebol. No entanto, qualquer uma das equipas podia ter voltado a marcar, com a União Desportiva Sampedrense a conseguir maior número de oportunidade. Os noventa minutos esgotaram-se e as equipas foram forçadas a jogar mais trinta minutos que, diga-se, não foram diferentes, em termos de mau espectáculo, do resto do encontro. Depois, como é do regulamento, passou-se à lotaria das grandes penalidades e, aí, o Mangualde marcou mais uma que o seu adversário, o que lhe permitiu continuar na prova para defender o troféu que detêm da época passada.
Arbitragem em plano positivo, apesar da contestação, a maioria das vezes sem razão para tanto.
Texto e foto in Mangualde Online
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